quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Um SUS animal. Ou: Precisamos urgentemente de uma opção liberal na política!

A política nacional vive uma hegemonia de esquerda. Todos os partidos acabam pregando mais estado. Todas as soluções propostas passam por ações de governo com mais recursos públicos. Quando aquele que é visto como o mais à direita de todos defende até um SUS para animais, é porque a situação está realmente feia.
É a nova ideia de Rodrigo Maia, do DEM. Ele apresentou a proposta de criação de um Sistema Único de Saúde para os animais. O nome é esse mesmo: SUS Animal. Diz amatéria:
O deputado prevê a utilização sistemática de recursos públicos saídos do Ministério da Saúde para que seja patrocinado o tratamento de animais em várias circunstâncias. Desde animais exóticos e silvestres até bichos de estimação domésticos.
A lista do que deve ser protegido pelo SUS Animal também é extensa. Além de incluir a prevenção de doenças, a epidemiologia e o tratamento, o projeto do deputado sustenta que cabe ao Estado proteger os animais até mesmo do medo e que é necessário preservar sua integridade “física e moral”. (O projeto não explica o que seria a integridade moral dos animais. Fica a critério da imaginação de cada um, supõe-se).
Quanto ao financiamento, o artigo 35 deixa claro que serão usadas verbas do Ministério da Saúde. Até hoje, em projetos de defesa dos animais, um dos argumentos dos defensores das propostas era o de que os animais não estavam competindo com os humanos no uso de verbas públicas. Até mesmo esse limite mínimo de distinção parece ter sido superado agora.
Essa é, supostamente, a nossa direita! O SUS para seres humanos é um sucesso tão estrondoso, beirando à perfeição (como disse o então presidente Lula), que podemos nos dar ao luxo de destinar recursos públicos para os animais. Nem estamos, agora mesmo, passando por uma jogada de marketing do governo, com a importação de milhares de médicos cubanos, porque o SUS é capenga. Imagina!
A cabeça dos políticos parte da premissa de que recursos públicos são infindáveis. Não há prioridades ou destinos concorrentes. Tudo é possível. Antigamente, o lema era “tudo pelo social”. Fomos um passo além, e agora é: “Tudo pelo animal”.
Não me levem a mal. Adoro animais. Antes que algum bicho do PETA apareça por aqui, confesso que tenho dois cachorros de estimação, muito bem cuidados. Recentemente, um deles teve de ir ao veterinário fazer uns exames. Minha esposa ficou impressionada com o avanço tecnológico da clínica. Eu fiquei impressionado com os custos.
Bons tratos não saem de graça. Nas minhas prioridades, com a utilização dos meus próprios recursos, acabei optando pelos exames (na verdade, pela manutenção do casamento). Não vou aderir ao discurso sensacionalista e socialista (não seriam sinônimos?) daquela música “Rock da Cachorra”, do Eduardo Dusek (meu tempo de garoto), que dizia “troque seu cachorro por uma criança pobre”.
Mas daí a impor, aos pagadores de impostos, que os seus recursos sejam destinados a veterinários que cuidarão dos bichos dos outros, em vez de ir para a saúde pública, as escolas, as estradas e a segurança, vai uma longa distância. Prioridades e recursos escassos, duas coisas que políticos costumam jamais considerar.
O pai de Rodrigo, não custa lembrar, foi aquele que enterrou meio bilhão de reais na Cidade “fantasma” da Música, hoje Cidade das Artes. Claro, os serviços da nossa prefeitura carioca são excelentes, e podemos nos dar ao luxo de gastar desse jeito os recursos públicos.
Complicado, né? E isso, uma vez mais, vindo do DEM, que já foi até PFL, com liberal no nome e tudo. Fica difícil ter esperança. Só vindo algo NOVO mesmo!
Rodrigo Constantino

Viram só o porcão Stédile? Meteu o pau na PF porque investiga supostos desvios monetários de seus irmãos vermelhos. Vai ver quer mais ração.

O clima no Oriente Médio e a chuva no Leblon, por Caio Blinder

Escrevo esta coluna de quinta-feira na quarta-feira no Leblon chuvoso e melancólico depois do debate de terça-feira no Rio sobre crise e esperança no Oriente Médio. Clima no debate foi bom, muitas sacadas e a conclusão de que precisaremos voltar anos a fio ao teatro Oi Casa Grande para resolver os intrincados problemas do Oriente Médio.
Minhas sacadas teriam sido melhores no debate se eu tivesse batido os olhos antes na sacada de Gideon Rachman, no Financial Times (aquele jornal que a direita raivosa teapartista rotula de socialista), brincando de desenhar cenários.
A amarga experiência no Oriente Médio recomenda apostar no pessimismo. Com concisão jornalistica, Rachman traça qual seria um cenário bem mais melancólico do que o Leblon chuvoso. Vamos lá: na Siria, nenhum lado consegue prevalecer na guerra civil e o país racha em enclaves, alguns servindo de bases para a rede terrorista Al Qaeda. A violência também recrudesce no Iraque (mais ainda?) e a situação se desestabiliza na Jordânia e no Líbano.
No Egito, a acuada Irmandade Muçulmana parte para a ignorância, na Líbia é o colapso e a morte do rei Abdullah, do reino petrolífero da Arábia Saudita, gera uma briga palaciana entre os milhares de príncipes, desestabilizando a economia mundial. Negociações de paz entre Israel e palestinas fracassam pela enésima vez, assim como as conversações nucleares iranianas. Israel perde a paciência e lança um ataque contra as instalações nucleares do Irã. Basta! Melhor acordar do pesadelo (ok, alguns acham isto real e até torcem para que muitas destas coisas aconteçam).
No entanto, as estações políticas mudam mais no Oriente Médio do que o clima na minha São Paulo. Aqui um cenário mais ensolarado. O ponto de partida para otimismo é o próprio Irã, com os incentivos para um acordo nuclear. O governo Obama está desesperado para se safar de novas guerras no Oriente Médio e o Irã tem motivos para ceder, pois sofre com as sanções.
Avanços na frente iraniana aumentam as chances de uma acomodação na Síria. No Egito, com a queda da Irmandade Muçulmana no golpe de julho, o palestino Hamas, em Gaza, está enfraquecido, facilitando os passos do rival Fatah, de Mahmoud Abbas, para compromissos com Israel. O governo de Benjamin Netanyahu também cede, devido às pressões americanas. E, quem diria, tudo melhora até no Egito e, ao invés de baixarem no Leblon, os turistas estrangeiros retornam às pirâmides.
Claro que tudo continua muito nebuloso no Oriente Médio (sorry, por tanto trocadilho climático), mas em meio a oscilações é possível até prever uma temperatura morna. Em linguagem geopolítica, podemos visualizar uma acomodação no Oriente Médio, com a busca de uma balança de poder. Vocês se lembram de ter estudado na escola o Congresso de Viena, em 1815?
Depois de décadas de turbulências iniciadas com a Revolução Francesa, houve um ajuste na Europa entre poderes emergentes e poderes tradicionais. Trazendo para os dias de hoje, seria a aceitação pelos EUA do regime islâmico de Teerã em troca do congelamento ou rígida supervisão do seu programa nuclear. Falta combinar com Israel. Netanyahu, com seu discurso na ONU na terça-feira, não mediu palavras na sua ofensiva contra o charme diplomático do novo presidente iraniano Hassan Rouhani.
Difícil prever o rumo das coisas no Oriente Médio sequer a curto prazo. Posso apenas garantir que o sol voltará ao Leblon. Pena que não estarei aqui para presenciar.

Culpa dos cartórios?

Dora Kramer - O Estado de S.Paulo


Uma chance, em tese, sempre há, mas é remota a possibilidade de a ex-senadora Marina Silva conseguir o registro da Rede Sustentabilidade na sessão que deverá examinar a questão hoje à noite no Tribunal Superior Eleitoral.

Se for seguido o texto estrito da lei e confirmado que Marina não conseguiu validar as 492 mil assinaturas de apoio ela não poderá concorrer à Presidência pelo partido, embora possa fazê-lo por outra legenda.

Resta, porém, uma brecha: a relatora Laurita Vaz, cujo voto deveria ser liberado ainda ontem a tempo de ir ao plenário hoje, depois da revisão de todo o processo poderá concluir que há de fato assinaturas certificadas em número superior às 442.524 reconhecidas pelo Ministério Público e que levaram o procurador eleitoral a dar parecer contrário ao registro.

A maioria dos ministros também pode aceitar o argumento que Marina usou nos encontros que teve com eles. Segundo ela, o "espírito da lei" leva em conta a representatividade do criador de um partido e isso a senadora tem.

A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, reconhece essa realidade. Só não aceita que, caso o registro não seja obtido, a Justiça Eleitoral venha a ser responsabilizada. Se a estrutura é pesada e burocratizada é a mesma para todas as legendas que conseguiram registro, argumenta.

Se o resultado for negativo para a Rede, a ministra já espera reação contra a Justiça Eleitoral que, no entanto, na visão dela não pode ser culpada pelo fato de alguém não conseguir concorrer a uma eleição por um determinado partido.

"Não há restrição ao direito de associação partidária nem impedimento a essa ou àquela candidatura. Apenas a Justiça Eleitoral, que funciona bem, não pode funcionar tendo como referência o tempo dos candidatos."

Sacode a poeira. Ao ficar no PSDB depois do habitual suspense sobre suas decisões, José Serra trocou o certo pelo duvidoso: no lugar de uma jornada quase impossível rumo à candidatura presidencial no PPS conseguiu o retorno ao elenco principal de um partido que praticamente lhe subtraiu todos os espaços de atuação.

Ainda sem papel definido, fato é que voltou ao jogo, tendo o silêncio público como o aliado mais retumbante que poderia ter na mudança de comportamento interno dos tucanos.

De politicamente aposentado, Serra passou a receber tratamento de protagonista. É tido como "indispensável" depois de um longo período sendo visto como coisa do passado.

Contumaz. Que o ex-presidente Lula minta e se desminta como se não houvesse amanhã e o ontem não tivesse existido, é um direito dele. Que dê a si a generosa qualificação de "metamorfose ambulante", só acrescenta informação à sua tendência a se apropriar da obra alheia.

Na vasta lista de exemplos, citemos três mais recentes. Depois de jactar-se de saber como ninguém se comportar com a discrição adequada a um ex-presidente, Lula anuncia que atuará como "candidato" pela reeleição de Dilma Rousseff.

Afirma que teria mais "critério" ao indicar ministros ao Supremo, admitindo que os escolheu com base na suposição de que seriam condescendentes no julgamento do mensalão.

Culpa o PT por ter "jogado fora" a aliança com o governador de Pernambuco quando foi ele quem avalizou a quebra de acordo para eleição à prefeitura do Recife em 2012, que resultou no afastamento de Eduardo Campos.

Que boa parte dos brasileiros considere esse comportamento normal e até elogiável indica compartilhamento da patologia. Ou ausência total de discernimento.

PAPA PREGA GOVERNO MUNDIAL , por Janer Cristaldo

Não faz um ano que ocupa a cadeira de Pedro, e Francisco se supera em dizer bobagens. Ontem, recidivou mais uma vez.

O mundo está cheio de católicos que julgam existir um só deus na Bíblia. Nada disso, o Antigo Testamento é politeísta. Os deuses eram muitos na época do Pentateuco. Jeová é apenas um entre eles, o deus de uma tribo, a de Israel. Em La Loi de Moïse, escreve Soler: “Ora, nem Moisés nem seu povo durante cerca de um milênio depois dele – os autores da Torá incluídos – não acreditavam em Deus, o Único. Nem no Diabo”.

Ano passado ainda, uma leitora me escrevia: “Bem, pensei que falávamos do único Deus que existe, o Deus da Bíblia, o Deus dos Judeus, o Deus dos Cristãos...”

Bem se vê que a leitora jamais leu a Bíblia atentamente. Tive de explicar-lhe pacientemente, a partir dos textos bíblicos, que os deuses são muitos no Antigo Testamento: 

Diz Labão a Jacó: “Mas ainda que quiseste ir embora, porquanto tinhas saudades da casa de teu pai, por que furtaste os meus deuses?” Diz Jacó à sua família: “Lançai fora os deuses estranhos que há no meio de vós, e purificai-vos e mudai as vossas vestes”.

Diz Jeová aos hebreus: “Porque naquela noite passarei pela terra do Egito, e ferirei todos os primogênitos na terra do Egito, tanto dos homens como dos animais; e sobre todos os deuses do Egito executarei juízos; eu sou o Senhor”. 

Canta Moisés este cântico a Jeová: “Quem entre os deuses é como tu, ó Senhor? a quem é como tu poderoso em santidade, admirável em louvores, operando maravilhas?” 

Disse Jetro, o sogro de Moisés: “Agora sei que o Senhor é maior que todos os deuses; até naquilo em que se houveram arrogantemente contra o povo”.

O Pentateuco está repleto de deuses. Astarote, Baal, Dagom e por aí vai. Em momento algum Moisés afirma ser Jeová o único deus. Aliás, até o próprio Jeová reconhece a existência de seus pares, quando determina: “Não terás outros deuses diante de mim”. Os deuses eram muitos na época do Pentateuco. Jeová é apenas um entre eles, o deus de uma tribo, a de Israel.

A idéia de um deus único só vai surgir mais adiante, no dito Segundo Isaías. Reiteradas vezes escreve o profeta:

44:6 - Assim diz o Senhor, Rei de Israel, seu Redentor, o Senhor dos exércitos: Eu sou o primeiro, e eu sou o último, e fora de mim não há Deus.

Num acesso de egocentrismo, Jeová se proclama o único:

44:7 - Quem há como eu? Que o proclame e o exponha perante mim! Quem tem anunciado desde os tempos antigos as coisas vindouras? Que nos anuncie as que ainda hão de vir. Não vos assombreis, nem temais; porventura não vo-lo declarei há muito tempo, e não vo-lo anunciei? Vós sois as minhas testemunhas! Acaso há outro Deus além de mim?” 

Ou ainda:

“Eu sou o Senhor, e não há outro; fora de mim não há Deus; eu te cinjo, ainda que tu não me conheças. (...) Porventura não sou eu, o Senhor? Pois não há outro Deus senão eu; Deus justo e Salvador não há além de mim”. 

Só aí, e tardiamente, surge na Bíblia a idéia de um só Deus. Jean Soler nota uma safadeza nas traduções contemporâneas da Bíblia: Jeová está sumindo. Fala-se em Deus ou Senhor, em Eterno ou Altíssimo. Como Jeová é apenas o deus de Israel, melhor esquecer o deus tribal. Ao que tudo indica, alguns tradutores fazem um esforço para transformar um livro politeísta em monoteísta. Substituiu-se a monolatria - culto de um só deus nacional - pelo monoteísmo, culto de um deus único.

A idéia do deus único – que Moisés parece ter importado do Egito - emerge lentamente do seio de uma cultura onde havia vários deuses. Quando Paulo vai a Atenas pregar a nova doutrina, alguns filósofos epicuristas e estóicos se perguntavam quem seria aquele conversador. Levando-o ao Areópago, quiseram saber: “Poderemos nós saber que nova doutrina é essa de que falas? Pois tu nos trazes aos ouvidos coisas estranhas; portanto queremos saber o que vem a ser isto”.

Os atenienses, muito cautos em relação aos deuses, haviam erguido inclusive um altar ao Deus desconhecido. (Nunca se sabe...). Paulo pega a deixa e deita verbo:

“Passando eu e observando os objetos do vosso culto, encontrei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais sem o conhecer, é o que vos anuncio. O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens”.

Os atenienses não entendem o novo deus. Entendiam os deuses de cada nação. Havia os deuses gregos, romanos, egípcios, persas. Que deus era esse que não pertencia a nação nenhuma? Ora, não pertencendo a nação nenhuma, disto decorria uma consequência inevitável: era o deus de todos os homens.

Que leigos ignorem estes fatos, nada de anormal. Os católicos há muito deixaram de ler a Bíblia e contentam-se com o catecismo, onde é mostrado um cristianismo pausterizado. Que o papa ignore os mesmos fatos, é bem mais grave.

Em entrevista ao jornal La Repubblica, o papa Francisco alertou que não acredita em um "Deus católico", mas em um Deus de todos. Para ele, Deus tem um conceito que vai além do catolicismo. "Não existe um Deus católico. Há um Deus."

Ou seja, Francisco parece não só ignorar a Bíblia, mas também deixa de lado os muitos outros deuses contemporâneos que ainda existem. O deus católico do Chico nem original é. Foi vilmente roubado dos judeus, sem que Roma se preocupasse em pagar direitos autorais. Nos últimos anos, tem-se denunciado uma suposta intenção da ONU em criar um governo mundial. 

Ora, a Igreja Católica o criou há séculos e, conforme a fala do papa, dele não abre mão.

RS-Antes tarde do que nunca: quem são os vândalos?,por Erico Valduga

Investigações policiais sobre a autoria de vandalismos e sua responsabilização judicial são consequências naturais quando todos são iguais ante a lei

Enfim a Polícia faz o que lhe cabia fazer desde junho, mas se omitiu por orientação superior: investigar a autoria dos atos de vandalismo nos protestos de rua, e apontar os responsáveis por danos ao patrimônio público e privado. Os prédios da Prefeitura, Instituto Médico-Legal, e de uma dezena de lojas e de agências bancárias que foram alvo de ataques de vândalos naquele mês, não são diferentes, perante a lei, dos do Museu Júlio de Castilhos e da Catedral Metropolitana, atacados na semana passada.

Mas agora, talvez pela aproximação ao Palácio Piratini, as autoridades parecem ter-se lembrado que a Polícia é uma instituição de Estado, não de governos, e se mostram dispostas a esclarecer algumas autorias, ao menos. Foram presos três professores, vejam só, um deles por lesão corporal, e cumpridos mandados de busca e apreensão, autorizados pelo Judiciário em 28 de agosto, nas casas de dois estudantes ligados ao PSol e PSTU, integrantes do “bloco de lutas” pelo transporte gratuito na capital, do qual o PT deixou de fazer parte no mês passado.

Os envolvidos, por sua vez, negam ter participado de atos de vandalismo, e, secundados pelas entidades a que pertencem, acusam o governo de “postura repressiva”, perseguição política e de pretender “criminalizar” os movimentos ditos sociais. Ora, alguém que participa de um protesto, e, como forma de chamar a atenção para o seu ponto de vista, danifica um bem público ou privado, torna-se responsável pelo dano, que, se comprovado, deve ser punido segundo as leis da República. Não existe argumento que releve o fato; é uma elementar questão de cidadania, a cujos limites todos estão sujeitos nas democracias. Quando não, as instituições políticas começam a funcionar segundo o interesse dos donos do poder, e aí se caminha para a anarquia, que leva ao autoritarismo.

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