sexta-feira, 11 de outubro de 2013

PET: marxismo na UFSC, por Rodrigo Constantino

Minhas fontes internas continuam me munindo de material sobre a doutrinação marxista nas instituições ligadas ao governo. Já cansei de falar da Fiocruz aqui, e falei de um seminário sobre Cuba na UFSC, que gerou forte reação. Afinal, disseram, até um professor contra o regime cubano participou do evento, que durou uma semana inteira!
Era “prova” de que não havia proselitismo, mas pluralidade. Balela! Tática manjada: convida-se um “do contra” e vários a favor, cria-se o clima de pluralidade, os alunos sofrem uma chuva de propaganda enganosa em defesa da mais cruel e duradoura ditadura do continente.
Pois bem. Recebo agora mais material sobre marxismo na UFSC. Trata-se de um tal de PET, “programa de educação tutorial”, cujo tema do seminário em questão é “direito e marxismo”. Que raios tem a ver direito com marxismo? Por que tanto foco ainda nessa ideologia ultrapassada que só trouxe desgraça ao mundo?
Não faz sentido do ponto de vista da educação, muito menos da formação em direito, claro. Mas pelo prisma da lavagem cerebral ideológica… aí sim! É o governo usando nossos impostos para criar papagaios marxistas. Só o nome é adequado mesmo: PET. Estão em busca de animais domesticados que serão eleitores da esquerda amanhã, quiçá soldados da causa!
UFSC

ENEM REPROVA SWIFT , por Janer Cristaldo

De acordo com o guia de redação do exame, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inpe), a redação do Enem pode levar zero se “desrespeitar aos direitos humanos”. 

Segundo o professor de Letras da Unesp, Benedito Antunes, “esse desrespeito aos direitos humanos acontece por meio de manifestações racistas, geralmente quando o candidato tem a intenção de ser agressivo, como propor uma matança. Nesses casos, claro, a redação é anulada”. 

Citei ontem Jonathan Swift. A propósito, o gênio irlandês levaria um zero dos mais redondos.no exame do Enem. 

UMA MODESTA PROPOSTA

para prevenir que, na Irlanda, as crianças dos pobres sejam um fardo para os pais ou para o país, e para as tornar benéficas para a República
 

É motivo de melancolia para aqueles que passeiam por esta grande cidade, ou que viajam pelo campo, verem nas ruas, nas estradas, e às portas das barracas, uma multidão de pedintes do sexo feminino, seguidas por três, quatro, ou seis crianças, todas em farrapos, a importunarem cada passante pedindo esmola. 

Estas mães, não sendo capazes de trabalhar para angariar honestamente a vida, vêem-se forçadas a gastar todo o tempo que têm a andar por ali, a mendigar o sustento para os seus filhos desprotegidos. E estes, depois de crescerem, ou se tornam ladrões por falta de trabalho, ou abandonam o seu querido país natal para se irem alistar num exército inimigo, ou se vendem como emigrantes para os Barbados. 

Penso que todos os Partidos Políticos estão de acordo que este número prodigioso de crianças – nos braços, às costas, ou aos calcanhares das mães, e freqüentemente dos pais – na atual e deplorável situação desta república, é uma lástima enorme e suplementar. 

Portanto, quem quer que possa encontrar um método justo, barato e fácil para transformar estas crianças em membros saudáveis e úteis à comunidade, deverá não só merecer a aprovação do público, como ver ser-lhe erguida uma estátua como salvador da nação. 

Porém, a minha intenção está muito longe de se confinar apenas a prover pelas crianças dos pedintes confessos. É de âmbito muito mais vasto, e deverá, no geral, incluir a totalidade do número de crianças de uma certa idade que nascem de pais, de fato, tão incapazes de as sustentar como os que mendigam a nossa caridade nas ruas. 

No que me diz respeito, tendo dedicado os meus pensamentos a este importante assunto durante muitos anos, e tendo ponderadamente pesado as várias propostas de autores de outros projetos, achei-os sempre grosseiramente errados na computação. 
Continue lendo aqui...http://cristaldo.blogspot.com.br/

Obama bloqueando informação a jornalistas? Não pode ser!!! por Rodrigo Constantino

Deu no GLOBO: ONG acusa Obama de tentar bloquear acesso a informação
Se o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defende constantemente a transparência no governo desde que chegou ao poder, sua retórica não corresponde à realidade. Segundo um relatório publicado nesta quinta-feira pelo Comitê de Proteção a Jornalistas, a Casa Branca limita a divulgação de informações e deliberadamente dificulta o trabalho de repórteres. Ainda de acordo com o documento, intitulado “A administração Obama e a imprensa”, a prática de investigar e processar os chamados “sopradores de apito” pelo vazamento de material considerado secreto e uma vigilância eletrônica generalizada estariam afastando cada vez mais fontes governamentais de repórteres. 
É a primeira vez que o Comitê de Proteção a Jornalistas – uma organização não-lucrativa independente baseada em Nova York – examina a relação de uma administração americana com a imprensa. Assinado por Leonard Downie Jr, ex-editor executivo do jornal “The Washington Post”, o relatório tem 30 páginas e traz entrevistas com dezenas de repórteres e editores que descrevem os efeitos do atual cerceamento à liberdade de repórteres. 
“Esta é a administração mais fechada e maníaca por controle que já cobri”, diz no documento David Sanger, veterano correspondente do “New York Times” em Washington. Michael Oreskes, editor-gerente sênior da agência Associated Press -que teve registros de ligações e dados de computadores de mais de cem jornalistas apreendidos pelo governo recentemente – vai além: “As fontes estão mais nervosas e mais distantes, não apenas nas reportagens sobre segurança nacional. A administração Obama tem sido extremamente controladora e resistente à intervenção jornalística. Há uma mentalidade e abordagem de manter uma distância maior dos jornalistas.”
Não pode ser!!! Como assim, aquele bom moço, quase um santo, o verdadeiro ungido da esquerda americana, perseguindo jornalistas, obstruindo fontes, fechando-se em um casulo sem transparência? Como pode o messias Obama fazer algo tão torpe, digno de um tiranete de uma republiqueta latino-americana?
Pois é. O problema é que Obama nunca deu sinais de ser diferente disso. Seu histórico entrega esse viés. Sempre flertou com marxistas, tinha como gurus comunistas radicais e até terroristas, como Bill Ayers. Mas a grande imprensa nunca quis saber dessas coisas, desse “passado”, das amizades de Obama.
Ele foi alçado ao patamar de semideus porque tinha boa retórica, porque era politicamente correto, porque era o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, porque defende o socialismo na saúde. E, para mudar “fundamentalmente” a América, como ele deseja abertamente, vale tudo, não é mesmo? O que são alguns jornalistas perseguidos perto da grandeza de sua nobre causa?
Agora isso tudo pode vir à tona. Obama já foi reeleito, não será mais presidente. A esquerda caviar americana precisa encontrar novo ícone. Quem sabe uma mulher, a primeira mulher a presidir a nação mais poderosa do mundo? Aguardem no local, que essa mulher está em construção para ser ungida e se tornar não mais humana, mas pairar acima de todos nós, reles mortais… 

Carta aberta a Katia Abreu, por Rodrigo Constantino

Prezada senadora Kátia Abreu,
Acompanho sua trajetória na política já faz algum tempo, e até aqui, admito, com admiração e respeito. Considero a sua uma das poucas vozes corajosas e de bom senso em nossa política atual, vítima de uma completa hegemonia de esquerda.
Reproduzi e comentei, com elogios, vários textos de sua autoria em meu antigo blog. Você tem lutado, de forma geral, a boa luta. Condenou a corrupção da Funai e os esquemas envolvendo os “índios”, sempre atacou os criminosos do MST e a ideia equivocada de “reforma agrária” da esquerda, que ainda está presa no século retrasado da pá e da enxada em assentamentos familiares, combateu a arbitrariedade das leis trabalhistas que transformam em “trabalho escravo” qualquer desvio absurdo de dezenas de regras irreais, enfim, nunca teve medo de se colocar à direita nesse embate ideológico que só tem esquerdista.
Portanto, creio que a senhora possa imaginar a minha frustração ao saber que, do DEM foi para o fisiológico PSD, de Kassab, e que agora aderiu de vez à base governista indo para o PMDB, que apóia o governo Dilma. O que foi isso, senadora? Seu nome associado ao desses petistas, que sempre estiveram ao lado do MST, dos radicais de esquerda que tantos obstáculos criaram para o agronegócio?
Quando Guilherme Affif Domingos aceitou ministério no governo Dilma, o choque já foi duro. Era, afinal, um dos ícones dos liberais na política. Pragmatismo tem limites, senadora. Quando figuras importantes da oposição ao PT e à esquerda radical jogam a toalha e se juntam aos malfeitores, que esperança o povo decente pode ter no futuro da nação? Qual o próximo passo? A senhora abraçar Pedro Stédile e José Rainha, camaradas do PT, e posar para uma foto com o boné do movimento criminoso MST?
Alianças políticas, concessões, contemporização, tudo isso faz parte da vida política, que não tolera muito romantismo e idealismo. Estamos de acordo, sabemos disso. Não vou cobrar pureza, radicalismo, isolamento. Mas se unir a esse governo? Como consegue deitar no travesseiro à noite e dormir em paz com sua consciência?
Posso compreender perfeitamente sua aversão à Marina Silva e o que seu movimento representa. Compartilho dela. São ecoterroristas que usam o alarmismo ambiental para pregar receitas catastróficas e condenar a agropecuária. Vimos o que ela disse sobre Ronaldo Caiado logo na primeira entrevista após fechar com o PSB de Eduardo Campos. Esses “melancias” são terríveis, e não entendem o quão complexo e necessário é gerir um agronegócio moderno. Convenceram boa parte da opinião pública de que ruralistas são o capeta em pessoa.
Mas a senhora pensa, realmente, que se aliar ao PT é a solução? Senadora, os próprios ruralistas já têm lhe criticado bastante por conta dessa estranha aproximação com o governo. Agora escancarou de vez. É um soco no estômago de quem sonha com nomes honrados de oposição. Repare no grifo dessa palavra. O que mais falta em nossa política atualmente é oposição. Não temos uma que valha o nome, que ofereça um modelo alternativo, capitalista, liberal.
Quando os poucos nomes que poderiam fazer parte dessa frente, como o da senhora e o de Affif, migram para a base aliada, o que nos resta? Se não é possível derrotá-los, junte-se a eles? Foi essa a máxima que vocês usaram para ato tão vergonhoso? Pois saiba que é, sim, possível derrotá-los. E nós, que fazemos oposição a esse modelo esquerdista, conseguiremos isso, mais cedo ou mais tarde.
Infelizmente, quando isso ocorrer, seu nome não será lembrado como um dos relevantes nessa boa luta, mas sim como alguém que cedeu e se entregou ao inimigo. Uma pena quando lembramos que a senhora chegou a dizer coisas como essa, em entrevista a Veja:
Quero fazer um desafio aos ministros: administrar uma fazenda de qualquer tamanho em uma nova fronteira agrícola e aplicar as leis trabalhistas, ambientais e agrárias completas na propriedade…Se depois de três anos eles conseguirem manter o emprego e a renda nessa propriedade, fazemos uma vaquinha, compramos a terra para eles e damos o braço a torcer, reconhecendo que estavam certos.

Lula é apedeuta também em matéria de liberdade de imprensa

Ai, ai… Lula é apedeuta também em matéria de liberdade de imprensa. Segundo a gente consegue depreender de sua, sei lá, tese, quando se constata alguma irregularidade envolvendo órgãos públicos, o jornalismo deve silenciar sobre a eventual incúria oficial, preocupando-se apenas com os fraudadores. Volto ao tema mais tarde. Leiam o que informa Fernanda Krakovics, no Globo Online.
Ao participar do encerramento da 3ª Conferência Global de Combate ao Trabalho Infantil, o ex-presidente Lula criticou, nesta quinta-feira, a imprensa por dar destaque a fraudes no Bolsa Família, mas disse que está acostumado a tomar “bordoada” e tem “casco de tartaruga”. Em seu discurso, Lula saudou o ministro Manoel Dias (Trabalho), que acaba de enfrentar um escândalo de corrupção em sua pasta, como “companheiro de longa data”.
“Você (Tereza Campello) foi criticada agora porque clonaram 80 carnês do Bolsa Família. Em vez de a manchete do jornal ser uma crítica aos clonadores, era uma crítica dizendo que tinha fraude no Bolsa Família. Se tivessem roubado um banco, dizia: ‘assaltante rouba banco’. Como foi assaltante roubando o Bolsa Família, é o Bolsa Família que tem problema. Nós estamos acostumados a tomar bordoada e eles sabem que temos casco de tartaruga, somos teimosos e estamos no caminho certo”, disse Lula.
Lula também criticou a imprensa por supostamente não dar atenção ao tema da conferência, o combate ao trabalho infantil, e se ater a temas “banais e secundários”, muitas vezes de forma “sensacionalista”: “Quero confessar que eu tinha a impressão de que esse evento estava proibido para a imprensa porque um assunto dessa magnitude, com os resultados extraordinários conquistados por muitos países do mundo e pelo Brasil, mereceu menos atenção do que qualquer outro assunto banal do noticiário brasileiro. É uma pena que muitas vezes as coisas sérias não são tratadas com seriedade, é uma pena que as coisas banais, as coisas secundárias, sejam tratadas de forma quase sensacionalista.”
Para uma plateia composta também por estrangeiros, o ex-presidente disse que, no Brasil, há preconceito em relação a políticas de transferência de renda: “O que dá para os ricos é investimento e, para os pobres, é gasto, a ponto de dizerem na minha cara que nós estávamos criando um exército de vagabundos”.
O ex-presidente não quis dar entrevista: “Minha filha, publica o que eu já falei [no discurso]”.
Por Reinaldo Azevedo

DIRIGENTES SÓ PENSAM NAQUILO: O FUNDO PARTIDÁRIO

Diário do Poder

Não é o interesse público, a coerência política e nem muito menos a ideologia. O que move a grande maioria dos dirigentes é o milionário fundo partidário, que só em 2012 distribuiu R$ 350 milhões às 29 siglas então existentes. Tudo administrado pelo presidente (ou dono, na maioria dos casos) do partido, sem dar satisfações a ninguém, exceto em prestações de conta que raramente são auditadas ou conferidas.

São rateados 95% do fundo conforme a votação de cada deputado federal. É só multiplicar a votação por R$ 3,21, o valor de cada voto.

O deputado-palhaço Tiririca, com 1,3 milhão de votos, garantiu ao PR de Valdemar Costa Neto, o dono mensaleiro, mais de R$ 4,2 milhões do fundo só este ano.

Por tudo isso, Paulinho da Força comemorou: o Solidariedade terá R$ 1 milhão mensais do fundo só com os 8 deputados que eram do PDT.

Em “janelas” de transferência, como a encerrada no dia 5, os partidos avaliam “dotes” e tentam conter a debandada, para não perder receita.

RICARDO FERRAÇO DEFENDE O FIM DO VOTO OBRIGATÓRIO NO BRASIL

O senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) defendeu nesta quinta-feira (10) o fim do voto obrigatório no país. Ele pediu que o plenário da Casa vote sua Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que institui o voto facultativo. A ideia foi rejeitada pela CCJ no começo do mês, mas voltará a ser discutida porque o parlamentar apresentou um recurso. “Que o Plenário desta Casa possa, de fato, se debruçar sobre este recurso que nós estamos submetendo, tendo em vista a necessidade de ampliarmos este debate e fazermos aquilo que, julgo eu, já passou da hora, que é a implementação do voto facultativo em nosso país”, disse. “Não é a quantidade de votos, mas sim a sua qualidade que legitima as autoridades políticas e as instituições democráticas. São os votos conscientes que impulsionam o debate político e o vigor do processo democrático”, justificou.
Diário do Poder

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