sexta-feira, 15 de novembro de 2013

‘Prisão inevitável’, editorial do Estadão

Publicado no Estadão desta sexta-feira
O julgamento da Ação Penal 470 teve seu ponto culminante há 11 meses, em dezembro de 2012, quando o Supremo Tribunal Federal (STF), após 49 sessões que se estenderam por quatro meses e meio, condenou 25 dos 40 denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por vários crimes relacionados com o plano urdido por então dirigentes do Partido dos Trabalhadores (PT) para garantir apoio parlamentar ao governo Lula mediante o pagamento de propina a parlamentares e dirigentes da chamada base aliada.
A decisão tomada por unanimidade na última quarta-feira pela Suprema Corte, de determinar a execução imediata das penas ─ inclusive para condenados, como o ex-ministro José Dirceu, que ainda podem ter revistas partes de suas sentenças ─, é apenas o desdobramento natural de um processo longo, quase interminável, complexo e extremamente polêmico, que apesar de todos os pesares permitiu à consciência cívica do país vislumbrar o início do fim da histórica tradição de impunidade dos poderosos.
O desdobramento natural do processo do mensalão, de qualquer modo, representa mais um episódio relevante na história jurídica e política do país, não apenas porque só era esperado pela maioria dos observadores para o próximo ano, mas, principalmente, porque dá uma resposta clara aos cidadãos que já começavam a se sentir afrontados pela desfaçatez e empáfia com que alguns condenados ─ não por acaso os mais notórios ─ vinham tentando desqualificar a decisão da Suprema Corte e desmoralizar os ministros por ela responsáveis.
Não é fácil para o cidadão comum compreender a razão pela qual o julgamento do mensalão se arrasta já por oito anos e ainda tem pela frente um tempo indefinido que será consumido na apreciação de recursos que o processo penal brasileiro garante aos réus ─ especialmente àqueles que dispõem de meios para pagar as melhores bancas advocatícias. Essa é uma distorção que, desde logo, compromete a prática da boa justiça. Mas é de esperar que, ao colocar em evidência essa faceta perversa da Justiça, o processo do mensalão enseje a abertura de uma ampla discussão nacional sobre a necessidade de expurgar do ordenamento jurídico o viés retrógrado que aqui e ali ainda perdura.
Por outro lado, o avanço no processo do mensalão com a decretação da prisão dos condenados vai colocar mais uma vez em xeque o Congresso Nacional. Depois de, em nome de uma visão equivocada de autonomia que reflete apenas um corporativismo primário, terem cometido o absurdo de garantir o mandato de um deputado condenado e preso, os parlamentares terão que decidir o que fazer com os quatro colegas que a Ação Penal 407 está colocando atrás das grades.
Senadores e deputados estão aparentemente empenhados na aprovação de projeto de emenda constitucional que acaba com o voto secreto nas decisões sobre a cassação de mandatos de seus pares. Seria uma maneira de inibir a repetição do vexame que transformou em deputado-presidiário Natan Donadon, que cumpre pena no presídio da Papuda, no Distrito Federal, e que por essa singela razão está impedido de comparecer à Câmara dos Deputados para cumprir as obrigações que o mandato impõe. Esse absurdo seria apenas cômico, se não fosse revelador do ponto a que chegou a degradação dos valores éticos entre os representantes eleitos pelo povo.
Mas, como senadores e deputados não se entendem, patrocinando projetos conflitantes, o impasse será certamente debitado, por parlamentares docemente constrangidos, aos regimentos internos das duas Casas. E tudo permanecerá como lhes é de gosto, até que o instinto de sobrevivência diante de eventual recrudescimento das manifestações populares e da proximidade das eleições acabe colocando algum juízo nas nobres cabeças dos representantes do povo. Afinal, o processo do mensalão, agora revigorado pela decisão unânime dos ministros do Supremo, continua estimulando a consciência cívica do povo brasileiro.

‘Alianças estratégicas’, um artigo de Roberto Pompeu de Toledo

Publicado na edição impressa de VEJA
Roberto Pompeu de Toledo
O jovem professor Leandro Ferro, um ativista contra maus-tratos em animais, expôs seus sentimentos com indignação, na reportagem de VEJA da semana passada sobre o sequestro dos beagles. “Quem disse que um cavalo foi feito para ser montado?”, perguntou. Ora, professor, com todo o respeito: então por que aquele dorso arqueado, um convidativo vale entre o pescoço e a garupa, tão seguro e confortável para o pouso dos humanos traseiros? Por que os flancos em suave curva, na justa medida para a acomodação das humanas pernas? Por que a passada em ritmos tão ajustados ao subir e descer do humano arcabouço que até parecem, o que monta e o que é montado, grudados um ao outro? O camelo sim, embora seja cavalgável (vá lá a palavra), obriga o humano cavalgador a sofridos contorcionismos. Do elefante nem se fala. O cavalo, diria um criacionista, não foi esculpido pelo Grande Designer para outro propósito. Mas passemos adiante. Nossa intenção é demonstrar que o cavalo não só foi feito para ser montado, mas que tira proveito disso.
As relações entre humanos e cavalos são reguladas por antiquíssimo pacto. Sinais deixados pelos freios em dentes de cavalo, descobertos por arqueólogos nas estepes do Cazaquistão, no fim da década passada, indicaram que o uso desses animais para montaria teve início por volta do ano 3.500 a.C., 1.000 anos antes do que se calculava anteriormente. O pacto, com características de aliança estratégica, data daí, e o proveito, para os humanos, foi enorme. Segundo um dos envolvidos na pesquisa, tal qual relatado na revista New Scientist (edição de março de 2009), a domesticação dos cavalos é um marco equiparável, na história da humanidade, à invenção da roda.
Imagine-se o que seria do homem caso tivesse de esperar a invenção do trem ou do automóvel para superar a limitação de só se movimentar pelas próprias pernas. Não, não dá nem para imaginar. O homem confinado a seu canto de nascença, ou a pouco mais do que isso, teria parca ou nenhuma relação com outras tribos, não trocaria experiências que lhe permitissem acumular conhecimento, disporia de limitadas possibilidades de comércio e contaria com limitados estímulos para produzir. Tudo somado ─ inclusive a capacidade de miscigenar e de fazer guerra  ─, o homo a pé seria outra espécie, não a que resultou do homo montado. Tivesse o professor Leandro Ferro vivido numa era sem cavalos e anterior ao trem e ao automóvel, não seria capaz de correr a São Roque em socorro dos beagles.
Do lado do cavalo o pacto foi igualmente proveitoso. Livrou-o, para começar, de uma vida selvagem, que, entre outros inconvenientes, ocasiona a perene incerteza quanto à alimentação. A primeira linha do pacto com o homem é: você me dá sua velocidade, e eu lhe dou do que comer. Se pastos não fossem preservados pelo homem ─ vamos lá, aqui não é a New Scientist, são conclusões do Instituto Pompeu de Livres Especulações (Iple) ─, os cavalos, assim como os bois e as vacas, poderiam ser animais hoje em extinção. Bois e vacas têm a má sorte de ser preservados para morrer. Cavalos em alguma medida também foram e continuam sendo criados para o açougue, mas em medida maior foram poupados, por prestar os nobres serviços de oferecer montaria e de puxar carroças, e até ampliaram o pacto: além da comida, eu lhes dou o veterinário, para curar-lhes as doenças, e a estrebaria, para abrigá-los da intempérie.
Pacto similar, e de alcance igualmente estratégico, regula a relação, mais estreita ainda, entre o homem e o cão. Nós caçamos juntos e você me dá uma parte da presa. Eu vigio enquanto você dorme, e você me dá abrigo para descansar. Nós combatemos juntos o inimigo e você cuida dos meus ferimentos. Eu faço gracinhas e lambo sua mão e você me dá amor. O rompimento unilateral desse pacto é que faz as pessoas invadir um instituto de pesquisa para resgatar os cães que serviam de cobaia. O caso dos beagles mostra a primazia do pacto sobre um genérico amor pelos animais. Os invasores levaram os coelhos que encontraram, além dos cachorros, e deixaram os ratos para trás. Os coelhos é bem capaz de virem a acabar em alguma panela, e poucos se importarão com isso. Com eles não temos pacto. Os ratos estão do lado mais infame da relação humanos-animais. Virarem cobaia é até uma promoção, para eles.

“Nosso governo aposta na maquiagem quando precisa mostrar uma cara feia.” (Mim)

“Não temos uma classe dominante. Temos uma ralé dominante.” (Mim)

É possível construir o socialismo em um país independente?

É possível, mas é melhor viver em outro país."

“A vantagem de se ter muitos defeitos é ninguém defender a nossa canonização.” (Josefina Prestes)

“É tanta propaganda da Caixa Federal na TV que tem cliente chegando às agências e pedindo para ser atendido pela Camila Pitanga ou pela Regina Casé.” (Mim)

“Banco do Brasil, não pague para entrar, mas reze para sair.”

“Santander, um banco espanhol tão ruim quanto os nossos.”

Itaú, “Um banco feito especialmente para arrombar você.”

“Vem pra Caixa pra você ver o que é bom pra tosse.” (Mim)

Bradesco,”Uma bela história feita de juros e taxas.”

Bradesco, “taxar não é uma questão de presença."

“Arqueólogos trabalham sem parar, mas não conseguem achar a oposição que está enterrada no Brasil.” (Limão)

Amar é...Dar para os argentinos a Dilma de presente.

Só sei que é assim... A corrupção começa com pequenos atos na aldeia. Por exemplo: quando um pistolão consegue anular multas e pontos na carteira de motorista junto da autoridade companheira.

Tempestade perfeita

Celso Ming - O Estado de S.Paulo

O ex-ministro da Fazenda Delfim Netto vem advertindo, como na entrevista publicada nesta edição na página B4, que a economia brasileira corre o risco de ter de enfrentar uma tempestade perfeita se a presidente Dilma não der um passo decisivo para a recuperação da confiança.

A desconfiança é fato repisado, ainda que o governo a todo tempo tente desqualificá-la como obra de pessimistas profissionais. Mas não dá para negar os problemas. O crescimento econômico é insatisfatório, como ainda ontem atestou o IBC-Br, do Banco Central (veja o Confira): o governo federal gasta mais do que pode; as contas externas estão em deterioração e os dólares continuam saindo mais do que entrando; a inflação anual continua no sexto andar e por aí vai. Nesse ambiente pouco animador, o empresário trava seus investimentos por aqui e começa a sair do Brasil.

A tempestade perfeita, para o ex-ministro Delfim Netto, acontecerá se esse clima persistir na temporada de reversão da política monetária, fortemente expansionista, empreendida pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos). À medida que menos dólares forem emitidos (hoje são à proporção de US$ 85 bilhões por mês) e que a oferta de moeda estrangeira escassear, o câmbio interno poderá passar pelas turbulências já conhecidas.

Outro rombo que se abriria no casco do navio seria o rebaixamento da qualidade da dívida brasileira pelas agências de qualificação de risco, fator que provocaria rejeições de títulos e outros ativos do Brasil. Mas não precisaria tudo isso. Efeito parecido com esse poderia ser causado pelo simples rebaixamento da dívida da Petrobrás, que teria alto poder de contaminação na economia.

Para Delfim, bastaria que a presidente Dilma assumisse o compromisso firme de que o governo fará uma economia de 2% do PIB (cerca de R$ 96 bilhões) por ano, destinada a amortizar a dívida (superávit primário), para que a política econômica começasse a passar firmeza e, nessas condições, a tempestade poderia ser enfrentada sem avarias de monta para o navio. Nesse caso, teria de basear-se em cálculo transparente das contas públicas, sem os truques contábeis inventados em 2012 pelo secretário do Tesouro, Arno Augustin, o mesmo que vem denunciando a existência de ataques especulativos contra as finanças do governo.

A outra ideia destinada a aumentar a credibilidade do governo, sugerida também por Delfim, seria a aprovação da Lei Complementar que desse autonomia ao Banco Central. Mas a presidente Dilma tratou de esvaziar esse balão.

Se não por outras razões, pelo menos por ser trunfo eleitoral não desprezível, a presidente Dilma parece mesmo precisada de um par de asas que pudesse ser proporcionado por uma nova Carta ao Povo Brasileiro, o compromisso solene feito em 2002 pelo então candidato Lula à Presidência da República. Por enquanto, não há sinais disso. Mas, se os serviços de meteorologia confirmarem a formação da tal tempestade perfeita, o governo será pressionado a fazer alguma coisa.

Uma boa notícia para a esquerda caviar, por Rodrigo Constantino


Uma boa notícia para a esquerda caviar

Fonte: Folha
Para a turma da esquerda caviar não achar que tenho implicância com ela, segue umaboa notícia, a notícia “esquerda caviar” par excellence. Agora vocês poderão desembolsar pequena parte de suas fortunas para comprar imagens inéditas e preciosas do ídolo Che Guevara:
Um original da foto mais reproduzida da história –e estampa de camiseta muito popular–, uma imagem do guerrilheiro Che Guevara será leiloada no dia 22 de novembro, em Viena. A galeria Westlicht anunciou nesta quinta-feira (14) a venda do retrato feito por Alberto Díaz Korda em 1960, intitulado “Guerrilheiro Heróico”. O preço inicial é de € 3.000 (cerca de R$ 9 mil).
Uma foto tirada por René Burri em 1963, na qual Guevara aparece fumando um charuto, também irá a leilão. Ela será oferecida inicialmente por € 2.400 euros (R$ 7.400 mil).
“Estes são dois dos poucos originais preservados”, explicou o porta-voz da galeria, Stefan Musil. Ele disse que é a primeira vez que as duas imagens icônicas são leiloadas ao mesmo tempo.
As imagens de Korda e Burri imortalizaram Che Guevara. O primeiro retratou o guerrilheiro durante o enterro de vítimas de uma explosão de navio ancorado em Havana. No registro de Burri, Guevara estava fumando um charuto durante uma entrevista, com as sobrancelhas levantadas.
Viram só que maravilha? Pela bagatela de R$ 16.400, se não houver ágio, você pode comprar duas FOTOS do porco assassino comunista! E depois pode colocá-las bem na entrada de sua cobertura luxuosa, ou quem sabe no gabinete onde você julga os crimes com base nas leis que considera burguesas e elitistas.
Pode ainda criar uma espécie de altar em sua mansão, para que a esposa, com sua bolsa da Prada, possa reverenciar seu “amante espiritual”. Fica a dica, para não falarem que sou insensível aos anseios da esquerda caviar…
PS: Talvez eu até participasse de um leilão desses, mas só se fossem outras fotos, como essa aqui:

“Quem só olha por cima dos seus semelhantes não vê quando desamarram os seus sapatos e o prepararam para o tombo.” (Filosofeno)

“Sejamos caridosos: mandemos pantufas para o Zé Dirceu.” (Climério)

Análise: Vandalismo deve ser punido com mão forte

Carlos Guilherme Mota - Professor emérito da Faculdade de Letras, Filosofia e Ciências Humanas da USP


Veja também:
Prejuízo com ocupação na reitoria supera R$ 1 milhão, diz USP


Mas, ainda assim, foi objeto de uma das mais indevidas e abjetas ocupações pseudo-universitárias (pois o que ocorreu não foi nada universitário) de que se tem notícia no último meio século. Conseguiram, os predadores, perpretar façanha ainda maior do que uma outra, também inesquecível, que ocorreu durante o regime militar.

Com efeito, na manhã dessa segunda-feira, 11, e nos dias seguintes, fomos tomando ciência do que ocorrera no fim de semana na reitoria, quando recebemos fotos e depoimentos que davam conta da barbárie. Ou seja, da depredação brutal e boçal da sede do IEA, após invasão indevida e festim descabido, até o dia nascer.

Podemos entender que manifestações estudantis, e mesmo de funcionários e professores, sempre fizeram parte da vida universitária. E que agora, no compasso das manifestações sociais de insatisfação com os rumos da República, a escala das movimentos vem adquirindo novos contornos, inclusive com os black blocs e com usos de metodologias de ação que evocam historicamente os inícios de vários regimes

O que não se pode conceber é que o movimento estudantil tenha permitido transbordamentos inconfessáveis como o ocorrido no último fim de semana, com depredação de nossas instalações no câmpus, levando de roldão arquivos, computadores, documentos, pastas de pesquisas, arrombando portas, pichando e até furando paredes, estragando material resultante de longas e cuidadosas reuniões de trabalho, em fase de publicação. O prejuízo é incalculável. E mais: trata-se de ação criminosa, nem mais nem menos.

Incalculável é também o dano moral e psicológico que nos causou a devastação de salas de pesquisadores consagrados, como a do professor Aziz Ab’Saber, para citarmos um caso apenas. Mas todas nossas instalações foram visitadas pelo meliantes, digo, estudantes, inclusive o pequeno anfiteatro onde realizamos intensos e variados seminários e conferências abertas ao público, e gratuitamente! Como se sabe, trata-se de uma sede provisória, já precária per se, pois fomos “mudados”, sem consulta prévia, de nosso locus original do prédio da reitoria velha, aguardando a lenta, muito lenta construção do novo.

Enfim, é chegada a hora de se perguntar aos estudantes, frontalmente: o que se pretendeu com tal barbarização? Protestar contra o reitor atual? Contra o processo eleitoral? Contra o IEA e suas variadas e multifacetadas linhas de reflexão, pesquisa e socialização do conhecimento? Com o tempo, outras perguntas deverão ser feitas, e nós as faremos a vocês!, passado este duro e contrangedor momento: que tipo de formação tiveram?

O que aprenderam em suas casas, e em suas escolas e faculdades? E agora, que sistema universitário defendem, e pretendem implantar, no rastro desta cega destruição? E o nosso IEA, em quê precisamente ele os incomoda, ao ponto de terem-no tranformado em alvo de operação de guerra? Note-se que temos trazido para seus quadros e seus embates muitos intelectuais, do porte de Milton Santos, Aníbal Quijano, Jacob Gorender, Raymundo Faoro, Eric Hobsbawm, Moreno Fraginals, Mayana Zatz, Boaventura de Sousa Santos, Leyla Perrone-Moysés, para ficarmos em apenas nestes exemplos.

Agora, porém, caros estudantes, o problema tornou-se mais sério e grave. E dirijo-me à banda não-podre do alunado, que também deve assumir suas responsabilidades pelo ocorrido, em episódios altamente delituosos. Pois buliram não com um vespeiro, mas com a própria colmeia, onde se dá e se aprimora a produção e a crítica, haabitada por “abelhas” bravias.

Nosso IEA é independente, mas não é neutro, e não vamos tolerar esse padrão concessivo e “liberal” em que a USP, o Estado e a República estão empapados e acostumados. Como se trata de um próprio público em plena atividade, ou seja, do Estado, um espaço coletivo, com equipamento caro e uma memória pelos quais temos a obrigação de zelar, iremos apurar até o fim as responsabilidades por tais atoseivados de vandalismo boçal. E efetuar as devidas punições com mão forte, até o fim, para o que contamos com os poderes constituídos, que andaram fraquejando demais, e com o firme apoio da comunidade científico-cultural, nacional e internacional.

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