terça-feira, 19 de novembro de 2013

“Ando tomando sopa de pedra para não vender os meus princípios.” (Limão)

Perguntar não é ofensa: Dá para confiar mesmo nessa gente colocada nos chamados ‘cargos de confiança’?

“Os vagabundos se aproximam da mesa só depois da galinha morta.” (Pócrates, o filósofo dos pés sujos)

“Os maiores exploradores da ignorância estão nos púlpitos e nos partidos políticos. Às vezes estão juntos.” (Filosofeno)

“A nossa vida é repleta de contratempos. Só quem está morto não se incomoda.” (Mim)

Ou o PT é conivente com bandidos, ou não sabe indicar ministros do STF

O humorista Danilo Gentili, falando sério, tocou em um ponto-chave da postura oficial do PT em relação à prisão dos mensaleiros:
Quando ficou comprovado todo esquema de corrupção, o PT, diferente de outros partidos, não expulsou Genoíno, Zé Dirceu, Paulo Cunha, Delúbio e cia. Ao contrário. Abraçou-os ainda mais. Se esses caras são criminosos condenados pela Justiça e ainda são membros do PT, significa que o PT concorda com os crimes desses caras, admite criminosos entre seus membros e portanto é uma instituição criminosa. A juventude do PT fez um jantar para arrecadar fundos para os mensaleiros. Eles amam ou não esse caras que cometeram crimes contra você? Após a prisão, o próprio Lula ligou pros caras e disse: “Estamos Juntos”. Ele é ou não um comparsa? Você vai engolir isso?
A vitimização dos petistas não se sustenta, por motivos muito simples: governam o Brasil há mais de uma década, a apontaram quase todos os ministros do STF. Quando um presidente indica um ministro para o Supremo, sabe que deve filtrar com base na ética, no notável saber jurídico, na isenção. A sabatina no Senado serve para dar o aval final.
Código de Ética da Magistratura, publicado em 2008, deixa claro em seu oitavo artigo:
Art. 8º O magistrado imparcial é aquele que busca nas provas a verdade dos fatos, com objetividade e fundamento, mantendo ao longo de todo o processo uma distância equivalente das partes, e evita todo o tipo de comportamento que possa refletir favoritismo, predisposição ou preconceito. 
Abro um parêntese: como ficam os juízes criminais que resolvem brincar de Robin Hood com recursos alheios, ostentar fotos de guerrilheiros assassinos em seus gabinetes, segurar bandeiras de partidos da esquerda radical ou de invasores de terra nesse contexto? Seria o caso de mandar de presente para eles o próprio código da categoria, ou mesmo a nossa Constituição? Fecho o parêntese.
Eis o que temos: um governo do PT, governando o país desde 2003, que se diz vítima de “julgamento político” pelos ministros que o próprio partido escolheu, basicamente. E que reafirma seu apoio oficial aos corruptos julgados e condenados por esses ministros do STF.
Das duas, uma: ou o PT como um todo está declarando abertamente que não se incomoda com corruptos condenados e até mesmo presos em seu quadro partidário, em sua cúpula de poder; ou está confessando que não tem a menor condição de escolher ministros do Supremo, função básica e fundamental de qualquer governo.
Não há terceira opção disponível. Ou o PT assume ser conivente com o crime, ou admite publicamente que escolheu ministros que se recusam a ser imparciais e isentos, como devem ser. Em ambas as hipóteses, o partido deveria renunciar ao poder, por cumplicidade a bandidos condenados, ou por completa incompetência em tarefa tão importante como escolher ministros do STF.
Claro que o PT não fará isso. Vai optar pela cara de pau mesmo, pela hipocrisia, mentira, incoerência, contradição. Não fosse assim, não seria o PT, ora bolas!
Rodrigo Constantino

“Neste Brasil maravilhoso tem-se a impressão de que os marginais se reproduzem como ratos. Será o ambiente propício que anima os roedores?” (Mim)

UM CUBANO COMPRA UM CARRO NOVO

 Depois de muito economizar para comprar um carro o cubano Pablo vai até a concessionária e diz ao vendedor "Eu quero esse! "

"O carro chegará em sete anos. " diz o  vendedor.

" Será que vai vir na parte da manhã ou da tarde ? " pergunta o homem

" Que diferença isso faz? " pergunta o vendedor.

 “Preciso saber, pois daqui a sete anos virá o encanador.” 

Dirceu, Genoíno e Hitler, do Blog do Paulinho

Dirceu, Genoino e Hitler

by Paulinho
hitler genoino dirceu
Foi muito bem escolhido, e, evidentemente ensaiado, o simbólico e revelador gestual dos criminosos José Genoino e José Dirceu no dia de suas prisões pelas barbaridades cometidas no Mensalão.
Saudação utilizada diversas vezes, décadas atrás, pelo líder alemão Adolph Hitler, do qual algumas técnicas de gestão foram incorporadas ao atual Governo brasileiro.
Do nazismo ao Nazipetismo, utiliza-se a lavagem cerebral, o controle da mídia e a medo dos menos favorecidos - e instruídos - em perder o "Bolsa Família", que o PT vende como ajuda social, mas que, na verdade, trata-se de cabresto eleitoral - sórdido - em que não se fornece, por razões óbvias, educação, moradia e trabalho, mas dá-se migalhas de pão para manter o refém vivo, como plataforma de manutenção no poder.
Se Hitler matou, com crueldade, insanidade e monstruosidade, até hoje inimagináveis, os povos que considerava inferiores, ou inimigos do Estado, o PT, quando não mata - que o diga Celso Daniel - mantém no Campo de Concentração Petista (definição de um leitor deste blog) o cérebro, a iniciativa e e a indignação popular, sem dar a menor chance de libertação aos prisioneiros da "doutrina".
Todos amarrados no discurso que, se na época do nazismo, era responsabilidade de Goebbels, hoje, com o advento da internet, inteligentemente foi dividido para colunistas, jornalistas e também os famosos "trolls", todos contratados para falar a mesma coisa, atacar do mesmo jeito e minar qualquer tentativa de explanação que se volte contra o raciocínio do grupo que ocupa o poder em Brasília.
O PT transforma corrupção em heroísmo, faz um presidente se orgulhar de não ter estudado, troca o trabalho pela distribuição de dinheiro, e vende a saúde para o Governo cubano, como maneira de enviar recursos, que poderiam ser utilizados por aqui, numa espécie de doação disfarçada de prestação de serviços.
Foi necessária uma sangrenta guerra para acordar boa parte do povo alemão, que tratava Hitler como Deus, e se recusava a enxergar as atrocidades, diversas, cometidas não apenas contra os inimigos, mas também vitimando a própria nação.
Tomara o Brasil não precise chegar a esse extremo para se libertar, porém, qualquer semelhança com o tratamento dispensado pelos petistas (os verdadeiros Neonazistas) ao ex-presidente Lula e seus seguidores não é mera coincidência.

Estatísticas sem pés nem cabeça- Vinícius Torres Freire-Folha de São Paulo

A PRESIDENTE está em campanha contra o que julga ser a difamação de sua política econômica. Recheia a agenda de encontros com empresários, manda ministros se entrevistarem com outros e com jornalistas, dá safanões verbais em críticos.

Talvez mais preocupante, amputa algumas estatísticas de braços e pernas a fim de dizer que elas estão mais magras.

Dilma Rousseff acredita mesmo no que diz?

O governo do Brasil é um dos poucos, meia dúzia, daqueles dentre as grandes economias do mundo que apresenta superávit primário, diz a presidente. É. E daí?
Superávit primário é aquela parte da receita de impostos que o governo deixa de gastar; usa tais dinheiros a fim de evitar que a dívida cresça. Mesmo com essa "poupança" (o superávit primário) a dívida pública cresce. Cresce muito porque o governo do Brasil paga taxas de juros altíssimas, as maiores do mundo (e, em parte, porque o Brasil cresce pouco). Nosso caso é desgraçadamente especial.

Parte do descrédito de Dilma se deve à redução da "poupança" do governo. Não era para tanto mau humor, mas pode vir a ser.

Dados os estrambóticos juros brasileiros, o governo precisa não só fazer uma "poupança" grande (para conter o crescimento da dívida) como deveria começar a pagar parte dela, a fim de renegociar em termos mais favoráveis o resto do débito.

Isto é, para refinanciar o resto da dívida a juros menores, seria preciso um superávit maior. Tanto faz o superávit em outros países. Estamos pendurados no cheque especial; o resto do mundo está no consignado ou pega dinheiro a juro zero.

A presidente diz que a inflação vai ficar abaixo do teto da meta (abaixo de 6,5%) pelo enésimo ano. Vai. E daí?

A inflação encarece os produtos brasileiros, bidu. É bem maior aqui do que na maioria dos países com quem comerciamos (no mundo rico, está perto de zero). É fácil ver que, dada essa disparidade, vai ficando mais barato comprar importados do que produto nacional (nosso déficit externo cresce para consumirmos mais, a indústria vai à breca etc).

Ou, então, o produtor nacional tem de segurar seus preços; dada a alta de custos, cai o seu lucro. Se lucra menos, tem menos incentivo para investir. Se a inflação não causasse outros problemas, esses já seriam bem chatinhos.

A gente pode atenuar esse problema da inflação relativamente mais alta com desvalorização da moeda. Desvalorizações constantes realimentam a inflação e, no fim das contas, achatam o poder de compra do salário, entre outros problemas.

A fim de evitar esse ciclo, é preciso elevar os juros (e/ou cortar gasto do governo), o que tolhe investimentos etc.

A presidente diz que a crise mundial afetou o Brasil. É verdade. Os excessos do final do governo Lula 2 também afetaram a economia. Críticos de Dilma diziam, desde 2010, que a tarefa da presidente seria dura. Ela é que não acreditou nisso.

Achou que o Brasil cresceria 5,9% ao ano durante seu governo. Bastava mandar pau na máquina: gastar mais, baixar imposto, soltar mais crédito. Foi o que fez.

O Brasil cresceu até agora uns 2% ao ano. Com menos superávit, mais inflação, mais déficit externo e, agora, juros em alta.


Vinicius Torres Freire está na Folha desde 1991. Foi secretário de Redação, editor de 'Dinheiro', 'Opinião', 'Ciência', 'Educação' e correspondente em Paris. Em sua coluna, aborda temas políticos e econômicos. Escreve de terça a sexta e aos domingos

Ordem dos fatores

DORA KRAMER - O Estado de S.Paulo


Rememorando o que foram antes e a condição em que estão hoje José Dirceu e José Genoino - para falar dos que nos anos áureos desfilavam com mais visibilidade e discorriam em tom imperativo sobre o "projeto" - compreende-se a razão pela qual procuram vestir o figurino de presos políticos.

Na perspectiva deles tudo o que fizeram nunca teve outro objetivo senão a política. Partindo desse princípio desenharam, cada qual à sua maneira, a cena do momento fatal: braços erguidos, punhos cerrados, a capa bordada com referência a poema de Mário Quintana, protestos por escrito contra o "casuísmo", saudações de correligionários, vivas ao PT, clamores contra a injustiça.

Mas a realidade conta outra história: são políticos presos. Aqui a ordem dos fatores altera o resultado.

O que são presos políticos? Por definição, pessoas privadas da liberdade por atos de retaliação do poder em decorrência de opiniões ou ações que contrariem a vontade e/ou a lei imposta pelas autoridades ilegítima e ilegalmente constituídas no País.

Nenhuma semelhança, portanto, com o Brasil de hoje.

As leis decorrem de um Congresso eleito, a Presidência da República tem seu poder emanado do voto popular e o Supremo Tribunal é composto por nomeações do chefe da nação aprovadas pelo Legislativo. Tudo nos conformes da legalidade e da legitimidade.

Diferente de "ontem", da ditadura contra a qual Dirceu, Genoino e tantos outros se insurgiram pagando caro com a supressão da liberdade, a violação da integridade física e, em muitos casos, com a vida.

Na época, sim, foram presos políticos, vítimas do arbítrio de um regime ao qual se opunham.

Agora não, integram a situação. O tribunal que os condenou é instituição de um país democrático, cujo governo, ao contrário de lhes ser hostil, é chamado por eles de "nosso" em contraposição aos "outros", vistos como infratores por serem adversários.

Governo em nome do qual cometeram os atos sobre os quais até poderiam não ter noção da gravidade, admita-se, mas pelos quais foram condenados por se acharem acima da lei e atuarem como donos das instituições, senhores de todas as vontades.

Ao aceitarmos a denominação de presos políticos para os petistas, devemos aceitar também para os políticos não petistas: Roberto Jefferson, Bispo Rodrigues, Valdemar Costa Neto, Pedro Henry, Pedro Corrêa e companhia. Por que não?

Porque seria mera fantasia.

Em 2025. Enquanto não tiver início a execução da pena de Henrique Pizzolato, corre o prazo de prescrição dos crimes aos quais foi condenado: lavagem de dinheiro (três anos e oito meses), peculato (cinco anos 10 meses) e corrupção passiva (três anos e nove meses), num total de 12 anos e sete meses.

Os prazos são contados separadamente e no dobro de cada sentença. Considerando a pena mais alta de quase seis anos, daqui a no máximo 12 anos, se não for preso nesse meio tempo, Pizzolato pode sair da Itália - até voltar ao Brasil - porque seus crimes estarão prescritos.

Calendário. Fala-se muito em demora no exame do mensalão mineiro no Supremo, mas há uma razão para isso. O uso do esquema de Marcos Valério na campanha pela reeleição de Eduardo Azeredo ao governo de Minas, em 1998, foi descoberto durante as investigações das denúncias de Roberto Jefferson em 2005.

Só então Azeredo virou investigado. A acusação de peculato e lavagem de dinheiro foi apresentada ao Supremo Tribunal Federal em 2009, dois anos depois de recebida pelo tribunal a denúncia do Ministério Público relativa à compra de apoio político ao governo Lula. Apenas neste ano foi designado o relator, ministro Luís Roberto Barroso.

As capas de Veja na era FHC. Ou: Como o PT é bom aluno de Goebbels, por Rodrigo Constantino

Falei aqui sobre a grande “isenção” da revista Carta Capital, que foi falar de rã em vez de falar da prisão dos mensaleiros petistas. Os esquerdistas que adoram esse blog fizeram a única coisa que sabem fazer: atacaram para se defender. Acusaram a Veja, que abriga meu blog, de ser parcial também. A isenção não passaria de um mito, e assim todos são igualmente culpados.
É o sonho de todo sujeito parcial, vendido, chapa-branca: a ideia de que todos são como ele. Repararam que muitos petistas “defendem” o PT, desde 2005, alegando que o partido é “apenas” como os demais? Seria patético, se fosse verdade. Mas é mentira. O PT é muito pior. Assim como certas revistas são totalmente enviesadas, enquanto outras não.
Para ilustrar aquilo que mais de um milhão de assinantes já sabem, segue uma amostra de capas da Veja durante o período FHC, tratando do tema corrupção ou de crise de governo. Depois, o leitor é convidado a refletir se essa outra revista faria o mesmo, no caso do PT estar no poder (não é preciso refletir, basta olhar para trás):
Veja PSDB
Veja PSDB 2
Veja PSDB 4
Veja PSDB 5
Veja PSDB 6
Veja PSDB 7
Veja PSDB 8
Veja PSDB 9
Veja PSDB 11
Veja PSDB 12
Veja PSDB 13
Veja PSDB 14
Como podemos ver, a Veja não poupou o ex-presidente FHC, seu governo, seus ministros, seus aliados, seus homens de confiança. O tema corrupção mereceu várias capas. Nada disso impediu que os petistas criassem o mito de que, se há a imprensa chapa-branca pró-PT hoje, a Veja era o ícone chapa-branca ontem, na era tucana.
A revista não tem culpa se os escândalos aumentaram muito na era do PT, se ganharam dimensão impressionante, se finalmente mensaleiros foram presos, se houve uma tentativa de golpe em nossa democracia, etc. Atacar a Veja é acusar o mensageiro para ignorar a notícia.
Assim funciona o PT: mentindo, inventando, acusando os outros daquilo que ele próprio faz. Nem a Veja era tucana, nem os tucanos são de direita ou liberais. Mas uma mentira repetida mil vezes…
Em tempo: eu não escrevo isso porque estou na Veja; eu estou na Veja porque posso escrever isso, e não há dinheiro que faria eu migrar para uma revista chapa-branca de quinta categoria. Eis algo que os petistas jamais poderão compreender! 

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