sexta-feira, 22 de novembro de 2013

“Um vândalo sozinho é uma freira.” (Mim)

HUMOR- ¡Murió Fidel Castro! Broma telefónica de "Los Fonomemecos" Em espanhol

”Esta vida na savana está um tédio. Antigamente tínhamos muitas emoções, atiravam na gente.” (Leão Bob)

“Para nós leões os humanos são o nosso caviar. Vocês pensam que é fácil passar uma vida só comendo zebras, gnus e antílopes? De tempos em tempos precisamos degustar um humano para dar sentido à vida.” (Leão Bob)

“Antes do advento da ração a hora do almoço tinha graça.” (Bilu Cão)

“A felicidade é um troféu que muda de mãos.” (Filosofeno)

“A grande maioria dos donos de cães saem a passear com seus bichinhos e não levam junto o kit-cocô. Neste caso quem é mesmo o animal?” (Limão)

PETROBRAS

Do blog Política & Economia Na Real, do jornalista José Márcio Mendonça e do economista Francisco Petros
GRAÇA VERSUS MANTEGA
Nesta sexta-feira tem reunião do Conselho de Administração da Petrobras, presidido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Ele e a presidente executiva da empresa, Graça Foster, chegarão finalmente a um acordo sobre o aumento da gasolina e do óleo diesel.
Graça olha a contabilidade da empresa e o aumento já é um gatilho para reajustes periódicos e automáticos daqui para frente.
Mantega olha a inflação e só quer acertar os preços dos combustíveis quando os preços gerais derem uma folga.
A arbitragem, naturalmente, é da presidente Dilma – sem sinais visíveis de que para que lado ela penderá.
Mas a comunidade petrobrina está em ebulição com os prejuízos econômicos e para a imagem da estatal.

Psicopatas e histéricos, por Rodrigo Constantino



“Os marxistas inteligentes são patifes; os marxistas honestos são burros; e os inteligentes e honestos nunca são marxistas.” (J.O. Meira Penna)
Muitos dividem a esquerda radical entre oportunistas de plantão e idiotas úteis. No hangout com Lobão, Olavo de Carvalho criou uma distinção similar, mas um pouco mais psiquiátrica da coisa: o movimento revolucionário comunista estaria dividido entre psicopatas e histéricos.
Esses formam a maioria. São medrosos, frouxos, não querem estudar, buscar a verdade, precisam do bando, acreditam nas próprias mentiras inventadas pelos antecessores do movimento lá atrás. Repetem feito vitrolas arranhadas os slogans mastigados pelos líderes.
Os líderes, por sua vez, seriam os psicopatas. Inteligentes, articulados, capazes de planejamento e de controle, mas desprovidos de empatia, de emoção. Sabem, entretanto, o que os outros sentem em relação ao bem e ao mal, e por isso reagem de acordo, para manipular as emoções alheias.
Os jovens dos movimentos estudantis, os baderneiros barulhentos que vociferam contra qualquer pensador independente, os bandos que entram em pânico quando alguém de direita ousa desafiar as mentiras repetidas por décadas: esses são os histéricos. José Dirceu, Rui Falcão e companhia: esses seriam os psicopatas.
Confesso que tenho simpatia pela classificação. Poderia entrar no próximo DSM, inclusive, para retratar a psicopatologia do esquerdista. O que dizer, por exemplo, da tentativa calhorda de retratar o corrupto José Genoino como grande herói injustiçado? Há, sem dúvida, quem torça para sua morte na própria esquerda, em busca de um novo mártir revolucionário.
O Brasil sofre uma hegemonia de esquerda na cultura e na política, mas de repente aparecem uns 10 pensadores que desafiam o status quo, que colocam o dedo em certas feridas, que fazem algumas perguntas incômodas, e eis que apavoram o bando todo, que se sente ameaçado em seu habitat, em sua bolha de mentiras e mitos.
Os psicopatas mexem seus pauzinhos, para controlar as marionetes. Os histéricos reagem, apavorados: “rotweiller”, “direita hidrófoba”, “reacionário”, “homofóbico”, “fascista”. Que união perfeita esta, entre psicopatas e histéricos…

Zigue-zague

DORA KRAMER - O Estado de S.Paulo


A desconfiança do mundo do dinheiro privado em relação à presidente Dilma Rousseff não se dá por razões subjetivas. Questões de simpatia, personalidade, de maior ou menor habilidade no trato pessoal sensibilizam mais o universo político.



O pessoal da economia - mercado financeiro, setor produtivo - quer saber do preto no branco, trabalha com previsibilidade e regra clara. De onde o distanciamento, que tanto preocupa o governo quanto anima a oposição, decorre dos sinais emitidos pelo Palácio do Planalto ou do Ministério da Fazenda (dá no mesmo).

Basta uma circulada rápida por essa área para se perceber o alto grau de reservas quanto ao futuro. Verdade seja dita, as dúvidas dizem respeito também ao que fariam os dois pretensos oponentes, Aécio Neves e Eduardo Campos. Mas, no momento, quem precisa mesmo dar conta desse recado é o governo. Que faz o quê? Reúne-se com as lideranças no Congresso e propõe um pacto para que não se aprove nada que implique redução de impostos ou aumento de gastos fora do previsto no Orçamento.

O mesmo governo que reduziu impostos a torto e a direito, controla preços e gasta a rodo para não se indispor com o eleitorado. Demagogia nos olhos do alheio é refresco. O ministro Guido Mantega foi ao Parlamento dizer a deputados e senadores que contivessem o ímpeto eleitoral (não falou com essas palavras) porque há riscos no horizonte: inflação e redução da nota de crédito no Brasil junto a agências internacionais.

Mas não é esse mesmo ministro do governo que toda hora vem a público fazer coro ao discurso da presidente de que está tudo muito bom, corre tudo bem? Alega-se que é preciso dar um sinal de austeridade fiscal aos investidores estrangeiros.

Pois no dia seguinte à firmação do pacto, o Congresso majoritariamente governista aprovou projeto que retira da União a obrigação de cobrir o déficit de Estados e municípios no cumprimento de suas metas fiscais. Com isso, cai o montante do superávit primário a ser alcançado em 2013. E por quê? Porque o governo chegou à conclusão de que o aumento das despesas e a redução das receitas não lhe permitiria cumprir a meta inicial. Nessa base do faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço, com o velho e desgastado truque do pacto o governo talvez faça uma boa cena. Mas nada faz de objetivo para recuperar a confiança do capital.

Estaca zero. O adiamento da decisão de se abrir ou não processo para a cassação do mandato do deputado José Genoino pode melhorar a situação dele, que tem chance de conseguir aposentadoria por invalidez e de evitar a mácula biográfica de cassado por seus pares.

Mas nem de longe resolve o problema da Câmara, que logo terá de examinar os casos de Pedro Henry e Valdemar Costa Neto, ambos no aguardo do início da execução das penas.

Conspiração. Em outubro de 2012, a Justiça Federal de Minas Gerais condenou José Genoino e Delúbio Soares a quatro anos por falsidade ideológica devido a empréstimos considerados fraudulentos com o BMG. Marcos Valério recebeu quatro anos e seis meses. Ainda cabem recursos.

O processo foi remetido à primeira instância quando terminou o mandato de Genoino e lá ficou porque ele não foi reeleito em 2010. Suplente, quando assumiu a vaga na Câmara a ação relativa a ele "subiu" para o Supremo. Distribuída ao ministro Marco Aurélio Mello, ainda está para ser votada.

O fato conspira contra a teoria petista de que os companheiros são inocentes, vítimas da perseguição do STF. A se aceitar a tese, a arbitrariedade se estende, então, ao Poder Judiciário como um todo.

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