quarta-feira, 27 de novembro de 2013

“Após criar o homem parei de beber.” (Deus)

REFÚGIO

Mansa é a manhã que me recebe
No campo verde que a vista alcança
A montanha ao fundo é a guardiã
Deste lugar belo e silencioso
Caia agora uma fina garoa
Que é do meu gosto sempre
Sem alarde na sua calma e fria mão
Apaga o fogo da ira
Que em meu coração há pouco flamejava.


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“Estes são os meus princípios. Se você não gosta deles, eu tenho outros.” (Groucho Marx)

“Hitler e sua trupe estão fodidos aqui no inferno. Eles não sabiam da existência dos diabinhos judeus.” (Satanás)

“O inferno está ficando tedioso. Também pudera, já temos 60% de cristãos, 10% de ateus e o restante de muçulmanos.” (Satanás)

“Deus é pelo dízimo e não por mim.” (Limão)

“O Humor é o meu pastor e nada me faltará.”(Mim)

“O processo é simples. Nascer, crescer, viver e morrer. Não há nada de sobrenatural nisso.” (Filosofeno)

“Não fomos educados para encarar a morte como uma coisa natural. E como isso nos fez e faz sofrer.” (Filosofeno)

“No principio era o Verbo. Isso até descobrirem que bom mesmo era a Verba.” (Mim)

“O Brasil caminha. Mas para onde estará indo?” (Filosofeno)

“Já tivemos no mundo dos mais diversos movimentos reivindicatórios. Porém o Movimento dos Sem-Papel na Venezuela é único.” (Mim)

“O amanhã são seis letras e muitas incertezas.” (Mim)

“Não espero a lua cair do céu. Vou até ela montado nos meus sonhos.” (Filosofeno}

“Muito homens para subir na vida vão suprimindo princípios. Quando chegam ao topo já não possuem mais nenhum.” (Filosofeno)

TEMPOS

 “Em relação aos tempos estranhados que vivemos havia mais equilíbrio, respeito, qualidade intelectual, formação e vocação. Não era um paraíso, havia como sempre houve deformações graves. Mas a política não se transformara num negócio da forma acachapante como se vê hoje. Se não deixava de ter um lado mau, tinha um lado bom.” Dora Kramer

“Cultivamos em nossa família a arte da mentira. É um dom nosso. Só meu bisavô é que se deu mal e teve a língua cortada.” (Helldir Macedo)

“Minha língua e meus dedos possuem calos. Meus dedos de tanto contar dinheiro e minha língua de tanto contar lorotas.” (Helldir Macedo)

"Não fosse pela unha encravada, dor de dente, bico-de-papagaio, artrite, pedra nos rins enxaqueca, estaria tudo bem comigo." (Chico Melancia,o otimista.)

ALIADOS RELUTAM EM FAZER AVANÇAR A AGENDA DO GOVERNO NO CONGRESSO

O Governo está perdendo a paciência com seus aliados, em particular com o PMDB, pois já percebeu que não pode contar com eles para fazer avançar a agenda de interesse do Partido dos Trabalhadores no Congresso.

O PMDB, o mais poderoso desses aliados, mostra-se, por sua vez, cada vez menos disposto em continuar a exercer o papel de cordeirinho, que dá tudo em troca de pasto macio e de algum cafuné eventual.

Novas lideranças acham que se seguir do jeito que está, o partido vai se enfraquecer e pode mesmo acabar comprometendo definitivamente sua história e identidade.

A postura mais altiva do PMDB é exibida no dia-a-dia da política, principalmente por seu líder na Câmara, o Deputado Eduardo Cunha, do Rio de Janeiro, o parlamentar que mais nomes feios tem recebido dos altos escalões palacianos nos últimos tempos.

De fato, em boa medida devido à atuação de Cunha, a tramitação de projetos de interesse do Governo estão engarrafadas no Congresso.

Ontem, por exemplo, terminou sem sucesso, mais uma reunião do chamado Conselho Político (do qual fazem parte ministros, líderes e dirigentes dos partidos da base do governo, e que contou com a presença da própria Presidente Dilma Rousseff).

Três projetos que o Governo quis ver aprovados rapidamente (marco civil da internet, multa do FGTS e porte de armas para agentes penitenciários) estão empacados, pois os líderes aliados não concordam com suas disposições.

O líder do novo Pros, o deputado Givaldo Carimbão, à saída do encontro disse sem rodeios que o líder do PMDB continua sendo o principal opositor às propostas do governo. Anthony Garotinho chegou mesmo a dizer que, mantido esse ritmo, a Câmara não vai votar nada mais este ano, deixando tudo para 2014.

No caso do novo marco regulatório da mineração a situação é similar. O governo, que estudou a matéria a portas fechadas por muitos anos, preconizava o diálogo, mas na prática queria ver o projeto aprovado sem grande modificações. Sua intenção original era o de apresentá-lo como Medida Provisória, foi desaconselhado. Buscou o atalho da urgência constitucional. Teve de recolhê-la e agora o tema da mineração vem sendo efetivamente discutido pela sociedade, graças ao empenho do Eduardo Cunha e de outros parlamentares, como o relator Leonardo Quintão (PMDB-MG).

Consta que o Palácio do Planalto cogita de pedir a retirada dos projetos apresentados. Se assim o fizer, não reapresentará o projeto do marco regulatório, deixando-o na prateleira até 2015, na hipótese de uma reeleição de Dilma. Quanto à definição das novas regras e alíquotas do Cfem (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais), poderá apresentá-las por Medida Provisória e esperar para ver o que acontece.

Como o ano que vem é eleitoral, somente em 2015 voltaremos a ter a atividade legislativa funcionando a pleno vapor.
Pedro Luiz Rodrigues-Diário do Poder

Pela tangente

DORA KRAMER - O Estado de S.Paulo


Não existe uma solução fácil para a Câmara resolver a questão dos mandatos dos deputados condenados no mensalão.

Para José Genoino, tenta-se a saída da aposentadoria por invalidez. Nos casos de Pedro Henry, Valdemar Costa Neto e João Paulo Cunha - os dois primeiros aguardando mandado de prisão e o último o julgamento de embargo infringente - há o desejo corrente na Casa de que eles renunciem.

A aposentadoria de Genoino garantiria a ele o salário de deputado e evitaria que seus pares se vissem diante de um dilema em face de sua condição de saúde: se cassam, podem parecer desumanos; se não cassam, estarão de novo ignorando a incompatibilidade entre uma condenação criminal e a posse de um mandato parlamentar.

Em relação aos outros três, a torcida pelas renúncias busca do mesmo modo resguardar o conforto de suas excelências, que não querem enfrentar o problema. Preferem não cassar ninguém, tampouco querem correr o risco de vexame maior ainda que a absolvição de Natan Donadon.

E já que correndo o bicho pega e ficando o bicho come, a Câmara escolheu sair pela tangente, tentando transferir suas decisões (e mais uma vez abrindo mão de suas prerrogativas) para uma junta médica e para os próprios condenados. A isso se dá o nome de fuga de responsabilidade.

Temporária, é verdade. No caso do mensalão nem aposentadoria nem renúncia anulam um inevitável conflito de posições entre uma das Casas do Poder Legislativo (e não o Poder como um todo, conforme lembrou em artigo recente o professor Walter Ceneviva) e o Supremo, cuja ordem na Ação Penal 470 foi pela perda automática dos mandatos.

A respeito dos demais - mais de 800 processos e ações contra parlamentares no Supremo, segundo levantamento do Estado -, em algum momento o Congresso terá de definir se aprova ou não o fim do voto secreto para cassações e a emenda que dirime a dúvida sobre dois artigos da Constituição e deixa patente que os condenados perdem seus mandatos de imediato.

A protelação adia, mas não resolve o problema que, mais cedo ou mais tarde, terá de ser enfrentado. Quanto mais cedo, menor o desgaste.

Caldo de galinha. Na cabeça dos articuladores da candidatura presidencial do PSDB, o partido deveria negociar o apoio do PSB à reeleição do governador Geraldo Alckmin deixando a vaga de vice na chapa de fora das tratativas.

Se eleito, Alckmin terá de deixar o cargo vago durante meses se quiser concorrer a algum posto eletivo em 2018. Isso significaria abrir espaço para o partido de Eduardo Campos ocupar o Palácio dos Bandeirantes.

A preferência por ora é que o candidato a vice seja um político ligado ao ex-governador José Serra.

Pé ante pé. Disposto a manter a candidatura do senador Lindbergh Farias (11% no Ibope) ao governo estadual, o PT do Rio anunciou em outubro que no mês seguinte deixaria os cargos no governo Sérgio Cabral, do PMDB, cujo candidato é o atual vice, Luiz Fernando Pezão (4%).

Pois bem, novembro acabou e os petistas adiaram a entrega dos cargos para dezembro. Fica a dúvida: qual a dificuldade?

Reforma FC. A ideia foi lançada na semana passada por Tutty Vasques: o espírito do movimento Bom Senso FC poderia muito bem baixar em Brasília. Se os jogadores se juntam por um futebol melhor, por que políticos, de todos os partidos, interessados na melhoria da política não fazem o mesmo?

De fato, questão de vontade e iniciativa. Se a intenção era fazer piada, Tutty acabou apontando, a sério, um caminho das pedras.

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