segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

“Se eu acreditasse em destino não me levantaria da cama pela manhã.” (Pócrates)

“Para 2014 os meus candidatos são o AVC e o INFARTO.” (Nono Ambrósio)

Os defensores de Che da UFRGS mostram sua verdadeira cara de pau

Rodrigo Constantino
Chamei a atenção para mais um (entre tantos) eventos de doutrinação ideológica das universidades públicas Brasil afora. Dessa vez era um evento sobre Che Guevara na UFRGS. Alguns marxistas disfarçados invadiram meu blog para repudiar minha “estupidez”, uma vez que no próprio cartaz há um retrato de Che com o chapéu de Mickey e o símbolo do McDonald’s. Uma imagem negativa, para 10 favoráveis? Quanta imparcialidade…
Eis que agora a máscara cai de vez. Os organizadores do evento escreveram um texto para rebater minha acusação. É constrangedor. Muito constrangedor. Por trás de cada letra teclada podemos enxergar um ferrenho marxista, daqueles bem jurássicos, fazendo incrível esforço para posar de moderado e imparcial. Haja cara de pau!
Vejam que espetáculo medonho:
Recentemente, o economista Rodrigo Constantino manifestou em coluna hospedada no portal de informação da revista Veja suas opiniões a respeito de um personagem histórico cujo semblante foi tornado uma peça de massificação no imaginário social desde algumas décadas (clique aqui). Para Constantino, longe de elaborar qualquer tipo de reflexão mais apurada, Che Guevara não passou de um “facínora”, um “assassino frio”, um “verdadeiro crápula”, “covarde” e “filhinho de mamãe”, um “sujeitinho que a esquerda tanto gosta”. Amparado pela leitura de uma obra que é ali sugerida como a “verdadeira” história do personagem, o autor desfila seus impropérios travestidos de opinião crítica, alimentando com isso seu gosto pela polêmica. Polêmica, aliás, que lhe serve para definir sua persona midiática: “um liberal sem medo da polêmica”.
Longe de elaborar qualquer tipo de reflexão mais apurada? Eu postei um vídeo meu onde mostro que Che foi exatamente isso tudo, o que é conhecido e notório, com base em uma biografia e um documentário, feitos por cubanos que sofreram na pele com a loucura do porco assassino. Há, se os marxistas preferirem, a fonte primária, que é o próprio diário de Che, onde ele declara sua tara por sangue, seu desejo de matar, seu racismo, seu horror pelo banho, e coisas do tipo.
Mas vai ver os organizadores do evento acham que Che não fuzilou inocentes, cujo único “crime” era discordar da revolução comunista. Bem que poderiam escutar o próprio autor dos fuzilamentos falar na ONU:
Ao longo de tantos anos “debatendo” com comunistas, desenvolvi uma capacidade de detectar um deles bem de longe. Mesmo os que chegam disfarçados, com máscaras, posando de moderados. Vejam essa passagem, por exemplo:
A polêmica verborrágica, salivada por meio da ofensa, amparada por uma ilusória e unívoca versão verdadeira sobre a história, nada mais é do que a manifestação de uma opinião privada, individual e singular, que desconstrói o âmbito do diálogo impossibilitando, pela sua inerente recusa da dimensão pública do debate intelectual, qualquer forma de discussão coletiva proveitosa. Dessa maneira, a este tipo de opinião não resta nada além da concordância ou da discordância, as quais acabam por se manifestar igualmente na forma de outras simples opiniões.
Notem que tanto rodeio é apenas para posar de vítima de ataques pessoais, sendo que o texto em si é ofensivo, e para colocar toda crítica ao porco assassino como fruto de uma simples “opinião individual e singular”. Fatos não existem! Será que os marxistas estão dispostos a manter a mesma postura sobre Pinochet? Ou melhor: sobre Hitler?
Se alguém criticar Hitler e o acusar de assassino, será que os organizadores desse evento patético vão sair em defesa da “imparcialidade” contra “opiniões individuais e singulares”? Risos…
A pérola do relativismo seletivo:
Por trás da fala do colunista, evidencia-se não apenas a ojeriza que certos setores conservadores alimentam em relação àquilo que eles próprios definem, embora sem especificar os princípios norteadores desta definição, como pensamento de esquerda e, por uma analogia simplória, como ideologia marxista. Há mais do que isso. Existe ali um perigoso intento de revisionismo histórico que assume feições variadas, mas que se aproximam todas por um denominador comum: a ausência de reflexão sobre os fundamentos pelos quais as diferentes formas de saber histórico podem ser elaboradas. Neste caso, o que era para ser uma crítica transforma-se em um redivivo macartismo, que rotula, ataca e interdita qualquer possibilidade de debate, transformando a ação intelectual num duelo entre os “bons” e os “maus”.
Percebem? Mostrar quem Che Guevara realmente foi, ao contrário do mito criado pela esquerda, passa a ser “revisionismo histórico” de “conservadores”. É ausência de reflexão! Não pode ser uma conclusão após muita reflexão e estudo? Para eles, não! Só quem concorda com eles, invertendo a história, pode dizer que refletiu de forma imparcial. Os demais são seguidores de McCarhty, paranóicos que enxergam comunistas em todo lugar. E eles nem são comunistas! Mais risos…
Levando em conta a indagação do colunista da Veja, talvez o que os alunos ali aprenderão será não como transformar um “assassino frio” em “herói social”, afinal o tema do evento não é este, mas sim a gritante diferença entre a opinião imprudente e a reflexão ponderada. Se, afinal, opinar é fácil, o exercício do pensamento requer certo esforço e algum escrúpulo.
Exato. Algo que, como podemos ver, os organizadores do evento não possuem! Pode alguém com escrúpulos defender Che Guevara? Não! Reflexão ponderada leva à constatação de que jamais pode ser admirado ou reverenciado um sujeito que matou vários inocentes em nome de uma utopia, que ajudou a instaurar a mais longa e cruel ditadura do continente, que pregava a justiça social enquanto expropriava para uso próprio a maior mansão da ilha e usava Rolex, que mandava queimar livros, que perseguia homossexuais.
Não é uma questão de maniqueísmo, de “bons” contra “maus”, de “opinião imprudente”, mas de FATOS. Aquilo que produz pânico dos relativistas marxistas quando querem defender o indefensável. Troquem Che por Hitler e vejam se a carta boçal dos organizadores faria algum sentido. Claro que não. Eles sabem disso. Mas precisam manter as aparências, ou tentar ao menos.
Não deu. Talvez para seus já doutrinados alunos. Para os leitores atentos desse blog, que refletem antes de opinar, que buscam o conhecimento antes de repetir os mitos e falácias dos professores das universidades federais, a tática foi desvendada e a máscara caiu. O que vemos por trás dela é uma tremenda cara de pau de velhos marxistas!

Pedro Bial e a Lei Rouanet: vai pro paredão!

Rodrigo Constantino
De acordo com o jornal ‘O Dia’, o jornalista Pedro Bial conseguiu, através da lei de incentivo à cultura Rouanet, R$ 7 milhões para montar um musical sobre o Chacrinha, que tem estreia prevista para o próximo ano.
O jornalista já escreveu o roteiro de ‘Velho Guerreiro – O Musical’, que fala sobre a vida e a obra de José Abelardo Barbosa de Medeiros.
O apresentador do ‘Cassino do Chacrinha’, comandou um dos programas de auditório mais conhecidos da TV por 6 anos, e ficou famoso graças a seu carisma e por bordões como “Quem não se comunica se trumbica”, “Teresinha!”, “Vocês querem bacalhau?” e “Eu vim para confundir, não para explicar!”.
Considero legítimo o artista se aproveitar de um instrumento legal existente para financiar seus projetos. Nesse aspecto, Pedro Bial não fez nada de errado, assim como não faz nada de errado o empresário que toma financiamento subsidiado pelo BNDES.
O que é preciso entender é justamente o fato de que a existência desses instrumentos vai sempre distorcer o mercado e beneficiar “amigos do rei”. A Lei Rouanet virou uma grande farra para os artistas já conhecidos, pois contam com vantagens na hora de obter aprovação do estado.
Outro grave problema é a perda da liberdade de expressão, quando o grande mecenas das “artes” (há controvérsias de até que ponto um musical sobre Chacrinha pode ser considerado arte ou cultura) é o estado. Será que projetos altamente críticos ao próprio governo seriam aprovados?
O que os liberais devem condenar, portanto, não é o indivíduo A ou B que aproveita a lei para se beneficiar. Faz parte do jogo. São as regras do jogo que estão erradas! O liberal deveria, então, lutar pelo fim desses instrumentos de privilégios, e buscar uma total isonomia no mercado.
Quando o critério de escolha passa pelas mãos dos políticos e burocratas, claro que a amizade com o rei terá mais valor, e os tubarões terão vantagem em cima dos peixinhos. A esquerda acaba defendendo um modelo que é concentrador de recursos e favorece os já famosos ou ricos. Tudo em nome dos mais pobres, claro…
Pedro Bial, que foi me prestigiar no lançamento de Liberal com Orgulho, tem todo direito de se aproveitar da Lei Rouanet para seu projeto. Mas como liberal, sou obrigado a condenar não sua postura, e sim o próprio instrumento que acaba o beneficiando.
Pedro Bial
Portanto, caro Bial, não é nada pessoal, e você sabe disso. Mas, em nome do liberalismo, vai pro paredão! Na Moral, essa simbiose entre estado e classe artística não está com nada…

Reynaldo-BH: Era uma vez…

REYNALDO ROCHA
Era uma vez…
Assim começam as histórias da Carochinha. Jamais o professor Marco Antonio Villa começaria um livro assim. Como não sou historiador nem jornalista, não só começo dessa maneira como emendo: “em um reino distante da civilização…”.
Pronto: falamos do Brasil. Nesta estranha terra, havia um advogado que não advogava. Que era consultor econômico sem nunca ter lido um manual de contabilidade. Que se dizia especialista em política e jamais citou um autor de sociologia política. Como a terra era única em suas idiossincrasias, era o consultor de maior sucesso na história desta terra.
Também não se conheciam os clientes do consultor. Nem mesmo o que era ofertado como serviço. Mas era caro. Muito caro.
Quis o destino que o consultor-mor fosse parar no xilindró. Não estava preso pelas consultorias, mas pelos serviços prestados (e ele mesmo e alguns amigos) antes da fase empresarial.
Vendo o sol nascer quadrado, usou da lei para se candidatar a trabalhar fora dos muros da prisão.
Os advogados do consultor-fantasma já estavam preparados para o pedido do benefício. O reino da mediocridade imperial se perguntava: saberemos enfim o que faz o consultor? De que vive? Que tipo de trabalho presta?
E veio a surpresa. O fim do mundo não é fim, o limite é ilimitado e o poço nunca tem fundo, só início para outro poço.
O consultor trabalhava em hotel! Era tão claro e nunca percebemos. Os escritórios e gabinetes quando o consultor-de-qualquer-coisa trabalhava foram transferidos para quartos de hotel. Nada mais justo que o retorno ao habitat natural.
Seria maître, recepcionista, mensageiro ou camareiro? Certamente não. As profissões honestas nunca ganharam o que o consultor fake ganhou.
O consultor-condenado vai trabalhar NO HOTEL e não PARA o hotel. Localização privilegiada: ao lado do Congresso, da Esplanada dos Ministros e do Palácio do Planalto.
O consultor-bolivariano não sente vergonha. Nunca sentiu. A seu (dele) favor é preciso que se diga: age às claras. Sem nunca se importar com miudezas como honestidade, decência e um mínimo de vergonha na cara!
O consultor-de-era-da-mediocridade, bandido condenado, capitão de um time de batedores de carteira, chefe dos trombadinhas, o orgulhoso ladrão que se assume com tal, encontrou a saída da cadeia: um HOTEL.
O pedido é um escárnio. A sentença transformou-se em hospedagem. Fará no hotel o que sempre fez. Continuará cometendo os crimes que o levaram para trás das grades.
No país dos escadinhas ─ o Brasil deles ─ a terra encantada transforma presídio em hotel e bandidos condenados em bandidos em atuação.
Era uma vez…

“Ninguém consegue fugir para sempre da própria verdade. Um dia, qualquer dia, ela espera seu dono na cama.” (Filosofeno)

“Dependendo do momento até mesmo morrer não é algo ruim.” (Pócrates)

“Como todo e qualquer besta também me reservo o direito de estar quase sempre errado.” (Pócrates)

“As religiões não passam de clubes de mentirosos e hipócritas.” (Mim)

“Apesar de eu existir minha mãe ainda sorri.” (Climério)

“Aos políticos não é permitido participar de concurso de mentira por motivos óbvios.” (Mim)

“Os medíocres para encontrar um caminho na vida precisam de luz alheia.” (Mim)

‘Corrupção, essa irresistível’, editorial do Estadão

Publicado no Estadão
“… temos enfrentado dificuldades em mudar o sistema político brasileiro, verdadeira camisa de força que impede transformações mais profundas e impõe um ‘presidencialismo de coalizão’ que corrói o conteúdo programático da ação governamental.” Não, não se trata de excerto de um documento subscrito por forças que se opõem ao governo do PT. O eventual equívoco decorrerá da omissão do início da frase, que elimina qualquer dúvida: “Desde 2003, sobretudo, temos enfrentado dificuldades…” Sim, é um documento do Partido dos Trabalhadores, que diz mais: “… o partido é ainda prisioneiro de um sistema eleitoral que favorece a corrupção e de uma atividade parlamentar que dificulta a mudança”. Que triste!
Essa pungente confissão de rendição às forças do mal, as mesmas que durante mais de 20 anos prometeram dizimar com destemor, é de tal modo falsa que sugere uma pergunta óbvia para Lula, Dilma e companheirada: afinal, por que esperaram 10 anos para condenar a corrupção que os transformou em “prisioneiros” (e não é que é verdade?), para profligar o “presidencialismo de coalizão” do qual sempre se gabaram e para repudiar “uma atividade parlamentar que dificulta a mudança”? A resposta também é óbvia: porque há 10 anos os petistas de Lula estão comprometidos até o pescoço, numa ação mútua de cooptação, com os mais notórios representantes do que há de pior no Congresso Nacional; com as lideranças retrógradas que se alimentam da corrupção, exigem “coalizão” para se locupletarem no exercício do poder e comandam uma “atividade parlamentar” que não quer saber de mudança porque acha tudo muito bom como está.
Essas “reflexões” serão oferecidas a debate no 5.º Congresso do PT, que se reunirá em meados de dezembro em Brasília. Conclaves políticos dessa natureza se destinam, por definição, à discussão de questões programáticas. Parece claro, no entanto, como se pode inferir do documento preparado por Marco Aurélio Garcia, que mais do que tratar de programas os petistas estão preocupados no momento em neutralizar os reflexos negativos do escândalo do mensalão e da prisão de seus figurões. Vão partir, portanto, para o ataque ─ sua melhor arma de defesa ─, mais uma vez potencializando a síndrome de perseguição com a qual estimulam, até agora com grande êxito, o processo de sua identificação com as chamadas massas populares. É assim que o populismo funciona.
Há, porém, uma outra questão curiosa que o documento petista suscita, principalmente quando associada à recente e inesperada atitude de Lula de atacar com violência o Poder Judiciário e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, por conta da condenação e da prisão de seus companheiros José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares. “Parece que a lei só vale para o PT”, reclamou, em evento político em Santo André.
Lula vinha adotando nos últimos meses uma postura discreta e cautelosa a respeito do julgamento do mensalão. Segundo sua própria avaliação repassada aos comandos do PT e à presidente Dilma Rousseff, o melhor no momento seria minimizar o assunto, para que ele caia no esquecimento o mais rápido possível e não contamine o debate eleitoral do ano que vem. Mas isso era o que se dizia nos círculos petistas antes da prisão de sua elite. Depois disso, até por causa dos problemas de saúde de Genoino, a reação às prisões por parte de lideranças mais próximas dos encarcerados e da militância foi-se tornando a cada dia mais emocional e ruidosa.
José Dirceu, que jamais se conformou com a maneira “conciliatória” como entende que Lula sempre tratou o assunto, depois de preso teria radicalizado essa postura e cobrado duramente do ex-presidente, por meio de amigos comuns, uma manifestação clara de solidariedade aos prisioneiros. Aparentemente, agora teve sucesso, pois, além do discurso de Lula no ABC paulista, o PT, contrariando decisão anterior de ignorar oficialmente o assunto, teria decidido prestar solidariedade aos condenados na abertura do congresso do partido, dia 12 de dezembro.
Faz sentido. Afinal, se o PT é vítima de instituições corruptas, vítimas também são seus bravos dirigentes que enfrentaram “dificuldades” para resistir à corrupção.

“Infelizmente não sou perseguido por mulheres, salvo por aquelas que cobram contas.” (Assombração)

“Não há como viver no mundo de hoje sem filtrar informações. São milhões delas nos bombardeando de todos os lados. Selecionar um ou outro assunto de interesse e o restante deixar de lado, isso para não enlouquecer.” (Mim)

“Eu falava muito com meus botões. Agora até eles se fazem de surdos.” (Limão)

“A facilidade já chegou aos miseráveis que andam pelas ruas. Já temos mendigos recebendo esmolas no cartão.” (Mim)

“Devem ser bois da Arca. Em alguns restaurantes servem bifes que só Wolverine conseguiria cortar.”

“Em qualquer cidade ou vila deste país os melhores homens você encontrará nos cemitérios.” (Pócrates)

“Por que é que falam mal do meu bafo? Algum desses linguarudos já me beijou? “(Onça Joana)

“Alguns dizem que não tenho humor. Errado. Eu não tenho é o bom, já o mau-humor me sobra.” (Limão)

Seguidores

Arquivo do blog

LIBERDADE COMO NOSSO DOM MAIOR

Ser livre para ir e vir!Pela liberdade de expressão.Pela humanidade contra os pregadores da escuridão que assolam nosso mundo moderno.Democracia verdadeira sempre,não aquela de fachada que persegue quem não compartilha de suas idéias.