sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

NO MURO NACIONAL DAS LAMENTAÇÕES PETISTAS: Jogaram no tanque meus 20 mil mensais para lavar. Arre!

“O Brasil é um país que tem para aonde ir, mas não quer.” (Mim)

“O alimento dos maus é a desgraça dos outros.”(Mim)

“Não ando com gente feia. Para assustar os outros minha feiura já basta.” (Assombração)

“Na minha infância tudo era pecado. Eu praticava a masturbação sentindo de perto o calor das labaredas e o bater dos cascos do chifrudo, tão difundido pelos padres.” (Climério)

“Quem morre na véspera só pode ser peru ou um apressadinho.” (Mim)

“Em velório de devedor o que mais se tem é choro de cobrador.” (Mim)

“Morrer é não ter que ir trabalhar amanhã.” (Mim)

“A morte é a plenitude do nada.” (Mim)

“Mulheres lindas agora querem sair comigo. Elas adoram ter um monstrinho de estimação.” (Assombração)

MARLI GONÇALVES -MÃOS AO ALTO! ISSO É UM ASSALTO!



Isso, aquilo e aquilo outro: tudo é um assalto! Não reaja. Ou reaja, mas temo que não vá adiantar muito. Somos assaltados, roubados, furtados e outros ados (e idos) todos os santos dias. Em vários locais, sentindo, percebendo ou não. Pior: oficialmente, por empresas credenciadas e pelo próprio governo. Afinal, impostos se pagam para quê?

Você aí faz compras? Come? Já deu um pulinho no supermercado, sei lá, este mês? Não é para já entrar com as duas mãos para o alto, até antes de passar no caixa? Se é que vamos passar pelos caixas, porque na toada que estamos indo, de alta de preços, de descontrole inexplicável, iremos ao supermercado ou à quitanda só para fotografar – não está na moda, fotografar-se e postar na internet? Vamos posar com o tomate. Abraçando o mamão. Beijando um pedaço de queijo. Sorrindo, ao lado de uma peça de carne. Fazendo de conta que estamos tomando um iogurte.

Ah, não, que loucura é essa minha? Como vamos fotografar se aquela conta ininteligível que as operadoras mandam está cada dia mais alta e indecodificável? Postar na internet? Teremos que sair por aí procurando algum rico com wi-fi, igual a caçadores de borboletas.

O despropósito é total. Não há mais referência, padrão de comparação, nem vergonha na cara.O contágio tem sido célere. Se cada um pede o que quer, e acha otário para pagar, vai aumentando o preço, uma bola de neve, que já envolve também o pagamento dos serviços. Sabe quanto um pintor está cobrando? Fora o preço da tinta! Uma latinha, quase cem reais. Se for cor especial, com nome bonitinho como “vermelho pitanga do agreste” ou “amarelo raios de sol do Oriente”, prepare-se: o galão vai te depenar.

Eletricistas, sapateiros, tintureiros, encanadores, todos, enlouquecidos. Dá até palpitação receber o orçamento. De algum lugar tem de sair dinheiro. Temo que também nisso possa ser encontrado o dedo mindinho do governo que se vangloria de ter alçado pobres para a classe média. Compraram carros em 72 vezes, não calculam juros, não têm informações suficientes para avaliar, estão no momento farra e impulsionando o país para um buraco que quem viveu bem lembra, o buracão da inflação. Galopante. Tudo criado dentro de um ambiente falso, com índices manipulados, e assovios de políticos populistas. Bolhas, bolhas e bolhas.

Mas comecei a falar sobre esse assunto porque tive um trauma pesado essa semana. No mês passado liguei na minha operadora de celular, a principal, aliás, porque são tão ruins os serviços que temos de ter pelo menos duas opções para nos salvar em emergências. A conta estava uma fortuna – cortei, passei uma linha para pré-pago, diminui os kabaites e emebaites. Dediquei três horas para isso, contando as ligações despencadas, os atendentes gerúndicos, a infernal musiquita de espera. Passado o mês fui feliz da vida abrir a conta e, surpresa, me cobravam o dobro, duas fortunas. Até chorei. De desconsolo. Revoltada, peguei mais uma hora para ligar, reclamar, brigar – Ô, stress! Enfim, consegui que admitissem o erro básico, claro, deles: eu não tinha um plano; esqueceram. Então, cada telefonema que dei no mês – ainda bem que só falo o necessário – foi cobrado. Já reparou quanto custa cada minutinho? Furto. (A diferença entre furto e assalto é que no furto não há o contato com a vítima, entende?).

Estou vendo amigos postando relatos parecidos, muito p da vida e, esperançosos, acreditando na interferência quase divina das agências reguladoras Anatel, Aneel, ANS, letras que nos faltam quando mais precisamos.

Os seguros-saúde que temos de manter porque no hay gobierno aumentam quanto querem. A conta de luz que prometeram que baixaria o preço… Sentados, esperamos. No escuro. E o gás? Já reparou que cobram até o que você não usa? Sim, como se fosse uma franquia. Some, vá somando. No dia do pagamento, suma.

E o que a gente não vê, mas está sendo roubado? Tipo gasolina no posto. Esse problema eu resolvi: tenho um posto de estimação, de confiança. Cada vez que não consigo chegar lá e uso outro fico impressionada como as bombas viram armas e assaltam, cobram e não entregam.

A lista é grande. Tem a conta do restaurante, que quando a gente vai checar está quase sempre mais salgada do que o prato que se comeu. E os preços mais embutidos do que salsicha e linguiça? Você vai comprar uma coisa e mal sabe que está pagando por outra que não tem nada a ver, e que foi colocada indelicadamente nos custos gerais.

Mãos ao alto! Isso é um assalto!

Mas esses meliantes que estou denunciando raramente são presos, e não sou eu quem vai pedir que voltem – para quem lembra – os “fiscais do Sarney”. Éramos nós!

Perguntar não é ofensa- Você conhece algum dono de alambique que freqüenta o AA?

“O alcoólatra sempre procura algo para justificar seus goles. Os dois opostos são justificativas: tristeza ou alegria.” (Filosofeno)

“Anônimo sim, mas com heterônimo.” (Mim)

“Alguns passam pela vida jogando flores para os seus semelhantes. Outros atirando merda.” (Mim)

“Adoro um evento, comer salgadinhos e bebericar de graça. Participo de todos, até mesmo de inauguração de funerária.” (Chico Melancia)

“A sorte não agracia fulano ou beltrano por merecimento. A sorte cavalga no vento, e sem escolher, cai às vezes no colo de um imprestável.” (Filosofeno)

“A tal sabedoria chinesa não os ajudou no controle da natalidade. Deduzo disso que os sábios fazem mais sexo que os comuns.” (Climério)

“Genérico de cotonete é tampa de caneta BIC.” (Climério)

“A ignorância faz o homem ser servil sem pensar.” (Filosofeno)

“Conta-me o teu passado, mas não tudo, pois abomino material pornográfico.” (Pafúncio)

“Até que o sol não volte a brilhar acendamos velas. Se não tivermos velas que nos conformemos com a escuridão.” (Pafúncio)

“Acho que a insônia crônica é algo como um aperitivo do inferno.” (Emil Cioran)

CARDOZO E RECEITA SILENCIAM SOBRE CASO ST. PETER

O ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) repetiu ontem o mantra “toda denúncia será investigada”, mas ressaltou por assessores não ter sido “acionado” para apurar a suspeita de sonegação e ocultação de sócios do Hotel St. Peter, onde o mensaleiro José Dirceu pretendia trabalhar. Cardozo tampouco reagiu ao desafio da oposição de usar seu “espírito desengavetador” para mandar a Polícia Federal investigar o caso. Indagada pela coluna, a Receita Federal também fez silêncio.
Diário do Poder

“Meu último patrão era o tipo certo para rodeio. O funcionário precisava entrar na empresa de capacete e de colete de proteção para se defender dos coices do animal.” (Climério)

Seguidores

Arquivo do blog

LIBERDADE COMO NOSSO DOM MAIOR

Ser livre para ir e vir!Pela liberdade de expressão.Pela humanidade contra os pregadores da escuridão que assolam nosso mundo moderno.Democracia verdadeira sempre,não aquela de fachada que persegue quem não compartilha de suas idéias.