quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

“Minha mãe teve filhos e eu.” (Climério)

“Perder eu sei. Não sei é ganhar.” (Pafúncio)

“Já fui puro e duro. Continuo apenas duro.” (Climério)

“O pior companheiro na cama é o remorso.” (Filosofeno)

“Não sei como caí nessa. E olha que eu nunca gostei de maçã.” (Adão falando com Deus)

“Pior do que ter um Papa argentino só mesmo se ele fosse o Maradona.” (Mim)

“Sempre gostei de pinguins e de freiras. Talvez seja por causa do Batman.” (Climério)

“Como autodidata não posso me esconder por detrás de um diploma. Preciso estar sempre aprendendo.” (Mim)

“Amo o que não quer ter demasiadas virtudes. Uma virtude é mais do que duas, por que é mais um nó a que se aferra o destino.” (Zarastustra-Nietzsche)

“Eu vo-lo digo: é preciso ter o caos dentro de si para dar à luz uma estrela cintilante.”(Zaratustra-Nietzsche)

“Não conheci meu pai. Mas sei que estava ligado a religião. Era um Pastor Alemão.” (Bilu Cão)

“Já amei e fui escorraçado. Não morri.” (Mim)

“Alguns seres especiais que conhecemos elevam o nosso espírito. Porém espíritos miúdos só nos causam gastrite.” (Mim)

ALEXANDRE GARCIA - Dirceu e o helicóptero

O esporte favorito do ex-presidente Lula é queixar-se da imprensa. Agora mesmo reclamou que a imprensa fala do José Dirceu e até investigou o hotel que lhe oferecera emprego, mas nada fala do helicóptero do deputado Perrela, que foi encontrado com 445 quilos de cocaína na fazenda dele. Certamente Lula não poderá se queixar de mim, que cobro quase todos os dias em 230 emissoras de rádio CPI e maiores investigações policiais para esclarecer a questão da cocaína aerotransportada. Aliás, ajudei Lula naquele debate com o Collor, que mediei - lembram-se daquela Constituição que ele brandiu "este livrinho que me acompanha 24 horas por dia". Pois era a minha, que emprestei a ele. Além disso, ajudei-o a eleger-se, com meu voto. Aliás, a maioria dos jornalistas sempre foi simpática a Lula, desde que ele surgiu. 

Depois que se tornou presidente, mostrou-se avesso à crítica, e passou a se queixar da imprensa. Lula não conhece o cerne da imprensa, como revela o grande Millor Fernandes: "Imprensa é oposição; o resto é armazém de secos e molhados". Millor quis dizer que para elogiar existem os áulicos da corte. A função do jornalismo é criticar, apontar os erros para que sejam corrigidos. Pois Lula, ao fazer a comparação entre Dirceu e o helicóptero, concluiu que "é uma anomalia daquilo que a gente deseja, que é a liberdade de imprensa". Ele não entendeu o que é liberdade de imprensa, que não está condicionada ao desejo de alguém, ou deixaria de ser liberdade. Liberdade é liberdade - e ponto.

Esse desentendimento está inoculado no PT, que sonha com o controle dos meios de informação. Agora mesmo o assessor da presidência Marco Aurélio Garcia e o ex-presidente do partido, Ricardo Berzoini, preparam um documento para reafirmar esse desejo. O eufemismo para esse controle é "democratização da mídia". Os soviéticos usaram muito isso. Na ditadura cubana usa-se há mais de meio século. Minha filha jornalista passou uma semana de férias em Havana e adorou Cuba - tal como Chico Buarque. Mas, ao contrário de Chico Buarque, voltou penalizada com o povo cubano.

Conversou com muita gente na rua. Perguntou sobre Yaoni Sanchez. Nunca tinham ouvido falar. Explicou que é uma blogueira da internet. Internet? Está fora do alcance do povo. Depois, quis saber da genial equipe feminina de vôlei. Ninguém soube responder. Explicaram que só sabem o que o governo quer divulgar. Os meios de informação estão todos democratizados, isto é, sob controle da ditadura. Ela encontrou o medalha de ouro e detentor do récorde de 110 metros com barreiras, Dayron Robles, treinando descalço. O sacrifício é para realizar o que é o sonho de muitos atletas: competir no exterior, para ter a chance de fugir. Sonho que Lula - e Tarso Genro - converteu em pesadelo para dois boxeadores cubanos. Levados de volta a Cuba, baixou sobre eles o manto do silêncio, que aqui não está baixando sobre a cocaína do helicóptero
Alexandre Garcia é jornalista em Brasília e escreve semanalmente em Só Notícias 

“Ainda não li a Bíblia. É uma literatura que não me interessa. Prefiro livros de não-ficção.” (Deus)

“Não seja um imbecil manipulado. Quer ser um? Seja então por vontade própria.” (Eriatlov)

RODRIGO CONSTANTINO- Na galáxia dos caras de pau, a inflação está sob controle!

Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, foi ao Senado ontem e teve a coragem de afirmar que a meta de inflação perseguida pelo governo é mesmo de 4,5%. Ainda colocou a culpa no câmbio pelos “eventuais” desvios.
“Eu discordo da questão da mudança da matriz macroeconômica. O que nós fizemos foi operar estritamente dentro dos preceitos de meta de inflação, câmbio flutuante”, disse Tombini, negando que o tripé macroeconômico foi abandonado.
Bem, vamos aos fatos: nossa inflação gira em torno de 6% nos últimos… 10 anos! E isso mesmo com todas as malandragens e preços congelados pelo governo. Haja pressão do câmbio para justificar um “desvio temporário” de uma década, não é mesmo?
Toda a torcida do Flamengo, do Corinthians e até aqueles marginais do Vasco (os de Joinville!) já sabem que a meta “oficial” do governo é entre 6 e 6,5% ao ano, patamar elevadíssimo para padrões internacionais, e ainda mais espantosos quando lembramos que nossa economia não cresce quase nada. Por que, então, Tombini insiste em negar o óbvio ululante?
Em sua coluna de hoje na Folha, outro Alexandre, o Schwartsman, expõe a realidade: estamos lidando com lunáticos, com seres de outra galáxia. Só pode ser! Nessa galáxia, reina os caras de pau, e se sobra “coragem” para mentir publicamente diante de todos, falta coragem para admitir os próprios erros e mudar. Diz o ex-diretor do BC:
Ocorre que, nos últimos dez anos, o desvio médio da inflação “cheia” relativamente aos “núcleos” foi da ordem de 0,02% (dois centésimos de 1%) por ano, jamais superior a 0,45%, ou inferior a 0,50% negativo. Na verdade, a inflação oficial nunca esteve distante dos núcleos e muito menos de forma persistente: em 5 dos 10 anos, a inflação ficou acima dos núcleos e, obviamente, abaixo deles nos outros 5.
Posto de outra forma, o histórico brasileiro sugere -ao menos para economistas que permaneceram na Via Láctea- que o uso de núcleos de inflação não seria a panaceia imaginada pelos exilados. Hoje em dia, aliás, em tese forçaria o BC a ser mais agressivo no que se refere ao aumento da taxa de juros.
[...]
Em outras palavras, a persistência da inflação, que muitos atribuem apenas a fatores culturais (a tal “indexação”), também reflete a velocidade de convergência: quanto mais lenta, maior a persistência, comportamento desconhecido nas galáxias vizinhas.
A verdade é que os exilados tentam, de forma nada sutil, esconder que a política econômica dos últimos anos reflete exatamente suas propostas, sem guardar nenhum parentesco com o tripé macroeconômico, gerando os resultados lamentáveis descritos no primeiro parágrafo. O que lhes falta é apenas a coragem de assumir a paternidade do modelo fracassado.
É lamentável ver o presidente do Banco Central, que deveria ter autonomia para perseguir a meta de inflação imposta, fazer o jogo do governo e da presidente Dilma, caindo em total descrédito perante o mercado, e levando junto a credibilidade do Banco Central.

A falta de decoro da esquerda caviar no funeral de Mandela

Rodrigo Constantino


As fotos ganharam o mundo. Um Obama galanteador, sorridente e aparentemente muito feliz, sob o olhar severo e irritado de sua mulher Michelle, não combina nada com o clima de reverência em pleno funeral de Mandela, este “gitante da história”, segundo os próprios ícones da esquerda caviar.
Na seqüência de fotos, Obama troca de lugar com Michele, após ambos ficarem com a cara fechada e braços cruzados, sob os olhares da loira dinamarquesa. Acho que Obama dormiu no sofá da Casa Branca essa noite…
Além da “paquera”, o funeral serviu para Obama cumprimentar o representante da mais longa e assassina ditadura do continente, despertando a fúria dos cubanos refugiados nos Estados Unidos. A reação de Raúl Castro foi afirmar que eram pessoas “civilizadas”. Se civilização é mandar milhares de inocentes para o paredão pelo “crime” de não ser socialista, então prefiro ser um bárbaro sem educação!
A presidente Dilma se manteve o tempo todo ao lado do mesmo ditador cubano. Enquanto a “social” rolava solta, nossa presidente aproveitou para colocar o papo em dia com Raúl Castro. Será que negociou a importação de mais alguns milhares de escravos para atuarem como médicos no Brasil?
Para finalizar, colocaram um farsante como intérprete para surdos durante o discurso de Obama. O homem mexia as mãos, mas não queria dizer absolutamente nada! Ora, pensando bem, faz sentido: o outro, também farsante, mexia os lábios, emitia sons, mas tampouco dizia algo genuíno…
A esquerda caviar não se emenda mesmo. Transforma um evento fúnebre em circo e politicagem! Ah, se fosse o contrário, com líderes da direita agindo assim em um funeral de Thatcher…

OS DIAS

Os dias...
Não posso passá-los em branco
A tarefa de todo novo dia é pensar
Aprender algo novo
Valorizar todo momento
Pois o tédio é o mal
A desgraça do ser
A própria morte em vida.

POLÍTICA NACIONAL- “Separar o joio do trigo é fácil, o difícil é achar alguém com moral suficiente para fazer isso.” (Filosofeno)

“Estendi minhas mãos... Pois não é me jogaram um porco-espinho?” (Mim)

Consumo e poupança

CELSO MING - O Estado de S.Paulo
Ontem, em depoimento na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, advertiu que o Brasil tem de ter mais cuidado com sua poupança:
"O Brasil precisa aumentar a poupança externa e doméstica nas próximas décadas. Precisamos criar folga para financiar de forma sustentável todos os investimentos."
É recado que não leva o endereço dos agentes econômicos privados. Precisa ser dirigido ao governo, porque a expansão da poupança e do investimento depende de políticas, as mesmas que não vêm merecendo suficiente atenção.
Hoje, o nível da poupança (em princípio, a riqueza e a renda não consumida) no Brasil é muito baixo. Não passa de 15,0% do PIB.
Essa é uma percepção que vai crescendo dentro do governo Dilma. Em setembro, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, avisou que, para crescer 4% ao ano, o investimento tem de aumentar à velocidade de 7% ao ano. Essa tomada de consciência no governo para por aí. Não dá seguimento de modo a garantir o pulo do gato.
Para dar mais importância à poupança, o governo precisaria mudar suas práticas. Não pode continuar, por exemplo, dando tanta importância ao consumo. É verdade que alguma coisa mudou também aí. No início do governo Dilma, o entendimento dos administradores da política econômica era o de que bastaria ativar o consumo, que o resto viria espontaneamente em seguida: demanda, investimento, renda, enfim, desenvolvimento econômico. Deu errado. Logo se viu que são necessárias políticas de investimento. E o caminho já é conhecido. Pelos cálculos do Ministério da Fazenda, cada real aplicado na expansão da infraestrutura tende a puxar mais 3 reais em PIB. Os leilões de concessão, embora tardios, são avanços nessa direção. Mas a maior deficiência está mais embaixo.
Alexandre Tombini preferiu não avançar sobre o que precisaria ser feito para estimular a poupança: "Porque este não é assunto do Banco Central". Mas não há divergências sobre alguns dos passos a dar. A primeira condição para expandir a poupança é garantir estabilidade na economia, por meio de uma administração responsável das contas públicas que reduza o endividamento e dê mais eficiência ao Estado.
A segunda condição é levar adiante as reformas cujos projetos estão há anos engavetados. Trata-se das reformas tributária, previdenciária, trabalhista, política, etc. Desse capítulo depende também o desenvolvimento de um mercado de capitais de longo prazo, hoje inibido no Brasil.
A condição seguinte consiste em desenvolver a produtividade do trabalho. Hoje, um dos obstáculos ao crescimento é a situação de relativa escassez de mão de obra que se reflete na situação de quase pleno emprego. Esse aumento de produtividade requer melhora da educação e novos esforços em treinamento. Não basta baixar leis que, no futuro, reservem mais verbas para a educação, se não houver também aumento da qualidade. Até agora, o governo não esclareceu como pretende aumentar a eficiência do trabalho.

TUTTY VASQUES- Dirceu pede para sair da Papuda pra jogar na Mega-Sena

De boas intenções

DORA KRAMER - O Estado de S.Paulo


Não têm sido eficazes os resultados das investidas dos tribunais superiores - tanto o Supremo quanto o Eleitoral - no campo das regras que regem eleições.

Digo isso, e já explico melhor, a propósito do julgamento marcado para esta semana no STF de uma ação de inconstitucionalidade apresentada pela Ordem dos Advogados do Brasil contra as doações de pessoas físicas e jurídicas para campanhas.

A OAB pede a proibição do financiamento por intermédio de empresas e sugere a alteração do porcentual (10% dos rendimentos brutos) permitido para doações individuais.

A intenção, expressa no texto da ação, é boa. A Ordem argumenta que a "excessiva infiltração do poder econômico nas eleições gera graves distorções", cria desequilíbrio em favor dos mais ricos e enseja "perniciosas vinculações entre doadores de campanha e os políticos, que acabam sendo fonte de favorecimentos e de corrupção após a eleição".

Nenhum reparo a fazer à argumentação. Acontece isso mesmo. Basta verificar a desproporção de montantes destinados a candidatos governistas e aos de oposição quando não representam uma perspectiva segura de poder.

Hoje as doações de pessoas jurídicas respondem por 98% do financiamento das campanhas, e apenas 2% de pessoas físicas. Os números não deixam dúvida quanto à indisposição do brasileiro em transferir dinheiro do bolso para o caixa de partidos e/ou de candidatos.

A razão é a mesma que torna a proposta de financiamento público inexequível na prática: desconfiança e má vontade com a política. Sentimentos baseados em fatos reais, pois não?

De onde o gesto da OAB pode ser bem-intencionado, mas no mínimo bastante questionável do ponto de vista da eficácia. Proibidas as doações de empresas, seria posto o quê no lugar? Financiamento público não passa na sociedade e, por consequência, não passa no Congresso.

A rigor, os partidos é que deveriam se virar para conseguir dinheiro, dentro da legalidade, e deixar o contribuinte - que hoje já "colabora" com o Fundo Partidário e a renúncia fiscal decorrente do horário cedido pelas emissoras em períodos eleitorais - fora disso.

A realidade, porém, é mais dura e não obedece a condições ideais. Proibir pura e simplesmente as doações de pessoas jurídicas "por dentro" só teria como imediata consequência o aumento dos recursos "não contabilizados". O conhecido caixa dois.

Dificilmente os partidos, diante das exigências do marketing cada vez mais caras, concordariam em se adequar a instrumentos modestos para fazer campanha. Seria ótimo que isso acontecesse - mas, sem outras mudanças de fiscalização e procedimentos, prevaleceria o mercado negro.

Ou não, se os Três Poderes da República se envolvessem numa ofensiva efetiva e muito ampla para mudar o panorama. O Legislativo reclama quando o Judiciário é instado a se envolver no assunto, junto com o Executivo falam muito sobre o tema, usam o "sistema" como justificativa para atitudes condenáveis, mas não fazem nada em prol da já desacreditada reforma política.

De forma isolada não chegarão a lugar algum. Em pelo menos dois casos, o STF e o TSE produziram resultados contrários ao pretendido ao transitar pelo campo das regras eleitorais e partidárias.

Em um deles, a Justiça derrubou a cláusula de barreira - pela qual os partidos deveriam obter um porcentual mínimo de votos para ter representação no Congresso - sob o argumento de que feria o direito das pequenas legendas.

Em outro, permitiu que políticos filiados a partidos novos carregassem consigo o tempo de televisão e os recursos do Fundo Partidário, quando as leis ordinárias dizem que para isso é preciso passar pelo crivo de uma eleição.

Com acontece com a OAB, a intenção era boa, mas a realidade bem menos generosa.

DO BLOG DO PAULINHO- Romeu Tuma Junior: “Eles que se atrevam…tenho munição para escrever outro livro”


Romeu Tuma Junior: “Eles que se atrevam…tenho munição para escrever outro livro”by Paulinho



Conversamos, rapidamente, ontem, com o Dr. Romeu Tuma Junior, que lançará, a partir de amanhã, o livro "Assassinato de Reputações", tratado como verdadeira "bomba", endereçada ao Partido dos Trabalhadores.

Desde a publicação de matéria na revista Veja, o ex-Secretário Nacional de Justiça vem sendo atacado por militantes petistas nas mais diversas redes sociais, que, orientados, não respondem às denúncias, graves, mas tratam de tentar desqualificar o denunciante.

"É assim que essa gente age... como a Máfia, primeiro tentam desqualificar o denunciante, depois, partem para cooptá-lo, por fim, no desespero, partem para coisa pior...", disse Tuma Jr.

"Eles ficam falando, repetindo à exaustão, que sou envolvido com Máfia Chinesa, etc... história esta que eles mesmo inventaram... são uns boçais... nem sequer denúncia contra mim existiu, tamanha a invericidade do que foi falado... nem na Justiça, nem no Ministério da Justiça, nem no MP, MPF, Polícia Federal... nada ! Eles tentaram assassinar minha reputação depois que comprovei a conta do Mensalão...eles estão com medo... e, diferentemente do que fizeram comigo, foram condenados, são criminosos..."

"O livro tem provas de tudo o que falei... eles investigaram minha vida inteira, não acharam nada, um pormenor sequer... partiram então para a invenção... funcionou na mídia, para assassinar minha reputação... porque eles, espertos, sabem que a imprensa coloca uma denúncia, mesmo que infundada, na capa, enquanto a verdade, a descoberta de que nada ocorreu, quando publicado, fica escondida no canto da página..."

"Meu livro estará amanhã nas livrarias, contendo verdade, documentos, e relatos que presenciei. Não há o que refutar. São provas. Eles que se atrevam a me fazer algo, tenho muita munição (documentos) que não coube nesse livro... dá para fazer outro... e vou fazer...", finalizou.

Após conversar com Tuma Junior, o blog verificou que, no caso tratado pelo ex-Secretário Nacional de Justiça como acusações infundadas, estimuladas pelo PT, sobre suas possíveis ligações com a Máfia Chinesa, procede, de fato, a informação de não haver indiciamento ou comprovação da veracidade, em todos os órgãos que investigaram as denúncias.

Certo é que, não verificar as informações publicadas por Romeu Tuma Junior em seu livro, que tem assinatura do denunciante, documentos e nomes citados, é tentar tapar a corrupção com a peneira, atitude que o povo brasileiro não pode mais permitir após a exemplar prisão dos réus do Mensalão.

Descobrir a verdade é o objetivo, sejam elas quais forem.

Desqualificar o denunciante antes mesmo de investigar sua informações é tática sórdida de defesa prévia daqueles que parecem temer o que está por vir.

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LIBERDADE COMO NOSSO DOM MAIOR

Ser livre para ir e vir!Pela liberdade de expressão.Pela humanidade contra os pregadores da escuridão que assolam nosso mundo moderno.Democracia verdadeira sempre,não aquela de fachada que persegue quem não compartilha de suas idéias.