sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

“Minha mãe ficou fã de Elvis depois que comeu um turista que usava uma camiseta estampada com a foto dele. Faz tempo.” (Leão Bob)

“Quem só vê o rabo dos outros é macaco com torcicolo.” (Pócrates)

“Nossa família jamais gostou de fogo. É uma questão de sobrevivência.” (Will Verme)

“Se como diz o dito popular ‘vamos começar pelo começo’, que todos os conterrâneos aprendam a escrever e a ler com a devida qualidade para que os nossos pastos sejam destinados apenas aos bovinos e outros quadrúpedes deste maravilhoso país.” (Mim)

MADAME TÂNIA

Madame Tânia
Migrou da Albânia
Numa crise momentânea
Trouxe consigo os filhos
Fiodor e Melânia
Para montar uma casa
Da mais pura infâmia
Mas quando surgiram os lucros
Houve cizânia
Entre Fiodor e Melânia
Madame Tânia aborrecida
Voltou à Albânia.

“Juventude e tesão juntos pisoteiam o juízo.” (Climério)

“Tivesse eu frequentado escolas cínicas poderia ter sido um santo.” (Climério)

“Sábio é o homem que sabe engolir palavras.” (Filosofeno)

“Ainda bem que a burrice não é eterna. Estou salvo.” (Pócrates)

“Pedro, o que vem a ser Ménage à trois?” (Deus)

“Pedro, por favor, me compre uns tampões. Não suporto mais ouvir orações e lamúrias.” (Deus)

“Suponhamos que o inferno seja algo real. Como o diabo fará para dar conta de tantos advogados?” (Eriatlov)

“Gostaria de ser um adúltero sem culpa.” (Climério)

"Melhor que não ter o rabo preso é não ter rabo." (Mim)

“Um homem sem vícios é um homem perigoso. Larguei da bebida, do jogo e também parei de fumar. Se largar das putas corro o risco de me tornar mau.” (Climério)

A MÚMIA

Uma múmia foi encontrada no Egito. Os arqueólogos não conseguiram determinar a sua origem. Então um assessor cubano ofereceu sua ajuda. A múmia foi entregue à embaixada cubana. Em duas horas, o assessor apareceu e disse: "Seu nome era Amenkhotep 23."
"Como é que vocês descobriram?"
"Ele confessou.”

VAIDADES

Somos insignificantes para o universo
Um nada no todo
Mas diante de alguns valores da sociedade humana
Alguns seres se embriagam na fonte da vaidade
E vão construindo pela vida castelos de areia
Que se desmancham com o sopro da morte.

DUELOS VIOLENTOS- Freddy versus Jason/ Predador versus Alien/ só falta agora Brack Blocs versus Torcidas Organizadas.

“Tenho pena dos meus donos. Digo para mim: é melhor ter uma leva de pulgas do que ter certos vizinhos.” (Bilu Cão)

“Os vagabundos querem sempre a mesa pronta. Os calos são para os outros.” (Mim)

RODRIGO CONSTANTINO- A fábrica da inveja

Mais um texto para a série “a inveja como causa do socialismo”, dessa vez com base no excelente livro de Ayn Rand:
A fábrica da inveja
A lei moral de que o justo é tirar de cada um de acordo com sua habilidade e dar para cada um de acordo com sua necessidade corrompeu milhões de corações ao longo dos anos, e ainda o faz. No entanto, nada poderia ser mais imoral, injusto e ineficaz que este conceito. A novelista Ayn Rand fez um dos melhores retratos das conseqüências dessa máxima colocada em prática, no seu livro Atlas Shrugged, assim como expôs com perfeição os reais motivadores de seus defensores.
Na ficção, infelizmente nada distante da realidade de muitos, uma fábrica de motores decidiu votar um plano onde todos os funcionários iriam trabalhar de acordo com suas habilidades, mas o pagamento seria de acordo com as necessidades. Falaram que o plano objetivava um nobre ideal de justiça. Era chegada a hora de acabar com a ganância individual, com a busca pelo lucro, com a competição selvagem. Todos os trabalhadores seriam uma grande família, e o bem coletivo seria colocado à frente dos interesses particulares.
Um ex-operário relata como o plano funcionou. Tente colocar água num tanque onde há um duto no fundo drenando o líquido mais rápido do que você é capaz de enchê-lo, e quanto mais você joga água dentro, maior fica o duto. Quanto mais você trabalha, mais é demandado de você, até que suas horas trabalhadas multiplicam-se para que seu vizinho tenha sua refeição diária, a esposa dele tenha a operação necessária, sua mãe tenha a cadeira de rodas, o tio dele tenha a camiseta, o sobrinho a escola etc. Até pelo bebê que ainda não veio, por todos à sua volta, mais e mais é demandado de você, sempre em nome da “família”. A cada um pela necessidade, de cada um pela habilidade.
Foi necessário apenas uma reunião para perceberem que todos haviam se transformado em vagabundos pedindo esmolas, pois ninguém poderia reclamar um pagamento justo, não havia direitos e salários, seu trabalho não lhe pertencia, mas sim à “família”, e nada era devido em troca, sendo o único direito sobre ela a “necessidade”. Cada um tinha que demandar tudo, alegar misérias, pois suas misérias, não seu trabalho, tinham tornado-se a moeda de troca. Ninguém podia mais nada. Afinal, ninguém era pago pelo trabalho, pelo valor gerado, mas apenas de acordo com a “necessidade”. Em pouco tempo, sendo a necessidade algo subjetivo, todos passam a necessitar de tudo, e a “família” experimenta enorme crescimento de ressentimento mútuo, trapaças, mentiras. A cirurgia da mãe do vizinho passa a ser vista com desconfiança, pois seu trabalho que paga a conta. Cada nova demanda através do apelo de “necessidade” gera mais intrigas e brigas.
Bebês foram o único item de produção em alta, pois ninguém tinha que se preocupar com os custos dos cuidados de um filho, já que a conta recaía sobre a “família”. Além disso, não havia muito o que fazer, pois a diversão era vista como algo totalmente supérfluo, um dos primeiros itens a ser cortado em nome da “necessidade” de todos. A diversão passa a ser vista quase como um pecado. Um dos meios mais fáceis de se conseguir um aumento no pagamento era justamente pedir uma permissão para ter filhos ou alegar alguma doença grave.
Não há meio mais seguro de destruir um homem que forçá-lo a um mecanismo de incentivo onde seu objetivo passa a ser não fazer o seu melhor, onde sua luta é por fazer um trabalho ruim, dia após dia. Isso irá acabar com ele mais rápido que qualquer bebida ou o ócio. A acusação mais temida era a de ser mais habilidoso que o demonstrado, pois sua habilidade era como uma hipoteca que os outros tinham sobre você. Mas para que alguém iria querer ser mais habilidoso, se seus ganhos estavam limitados pela “necessidade”, e suas habilidades significariam apenas mais trabalho pesado para que outros ficassem com os benefícios?  
A explicação dos motivos que levaram tal plano a ser aprovado está na passagem em que o ex-operário diz que não havia um único homem votando que não pensasse que sob tais regras poderia avançar sobre os lucros de outros homens mais habilidosos que ele. Não havia alguém rico ou esperto o suficiente que não achasse que alguém seria mais rico ou mais esperto, e que tal plano daria a ele uma parcela de sua maior fortuna ou cérebro. O trabalhador que gostava da idéia de que sua “necessidade” lhe daria o direito a ter o carro que seu chefe tinha, esquecia que todos os vagabundos do mundo poderiam demandar aquilo que ele tinha conquistado pelo seu trabalho. Este era o verdadeiro motivo para a aprovação deste plano igualitário, mas ninguém gostava de refletir sobre o assunto, e quanto menos gostavam da idéia, mais alto gritavam sobre o amor pelo bem geral.
A fábrica continuou perdendo os melhores homens, pois os habilidosos “egoístas” fugiam como podiam para lugares onde pudessem trabalhar pelos seus próprios interesses, sem terem o fardo de sustentar os parasitas. Em pouco tempo, não havia mais nada além dos homens “necessitados”, pois não tinha um único homem de habilidade. E a fábrica teve que começar a apelar para as suas necessidades tentando não perder todos os seus clientes, pois seus produtos não mais eram competitivos ou eficientes. Mas qual o bem que faz aos passageiros de um avião um motor que falha em pleno vôo? Se o produto for comprado não pelo seu mérito, mas por causa da necessidade dos empregados da fábrica ineficiente, seria isso correto, bom ou a coisa moral a ser feita pelo dono da empresa aérea? Se um cirurgião compra um equipamento não pela sua qualidade, mas pela necessidade dos funcionários do produtor, seria isso correto com seu paciente?
No entanto, é esta a lei moral pregada por vários líderes, intelectuais e filósofos do mundo. A cada um pela necessidade, de cada um pela capacidade. A fábrica da inveja, na brilhante novela de Ayn Rand, faliu, virou uma fábrica de miséria, assim como os países socialistas que tentaram adotar a mesma máxima de vida.

RODRIGO CONSTANTINO- A máscara da inveja

Dando continuidade ao tema da inveja como causa do socialismo, segue mais um texto com base no mesmo livro de Helmut Schoeck já citado aqui.
A máscara da inveja
“A inveja é a paixão que vê com maligno desgosto a superioridade dos que realmente têm direito a toda a superioridade que possuem.” (Adam Smith)
O escritor argentino Gonzalo Otálora causou polêmica ao defender a cobrança de impostos das pessoas consideradas mais belas para compensar o “sofrimento” daqueles que supostamente foram menos favorecidos pela natureza. O escritor disse que sua iniciativa tem o objetivo de provocar um debate sobre o culto à beleza. Com um megafone, ele foi à frente da Casa Rosada reclamar os “direitos” dos feios. Esperava contar com o apoio do então presidente Kirchner, a quem classifica como “pouco atraente”. Otálora alega que os deboches sofridos na infância prejudicaram sua auto-estima e atrapalharam na conquista de melhores empregos. Em sua opinião, um dos assuntos que deveriam ser debatidos é a representação de “todos os tipos de constituição física” nos desfiles de moda. A inveja é alçada ao patamar de justiça, e a mediocridade é enaltecida enquanto o superior é condenado por suas virtudes, e não vícios.
Ainda que as demandas do argentino feioso pareçam absurdas – e são, elas no fundo representam apenas os ideais igualitários levados ao extremo de sua coerência. No fundo, um igualitário deveria pregar a igualdade plena, abolindo qualquer tipo de diferença entre os indivíduos. Aquele igualitário que prega uma distribuição de riqueza igual entre os indivíduos precisa aplaudir o apelo do argentino sob pena de ser acusado de materialista, caso não o faça. Ora, ficaria evidente demais que ele só pensa em dinheiro! Por que todos deveriam ter uma renda igual, mas rostos diferentes, podendo se destacar pela beleza num desfile? Onde estaria a igualdade? Na verdade, os igualitários, ou socialistas, pregam a igualdade das contas bancárias, assumindo involuntariamente que focam apenas nos bens materiais. Normalmente, são os primeiros a acusar os capitalistas de materialistas, mas só querem saber de dinheiro. Talvez porque demandar igualdade em outros campos tornaria o verdadeiro motivador de suas idéias aparente demais. E este motivador é conhecido: a inveja.
Na década de 1960, os igualitários ganharam força. O Partido Trabalhista inglês, de esquerda, demandava uma sociedade de iguais “absolutos”. Uma novela satírica iria explorar esta “paixão anti-social”, como dizia Mill, no campo do cotidiano. O escritor inglês L. P. Hartley era o autor, e a obra chamava-se Facial Justice, comentada no excelente livro de Helmut Schoeck sobre o tema, intitulado Envy: a Theory of Social Behaviour. Na sátira, Hartley chega à conclusão lógica através das tendências do século passado, e expressada por Schoeck no seu livro, sobre a estranha tentativa de legitimar o invejoso e sua inveja, de forma que qualquer um capaz de despertar inveja é tratado como anti-social ou criminoso. Em vez de o invejoso ter vergonha de sua inveja, é o invejado que deve desculpas por ser melhor. Há uma total inversão dos valores, explicada apenas por uma completa aniquilação do indivíduo em nome da igualdade coletivista. Os seres humanos passam a ser tratados como insetos gregários, e o indivíduo que ousa se destacar passa a ser tratado como um inimigo da “sociedade”. O rico, ainda que tenha criado sua riqueza de forma honesta através de trocas voluntárias, é execrado pelos invejosos. O sucesso individual é um pecado!
A heroína da novela de Hartley chama-se Jael, uma mulher que, desde o começo, não se conforma com a visão igualitária, recusando-se a aceitar porque pessoas mais bonitas ou inteligentes deveriam se anular como indivíduos por causa da inveja alheia. A novela se passa no futuro, depois de uma Terceira Guerra Mundial, e as pessoas eram divididas de acordo com o grau de aparência. A meta era obter uma igualdade facial, pois a igualdade material não era suficiente para acabar com a inveja: alguns sempre terão algo que os outros não têm e invejam.* Havia um Ministério da Igualdade Facial, e a extirpação dos rostos tipo Alfa, os mais belos, não bastava, pois os rostos tipo Beta ainda estavam em patamar superior aos do tipo Gama. Enquanto todos não tivessem a mesma aparência, não haveria justiça. Ninguém poderia ser desprivilegiado facialmente. Hartley combate a utopia dos igualitários, mostrando que a igualdade financeira jamais iria abolir a inveja na sociedade. Durante sua vida, ele demonstrou aversão a todas as formas de coerção estatal.
No livro Teoria da Personalidade, o psiquiatra G. J. Ballone diz: “Todas as tendências ideológicas que enfatizam a igualdade dos seres humanos, num total descaso para com as diferenças funcionais, ecoam aos ouvidos despreparados com eloqüente beleza retórica, romântica, ética e moral. Transportando tais ideais do papel para a prática, sucumbem diante de incontáveis evidências em contrário: não resistem à constatação das flagrantes e involuntárias diferenças entre os indivíduos, bem como não explicam a indomável característica humana que é a perene vocação das pessoas em querer destacar-se dos demais”. O sonho com um mundo de iguais, como se homens fossem cupins, denota um escancarado complexo de inferioridade. As diferenças agridem este indivíduo, pois ele é incapaz de aceitá-las, provavelmente por detestar ver no espelho aquilo que o diferencia dos demais. A inveja toma conta de seus sentimentos, e a destruição dessas diferenças passa a ser sua meta. Como ele não suporta as conquistas alheias, ele demanda a mediocridade geral. Os coletivistas odeiam admitir que indivíduos possam fazer a diferença. A riqueza precisa ser explicada como um fatalismo coletivista, os méritos individuais precisam ser derrubados, as escolhas individuais cedem lugar ao determinismo, tudo para anular o indivíduo enquanto indivíduo, substituindo-o pelo coletivo.
Em resumo, o que está por trás do igualitarismo é apenas a inveja mesquinha. O socialismo não passa da idealização da inveja. O foco desses igualitários costuma ser somente o material por dois aspectos: é inviável pregar de fato a igualdade facial, por exemplo; e fazê-lo iria rasgar de vez a máscara da hipocrisia que cobre seus apelos invejosos do mais “nobre” altruísmo. Mas a lamentável verdade é que igualitários não suportam as diferenças. E como os indivíduos, felizmente, são diferentes, parece evidente que existirão vários graus distintos de beleza, inteligência, altura, velocidade, talento musical e sim, também renda. Para Bill Gates ficar bilionário, ele não teve que tirar nada de ninguém. Foram os consumidores que, voluntariamente, julgaram os produtos de sua empresa valiosos, pois criavam valor para eles. Logo, não há motivo algum para que o governo meta suas garras na fortuna de Gates de forma compulsória, em nome da “igualdade”. Ele tem o direito de ser bem mais rico que os outros. Aqueles que não aceitam isso, desejando um imposto extorsivo sobre sua fortuna, podem tentar mascarar seu motivador com a desculpa que quiserem, mas isso não mudará o fato de que, por trás dessa máscara, reside somente a abominável inveja daqueles que não são capazes de admirar o sucesso alheio.     
* No filme Círculo de Fogo, que conta a história de um soldado russo que precisa enfrentar umsniper enviado pelos nazistas especialmente para matá-lo, isso fica bem evidente quando um companheiro político, interpretado por Joseph Fiennes, acaba traindo Vasily Zaitsev, o soldado russo interpretado por Jude Law. Sua constatação, quando realiza sua traição, expressa a essência da mensagem. Ele descobre que sempre haverá algo no vizinho que desejamos, mas não possuímos, independente da igualdade material. No caso do filme, trata-se do amor de uma mulher, disputada por ambos. A inveja é uma característica da pessoa, não fruto das desigualdades em si, que sempre existirão.     

RODRIGO CONSTANTINO- Disney é muito melhor do que Foucault

Como muitos já sabem, vim para Miami participar de um evento do Liberty Fund. Aproveitei para esticar alguns dias em Miami, para umas comprinhas básicas de Natal, já que não sou rico para pagar o triplo do preço pelos mesmos produtos no Brasil. Agora, estiquei um pouco mais para levar a filha novamente na Disney e na Universal (deve haver um lugar no céu reservado aos incríveis pais que fazem isso duas vezes em um só ano!).
Pois bem: sempre que venho aos Estados Unidos fico com a mesma impressão: trata-se de um país classe média. O que mais chama a atenção aqui é isso: todos parecem de classe média, à exceção de alguns realmente ricos e alguns pobres. Mas cuidado! O “pobre” aqui normalmente é classe média alta no Brasil. Tem carro, casa própria (ou quase), e leva uma vida considerada bastante digna para nossos padrões.
Classe média, como diz o nome, tem um “quê” de medíocre. Quando se fala de Miami, então, isso é mais claro ainda. E quando falamos de Orlando, vixe! Um dia em um parque desses é suficiente para eu quase compreender uma Marilena Chauí da vida. Ok, forcei muito a barra. Mas já faço meu ponto.
As músicas irritantes, especialmente perto do Natal, aqueles desfiles (“parades”) chatérrimos, e aqueles típicos americanos meio “bocós” e idiotizados de um lado pro outro, entre uma massa de brasileiros. Tenho uma tese: o clima nesses parques imbeciliza até pessoas normais. Algo no ar deve atrofiar o cérebro um pouco. Vi na Universal hoje vários adultos com capas de Harry Porter, e pior!, andando em tal estilo que pareciam se sentir o mágico em pessoa.
Sei que estou sendo ranzinza, que a fantasia é a alma do negócio por aqui, que tudo isso faz parte do show. Mas sei lá, umas duas montanhas-russas, alguns brinquedos com tecnologia de ponta (como o “Homem-Aranha”), que te transportam para um mundo à parte, e minha paciência já está no limite. É algo estético, como diria Pondé.
Ainda assim, como defendo isso tudo aqui! Se a vida é dura ou mesmo sem sentido, e se nem todos vão buscar em Caravaggio, Beethoven ou Dostoievsky um refúgio refinado, um leitmotivpara a existência, que ao menos possam se divertir em parques de primeiro mundo chegando em seus carros modernos e baratos!
Aluguei um simples Toyota Corolla que não custa nem US$ 15 mil aqui, menos da metade do que custa no Brasil. Peguei uma estrada maravilhosa de Miami para Orlando. O profissionalismo dos funcionários da Universal e da Disney é impressionante. Tudo funciona conforme o esperado. A gente até engole o lado brega disso tudo…
Marilena Chauí pensa que a classe média é “fascista”. Os Estados Unidos são o país classe média por excelência. Não há fascismo algum aqui. O país tem a mesma constituição desde sua fundação, há mais de dois séculos. Sobreviveu com poucas emendas a Roosevelt, Jimmy Carter e até Obama. E tem demente que prefere Cuba?
Minha reflexão foi nesse sentido: mesmo aceitando a premissa de que o típico americano é meio abobalhado e brega, como preferir Foucault, Derrida e aquela turminha marxista da Escola de Frankfurt? Esses “intelectuais” podem vomitar de horror com a “alienação” dessa classe média, mas mil vezes melhor isso do que qualquer alternativa proposta por esses embusteiros metidos à besta!
Não precisei voltar aqui para constatar essa obviedade; apenas serviu para refrescar minha memória: Disney é muito melhor do que Foucault. Em todos os sentidos.
Agora preciso de férias das “férias”, de preferência relaxando longe de tumultos, e lendo um bom livro…

“Não quero que o PT acabe, apenas que crie vergonha.” (Mim)

“Se possuir alguns pelos na face fosse sinal de respeito e responsabilidade com certeza eles não nasceriam na bunda.” (Mim)

Certa vez o Lula foi chamado de Deus por Marta Suplicy. Se Lula é Deus supomos que Jesus Cristo seja o Zé Dirceu? Ou não?

“Já fui doméstica. Sei que não é nada fácil aturar madame sem cultura. Elas confundem Poder Paralelo com Padre Marcelo e pensam que Voltaire foi um escritor português que foi à guerra pra ‘voltaire’.” (Eulália)

“Crise mesmo é quando casca de banana é sobremesa.” (Mim)

“Como demorei em me encontrar! Quase não me reconheci!” (Mim)

Cachorro de padre também se perde em procissão?

“Minha perereca, minha vida. Foi ela que enfeitiçou o meu humano sustentáculo.” (Eulália)

“Ando tomando sopa de pedra para não vender os meus princípios.” (Limão)

UMA MULTIDÃO: Assim fica feio: Diploma universitário na parede e falando ‘a nível de Brasil’?

“Tive mãe, mas fui adotado por uma vaca.” (Climério)

Perguntar não é ofensa: Dá para confiar mesmo nessa gente colocada nos chamados ‘cargos de confiança’?

LOUCURA

Vivemos dentro sociedade uma tempestade de
Drogas
Pressa
Trânsito maluco
Desamor
Interesses
Crueldade
Corrupção
Desconfiança
Stress
Depressão
O melhor a fazer é desligar o motor do mundo
E criar o seu próprio modo de viver.

LIBERDADE ALADA

Gaiola não é hotel.
Por mais que o serviço seja bom, falta o principal:
A liberdade só conseguida nos céus.
Que os homens abram as portinholas e consintam aos pássaros
O direito de viver sem limites.


“Na infância me venderam deus e o diabo. Cresci e fiz a doação dos dois.” (Mim)

“Já tive parentes na Ásia. Infelizmente já foram todos degustados.” (Bilu Cão)

“Meu Viagra, meu salvador. É você que me conduz e me salva do inferno da impotência.” (Climério)

DO BLOG DO PAULINHO- Livro de Tuma Jr. foi tiro de misericórdia em Paulo Henrique Amorim

phaedir
O livro de Romeu Tuma Junior, "Assassinato de Reputações", que será lançado hoje, em São Paulo, além de Lula e sua trupe, expôs publicamente a fragilidade jornalística de Paulo Henrique Amorim.
Diria até, de maneira irreparável.
Tuma, ao agradecer na contra-capa o auxílio de Amorim, e, depois, após desmentido do próprio, comprovar a veracidade da informação com a exposição da troca de emails entre ambos - até com sugestão de roteiro para a obra - selou a carreira do jornalista.
Os mais antigos hão de se lembrar que, tempos atrás, PHA era somente ataques ao PT e a seu "dono", o então candidato Lula, inclusive com denúncias graves de corrupção.
Com o passar dos anos, e do advento de sua derrocada da Rede Globo, os conceitos e pensamentos de Amorim se flexibilizaram, a ponto de esquecer tudo o que havia falado sobre o ex-presidente e seu grupo, aceitando patrocínio governamental pelos novos serviços prestados, e, numa espécie de ápice da decadência, ter realizado a constrangedora entrevista com o líder da seita IURD, Edir Macedo, tratando-o como se fosse o próprio Jesus Cristo.
Talvez, após a revelação recente de Tuma Jr. da recaída anti-PT de PHA, que pode lhe custar o sustento, seja esse o caminho profissional mais rentável, e viável,ao jornalista.
O de pastor da IURD.
Profissão que não exige credibilidade, verdade, nem preceitos morais tão estreitos, apenas algum talento para comunicação.

Seguidores

Arquivo do blog

LIBERDADE COMO NOSSO DOM MAIOR

Ser livre para ir e vir!Pela liberdade de expressão.Pela humanidade contra os pregadores da escuridão que assolam nosso mundo moderno.Democracia verdadeira sempre,não aquela de fachada que persegue quem não compartilha de suas idéias.