terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Revisionismo histórico

Já que começaram a rebatizar escola trocando-se o nome de militar da ditadura por terrorista de esquerda, não demorará para que esse revisionismo histórico seja ampliado e ganhe o País inteiro. E duvido que se restrinja ao Rio de Janeiro. Logo se tornará uma política de Estado. Daí escolas, ruas, hospitais e demais repartições públicas ganharão novos nomes, todos relacionados à esquerda.


Que tal se o município de Presidente Médici, aqui em Rondônia, passar a se chamar Carlos Lamarca? E se outro município, Ministro Andreazza (foi ministro do regime, não pode também!), ganhar o pomposo nome de VAR-Palmares? Ou que tal Francisco Julião? Não vale Carlos Marighella, pois este já vem sendo bastante usado. Assim, com este troca-troca de nomes de direitistas da ditadura por gente ''progressista e boazinha'', logo haverá uma reviravolta danada em documentos, endereços, CEP's, além de uma confusão dos infernos para os sofridos carteiros pelo País afora. Tudo em nome da ''justiça histórica''. Tudo para a''correção de erros''.


E quando se acabarem os nomes nacionais, aí o governo poderá apelar para figuras proeminentes do comunismo lá de fora, como Che Guevara, Salvador Allende, Fidel Castro (este eu fico em dúvida se já morreu ou não! Só pode haver homenagem se a figura estiver morta. Com exceção do Maranhão, onde Sarney é nome até de banco de praça), Mao Tsé Tung, Josef Stálin, etc. Pensem o quão bonito ficará aEscola Vladimir Lênin; ou o Hospital Camarada Leon Trótski. Aqui em Rolim de Moura mesmo, poderiam trocar o nome frio e sem ''significado social'' da Avenida 25 de Agosto para Avenida Antônio Gramsci. Soa melhor. Dará um certo trabalho no início para a população aprender a escrever, pronunciar, se reeducar, mas nada que não se supere através das ''mídias sociais''. Faltou citar mais candidatos? Vamos lá, já que logo todos terão de se familiarizar mesmo: Leonel Brizola, Miguel Arraes, Oscar Niemeyer, Carlos Prestes, Jorge Amado... a lista é grande.


E é verdade que a esquerda conseguiu colar em si própria a pecha de boazinha, de que lutou por um Brasildemocrático e justo. No poder, fazem aquilo que sempre pretenderam: revisam a história, destronando nomes e usurpando-lhes o lugar. Posam de santos e o povo acredita, tadinho. Hoje estes terroristas, assaltantes, assassinos, roubaram para si o monopólio da virtude e, graças a um bom marketing e à ignorância, classificam a si próprios como heróis. Que coisa, né?


Existe alguma escola ou outro prédio público no Brasil que homenageie o soldado Kozel Filho? Não! Nenhuma! Nem haverá. Nenhuma vítima da esquerda teve essa honraria. São os mortos inocentes que não se encaixavam no jogo deles, não tinham a virtude ideológica que a esquerda espera para o seu rol. Morreram e foram esquecidos. Já os esquerdistas que detonaram bomba em aeroporto (Guararapes), que assaltaram bastante, que mataram centenas de pessoas, que queriam um país comunista e eram tão golpistas quanto a direita, ah, estes sim, agora terão o seu galardão. Perderam nas armas, mas ganharam na guerra assimétrica os corações e mentes.


Ah, Dona Dilma, por que não renomear algo público com um fato importante daquela época e que anda meio esquecido ultimamente? Sugiro-lhe rebatizar a Caixa, aquele banco estatal que tem nome pouco criativo, por um nome mais personalista... digamos assim... humano:


Caixa Governador Ademar de Barros, que tal?
Hadriel Ferreira

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