quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Um absurdo sem Gilberto Carvalho nunca está completo. Ou: A fala irresponsável do ministro insuflador

Pronto!
Apareceu quem faltava: Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência. Mais uma vez, os petistas tentam criar o caos e o tumulto em São Paulo na esperança de obter, com isso, vantagens eleitorais. Assim nasceu o “junho”, que se espalhou Brasil afora e acabou caindo no colo da presidente Dilma. Ela nunca mais recuperou os índices de popularidade que tinha até então.
Sim, as jornadas de junho nasceram de uma tentativa de petistas e outros à sua esquerda de instaurar o caos em São Paulo. O movimento se espalhou Brasil afora. O Globo traz um texto com falas impressionantes de Carvalho. Reproduzo em vermelho e volto em seguida.
Em Pernambuco para o 3° Encontro da Juventude Camponesa, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, defendeu o movimento denominado “rolezinhos” e criticou a repressão policial aos atos e a postura inadequada dos proprietários de lojas e shopping centers. Para o ministro, a ação da polícia tem sido inadequada e coloca “gasolina no fogo”. “A ação inadequada da polícia acaba colocando gasolina no fogo”, disse Carvalho, que defendeu o acesso dos jovens de periferia ao lazer: “Esses jovens de periferia também têm direito à diversão e lazer. Se trata de mais um desses passos que a sociedade vai dando”, disse para logo em seguida criticar também a inadequada postura dos empresários de querer bloquear a entrada desses jovens de periferia nos shopping centers.
“Eu não tenho dúvida que isso está errado. Para mim é, no mínimo, inconstitucional. Qual o critério que você vai selecionar uma pessoa da outra? É a cor, é o tipo de roupa que veste? Tudo isso implica no preconceito, no pré-julgamento de uma pessoa e fere a Constituição e o Instituto da Criança e do Adolescente ao lazer”, defendeu Carvalho.
Irresponsável!
É uma fala irresponsável. Ele que aponte um só estabelecimento que pratica discriminação racial ou de classe. O que poderia ser efêmero vai, agora, durar além da conta porque foi politizado por petistas e movimentos sociais.
Mas esse é Gilberto Carvalho. Um assessor seu, Paulo Maldos, estava lá no Pinheirinho, em São Paulo, quando houve a “resistência” à ordem judicial. O mesmo Maldos é a mão que balança o berço da radicalização dos movimentos indígenas contra os proprietários rurais. No Maranhão, este senhor chamou agricultores pobres, desalojados de suas terras, de plantadores de maconha. Não há uma só ação da Polícia em São Paulo contra a qual este senhor não exerça o mais odioso proselitismo oportunista.
Os shoppings não se mobilizaram contra pobres e negros, mas conta a baderna. Tentar emprestar um corte racial ou de classe a isso é coisa de vigaristas.
Em ano eleitoral, autoridades petistas decidiram insuflar uma guerra racial e outra de classes. É vã a esperança de que coisas assim se limitem a São Paulo. Acabam se espalhando Brasil afora. Dá para saber como começa, mas não como termina.
Por Reinaldo Azevedo

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