segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

BNDES: sigilo para Cuba e verba para invasores de terra

O BNDES daqui a pouco vira caso de polícia, e não mais de política. O que o PT fez com o banco é da ordem do horror. Vale lembrar que seu quadro técnico sempre foi um dos melhores do setor público, blindado historicamente da politicagem. Isso até os petistas vislumbrarem, ali, uma fonte de recursos quase infindável para suas estripulias.
O banco virou hospital de empresas, instrumento de malabarismo contábil para o governo maquiar contas públicas, transferência de renda de trabalhadores de classe média para ricos empresários (Bolsa Empresário), instrumento de seleção dos “campeões nacionais” (Grupo X?), etc.
E mais: foi também o grande veículo do empréstimo milionário para Cuba, repleto de sigilo. É isso que agora um senador tucano, dos poucos que fazem oposição de fato, quer investigar:
O senador Alvaro Dias (PSDB/PR) entregou, nesta segunda-feira, ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, um mandado de segurança contra a presidente da República, Dilma Roussef; o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges Lemos; e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, por “ato atentatório à moralidade e transparência pública” em relação a não divulgação dos empréstimos secretos do BNDES a países como Cuba e Angola.
O mandado tenta reverter uma medida do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, que em junho de 2012 tornou secretos os documentos que tratam de financiamentos do Brasil aos governos de Cuba e de Angola. A determinação foi assinada um mês depois da entrada em vigor da Lei de Acesso à Informação. Com isso, esses documentos só poderão ser revelados em 2027.
Enquanto o BNDES se preocupa em manter sigiloso um mais que estranho e suspeito contrato com a ditadura cubana, resolve, aqui no Brasil, liberar verba para invasores de terra do MST, os mesmos que há poucos dias resolveram tocar o terror em Brasília para ganhar, como prêmio pelas dezenas de policiais feridos, uma reunião com a presidente Dilma:
A Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fecharam contratos sem licitação nos valores de 200.000 reais e 350.000 reais, respectivamente, com entidade ligada ao Movimento dos Sem Terra para evento realizado no 6.º Congresso Nacional do MST. O evento aconteceu há duas semanas e terminou em confronto com a Polícia Militar na Praça dos Três Poderes, em Brasília. No quebra-quebra, 32 pessoas ficaram feridas, sendo trinta policiais. Na ocasião, membros do MST tentaram invadir o Supremo Tribunal Federal. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira pelo jornal O Estado de S.Paulo
A Associação Brasil Popular (Abrapo) recebeu os recursos para a Mostra Nacional de Cultura Camponesa, atividade que serviu de centro de gravidade para os integrantes do congresso do MST. As entidades têm relação próxima. Para se ter uma ideia, a conta corrente da Abrapo no Banco do Brasil aparece no site do MST como destino de depósito para quem deseja assinar publicações do movimento social, como o jornal Sem Terra.
Então ficamos assim: o BNDES empresta nossos recursos escassos para a ditadura comunista de Cuba e para os criminosos socialistas do campo, sendo que, no primeiro caso, sequer aceita divulgar com transparência as condições contratuais.
É o PT destruindo cada instituição herdada em nossa jovem República. O partido age feito cupim, corroendo as estruturas de dentro delas, até que reste somente pó e nada mais. Até quando?
Rodrigo Constantino

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