sexta-feira, 7 de março de 2014

Mais dilmista impossível

Caixa Econômica Federal teve que retirar hoje do ar uma propaganda em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. A campanha, que entrou no ar ontem, enaltece diversas conquistas femininas ao longo da história: o direito de votar, se candidatar e a entrada no mercado de trabalho.
Até aí, sem problemas. A questão é que no final do comercial fica nítida a relação subliminar que se faz com a chegada de Dilma Rousseff à Presidência.
Fotos de várias pioneiras em seus meios são apresentadas ao telespectador: Aurora Gouveia, a primeira mulher bancária; Carlota Queiroz, a primeira mulher deputada; Theresa Tang, a primeira mulher juíza e Rachel de Queiroz, a primeira mulher na Academia Brasileira de Letras….
Só faltou, bem, só faltou Dilma, mas neste ponto do comercial qualquer criança de cinco anos já preencheu essa lacuna mentalmente.
A Secom notou que o comercial poderia causar problemas com a Justiça Eleitoral e a propaganda feita pela Artplan saiu do ar.
A diretoria de marketing do banco, que bancou a ida da peça ao ar, foi contra o veto do governo federal.  Mas o bom senso prevaleceu, ainda que com o desgaste de o comercial ter ido ao ar.
Por Lauro Jardim

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Ser livre para ir e vir!Pela liberdade de expressão.Pela humanidade contra os pregadores da escuridão que assolam nosso mundo moderno.Democracia verdadeira sempre,não aquela de fachada que persegue quem não compartilha de suas idéias.