segunda-feira, 7 de abril de 2014

Reynaldo-BH: ‘Seria mais honesto se o grito de guerra fosse ‘Continua, Lula!”



REYNALDO ROCHA

O coelho fugiu da cartola. A mulher-barbada acordou sem barba. E o Mandrake voltou a dormir. A mágica acabou, mas a lona ainda existe e insiste em ser erguida, como uma casa mal assombrada. A gerente da bilheteria tem medo de ser despedida e que chamem, de novo, o dono do circo pra o centro do picadeiro.

O “Volta, Lula” já voltou. Será ele mais uma vez o candidato. O construtor de postes – visto como um gênio, mas somente um mágico chinfrim – que errou em todos. A fatura demorou a chegar, mas chegou.



O poste principal consegue perder para ela própria. Contra dois desconhecidos nacionalmente, chega ao absurdo de perder pontos nas pesquisas de intenção de votos que não são transferidos para ninguém.

A falência do circo ainda é causada somente pela incompetência do elenco. Erros na economia, volta da inflação, a Petrobrás transformada em PTbrás, corrupção, André Vargas, Papuda, mensalão, PMDB em fuga, PACs inexistentes, Copa superfaturada, aeroportos e portos em frangalhos saúde se amparando em escravos, diplomacia de bordel. Será que haverá dinheiro para continuar comprando consciências e cidadanias?

O “Volta, Lula” chega a ser patético. A volta dos que não foram. Seria mais honesto se o grito de guerra fosse “Continua, Lula!”

O momento é sério. Caso o criador consiga reeleger a criatura, qual será o limite do lulopetismo? Quem segurará a ira contra a imprensa livre? Até onde decairão a Petrobras, a Eletrobras e as agências reguladoras?

Nesses momentos, é bom ter não apenas um, mas dois adversário que consigam multiplicar a munição da oposição. Finalmente o show de horrores pode estar chegando ao fim.

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