sábado, 31 de maio de 2014

DOIS COMUNISTAS CUBANOS NO INFERNO

Dois dirigentes comunistas cubanos chegaram ao inferno e o capeta foi logo dizendo:

“Vocês não deverão estranhar o inferno, pois é muito parecido com o regime que vocês implantaram em Cuba. Boa vida aqui só para nós os capetas comandantes; temos também o nosso jornal único que alimenta o povo com meias verdades; alimentação do povo residente é apenas o suficiente para se manter de pé; os discursos de Lúcifer são de 6h ou mais de duração, e bem pertinho dos fornos. A vantagem com relação a Cuba é que não temos mar e nem tubarões, mas não se preocupem em pensar em fugir, pois para isso acontecer só ressuscitando, e esta mágica, infelizmente para vocês, só o filho do homem conhece.”

(Mim)

Igrejas são demolidas em nova onda de perseguição a cristãos na China

VEJA
Recentes casos de demolição de igrejas e destruição de estátuas que evocavam passagens da vida de Cristo reacenderam o alerta contra a perseguição a cristãos na China. A cidade de Wenzhou, na província de Zhejiang, costa leste do país, é conhecida como ‘Jerusalém da China’, e tem sido o foco das ações. No entanto, cristãos temem que uma campanha nacional esteja sendo preparada, em uma tentativa de barrar o crescimento do cristianismo no país.
“Ainda não está claro se isso é o início de uma campanha mais ampla contra o cristianismo. No entanto, o que aconteceu em Zhejiang deve ter ao menos a aprovação tácita do governo central”, acredita Fenggang Yang, diretor do Centro de Religião e Sociedade Chinesa da Universidade Purdue. “Nos últimos anos, as autoridades comunistas ficaram mais assustadas com o rápido crescimento do cristianismo”.
O professor Yang, autor de Religião na China: Sobrevivência e Ressurgimento sob o Domínio Comunista’, afirma que o crescimento do cristianismo foi rápido nas últimas três décadas, com média de 10% ao ano desde 1980. O número de católicos desde então passou de 3 milhões para 9 a 12 milhões em 2010, enquanto o número de protestantes saltou de 3 milhões para ao menos 58 milhões em 2010, ou 4,3% da população chinesa, segundo o Pew Research Center.
O instituto ressalta que saber com precisão quantos cristãos há na China é tarefa dificultada pelo fato de que muitos frequentam igrejas clandestinas. Por outro lado, acrescenta que até pouco tempo atrás, poucos pesquisadores sabiam se a religião havia sobrevivido à Revolução Cultural desencadeada por Mao Tsé-tung nos anos 60. Agora sabe-se que milhões de chineses têm alguma fé religiosa.
“Nos últimos trinta anos, a sociedade chinesa tem vivenciado um momento de abertura e o governo se deu conta de que teria de tolerar, até certo ponto, a liberdade dos indivíduos”, pontua Feng Wang, professor de sociologia da Universidade de Michigan especializado em China. Essa abertura – iniciada por Deng Xiaoping no final de década de 1970 e ao longo dos nos anos 1980 – propiciou o uso limitado da internet e o abandono do marxismo como ideologia oficial, por exemplo. “Nesse contexto, muitas pessoas na sociedade chinesa decidiram buscar uma zona de conforto espiritual (...) O governo tem consciência que não pode suprimir esse desejo. Contudo, o que o governo não entende, não autoriza e, mais ainda, teme é a criação de organizações religiosas”.  
Numa democracia funcional, as religiões também têm um papel de coesão social e são regidas por instituições estruturadas que podem, eventualmente, se contrapor aos governos e criticar os governantes. E isso é tudo que Pequim não deseja. “O Partido Comunista não pode tolerar qualquer outra organização que não seja a do próprio partido. Admitem a prática religiosa, desde que esteja, de alguma forma, atrelada ao Estado. Tanto que a China não reconhece o Vaticano. E, inclusive, é o próprio partido que determina quem serão os bispos e padres”, lembra Wang.
A Associação Católica Patriótica Chinesa, versão da Igreja que segue os preceitos do Partido Comunista, sempre viveu em conflito com o Vaticano, que não reconhece os padres e bispos nomeados pela associação. A Constituição de 1982 permite o culto a cinco religiões, mas proíbe qualquer influência estrangeira.
No caso das recentes ações em Zhejiang, o professor Fenggang Yang aponta uma motivação política para as medidas extremas destinadas a controlar o crescimento do cristianismo: a ânsia dos líderes provinciais em impressionar o presidente Xi Jinping e, desta forma, subir na hierarquia comunista.
O governo chinês tenta justificar a recente onda de demolições – que já deixou ao menos seis locais de culto completa ou parcialmente demolidos, segundo o jornal britânico Daily Telegraph– dizendo que os prédios vieram abaixo porque havia irregularidades nas construções. O especialista de Purdue rejeita o argumento: “O fato é que muitos prédios governamentais, comerciais e outras construções religiosas também violaram regras, mas até aqui a maior parte dos grandes prédios demolidos eram igrejas cristãs. Mais do que isso, não há nenhuma justificativa legal para tirar cruzes de igrejas ou cortar a luz de igrejas à noite. Que tipo de regra as cruzes ou as luzes violaram? O alvo claramente são as igrejas cristãs”.
(Com reportagem de Ana Clara Costa)

‘Mudança de regime por decreto’, editorial do Estadão

A presidente Dilma Rousseff quer modificar o sistema brasileiro de governo. Desistiu da Assembleia Constituinte para a reforma política - ideia nascida de supetão ante as manifestações de junho passado e que felizmente nem chegou a sair do casulo - e agora tenta por decreto mudar a ordem constitucional. O Decreto 8.243, de 23 de maio de 2014, que cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS), é um conjunto de barbaridades jurídicas, ainda que possa soar, numa leitura desatenta, como uma resposta aos difusos anseios das ruas. Na realidade é o mais puro oportunismo, aproveitando os ventos do momento para impor velhas pretensões do PT, sempre rejeitadas pela Nação, a respeito do que membros desse partido entendem que deva ser uma democracia.
A fórmula não é muito original. O decreto cria um sistema para que a "sociedade civil" participe diretamente em "todos os órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta", e também nas agências reguladoras, através de conselhos, comissões, conferências, ouvidorias, mesas de diálogo, etc. Tudo isso tem, segundo o decreto, o objetivo de "consolidar a participação social como método de governo". Ora, a participação social numa democracia representativa se dá através dos seus representantes no Congresso, legitimamente eleitos. O que se vê é que a companheira Dilma não concorda com o sistema representativo brasileiro, definido pela Assembleia Constituinte de 1988, e quer, por decreto, instituir outra fonte de poder: a "participação direta".
Não se trata de um ato ingênuo, como se a Presidência da República tivesse descoberto uma nova forma de fazer democracia, mais aberta e menos "burocrática". O Decreto 8.243, apesar das suas palavras de efeito, tem - isso sim - um efeito profundamente antidemocrático. Ele fere o princípio básico da igualdade democrática ("uma pessoa, um voto") ao propiciar que alguns determinados cidadãos, aqueles que são politicamente alinhados a uma ideia, sejam mais ouvidos.
A participação em movimentos sociais, em si legítima, não pode significar um aumento do poder político institucional, que é o que em outras palavras estabelece o tal decreto. Institucionaliza-se assim a desigualdade, especialmente quando o Partido (leia-se, o Governo) subvenciona e controla esses "movimentos sociais".
O grande desafio da democracia - e, ao mesmo tempo, o grande mérito da democracia representativa - é dar voz a todos os cidadãos, com independência da sua atuação e do seu grau de conscientização. Não há cidadãos de primeira e de segunda categoria, discriminação que por decreto a presidente Dilma Rousseff pretende instituir, ao criar canais específicos para que uns sejam mais ouvidos do que outros. Ou ela acha que a maioria dos brasileiros, que trabalha a semana inteira, terá tempo para participar de todas essas audiências, comissões, conselhos e mesas de diálogo?
Ao longo do decreto fica explícito o sofisma que o sustenta: a ideia de que os "movimentos sociais" são a mais pura manifestação da democracia. A História mostra o contrário. Onde não há a institucionalização do poder, há a institucionalização da lei do mais forte. Por isso, o Estado Democrático de Direito significou um enorme passo civilizatório, ao institucionalizar no voto individual e secreto a origem do poder estatal. Quando se criam canais paralelos de poder, não legitimados pelas urnas, inverte-se a lógica do sistema. No mínimo, a companheira Dilma e os seus amigos precisariam para esse novo arranjo de uma nova Constituição, que já não seria democrática. No entanto, tiveram o descaramento de fazê-lo por decreto.
Querem reprisar o engodo totalitário, vendendo um mundo romântico, mas entregando o mais frio e cinzento dos mundos, onde uns poucos pretendem dominar muitos. Em resumo: é mais um ato inconstitucional da presidente Dilma. Que o Congresso esteja atento - não apenas o STF, para declarar a inconstitucionalidade do decreto -, já que a mensagem subliminar em toda essa história é a de que o Poder Legislativo é dispensável.

DESALENTADOR

Celso Ming
TAMANHO DE TEXTO:A A A A

Desalentador

30 de maio de 2014 | 21h00
Celso Ming
Nada muito diferente do que já se esperava. A presidente Dilma obteve mais uma pérola medíocre de crescimento do PIB. Não consegue entregar o prometido, nem em avanço da atividade econômica nem em investimento.
Mesmo levando em conta a revisão positiva do avanço do PIB de 2013 (de 2,3% para 2,5%) e da indústria, que cresceu no último trimestre do ano passado mais do que havia sido anunciado (1,7%, em vez de 1,3%), o desempenho fortemente insatisfatório deste início do ano, de um crescimento de apenas 0,2% sobre o último trimestre, é frustrante, especialmente quando se levam em conta outros parâmetros fracos, como a queda do consumo das famílias sobre o trimestre anterior, de 0,1%, e a queda do investimento (Formação Bruta do Capital Fixo), de 2,1%.
O governo desfila as desculpas esfarrapadas de sempre: o mau desempenho da economia brasileira é, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, consequência da estagnação da economia internacional e do repique inflacionário que corroeu o poder aquisitivo. Mas, ministro, a crise externa começou em 2007 e não é fato novo que explique mais este fiasco. E a inflação em 12 meses está praticamente no mesmo nível desde o início do governo Dilma.
Chegamos ao ponto em que causa e consequência se compõem para produzir resultados medíocres. O desempenho sufocante da economia derruba a confiança tanto do empresário como do consumidor; e o baixo nível de confiança, por sua vez, também derruba o investimento, a produção e a disposição de mudar. É um quadro básico que reforça o repeteco fraco para os três trimestres seguintes de 2014, ao contrário do que também disse Mantega.
A aposta do governo é de que a Copa acabará por reativar o consumo e de que a inflação recuará, fatores que acabarão por reativar o consumo e o PIB. São hipóteses frágeis de que nem o ministro parece convencido.
A Copa vai reduzir a atividade com mais feriados. As instituições ligadas ao comércio já avisaram que, em frente da TV, o consumidor não se sente estimulado a puxar pelo cartão de crédito. De mais a mais, a inflação mensal pode recuar em alguma coisa, mas, medida em 12 meses, deverá estourar o teto da meta, possivelmente já em junho e por lá ficar nos meses seguintes.
O momento é de economia tão devagar como antes, quase parando. O gráfico que mostra o mergulho acentuado da poupança e do investimento ao longo do governo Dilma explica muita coisa (veja o Confira): se a semeadura é cada vez menor, a produção também será. São fatores que solapam capacidade de crescimento econômico.
Não há nenhum elemento novo nas telas de radar que pareça capaz de virar o jogo ainda este ano e de resgatar a confiança perdida com esse mau desempenho. É uma situação ruim que tende a se acentuar com a falta de resposta do governo e com as incertezas trazidas pela própria campanha eleitoral.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Carlos Alberto Sardenberg -Público e privado

Não há como não se lembrar de Ronald Reagan: o governo não é a solução, é o problema

Não existe produção de prótese ortopédica no Brasil. Pode-se importar, mas é caro. Uma prótese de membro inferior, por exemplo, sai por uns R$ 4 mil, boa parte disso em impostos. Uma enorme dificuldade, cuja solução já existe. Dois jovens brasileiros, Lucas Strasburg e Eduardo Trierweileir, de Novo Hamburgo (RS), inventaram o Revo Foot, prótese de perna e pé, feita de plástico reciclado, invento premiado em feira mundial, e que deve custar em torno de R$ 200, antes dos impostos, claro. Mas não conseguiram ir além do protótipo: não há no Brasil um sistema de certificação para permitir a produção comercial.
Voemos do Sul para o município de Ibimirim (PE), mais exatamente para o Sítio Frutuoso, onde o agricultor José Gabriel Bezerra tem uma próspera lavoura de milho, melancia e feijão, num ambiente de seca e perdas. A propriedade é irrigada. Sabem como? Um poço que ele construiu com seu próprio dinheiro, cansado de esperar pelas prometidas obras públicas.
A primeira história apareceu no programa do “Jornal da CBN” “Young Professional”, em entrevista a Milton Jung. A segunda veio numa extraordinária reportagem de Letícia Lins e Cleide Carvalho, no GLOBO do último dia 18.
Os jovens gaúchos desenvolvem sua ideia há mais de seis anos, com objetivos claramente sociais: produzir algo nacional, bom e barato Era inicialmente um trabalho de fim de curso, da Escola Técnica Liberato, pública. E uma ousadia: trocar fibra de carbono por plástico reciclado? Parecia piada. Pois chegaram a uma prótese testada e retestada em diversos laboratórios universitários e privados. Experimentaram em um parente — prótese do pé esquerdo — que está muito satisfeito. Batizaram de Revo Foot e tiraram o segundo lugar num concurso do Massachussets Institute Of Technology para inovadores globais com menos de 35 anos.
Toca produzir a coisa no Brasil, claro. Não pode. Precisa certificar. OK, como faz? Não faz. Os órgãos públicos não têm normas, muito menos máquinas para testar essas próteses. Sabem o que Lucas e Eduardo resolveram fazer? Estão tentando produzir a primeira máquina brasileira de certificação de próteses, junto com normas e demais mecanismos.
É louvável a garra dos rapazes, mas está na cara que essa não é mais função deles. É do governo, do setor publico. Devia ser…
A história do agricultor de Ibimirim tem o mesmo conteúdo. Ele tocava lá seu sítio, sempre batalhando com a falta de água. Ouviu muitas promessas e anúncios de instalação de poços e cisternas. Como mostra a reportagem do GLOBO, até que muitos poços foram perfurados. Mas falta a energia elétrica para bombear a água. No outro, falta a canalização para distribuir. Mais adiante, a população local não pode utilizar a água, pois é levada para áreas mais populosas.
Sabe de uma coisa? — pensou José Gabriel Bezerra. “A gente tem de resolver.” Mudou-se para São Paulo, arrumou emprego na construção civil, juntou R$ 30 mil, voltou para Ibimirim e aplicou tudo num poço de 150 metros. Resolvido.
Mas, cuidado. O governo finalmente construiu ali na região cinco adutoras profundas. O agricultor tem medo que essas puxem a água do seu poço. Era só o que faltava. Frase exemplar de Bezerra: “Gastei tudo o que tinha para não depender do governo. Mas tenho medo que, com as adutoras, a água da gente acabe.”
Não há como não se lembrar de Ronald Reagan: o governo não é a solução, é o problema.
E o problema maior é que não dá para se livrar do governo. A esquerda costuma acusar os liberais de querer destruir o Estado. Mesmo, porém, que sonhem com isso, os liberais sabem que o Estado e seus impostos são inevitáveis.
Vai daí, eis uma agenda bem brasileira, adequada para um ano de eleições presidenciais. O Brasil só vai voltar a crescer com mais investimentos privados e públicos.
Para que floresçam os privados, é preciso que o governo, primeiro, não atrapalhe as iniciativas de gente como os jovens de Novo Hamburgo. E, segundo, dar o necessário suporte a negócios como o do agricultor do sertão.
Primeiro ponto, portanto, é abrir espaço e criar boas condições para o investimento privado. Isso requer ação política, mudança de legislação, incluindo privatizações.
O segundo ponto é dar eficiência e produtividade às ações do Estado. E foco em educação, saúde e segurança.
Para o resto, é melhor fazer a concessão de obras e serviços para o investidor privado. Quando isso não for possível, o governo deve trabalhar com os parâmetros de produtividade do setor privado.
Tem muito lugar em que é assim, inclusive no Brasil, como a boa escola técnica Liberato.

Carlos Alberto Sardenberg é jornalista

Do blog do Paulinho- “Legado” de Ronaldo Fenômeno: Valcke aluga jatinho para a Copa de sócio de bicheiro por R$ 2 milhões. Governo vai bancar



ronaldo valcke
O Secretário Geral da FIFA, Jerome Valcke, se utilizará de um jatinho “Legacy”, de propriedade do empresário Marcelo Limírio Gonçalves Filho, para percorrer os milhares de quilômetros do território brasileiro durante a Copa do Mundo.
Legacy significa “legado”, em português.
O custo do aluguel, para o mês inteiro, é de R$ 2 milhões, e será bancado pelo Governo.
“Marcelinho”, como é vulgarmente tradado, foi apontado pela Polícia Federal, recentemente, como um dos sócios do bicheiro Carlinhos Cachoeira, e, oficialmente, é o nome forte por trás de empresas como Néo-Química e Hypermarcas.
A intermediação do negócio foi feita pelo agora “indignado” Ronaldo “Fenômeno”, que, não por coincidência, levou as empresas de “Marcelinho” a patrocinar o Corinthians, quando de sua passagem no Parque São Jorge.
Levou comissão em todos os casos.
Ou seja, se Ronaldo tem motivos para estar insatisfeito com o “Legado” da Copa do Mundo, mesmo que seja uma insatisfação tanto quanto “Mandrake”, não está nem um pouco chateado com o “Legacy” que Jerome Valcke, confortavelmente, às nossas custas, exporá durante todo o mês do Mundial.
legacy

Artigo, Jorge Santini - Quem é vira-lata de verdade ?

Do blog do Políbio Braga


Mais uma vez o governo brasileiro mostra o quanto de baixa autoestima possui. É o famoso complexo de vira-lata, abaixando a cabeça, sentindo-se inferior. Não que não o sejamos em termos de inovação e tecnologia, visto que a participação do agronegócio no PIB está cada vez maior podemos observar em que classe do mundo dos negócios estamos. Mas, a última cartada para mostrar o quanto o governo é incompetente foi o registro de 180 marcas da FIFA feito em tempo recorde.

Enquanto isto, os empresários amargam em média 5 anos para terem seus registros.

Até a marca “pagode” a FIFA conseguiu registrar.

Como disse a dona do Magazine Luiza quem não estiver satisfeito que venda seu negócio e vá embora do país. Muito fácil para quem adquiriu uma cadeia de lojas e aproveitou a amortização do ágio, além de receber dinheiro a custo baixo, o qual estamos pagando via Tesouro Nacional (o Tesouro empresta ao BNDES a taxas subsidiadas). Dá-lhe Gerdaus, Marcopolos, CSNs, Delfins Netos, Lulas, Malufs, Josés Dirceus, Collors e toda a escumalha.

Ano que vem, quem estiver vivo verá a classe média esborrachada. Os empresários, por outro lado, com a famosa bolsa-empresário (BNDES) venderão seus caminhões, ônibus, aço. (afinal, como disse ano passado em palestra na CIC/Caxias um representante do City Bank, estamos num país em que o dr. Gerdau liga para a presidente solicitando aumento dos impostos dos carros importados para que sua empresa possa vender mais aço para as montadoras brasileiras( para o próprio governo).


Reynaldo-BH: Num Brasil cada vez mais surreal, o que nos resta é o voto

REYNALDO ROCHA
O Brasil é surreal. Cada vez mais uma caricatura de quem, como o desenhista oficial do Planalto, ainda não sabe sequer sabe colorir álbuns infantis.
Um índio flechando um policial. Como um Touro Sentado num duelo com o general Custer, sob o olhar complacente do especialista em “movimento sociais” – o que e me leva a incluir os índios nessa categoria. Seria emocionante como um faroeste se não fosse real.
Um bandido (ladrão que havia sido condenado a 12 anos de pena por assalto a mão armada), agora deputado estadual pelo PT, participando de reuniões com o PCC. A mesma organização que, segundo o partido do mensalão, só existe porque existe o governo do PSDB.
Agora temos Lula Cabral do Restelo. O que não descobriu o Brasil porque a história o traiu e colocou Pedro Álvares Cabral na caravela mais veloz. Perdeu a primazia.
E por fim há um presidente do Supremo Tribunal Federal que decidiu antecipar em 11 anos a aposentadoria por não suportar o convívio no mesmo plenário com o seu sucessor no comando da Corte.
É normal?
Tudo no Brasil é normal e aceitável?
Quem dirá que Joaquim Barbosa não tem razão? Quem dirá que sim?
O PT está em festa. É possível que no sábado haja mais uma feijoada na Papuda.
Miopia. Perderam a noção da cidadania e da garantia legal que o Poder Judiciário nos dá. Festejam o próprio enterro. Exaltam o desastre sem entender que também estão sob os escombros.
Neste país de poderes podres, ministros que devem favores (ou dinheiro a réus que irão julgar), ministros risíveis, presidente que supera Maria, a Louca, deputados ladrões. O que nos resta?
Resta o voto. Ou não?

Na hora certa

Dora Kramer - O Estado de S.Paulo
O ministro Joaquim Barbosa é impetuoso, não mede as palavras, bate de frente quando acha que deve bater e não foram poucas as ocasiões em que perdeu as estribeiras no Supremo Tribunal Federal.
Características mercuriais que aparentemente contrastam com a absoluta serenidade com que ele se manteve senhor da razão diante da popularidade jamais alcançada por um magistrado e dono do próprio tempo de sair de cena; soube ver a hora de fazê-lo antes do declínio que não raro se segue ao auge.
Deixar o Supremo antes da aposentadoria compulsória não é prática incomum. O decano da Corte, Celso de Mello, já anunciou que pretende antecipar a saída prevista para 2015. Nos últimos anos, por motivos diferentes, Nelson Jobim, Ellen Gracie e Eros Grau se aposentaram quando ainda tinham tempo pela frente. Mas não houve comoção nem maiores especulações. Joaquim Barbosa é um caso peculiar.
Depois da atuação como relator no processo do mensalão e da passagem pela presidência do STF, que lhe conferiram notoriedade (nos melhores e nos piores dos sentidos, dependendo do ponto de vista), a volta dele como apenas mais um integrante do colegiado ficaria muito difícil. Nada poderia ser como antes. Pasta de dentes que não volta ao tubo.
De imediato, por dois anos estaria sob a presidência de Ricardo Lewandowski, seu mais ferrenho oponente durante o julgamento em que atuou como ministro revisor e cujos embates com Barbosa chegaram a ultrapassar limites de civilidade. De parte a parte, diga-se. Apenas um estava sempre no papel de algoz e outro ficava na posição de vítima.
Sem a presidência ou a autoridade da relatoria de um processo em que foi na maior parte dele irretorquível - basta ver que foi acompanhado pela maioria em quase todas as suas posições -, Barbosa ficaria bastante vulnerável. Os atritos que criou deixaram sequelas que não podiam ser resolvidas ali, enquanto ele estivesse no comando. Mas, depois, talvez o pusessem no rumo do isolamento, do desprestígio.
Diferentemente do ministro Marco Aurélio Mello, com vocação para a polêmica e prazer acadêmico de divergir, Joaquim Barbosa não é homem de aceitar com facilidade o contraditório. Não perde com o mesmo conforto daquele que, ao contrário, não abre mão do direito de ser voto vencido há mais de 20 anos.
Mais que questões de saúde - existentes nos 11 anos em que o ministro passou na Corte - a decisão, de resto anteriormente já anunciada embora sem data, parece ter sido pautada por um sexto sentido que lhe avisou: a missão está cumprida, chega.
O mesmo que o aconselhou a não cair na tentação de atender ao canto da sereia deste ou daquele partido interessado na sua popularidade para fazer do ministro um "puxador" de votos. Tivesse feito isso, teria passado recibo aos que o acusavam de ter dado condução política ao processo do mensalão.
Ademais, para entrar na política teria antes de abrir mão de boa parte de suas convicções. E, com elas, de sua reputação. Por essas e outras citadas acima, saiu na hora certa.
Mal-entendido. Acho que não me fiz entender, quando fiz reparos no artigo "Origem da espécie" à prática do ex-governador Eduardo Campos de atribuir todos os erros que vê no governo exclusivamente à presidente Dilma Rousseff, salvaguardando as duas gestões de Luiz Inácio da Silva.
Não quis dizer, aliás não disse, conforme interpretaram vários leitores, que o candidato do PSB atua como linha auxiliar do PT, muito menos insinuar que Campos poderia abrir mão da candidatura na hipótese de Lula substituir Dilma.
Para ficar bem entendido: a crítica referia-se ao fato de, por uma questão estratégica, o candidato ignorar o fato de que muitos dos defeitos apontados por ele tiveram origem nos governos de Lula.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

QUEM MANDA?

PGR em pauta
Não gostou…
O general Marco Antônio Amaro, homem forte do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e que atua junto à Presidência da República, passou por cima de Michel Temer.
Desde que assumiu a vice-presidência, Temer tenta reduzir o enorme aparato de proteção que o envolve: costuma dispensar detector de metais, não gosta de esquema ostensivo de segurança e pede que seja evitado ao máximo o processo de identificação de pessoas presentes em cada ambiente.
Hoje, em viagem a Curitiba, Temer encontrou tudo o que não queria e soube que seus pedidos não tinham sido atendidos por ordem do general Amaro. Resultado: Temer não engoliu a atitude.
Por Lauro Jardim

DECEPÇÃO


Às vezes você não se sente um estranho no seu próprio país?
Será que eu penso tão diferente dos demais, será que sou parte de uma minoria tão minoria assim?
Cada vez mais me convenço que os oportunistas e safados estão vencendo o jogo. Os que gostam de levar vantagem em tudo estão por cima, certo?
A sociedade como um todo não me dá respostas, ou me dá respostas podres. Mas será que o errado nessa história não sou eu?  
Não estarei esperando demais de um povo que consegue dar mandato para tanta coisinha ruim?
Não serão essas coisinhas reflexos da imundície da sociedade em que vivemos?
Eu tenho, tu tens, não importa como. Até quando será assim?
Pensemos.

Não sou infantil, mas preciso saber quem escondeu a minha mamadeira.

“Filme na locadora? O último foi no lançamento do Naufrago. Era um presságio, quem naufragou fui eu.” (Climério)

Patrão estatal: governo paga quase 30% dos salários no país

Deu no Estadão: Governo paga quase 30% dos salários do pessoal ocupado no Brasil, diz IBGE
O governo é responsável por pagar quase 30% dos salários do País, segundo o Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Embora represente apenas 0,4% das organizações do cadastro, a administração pública, incluindo as três esferas do governo (Federal, Municipal e Estadual), absorveu 19,9% do pessoal ocupado assalariado e pagou 29,8% dos salários e outras remunerações em 2012.
O governo também pagou os salários médios mensais mais elevados, R$ 2.723,29, contra uma média de R$ 1.842,09 das entidades sem fins lucrativos e R$ 1.722,71 das entidades empresariais.
No ano, as empresas representavam 89,9% das organizações do País, com 76,3% do pessoal ocupado total (que inclui sócios e proprietários), 73,4% dos empregados assalariados e 63,9% dos salários e outras remunerações pagos em 2012.
Depois querem saber por que o Brasil é um país com tantos defensores do aumento do estado… eis a resposta mais prosaica: interesses! Claro, a ideologia é que permite esse tipo de coisa. Trata-se, na verdade, de uma simbiose entre crenças ideológicas e interesses comezinhos, e eis o resultado: um monstrengo que banca quase 30% dos brasileiros.
O fardo fica cada vez mais pesado para quem cria riqueza, para quem produz a renda que paga os funcionários ligados direta ou indiretamente ao estado. É muito parasita para pouco hospedeiro. Claro que não são parasitas todos esses dependentes do salário pago pelo estado. Muitos de fato trabalham duro e em funções necessárias.
Mas há muito acomodado, encostado em tetas sem a devida cobrança e distante da meritocracia do mercado. E com salários acima da média do mercado! A conta não fecha. É muito dependente para pouca fonte de recursos. Como fica a isenção na hora do voto? Quem vai contra um modelo que defenda mais recursos para o Leviatã estatal, esse pesado paquiderme?
Como dizia Stanislaw Ponte Preta, personagem humorístico de Sérgio Porto: “Ou restaura-se a moralidade, ou nos locupletemos todos”. O Brasil, com esse modelo tão focado no patrão estatal, acaba criando um mecanismo perverso de incentivos, que pune aqueles de quem mais precisamos para o progresso: os empreendedores.
Rodrigo Constantino

Estou guardando uma grana.. Se o PT ganhar de novo pretendo largar emprego, família, amigos e ser monge no Tibete.

Sequelas no sistema

xxx
Telefones inoperantes
A invasão de hackers ao site do Itamaraty, ocorrida anteontem de manhã, deixou sequelas (Leia mais aqui). Até agora, parte das embaixadas continua com o sistema de comunicação combalido.
Vários servidores ainda estão sem acesso ao e-mail e à rede privada do ministério, a chamada intranet. Há quem ainda não tenha recebido sequer uma nova senha. Até a situação ser completamente normalizada, fica prejudicada a consulta a documentos e boletins internos.
Nas exterior, sobram queixas à dificuldade de contato com a central de atendimento do Itamaraty, que normalmente funciona 24 horas, para atender aos variados fusos horários.
embaixada de Roma vive situação caótica: grande parte dos telefones também está fora do ar.
Por Lauro Jardim

Dilma decidiu extinguir a democracia por decreto. É golpe!

Atenção, leitores!
Seus direitos, neste exato momento, estão sendo roubados, solapados, diminuídos. A menos que você seja um membro do MTST, do MST, de uma dessas siglas que optaram pela truculência como forma de expressão política.
De mansinho, o PT e a presidente Dilma Rousseff resolveram instalar no país a ditadura petista por decreto. Leiam o conteúdo do decreto 8.243, de 23 de maio deste ano, que cria uma tal “Política Nacional de Participação Social” e um certo “Sistema Nacional de Participação Social”. O Estadão escreve nesta quinta um excelente editorial a respeito. Trata-se de um texto escandalosamente inconstitucional, que afronta o fundamento da igualdade perante a lei, que fere o princípio da representação democrática e cria uma categoria de aristocratas com poderes acima dos outros cidadãos: a dos membros de “movimentos sociais”.
O que faz o decreto da digníssima presidente? Em primeiro lugar, define o que é “sociedade civil” em vários incisos do Artigo 2º. Logo o inciso I é uma graça, a saber: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”.
Pronto! Cabe qualquer coisa aí. Afinal, convenham: tudo aquilo que não é institucional é, por natureza, não institucional. Em seguida, o texto da Soberana estabelece que “todos os órgãos da administração pública direta ou indireta” contarão, em seus conselhos, com representantes dessa tal sociedade civil — que, como já vimos, será tudo aquilo que o governo de turno decidir que é… sociedade civil
Todos os órgãos da gestão pública, incluindo agências reguladoras, por exemplo, estariam submetidos aos tais movimentos sociais — que, de resto, sabemos, são controlados pelo PT. Ao estabelecer em lei a sua participação na administração pública, os petistas querem se eternizar no poder, ganhem ou percam as eleições.
Isso que a presidente está chamando de “sistema de participação” é, na verdade, um sistema de tutela. Parte do princípio antidemocrático de que aqueles que participam dos ditos movimentos sociais são mais cidadãos do que os que não participam. Criam-se, com esse texto, duas categorias de brasileiros: os que têm direito de participar da vida púbica e os que não têm. Alguém dirá: “Ora, basta integrar um movimento social”. Mas isso implicará, necessariamente, ter de se vincular a um partido político.
A Constituição brasileira assegura o direito à livre manifestação e consagra a forma da democracia representativa: por meio de eleições livres, que escolhem o Parlamento. O que Dilma está fazendo, por decreto, é criar uma outra categoria de representação, que não passa pelo processo eletivo. Trata-se de uma iniciativa que busca corroer por dentro o regime democrático.
O PT está tentando consolidar um comissariado à moda soviética. Trata-se de um golpe institucional. Será um escândalo se a Ordem dos Advogados do Brasil não recorrer ao Supremo contra essa excrescência. Com esse decreto, os petistas querem, finalmente, tornar obsoletas as eleições. O texto segue o melhor padrão da ditadura venezuelana e das protoditaduras de Bolívia, Equador e Nicarágua. Afinal, na América Latina, hoje em dia, os golpes são dados pelas esquerdas, pela via aparentemente legal.
Inconformado com a democracia, o PT quer agora extingui-la por decreto.

Por Reinaldo Azevedo

Alexandre Garcia- Cidadãos indefesos

O governador de Mato Grosso foi preso por posse ilegal de arma. A pistola, na casa dele, estava com o registro vencido, enquanto ele tentava renovar o cadastro. Mas a burocracia é tanta, as exigências são muitas e complicadas, e a arma - na verdade constante do registro de armas - foi considerada ilegal, embora estivesse no endereço conhecido pelo Sistema Nacional de Armas. Nenhum bandido precisa de tudo isso para portar armas, atirar contra a polícia, assaltar bancos e sequestrar cidadãos.  


No referendo de 2005, dois em cada três eleitores responderam contra a proibição do comércio de armas de fogo. Na cabeça da população, o argumento básico é de que precisa ter o direito de se defender, já que o estado, que recebe impostos para prestar segurança, não assegura esse direito. Mesmo com o resultado acachapante de 64% sobre 36%, o governo fingiu que não entendeu, e faz de tudo para impedir que o cidadão exerça o direito natural de defesa, criando dificuldades para as famílias terem arma em casa ou, para aqueles que estão sob risco, andarem armados. A arma foi o que igualou a velhinha de Caxias do Sul ao bandido que a ameaçava dentro da própria casa.


 Defender sua própria casa e família é o mínimo que se pode esperar como direito numa nação civilizada e organizada. A arma não é por medo, mas para não precisar ter medo; não para buscar encrenca, mas para mostrar que não quer ser atacado. O que o governo faz é deixar o bandido tranquilo, sabendo que vai assaltar sem ter resistência. Nos Estados Unidos, onde há arma em toda casa, ninguém se atreve a invadir território alheio, pois sabe que a velhinha ou o menino manejam bem uma boa espingarda. Há 60 milhões de caçadores registrados por lá. Quem ousaria invadir um país assim? Com tanta dificuldade para renovar registro de arma, calcula-se que há, no Brasil, mais de oito milhões de armas tão ilegais quanto a do governador Silval Barbosa: em 2010, havia 8.974.456 armas de fogo com registro; neste ano, o registro ativo despencou para cerca de 600 mil armas. Será que vão prender, como fizeram com o governador, mais de 8 milhões de brasileiros? 

Além dessa pergunta, há outra: que interesse existe por trás da intenção de ter a cidadania desarmada, inerme, indefesa? 

Depois daquela nota

Dora Kramer
E a nota redigida pela presidente da Petrobrás, Graça Foster, rasgada pela presidente Dilma Rousseff e substituída por uma resposta escrita de próprio punho ao Estado sobre a compra da refinaria de Pasadena, no Texas? Nunca mais se falou nela. Ficou esquecida na lata de lixo em que foi jogada num rompante, cujo custo revelou-se altíssimo.
Na perspectiva das consequências geradas pelo gesto nesses últimos mais de dois meses, seria interessante revisitar o texto original. Segundo consta, dizia que o assunto estava sendo examinado pelas instâncias competentes (Tribunal de Contas da União, Polícia Federal e Ministério Público, além da própria Petrobrás) e que a posição do governo já havia sido explicitada por ela e pelo antecessor, Sergio Gabrielli, em audiências no Congresso.
De fato, ambos haviam ido ao Parlamento para tratar do tema e dito, em suma, que à época a compra tinha sido considerada um bom negócio. Nenhum dos dois fez qualquer referência a decisões tomadas com base de informações incompletas e era nessa moldura que se enquadrava o texto sugerido por Graça Foster e rejeitado por Dilma. Se aceito, a coisa provavelmente teria ficado por aí.
Agora, todo o esforço do governo na CPI de faz de conta montada no Senado tem sido para reparar o dano político causado pela equivocada avaliação da presidente de que, transferindo a responsabilidade para um "parecer técnica e juridicamente falho", estaria matando o mal pela raiz e se precavendo de prejuízo maior durante a campanha eleitoral.
Com aquela atitude a presidente não pretendia - como sugeriram alguns aliados para tentar salvar a situação - enfrentar a questão na base da firmeza e da transparência. Essa foi a versão escolhida para tentar reduzir o tamanho da ferida produzida pelo tiro no pé.
E como é possível afirmar que a intenção da presidente não era a melhor? Pela reação da própria presidente. Se o motor do impulso fosse o desvendar da verdade, Dilma não estaria hoje dedicando-se à tarefa de fazer o diabo para impedir o Congresso de mostrar à nação o que vai pela Petrobrás.
De maduro. Não procedem as recentes especulações sobre a possibilidade de a escolha do vice na chapa de Aécio Neves ficar para depois da convenção do PSDB marcada para o próximo dia 14. O senador por enquanto ainda faz mistério, mas pretende antes disso anunciar a decisão.
Inclusive porque, se não o fizer, entrará no chamado processo "indecisório", cuja marca reforça a imagem do tucano eternamente refugiado no muro.
Agora foi. Há no PMDB o sentimento de que foi um equívoco marcar a convenção para o dia 10 de junho. Será a primeira e, no entanto, a mais polêmica. Entre os convencionais contrários à renovação da aliança com o PT viceja o arrependimento.
A avaliação é a de que houve precipitação, pois até o fim do mês, quando termina o prazo para as definições partidárias, muita coisa poderia acontecer. E, no momento, o clima que já esteve pior para o lado do governo melhorou depois que Lula entrou nas negociações de bastidor para conter insatisfações ao custo até de alguns interesses do PT.
Filhotes. Protocolar no jantar oferecido a ela pelo PMDB, a presidente Dilma Rousseff não teria como fugir de desejar "boa sorte" aos filhos de Jader Barbalho, Romero Jucá, Renan Calheiros e Edison Lobão, candidatos aos governos dos Estados onde os pais têm seus feudos.
Já os respectivos eleitorados não estão obrigados a seguir liturgias. Livres para se guiar pela sabedoria popular: quem sai aos seus não degenera. Para o bem e para o mal.

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