segunda-feira, 5 de maio de 2014

O veneno está na Fiocruz


A Fiocruz continua com sua doutrinação marxista em ritmo frenético. Dessa vez foi ajudando a promover um filme que condena o uso de agrotóxicos (agentes químicos seria um termo melhor), lembrando que graças a eles é possível alimentar bilhões de bocas no planeta. Eis o convite do evento que ocorreu mês passado:
Fiocruz
Claro, tinha que ser no Leblon, o metro quadrado mais caro do país e habitat natural da esquerda caviar. Para o “debate”, foram convidados o cineasta Silvio Tendler, cujo maior sucesso de bilheteria é um filme sobre Os Trapalhões, o que lhe permitiu bancar seus projetos “sociais” defendendo a esquerda radical; e João Pedro Stédile, o invasor do MST com longa ficha policial, defensor de uma luta armada para instaurar no Brasil o regime marxista.
É o casamento perfeito entre “ambientalistas” e comunistas, disseminando o ecoterrorismo que serve, no fundo, para atacar o capitalismo e o agronegócio. Como não canso de repetir, a seita verde virou o refúgio das viúvas de Stalin para atacar o sistema de propriedade privada. São os “melancias”: verdes por fora e vermelhos por dentro.
O veneno está, na verdade, na própria Fiocruz, e chama-se comunismo.
Rodrigo Constantino


  1. Ronaldo Braga
     - 
    05/05/2014 às 12:40
    Escrevi este texto justamente pra discutir a razão de uma pessoa dotada de conhecimento ser marxista.
    (Contos de Fadas Sanguinários)
    Uma coisa balança a minha cabeça, não em um vai pra lá e vem pra cá, mas povoa minha mente com perguntas que as respostas que eu tenho ainda não me agradam.
    Como pode uma pessoa com conhecimentos, estudos acadêmicos aceitar a eliminação do pensamento do outro? Como pode uma pessoa que escreve não perceber que a contradição é a base, o sustentáculo da própria vida?
    Essas perguntas me intrigam por eu não aceitar a lógica da resposta que me vem: São bandidos, eu penso exatamente isso, mas não quero aceitar essa facilidade de resposta, esse caminho menor, acredito mais em uma doença a doença da cultura envenenada, onde os indivíduos não aceitam a verdade que seus heróis são apenas senhores donos das verdades, senhores que aniquilam toda a contradição pra reinarem no bem bom gerado pelo suor alheio. Cultura essa envenenada e gerada nos primeiros momentos da infância, quando o jovem se sente orgulhoso por querer mudar o mundo e por não ter ainda a capacidade de descobrir as armadilhas que os conceitos e as palavras guardam em cada vinco, em cada dobra, em cada afirmação e aceitam como verdade as mentiras que professores de história mete goela a dentro, fazendo valer a máxima nazista que uma mentira dita mil vezes vale mais que uma verdade, frase proferida inúmeras vezes por Joseph Goebbels ministro da propaganda de Hitler que bem poderia ser de Fidel ou de Dilma, todos usam esta máxima com enfase e frieza, são os contos de fadas sanguinários que o imaginário infantil recebe com entusiamo e que o corpo aparentemente adulto rejeita a nova realidade e então infantiliza a mente e marmanjo e moçoila com mais de trinta anos sai repetindo frases prontas e palavras de ordem e acreditam que vomitam conhecimento e ciência, quando apenas se revelam igual ao cavalo Sansão que cada vez trabalha mais pra manter a revolução enquanto seus lideres e heróis desfrutam nas noites e nas camas e nas mesas o melhor que o suor do besta Sansão pode dar.
    Nos contos de fadas aprendemos que os reis são donos de tudo e os reis ou eram bonzinhos ou intratáveis, mas depois descobrimos que os heróis vermelhos são como os reis absolutistas eles se tornam os donos de tudo, inclusive das mentes e das escolhas,o que ler, o que comer, o que assistir, tudo é decidido pelo senhor herói vermelho e os homens e mulheres eternas crianças dependentes da sabedoria de um figurão comunista ou socialista: A desgraça é a mesma.
    Bom a questão que me cansa hoje é essa, pois saber que a esquerda é um vírus mortal e perigoso eu já sei e que esquerda democrática só existe quando esta tá na oposição, também já sei, uma vez no poder o papel dela ( da esquerda ) é destruir toda a democracia, todo o contraditório que exista para implantar seu discurso único e o primeiro passo é chamar toda a oposição de inimiga.
    Quem poder contribuir com este pensamento que eu trago nestas linhas que faça isso, eu por não ser de esquerda adoro o contraditório.

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