domingo, 5 de janeiro de 2014

SANGUE TIPO EXPORTAÇÃO- CUBA FATURA COM MÉDICOS E SANGUE NO BRASIL

A sangria desatada do governo federal com a importação de médicos cubanos por R$ 511 milhões recebeu injeção de US$ 16,8 milhões de sangue humano de Cuba na balança comercial dos dois países. Com uma vertente macabra: os doadores cubanos ignoram a exportação do “produto” no mercado internacional, revela a ONG Cuba Archive, integrante do Free Society Project, em Washington, no primeiro relatório de 2014. Doar sangue é mais um “ato revolucionário” na ilha.
Os números de Cuba e do Ministério do Desenvolvimento sobre o comércio de sangue humanos e produtos biológicos são de 2011.
O regime dos Castro convoca a população à “ajuda humanitária internacional” e outros pretextos, em troca de um prato mais sortido.
Diz ainda a ONG que a prática, iniciada nos primórdios sangrentos do regime, criou “doadores permanentes” e troca de favores por sangue.
O relatório pede investigação da Organização Mundial de Saúde no comércio, exportação e condições sanitárias da doação de plasma. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto

ANDREA FAGGION- Deus morreu! Mas por que não o Estado?

Calma, antes de mais nada, calma. Quando eu digo que Deus morreu, refiro-me apenas ao fato de que os filósofos profissionais, via de regra, não se ocupam mais da demonstração de sua existência. Foi-se o tempo em que os grandes nomes da filosofia se debruçavam sobre estratégias lógicas das mais diversas para provar a existência de um ser absoluto diferente do mundo e seu criador. Talvez, ainda haja quem faça isso. Todavia, por mais que a filosofia seja marcada pela ausência do consenso, a imensa maioria dos filósofos acadêmicos entende que a questão da existência de Deus deva pertencer ao domínio do insolúvel.


Eu confesso que, quando comparo essa situação atual com os debates filosóficos da Idade Média e início da Idade Moderna, fico pensando se não chegará também o dia em que o Estado morrerá, ou seja, o dia em que os filósofos profissionais entenderão que não é possível justificar racionalmente a autoridade política, entendida como um direito especial que uma pessoa ou um grupo teria para exigir a obediência de todos os demais. Inclusive, como todos bem sabemos, as duas questões - Deus e autoridade política - já apareceram conectadas na história da filosofia.


Claro que a simples existência de Deus não seria suficiente para resolver o problema desse direito especial que caracteriza a autoridade política. Explico. Ainda que Deus exista, isso não significa que ele tenha assinalado alguém para governar aos demais. Ele poderia ter criado a todos rigorosamente iguais, como queria Locke contra Filmer. Na verdade, ainda que Deus exista e que tenha assinalado alguém para nos governar, como queria Filmer, isso ainda não significa que sejamos capazes de identificar o seu escolhido. Por isso, afirmo que, mesmo que fosse possível resolvermos o problema da existência de Deus, nem por isso, já estaria resolvido o problema da autoridade política.


Porém, a existência de Deus, se pudesse ser provada, ao menos poderia doar algum sentido à ideia de um escolhido, isto é, à ideia de um portador de direitos especiais. A autoridade política seria, ao fim e ao cabo, a autoridade do representante de Deus na Terra. Por isso, uma vez que não se podia mais aceitar que o poder absoluto dos reis era diretamente derivado do poder do ser absoluto que nos criou a todos, surgiu, para a filosofia, o problema da justificativa racional do dever de obediência ao Estado. Se não se trata de uma extensão do dever de obediência a Deus, por que diabos teríamos que obedecer a um homem exatamente igual a qualquer um de nós?


Foi aqui, para não deixar o Estado morrer com Deus, que a filosofia inventou um outro ente tão metafísico quanto: o povo. Desde a morte de Deus, não se governa mais em Seu nome, mas em nome do... povo. Na verdade, a autoridade política nem sequer se apresenta mais como um direito especial que alguém teria de governar aos demais, mas sim como o povo governando a si mesmo. Eis o mito da democracia substituindo o mito de todas as religiões.


Mas qual o referente do conceito "povo"? Só poderia ser a soma completa dos indivíduos efetivamente existentes em um dado território em um dado tempo. Mas então uma decisão só seria uma decisão do "povo" se fosse uma decisão empiricamente unânime, coisa que jamais se viu em qualquer democracia. Se um único indivíduo se mostra contrário a uma decisão, já não se trata mais de uma decisão do "povo", mas sim de uma decisão da maioria. É aqui que a filosofia não pode se furtar à tarefa de justificar o direito da maioria de submeter a minoria à sua autoridade. Sem essa justificativa, a democracia é apenas o governo da força, como qualquer tirania.


Agora, por que a união de indivíduos em uma maioria conferiria a essa maioria direitos especiais, portanto, direitos que eles não possuiriam como indivíduos separados? Certamente, a união faz a força, mas por que faria o direito? Você aceitaria que um indivíduo, considerado isoladamente, não tem o direito de lhe obrigar a deixar de ingerir uma substância tóxica nociva à sua própria saúde. Agora, se todos os outros indivíduos da sua comunidade, exceto por você, concordarem que você não deve ingerir essa substância, então eles passam a ter o direito de lhe obrigar a não ingeri-lá. Por quê? Não seria mais razoável aceitar que eles passariam apenas a ter força para lhe obrigar?


Talvez, você acredite que o direito da maioria emana do fato deles terem lhe concedido o direito a também dar seu voto. Veja só, seus vizinhos se reúnem para decidir se você pode continuar ingerindo sódio e vendo pornografia no computador, mas eles são democráticos, então eles deixam você votar também. Isso significa que a autoridade política não está mais personalizada em João ou José. Ela é pura e simplesmente concentrada na maioria numérica, seja lá quem for que a componha.


Neste ponto, eu recoloco a pergunta. A menos que você tenha dado seu consentimento ao princípio da maioria, como eu fiz pontualmente, por exemplo, ao aceitar ser membro de um departamento em uma universidade, por que uma maioria teria direitos especiais sobre você? Quem escolheu o princípio da maioria como um princípio de legitimidade? Circularmente, a maioria? Você só evita o círculo se puder explicar por que o mero fato da maioria tornaria legítima a mesma imposição que seria ilegítima caso partisse de uma minoria. Dizer que eu poderia ter sido parte da maioria, se eu tivesse votado (como me foi permitido) e se um número suficiente dos outros tivesse votado comigo, não resolve o problema. Se eu não concordei em jogar o jogo, então não basta dizer que as regras, em tese, permitiriam a minha vitória, para que você tenha o direito de me forçar a aceitar a sua vitória.


Então é isso. Até que me provem a legitimidade do princípio da maioria (sem circularidade), eu seguirei acreditando que o filósofo libertário está para a filosofia política contemporânea assim como o "insensato" estava para a filosofia medieval cristã. Talvez, um dia, vocês que aceitaram que Deus é apenas uma questão de fé, ou seja, de uma decisão subjetiva de acreditar, também aceitem que o Estado é apenas uma questão de força. A filosofia não pode acabar com o fanatismo, mas pode, ao menos, parar de lhe prestar homenagens servis.

Andrea Faggion é professora do Departamento de Filosofia da Universidade Estadual de Londrina e do Mestrado em Filosofia da mesma instituição e da Universidade Estadual de Maringá.

“Para se ter uma ideia de quanto sexo tenho praticado, tenho comigo uma caixa de preservativos adquirida em 1986.” (Nono Ambrósio)

“Para 2014 os meus candidatos são o AVC e o INFARTO.” (Nono Ambrósio)

“Finalmente estou lendo ‘Como Fugi da Castração Através de Um Grande Teatro’,de Yuri Cachorrosviski. É o meu livro de cabeceira.” (Bilu Cão)

“Não respire. A imbecilidade está no ar.” (Mim, o filósofo dos quebrados)

“Só os medíocres desejam ser tutelados pelo governo.” (Mim)

RODRIGO CONSTANTINO- Comunista que faz pose para a Marie Claire: assim é nossa esquerda caviar


Comunista que faz pose para a Marie Claire: assim é nossa esquerda caviar

Fonte: Marie Claire
A deputada Manuela D’Ávila é do PCdoB, aquele com forte cheiro de naftalina, que ainda defende o comunismo em pleno século 21, que chegou a mandar até carta de apoio para o psicopata da Coreia do Norte, que agora resolveu eliminar o próprio tio usando-o como comida de cachorro. Mas Manuela é também mulher, de feições atraentes segundo os padrões nacionais, e vaidosa.
Por isso ela está fazendo poses toda maquiada na revista Marie Claire, item de consumo de muita patricinha entediada na hora de fazer as unhas e escovar o cabelo no salão chique. Há uma entrevista onde a deputada faz o que a esquerda faz melhor, ou seja, faz-se de vítima, em seu caso do machismo, em um país com uma presidente mulher, várias ministras mulheres, e mais da metade do mercado de trabalho ocupado por… mulheres!
Ela mesma é líder de seu minúsculo e jurássico partido na Câmara, mas ainda assim se faz de vítima de um machismo difuso e predominante, pois relata um caso com um deputado. Assim funciona a esquerda, hoje e sempre. O tom messiânico está presente também:
Dá vontade de ir embora. Mas estou na política porque quero mudar o mundo. Tem mulheres que apanham por causa desse tipo de pensamento. 
Sempre que escuto um esquerdista dizendo que pretende “mudar o mundo” tenho fortes calafrios. Não posso evitar. É que, ao contrário da imensa maioria da esquerda, eu li os livros de história e sei o que essa gente imbuída desse tipo de missão trouxe para o mundo. Não é algo bonito de se ver…
Manuela quer voltar para Porto Alegre e viver com seu novo marido. Diz ela:
Posso morar na minha cidade? Posso ser mais feliz com meu marido? Há 10 anos eu viajo um monte e agora não quero mais. É crime eu querer ser mais feliz e também fazer política? Acho que dá pra conciliar.
Até onde sei, ninguém lhe impede disso. Ela é livre para escolher fazer o que bem quiser com sua vida. Mas, em termos gerais, de acordo com a própria cartilha comunista e o histórico dos “partidões”, a resposta seria um sonoro não. Ser feliz individualmente, colocar os próprios anseios acima dos interesses do Partido ou da classe, isso é heresia de burguês!
Se Manuela conhecesse mais a fundo a história do comunismo, saberia disso. Essa coisa de “buscar a felicidade individual” é algo bem liberal, burguês e capitalista. Coisa de gente que até encontra prazer na “leitura” da Marie Claire. Coisa de “alienados” da pequena-burguesia, que jamais seriam engajados na causa comunista. Decida-se, Manuela! És comunista mesmo, ou apenas mais uma ilustre representante de nossa esquerda caviar hipócrita?

A tática que ajudou a garantir o superávit fiscal em 2013

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Pagamentos mais à frente
Para ajudar a conseguir o superávit fiscal de 2013, o governo empurrou com a barriga e jogou pesados pagamentos para fornecedores – notadamente empreiteiras – para o dia 2 de janeiro.
Por Lauro Jardim

A previsão bilionária dos repasses do governo ao Bolsa-Família em 2014

Erro no Bolsa-Família irritou Dilma
Só em 2014, 13% de tudo que já foi repassado em dez anos 
Desde o início do Bolsa-Família, ou seja, desde 2003, o governo repassou ao programa 157 bilhões de reais, em valores corrigidos. Para este ano, a previsão é de mais 25 bilhões de reais.

Por Lauro Jardim

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LIBERDADE COMO NOSSO DOM MAIOR

Ser livre para ir e vir!Pela liberdade de expressão.Pela humanidade contra os pregadores da escuridão que assolam nosso mundo moderno.Democracia verdadeira sempre,não aquela de fachada que persegue quem não compartilha de suas idéias.