quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Ouro de tolo

Dora Kramer - O Estado de S.Paulo
A ofensiva do PT contra o governador e provável candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, mostra que o partido não compartilha da tese de que a presidente Dilma Rousseff esteja virtualmente reeleita.
Dá sinal de que não considera de fato, como diz a todo instante, que a candidatura de Campos esteja destinada a se desmontar nas divergências com o grupo de Marina Silva, no pouco tempo de televisão e na dificuldade de montar bons palanques regionais.
Se não, por que nessa altura o PT publicaria um artigo em sua página no Facebook chamando o governador de tolo, traidor e oportunista por ter se beneficiado da aliança com o ex-presidente Lula da Silva para se projetar nacionalmente?
Um ataque aparentemente algo gratuito e evidentemente descolado da realidade. Eduardo Campos não é um tolo. Se na concepção do PT o é, fica a dúvida sobre a razão pela qual o partido insistiu tanto em que ele continuasse aliado ao governo federal com a promessa de que teria apoio dos petistas para concorrer a presidente em 2018.
Exatamente por não ser tolo é que recebeu a proposta com dois pés atrás e uma indagação: "Se ainda tem gente aguardando o cumprimento de acordos de 2002, vou confiar em acertos para 2018?".
No quesito traição não conviria o PT se estender, pois foi o partido quem rompeu o acerto feito com o PSB para a eleição para a prefeitura do Recife, lançando o nome de Humberto Costa (contrariamente ao que havia sido combinado entre Lula e Campos) e levando o governador a bancar uma candidatura própria.
Venceu, resolveu buscar caminho independente e o que isso tem de extraordinário? Foi se afastando da unidade de oposição debaixo do guarda-chuva do então MDB que o PT fez carreira e chegou à Presidência. Todas as forças políticas têm o mesmo direito, pois não?
O episódio da prefeitura do Recife remete à questão da projeção nacional e à acusação de oportunismo. O governador de Pernambuco só começou a construir um nome nacional a partir de seu distanciamento do PT. Portanto, se benefício houve, não foi devido à aliança, mas à ruptura.
Maranhão. Roseana Sarney, governadora, herdeira e figura de ponta da oligarquia maranhense que tantas fez em suas décadas de dominação em prol da deterioração do Estado de menor renda per capita e alguns dos piores indicadores sociais do País e agora ocupando as manchetes por causa da violência nos presídios, já encantou boa parte do Brasil.
Essas coisas são boas de lembrar a fim de que não se perca a memória do mau passo. No caso, não chegou a se concretizar, mas chegou a se delinear a partir de setembro de 2001, quando Roseana (à época governadora reeleita) apareceu com 12% nas pesquisas de intenção de votos para a eleição de 2002, subiu para 16% em novembro, 19% em dezembro, 21% em janeiro e em fevereiro emparelhou com Lula com 23% contra 26% do petista.
Pré-candidata do PFL, Roseana chegou a se posicionar como a possível estrela daquela eleição. Principalmente entre o eleitorado feminino, que chegou a lhe dar índice de 61%. Era vista na imprensa como "fenômeno" e apresentada na propaganda do partido como exemplo de competência e renovação dos quadros na política.
Ela foi obrigada a desistir da candidatura em abril, quando a Polícia Federal encontrou R$ 1,34 milhão na empresa Lunus Participações, na qual Roseana era sócia do marido, Jorge Murad. O dinheiro foi posteriormente devolvido, mas sua origem nunca explicada.
Casa de louça. Se uma Marina Silva como candidata a vice já incomoda muita gente, um Joaquim Barbosa incomodaria muito mais.

RODRIGO CONSTANTINO- A bolha imobiliária de Ipanema é o de menos; o problema é a bolha da esquerda caviar!

Sou adepto da tese de que ainda não há uma bolha imobiliária no Brasil, mas ela se encontra em gestação, estimulada pelo próprio governo, via Caixa principalmente. Falei sobre isso aqui.
Não obstante, sem dúvida alguns locais já vivem uma bolha. É o caso da zona sul carioca, basicamente Leblon e Ipanema. Com oferta muito limitada (ajudada pela própria prefeitura, com restrições a reformas para “combater a especulação imobiliária”) e cobiçados pelo mundo inteiro, os apartamentos nessa região são negociados a preços absurdos.
É o caso desse apartamento de 600 metros quadrados no Cap Ferrat, ícone de luxo na orla de Ipanema. O proprietário pede R$ 66 milhões! O leitor leu o valor certo: sessenta e seis milhões de reais! Soma astronômica que dá para comprar apartamentos luxuosos bem em frente ao Central Park. E olha que vem Garotinho, Lindbergh ou Crivella aí, gente!
Mas nem era disso que eu queria falar aqui. Preciso justificar o título do artigo. É que, na matéria, encontra-se essa passagem solta por lá:
A transação de valor mais alto feita recentemente na cidade envolveu a venda de um apartamento, em meados de 2013, por R$ 32 milhões, no Edifício JK, em Ipanema, comprado por um nigeriano do ramo do petróleo. Por sinal, o JK é um dos mais cobiçados do Rio. Com projeto de Oscar Niemeyer, ele já foi endereço de Caetano Veloso. Paula Lavigne, sua ex-mulher, pôs o imóvel à venda por R$ 37 milhões.
Há algo mais esquerda caviar do que um prédio milionário feito pelo comunista adorador de Stalin, Oscar Niemeyer, com apartamento de Caetano Veloso e Paula Lavigne? Creio que não. Reparem no valor que Paula Lavigne pediu pelo imóvel: a bagatela de R$ 37 milhões!
Com essa fortuna, fica mais fácil defender as bandeiras esquerdistas, os black blocs e tudo mais, não fica? Agora ficou mais fácil entender também a reação dela com relação às biografias não-autorizadas. Como ela mesma explicou, o problema era o escritor falar dos famosos e estes, tadinhos!, não ganharem nada com isso.
Onde já se viu?! Um biógrafo, normalmente podre de rico, falar da vida de Caetano ou Chico (da Paula acho que não haveria muita demanda) sem que estes recebam um tostão por isso? Absurdo! O taxímetro deve estar ligado o tempo todo. Mencionou o nome, paga! (será que devo pagar alguma coisa por falar deles aqui?).
Afinal, não é nada fácil para a esquerda caviar se manter no topo com esses preços inflados, com essa bolha imobiliária. Paula Lavigne quer vender seu apartamento por R$ 37 milhões? Mas como faz para comprar esse outro, cujo proprietário pede R$ 66 milhões? Coitada…
E lembremos: gananciosos são os outros, aqueles que defendem o lucro, o empreendedorismo, o sistema capitalista e meritocrático. A esquerda caviar, felizmente, está livre desse mal, não tem ganância alguma, não é vaidosa, e só se preocupa com os pobres e com Amarildo. #sóquenão!

O ditador caviar: Kim Jong-un curte o luxo em iate de US$ 7 milhões


Fonte: GLOBO
Comunista só muda de endereço. São todos iguais, ou muito parecidos. Falam em nome do povo, alegam defender os mais pobres, mas não passam de autoritários em busca do luxo burguês e capitalista. Quando chegam ao poder, tornam-se tiranos, sempre que possível.
O melhor ícone dessa espécie, infelizmente ainda não em extinção, é Kim Jong-un, o psicopata da Coreia do Norte. Aquele queteria soltado o próprio tio pelado em meio a 120 cães famintos. Aquele que fuzilou pessoas cujo “crime” era ter uma Bíblia. O mesmo que recebe carta de apoio da nossa esquerda jurássica. Ou que recebe os parabéns cantado pessoalmente pelo astro da NBA, Dennis Rodman, ícone da esquerda caviar.
Pois bem. Eis que o mimado comunista, quando não está executando inocentes “a torto e a direito”, gosta mesmo é de desfrutar de um luxo bem capitalista: curtir um iate de US$ 7 milhões! Assim como seu pai, que lhe passou o país como se fosse uma fazenda particular repleta de gado humano (o mesmo que Fidel Castro fez com o irmão Raúl em Cuba), Kim Jong-un aprecia o que há de mais extravagante no mundo, coisas restritas aos círculos de magnatas.
Isso é o comunismo, na prática: o povo na miséria e escravidão enquanto o líder vive como os mais abastados capitalistas, tudo isso, claro, em nome da defesa dos interesses do mesmo povo miserável e escravo. Aí eu pergunto: pode alguém com um pingo de decência defender o comunismo? Pergunta retórica cuja resposta já sabemos…

Rodrigo Constantino

‘Silêncio obsequioso’, por Carlos Brickmann

CARLOS BRICKMANN
O deputado estadual João Paulo Rillo, do PT paulista, acusa o jornalista Augusto Nunes de ser “antijornalista” e quer retirá-lo da TV Cultura, por ser “um soldado de José Serra”. Rillo é advogado de formação e sabe perfeitamente que está não apenas tentando censurar o trabalho de um jornalista como proibi-lo de trabalhar ─ aquilo que, quando a ditadura militar ousou fazer, provocou tamanha reação que foi obrigada a desistir da barbaridade.
O deputado estadual Fernando Capez, do PSDB paulista, quer proibir o jornalista Juca Kfouri de publicar textos, no futuro, que possam “ofender sua honra e imagem” ─ em outras palavras, censura prévia. E, considerando-se que Fernando Capez é profissional de Direito, proveniente do Ministério Público, deve saber perfeitamente que a Constituição da República proíbe a censura prévia.
São dois parlamentares, dois profissionais de Direito, pertencem a partidos adversários que se consideram inconciliáveis, mas têm uma coisa em comum: o ódio ao jornalismo e o apreço incontido pela censura prévia.
Cada um tem seu motivo particular para odiar o jornalismo.
Capez, que tem alguma militância na área esportiva, é criticado pelo jornalista Juca Kfouri. Tem todo o direito de não gostar das críticas; tem todo o direito de pedir direito de resposta, quando achar que é necessário; tem todo o direito de processar Kfouri, quando achar que as críticas ultrapassaram os limites do legalmente aceitável. Mas não tem o direito de querer calá-lo.
Rillo está ofendidíssimo porque Augusto Nunes, a seu ver, é tucano. E mais ofendido ainda porque, no programa Roda Viva, entrevistou o músico Lobão. “Esse sujeito (Lobão) precisa ser tratado urgentemente”, garante Rillo. E por que precisa de tratamento? Porque não é petista e se manifesta contra o PT nos meios de comunicação. Segundo Sua Excelência, advogado que se imagina com conhecimentos de psiquiatria, Lobão “sofre da Síndrome de Estocolmo, se apaixonou por quem o prendeu”.
Caso se desse ao trabalho de ler alguma coisa, o nobre parlamentar João Paulo Rillo encontraria um trecho interessante num livro autobiográfico de Ricardo Kotscho, Do golpe ao Planalto. De volta ao Brasil depois de uma temporada como correspondente, e sem emprego, Kotscho, petista até o último fio de cabelo (sim, o último ele ainda tem) foi procurar emprego na Sucursal paulista do Jornal do Brasil . A quem buscou? Augusto Nunes, que o empregou imediatamente. Augusto Nunes sabe quem é bom jornalista. Rillo não sabe ─ não apenas não sabe, como pensa que é conhecido e poderoso. Segundo disse, pretende questionar a Fundação Padre Anchieta, mantenedora da TV Cultura, até que Augusto Nunes seja removido da função. “Vou usar todas as ferramentas que meu cargo me permite utilizar para tirar esse sujeito de lá”.
Capez foi longe, também, no seu objetivo de calar o jornalista que não o elogia. Embora, vamos repetir, seja um cultor do Direito, interpôs embargos de declaração que não têm sentido no caso ─ tanto que foram todos rejeitados pelo Superior Tribunal de Justiça. “Embargos de Declaração são utilizados para tornar clara a decisão em que exista omissão relacionada a algum ponto cuja manifestação seria obrigatória”, diz a relatora do caso, ministra Nancy Andrighi. E por que falha tão flagrante? Segundo a ministra, Fernando Capez “admite expressamente que, na realidade, pretende apenas e tão somente abrir caminho para a futura interposição de recurso ao Supremo Tribunal Federal”. Lembrou também que a aceitação do pedido de censura formulado por Capez “viola o direito à liberdade de imprensa e à informação”.
Dois políticos, dois partidos inimigos, o mesmo objetivo: calar a imprensa. Jornalismo livre só é bom para eles quando o jornalista é livre para falar bem. Se não falar bem, rezam ambos, tem de ser mantido em silêncio. Esse tipo de raciocínio, aliás, é o que se vê amplamente divulgado em redes sociais: jornalista bom é o que está do nosso lado. Os demais são gente horrorosa, a ser difamada e isolada. Só que Parlamento não é rede social, deputado deveria tomar atitudes coerentes, pessoas formadas em Direito precisariam envergonhar-se de defender a censura prévia.
E não imagine o caro colega que, como jornalista, estou com a impressão de que todo mundo nos detesta. Não! Tenho alguns parentes que gostam de mim.
Mudando de táticaNos dois casos de guerra a jornalistas, os nobres parlamentares modificaram os usos e costumes de seus partidos. O PT sempre mobilizou equipes nas redes sociais para falar mal dos jornalistas de quem não gostava, mas nunca tinha feito esse tipo de pressão direta e aberta para proibir alguém de trabalhar (ao contrário: quando o presidente Lula resolveu livrar-se de Larry Rohter, correspondente americano, quem o convenceu a desistir da bobagem foram três petistas puro-sangue, Márcio Thomaz Bastos, Ricardo Kotscho e Sigmaringa Seixas).
O PSDB sempre optou por manobras subterrâneas, movendo dezenas de processos judiciais contra jornalistas que o incomodavam, tentando sufocá-los economicamente, enquanto os dirigentes do partido proclamavam sua irrestrita adesão à plena liberdade de imprensa. Certa vez, quando este colunista publicou a notícia de que pela primeira vez na História uma organização não governamental estava sendo lançada no Palácio do Governo, o tucano-mor Mário Covas fez um duro discurso de ataque, com citação de nome e tudo. Mas ameaças, não ─ isso ficou por conta de processos diversos movidos por parentes e secretários.
Abrir o jogo contra jornalistas, da maneira como abriram Capez e Rillo, é novidade. Agora, aguardemos que Juca Kfouri e Augusto Nunes vençam a guerra contra os inimigos da liberdade de imprensa, sejam do partido que forem.

“Ainda não sabemos se existe vida inteligente em outros planetas. Quem sabe até possa existir, pois para o universo a cota de burros já foi preenchida pelos terráqueos.” ( Mim)

“A mortandade nas estradas brasileiras nada mais é que o fiel retrato da nossa ignorância.” (Mim)

“A melhor coisa para abrir portas ainda é ter a chave certa.” (Filosofeno, o filósofo que dorme sobre o capim)

“Unidos pelo dinheiro, separados pelas dívidas.” (Mim)

“A corrupção é um vírus que viaja pelo Brasil.” (Mim)

LULOPETISMO: Patacoada da “auto-suficiência” em petróleo

RICARDO SETTI-VEJA

LULOPETISMO: Patacoada da “auto-suficiência” em petróleo, jurada por Lula há mais de SETE ANOS, redundou num gasto de importação de mais de 40 bi de dólares em 2013 — que afundou a balança comercial

Lula fantasiado de petroleiro, com as mãos sujas de óleo na plataforma P-50, a 21 de abril de 2006: "Brasil agora é dono de seu nariz". Ah, é? Pois leiam o texto abaixo (Foto: VEJA)
Lula fantasiado de petroleiro, com as mãos sujas de óleo na plataforma P-50, a 21 de abril de 2006: “Brasil agora é dono de seu nariz”. Ah, é? Pois leiam o texto abaixo (Foto: VEJA)
Foi um fuzuê danado.
Lula e um entourage inteiro embarcaram de helicóptero do litoral do Estado do Rio até 120 quilômetros mar adentro, descendo em uma plataforma da Petrobras, a P-50, de 77 mil toneladas, fundeada na Bacia de Campos. O presidente, fantasiado de petroleiro, com uniforme cor de laranja e capacete, apertou o botão que deu a partida nos equipamentos de perfuração, sujou suas mãos de petróleo — como Getúlio Vargas fizera, em gesto célebre, após uma das primeiras descobertas da Petrobras, nos anos 50 — e anunciou, de boca cheia, que o Brasil era auto-suficiente em petróleo.
Era o dia 21 de abril de 2006.
Dois dias depois, em seu programa de rádio, assegurou que o Brasil era a partir de então “dono de seu nariz”.
No dia da visita do presidente, o então presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, distribuiu declaração dizendo, entre outras coisas, o seguinte:
“A Petrobras e os brasileiros venceram mais um desafio. Quando a empresa foi criada, muitos não acreditavam que fosse viável. O fato é que, 53 anos depois, ela conquistou a auto-suficiência para o Brasil”.
Pois bem, o que temos, hoje, MAIS DE SETE ANOS DEPOIS, segundo DADOS OFICIAIS?
O governo anunciou dias atrás que, depois de 11 anos registrando superávit de dois dígitos, a balança comercial brasileira ficou positiva em apenas 2,5 bilhões de dólares em 2013 — exportações de 242,2 bilhões versus importações de 239,6. Foi o pior resultado em 13 anos..
Só por comparação, em 2011 o saldo da balança comercial foi mais de DEZ VEZES superior — uma diferença favorável de 29,8 bilhões de dólares entre o que o país exportou e o que importou.
E o que é que afundou os resultados da balança comercial?
As IMPORTAÇÕES de petróleo, por parte do “auso-suficiente” Brasil de Lula e Dilma.
O déficit na chamada “conta-petróleo” — a diferença entre o que o país exporta de petróleo e derivados e aquilo que compra no exterior — explodiu, indo para 20,277 bilhões de dólares.
Este é o DÉFICIT, porque o total que o país gastou, importando petróleo, gasolina e outros produtos, chegou a nada menos que 40,5 BILHÕES DE DÓLARES. Só de petróleo bruto, propriamente dito — aquele a respeito do qual nos prometeram auto-suficência –, foram 16,32 bilhões de dólares, mais 24,18 bilhões em combustíveis, lubrificantes e outros produtos da cadeia produtiva do óleo vindos do exterior.
Esses são resultados de um tipo de governo que conta vantagens, inventa lorotas, torra bilhões em publicidade e faz tudo, tudo, tudo de olho na eleição seguinte e em sua perpetuação no poder. Só não faz, como podemos ver, a lição de casa.
Ignora-se por completo a opinião de Lula, que fala por seus próprios e também por cotovelos alheios, a respeito de se o Brasil ainda é, como ele afirmou, “dono de seu nariz”.

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Ser livre para ir e vir!Pela liberdade de expressão.Pela humanidade contra os pregadores da escuridão que assolam nosso mundo moderno.Democracia verdadeira sempre,não aquela de fachada que persegue quem não compartilha de suas idéias.