sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

“Ó ignorância que assolas a minha mente. Ainda demoras em assombrar-me?” (Mim)

“A paixão por uma mulher fez coisas incríveis comigo. O exemplo mais concreto é a minha completa ruína.” (Mim)

"Vagabundos do Brasil, uni-vos! Como? Desde 2002 eles já estão unidos? Estou sempre atrasado!" (Shal Amoníaco)

Contrário senso

Dora Kramer - O Estado de S.Paulo
Seja de imediato, por ato da ministra plantonista Cármen Lúcia, ou em fevereiro, quando o titular da prerrogativa, ministro Joaquim Barbosa, voltar das férias, o deputado João Paulo Cunha terá a pena oficialmente executada, juntando-se aos 18 condenados já na prisão.
Dos 25 réus sentenciados no processo do mensalão, três tiveram direito ao cumprimento de penas alternativas, um (Roberto Jefferson) aguarda a expedição da ordem de prisão e dois ainda esperam o julgamento dos embargos infringentes, pois foram condenados por um crime só e receberam ao menos quatro votos pela absolvição.
Não foi o que aconteceu com João Paulo Cunha, ex-presidente da Câmara, cuja defesa tentou a tática do João sem braço que não passou pelo crivo do relator da ação e presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa.
Condenado por três crimes - corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro -, nas sentenças relativas aos dois primeiros Cunha obteve apenas dois votos pela absolvição. Embora a exigência legal fale em quatro votos, assim mesmo a defesa apresentou embargos infringentes, conseguindo livrar seu cliente da primeira leva de presos.
Era, porém, questão de tempo (conforme recente decisão de Barbosa considerando os recursos meramente protelatórios) para que Cunha tivesse decretado o trânsito em julgado de duas das três condenações. Por lavagem teve cinco votos a favor e tem direito ao embargo.
Tudo isso para dizer o seguinte: as condenações contrariaram as expectativas da população que, acostumada com a impunidade, respondeu assim a uma pesquisa do Datafolha publicada em agosto de 2012:73% queriam condenações e prisões, mas 43% achavam que o julgamento terminaria em absolvição geral.
Certamente não é a esse tipo de pessimismo que a presidente Dilma tem se referido com revolta.
Força do hábito. O último capítulo de 2013 estrelado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, que usou avião de FAB para ir ao Recife fazer implante de cabelo, causou espanto.
Mas não entre aqueles que o conhecem de outros carnavais, como seus colegas de Parlamento que o elegeram presidente da Casa com 70% dos votos e os que por dever de ofício acompanham sua trajetória desde a estreia no cenário nacional como sócio fundador da República das Alagoas que assolou o Brasil na virada da década dos 80 para os anos 90, sob a chefia de Fernando Collor de Mello e o gentil patrocínio das trapaças de Paulo César Farias.
É o mesmo Calheiros cuja falsa pose de bom moço a tantos incautos iludiu por alguns anos.
O senador não ignora que não poderia usar o avião da FAB para dar um jeito no visual. Mas o fez porque não vê nada demais no uso privado da máquina pública.
Caso impensado. O ataque do PT ao governador Eduardo Campos, chamado de tolo, traidor e oportunista, suscitou uma dúvida no mundo político: foi algo planejado ou fruto de impulso?
Qualquer que tenha sido a razão, a interpretação dos observadores é uma só. Com essa atitude, o PT afasta ainda mais Campos de Dilma, dificulta a possibilidade de apoio do PSB a ela no segundo turno caso seja disputado com o tucano Aécio Neves, facilita a unidade da oposição e neutraliza quaisquer resquícios de petismo restantes da alma da ex-senadora Marina Silva chamada, no mesmo artigo, de "ovo da serpente" e "pedra no sapato".
O PSDB, em particular, adorou a ofensiva. O PMDB registrou como mais uma prova de que é preciso estar sempre armado no trato com um aliado permanentemente em combate como o PT.
Nas cabeças bem pensantes do partido de Dilma, o episódio foi marcado como um erro a ser evitado.

ROSEANA SARNEY CAUSA PÂNICO NA ALEMANHA

DEPOIS DAS PALAVRAS DE ROSEANA DIZENDO QUE RIQUEZA É QUE GERA VIOLÊNCIA POVO ALEMÃO DEIXA SUAS CASAS PARA IR MORAR NA SOMÁLIA

"Não recebo dádivas, porém dívidas não me faltam." (Climério)

"Posso me tornar um santo. Basta que alguns mintam e que outros sejam iludidos." (Climério)

“Minha prima Lídia é uma ávida consumista. Durante o ato sexual ela faz lista de compras.” (Josefina Prestes)

“Pais que não dialogam com seus filhos dificilmente escaparão de falar com advogados e psicólogos justamente sobre seus filhos.” (Eriatlov)

“Salvo os pequeninos e velhos, aqui quem não trabalha não come. Ainda não temos sindicalistas.” (Leão Bob)

RODRIGO CONSTANTINO- “Maranhão está mais violento porque está mais rico”, diz Roseana Sarney. Aprendeu com a Dilma!

Para a governadora Roseana Sarney, aliada do PT, a violência no Maranhão aumentou porque o Estado ficou mais rico. Eis a justificativa que usou, sem dúvida inspirada no próprio governo federal:
O Maranhão está atraindo empresas e investimentos. Um dos problemas que está piorando a segurança é que o Estado está mais rico, o que aumenta o número de habitantes.
O “argumento” foi dado logo depois da reunião com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, representando o governo, já que a presidente Dilma optou por um afastamento estratégico do caso, para evitar ser contaminada politicamente.
É o PT fazendo escola. Quando o Brasil viu, atônito, a onda de manifestações em junho de 2013, a desculpa da presidente Dilma foi exatamente essa, endossada pelo ex-presidente Lula: o país estava vendo aquilo porque o povo estava mais rico, e por isso demandava mais.
A lógica – já um tanto absurda – não funciona para todos os casos, naturalmente. Quando a violência se dá em São Paulo, governado pelo PSDB há décadas e alvo de cobiça do PT, a história muda completamente. A violência paulista não tem mais elo algum com o sucesso do Estado, com sua riqueza, e sim com a incompetência do governo tucano. Isso sem falar de quando o PCC resolve fazer ataques perto das eleições, uma coincidência e tanto, principalmente quando sabemos que a maioria dos presidiários vota no PT.
Um peso, duas medidas. A marca registrada do PT. A violência nos estados governados por aliados se deve ao sucesso, e a violência nos estados governados pela oposição se deve à incompetência dos governantes. No mais, o Maranhão nem está em situação muito pior, segundo Roseana. O sistema de saúde é muito bom para os presos, o presídio feminino é exemplo para todo Brasil, e a intervenção federal não faria sentido. Roseana explica:
Eu não acredito que ele [Rodrigo Janot, procurador-geral da República] vá pedir a intervenção porque estou cumprindo meu dever. O Maranhão está indo muito bem. Talvez seja o único estado do Brasil que vai ter todas as suas cidades interligadas por asfalto.
Então é isso. O Maranhão vai muito bem! O Brasil vai muito bem! A onda de violência é fruto desse sucesso. E só São Paulo é que tem problemas de verdade, responsabilidade do governo tucano, incompetente. E acredito nisso, pois foi o próprio Papai Noel quem me contou, bem ao lado do Coelhinho da Páscoa e do Saci Pererê…
PS: Como me lembra um leitor, ambos, Roseana Sarney e Dilma, aprenderam com o governo bolivariano da Venezuela, onde falta papel higiênico porque o povo come mais. E assim caminha a insanidade latino-americana.

Reynaldo-BH: O deputado candidato a idiota perfeito sofre da Síndrome de Garanhuns

REYNALDO ROCHA
“Todo poder sem controle leva à loucura”. (Émile-Auguste Chartier)
O deputado que desponta para o anonimato, o tal Rillo, acha que tem poder. Acredita nisto. É o início da loucura.
Um idiota perfeito não existe. A idiotia não permite a completude. Mas muitos tentam.
Não vou perder meu tempo ─ nem de quem me leia ─ para analisar o que o jornalista Carlos Brickman já relatou de modo brilhante. Meu enfoque é outro.
Assisto ao Roda Viva. Confio no jornalista Augusto Nunes, como de resto confia a esmagadora maioria dos jornalistas no Brasil (para ficar somente nesta área). E eu vi a entrevista do Lobão.
Vamos aos fatos? Achei-a excelente!
O idiotizado Rillo ─ que não precisa ser tratado antes de ser internado, o caso é grave! ─ no delírio dos napoleões de hospício se julga dono dos meios de comunicação, sejam quais forem.
Estarei cometendo um crime ao admitir que concordo com as palavras de Lobão e endosso a entrevista em sua totalidade, com a intervenção de convidados e sob a condução de Augusto Nunes?
O que fará o imbecilizado Rillo? Processar-me? Deseja minha identificação pessoal, endereço, etc? O blog está autorizado a repassar-lhe estes dados (que enviarei de pronto) caso a anta censora acredite no que diz.
Quem é Rillo? De onde surge um censor? Resquício da ditadura? O emprego (ou EMPREGOS) do JORNALISTA depende da própria competência, de sua credibilidade, história e independência.
O emprego de um palhaço travestido de deputado depende de votos. De quem o eleja. E que pode não o eleger. Mas os que escaparam da Papuda ou do Juqueri se acreditam suficientemente poderosos para impedir a LIBERDADE e o trabalho de terceiros.
Seria o caso de solicitar que Paulo Henrique Amorim seja proibido de escrever loas ao lulopetismo? Ou exigir a demissão de Paulo Moreira Leite das páginas de uma revista semanal? Ou ambos estão isentos por serem aderentes (ou modess) ao que esta figura patética considera conveniente?
Rillo sofre da síndrome de Garanhuns: aquela que transforma seres humanos em animais irracionais que pregam o retorno da ditadura!
Que tente, figura dantesca de nome Rillo! E processe os MILHÕES de brasileiros que leem Augusto Nunes e nunca souberam de sua miserável existência. E poderíamos ser poupados de descobri-la.
Que ouvem e leem Lobão.
Rillo é o próprio manifesto do nada na terra do nunca!
A certeza de que Lobão estava (e está) mais do que correto e coerente na análise que faz. Rillo é NADA. E pretende viver em uma terra que NUNCA iremos permitir ─ de novo ─ que exista!

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LIBERDADE COMO NOSSO DOM MAIOR

Ser livre para ir e vir!Pela liberdade de expressão.Pela humanidade contra os pregadores da escuridão que assolam nosso mundo moderno.Democracia verdadeira sempre,não aquela de fachada que persegue quem não compartilha de suas idéias.