segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

DO BLOG DO ORLANDO TAMBOSI-Dilma, Lula e a tirania castrista: o escândalo do Porto de Mariel.

Já que a candidata-presidente ruma para Cuba, convém reler o post publicado no início do mês sobre o escandaloso financiamento, pelo BNDES, da ampliação do Porto de Mariel. Tudo mantido em sigilo pelo governo brasileiro:
Os portos brasileiros estão em péssimas condições, mas o governo nada faz. Prefere investir no Porto de Mariel, em Cuba, que será inaugurado no final do mês por Dilma e os tiranos Castro. O porto cubano terá capacidade 30 por cento superior à do Porto de Suape, o principal do nordeste. O descalabro, como diz a reportagem de Veja, é obra de Lula. Sim, o falastrão de São Bernardo, o delator "Barba", envolveu o BNDES na operação para ajudar a ditadura castrista. O contribuinte, esfolado pela soviética Receita Federal, não reaverá um centavo dos  milhões investidos na construção do porto. E nem saberá do conteúdo do contrato, já que Dilma o transformou em "sigiloso" (até 2027). Esse é o jeito petista de governar:
Uma potência agrícola com portos tão inadequados é uma Ferrari com um reles motor 1.0. A exuberância fica empacada. É o caso do Brasil. 0 principal porto brasileiro, o de Santos, está assoreado e isso impede que os cargueiros de última geração, que exigem profundidades superiores a 14 metros, atraquem no terminal. As obras de dragagem ali avançam, mas em ritmo cubano. Opa! Quem nos dera! Em Cuba, com dinheiro do povo brasileiro, as obras de infraestrutura progridem velozmente.
Em 2014, o Brasil vai perder 22% da riqueza gerada pela maior safra de soja da história, de 55 milhões de toneladas. A causa disso são os gargalos da infraestrutura portuária brasileira e da perda de carga em acidentes de caminhões nas péssimas estradas. Isso significa que o governo brasileiro dedicou a essa questão a prioridade máxima, investindo o máximo possível na melhoria das estradas e dos portos brasileiros? Não. Apenas 7% dos 218 milhões de dólares previstos para ser investidos nos terminais brasileiros em 2013, ou 15,5 milhões de dólares, foram aplicados. O maior investimento brasileiro em portos nos últimos anos foi feito onde? Em Cuba.
No fim de janeiro, a presidente Dilma Rousseff vai à ilha dos irmãos Castro inaugurar o Porto de Mariel. O governo brasileiro investiu 682 milhões de dólares nos últimos três anos na construção de um terminal em Cuba, onde a ditadura de Fidel e Raul Castro, perdoem a repetição, vive sua fase terminal. O Porto de Mariel terá capacidade 30% superior à do Porto de Suape, o principal do Nordeste brasileiro. O descalabro é obra de Lula. Foi no governo dele, em 2008, que o BNDES decidiu financiar 71% do orçamento da construção do porto. Para entendermos o senso de prioridade do governo do PT, o BNDES emprestou aos cubanos três vezes mais do que destinou a melhorias e ampliações no Porto de Suape desde a sua inauguração, em 1983. Cuba não pode esperar. O Brasil pode.
Acrescente-se aos dados acima o fato de que o negócio com a ditadura cubana transcorreu sob segredo de Estado. Em junho de 2012, o ministro Fernando Pimentel, do Desenvolvimento e Comércio Exterior, classificou o conteúdo do contrato como "secreto", com validade até 2027. A justificativa foi proteger "informações estratégicas". Acabava de entrar em vigor a Lei de Acesso à Informação quando Pimentel decidiu classificar o negócio com os cubanos como secreto.
O BNDES financia obras de infraestrutura em quinze países, mas apenas três contratos — dois com Cuba e um com Angola — são considerados secretos. Um documento arquivado na biblioteca do Senado antes da blindagem feita por Pimentel e o relato de um funcionário público familiarizado com as negociações em torno do empréstimo para o Porto de Mariel dão uma pista do tipo de informação que o governo tenta esconder. A única garantia exigida pelo empréstimo foi a abertura de uma conta em uma agência do Banco do Brasil nos Estados Unidos na qual Cuba se compromete a manter um saldo equivalente a três parcelas do pagamento da dívida com o Brasil, cujo desembolso começará apenas em 2017. Em caso de atraso no pagamento, o Brasil, teoricamente, poderia sacar os valores da conta de Havana no BB. Teoricamente, pois os termos do contrato secreto são desconhecidos e podem conter cláusulas ainda mais favoráveis aos ditadores de Cuba. Por exemplo, o valor das três parcelas pode ser irrisório.
A promessa dos cubanos é depositar na agência do BB nos Estados Unidos parte da receita de suas exportações de açúcar. Como Cuba produz hoje menos açúcar do que há 55 anos, quando os Castro substituíram a ditadura de Fulgencio Batista pela deles, não há nenhuma garantia. Havana pode simplesmente deixar de depositar o dinheiro. O porto estará prontinho. E estará dado o calote — aliás, recorrente nos negócios com Cuba. Nem ao falecido Hugo Chávez o Brasil ofereceu tanta facilidade. Uma das razões para não ter vingado a participação da petroleira PDVSA na construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, foi o fato de o BNDES ter exigido que o venezuelano buscasse junto a bancos privados as garantias necessárias para a liberação do crédito. Chávez queria a mesma mamata dada pelo PT aos cubanos. Ofereceu dar como garantia uma conta a ser abastecida com as divisas geradas pelas exportações de petróleo. Não funcionou.
"Cuba é conhecida pelos calotes. Os contribuintes brasileiros podem considerar esse dinheiro como uma doação de seu governo para a manutenção de uma ditadura", diz José Azel, professor do Instituto de Estudos Cubano-Americanos da Universidade de Miami. Em 2004, o governo do México recorreu à Justiça italiana para embargar 40 milhões de dólares de uma conta da empresa de telefonia de Cuba, na tentativa de reaver parte de um empréstimo de 500 milhões de dólares. Em novembro passado, o México acabou perdoando 70% da dívida e parcelou o saldo de 150 milhões de dólares em dez anos. O mesmo foi feito pelo Japão, que abriu mão de 80% de uma divida de 1,4 bilhão de dólares.
Cuba já pleiteia um novo empréstimo do Brasil. Desta vez para construir uma zona industrial ao redor do Porto de Mariel. Em novembro passado, Rodrigo Malmierca, ministro do Comércio Exterior cubano, esteve no Brasil para convencer empresas brasileiras a se instalarem na ilha. Malmierca prometeu isenção fiscal e o fim do confisco de metade do salário pago aos trabalhadores — um dos itens da legislação escravocrata implantada pelos comunistas. Nenhuma empresa brasileira topou. Vai ver, Malmierca já acertou tudo em segredo com o governo brasileiro.

Alemanha,Inglaterra, EUA,Holanda ou Cuba, Correia do Norte, Bolívia e Venezuela. Fosse sair do Brasil qual seria sua escolha?

Não dá para comparar, não é? Mas temos centenas de articulistas defendendo em revistas e jornais a importação desta miséria para nossas plagas. Gostam do regime vermelho, da tutela do estado? Mudem-se!

Os liberais na luta pelos interesses difusos

As pessoas do mesmo ramo raramente se reúnem, mesmo para o lazer e a confraternização, sem que a conversa acabe numa conspiração contra o público ou em alguma manobra para aumentar os preços. – Adam Smith
Política é a arte de concentrar privilégios e dispersar custos. Essa verdade é um dos pilares da Escola das Escolhas Públicas (Public Choice School), que tem sido tão importante para mostrar as falhas de governo. Não é difícil entender: o político foca em determinado grupo de interesses, faz promessas que conquistam seus membros, e joga o custo disso para a sociedade como um todo.
Exemplo: o político se identifica como o defensor dos taxistas, defende a criação de privilégios que garantam reserva de mercado para a categoria, e o público todo paga a conta, um pouco cada um. Ou ele oferece vantagens para os produtores nacionais de vinho, beneficia os poucos empresários do setor, e todos os consumidores passam a pagar um pouco mais caro pelo produto.
Isso funciona bem, do ponto de vista político, por motivos óbvios. Ninguém vai dar muita bola se o preço do vinho subir um pouco, ou ao menos não vai se organizar politicamente para combater isso, sair às ruas, punir aqueles políticos protecionistas. Já para os produtores, os ganhos da proteção podem ser gigantescos. Eles têm total interesse em ficar de olho no político, financiar sua campanha, ou puni-lo caso deixe de privilegiar o grupo.
Por isso que é suicídio político ir contra privilégios específicos, lutar pelo seu fim, algo que beneficiaria a população como um todo, um pouco para cada um, mas poderia significar a desgraça de determinado grupo organizado. Poucos eleitores vão dedicar muita atenção a isso, mas certamente os prejudicados vão ter nesse político um inimigo mortal.
Pois bem: os liberais lutam por esses interesses difusos, contra os privilégios de grupos organizados. Aqui mesmo, no blog, comprei algumas brigas dessas. Quando escrevi o textosobre o abuso da alfândega, por exemplo, creio ter atraído a fúria de todos os fiscais do país! O blog foi invadido por gente que se sentiu ameaçada.
O mesmo aconteceu quando resolvi falar do excesso de burocracia e papelada no Brasil, que beneficia os cartórios. Acho que todos os tabeliães do país fizeram uma visitinha ao meu blog para demonstrar todo o repúdio a minha ignorância. É o ganha pão deles em jogo, e do outro lado é um pouco mais de burocracia e gasto com papelada dos brasileiros.
A luta é desigual. Cada um tem milhares de interesses, precisa focar em diversas coisas como consumidor, enquanto o produtor vive daquele seu produto, ponto. Por essas e outros que todos gostam de concorrência livre quando agem como consumidores, mas adorariam um monopólio garantido pelo governo quando pensam como produtores. Por isso querem que o governo regule o preço dos produtos que compram, mas detestariam o mesmo controle sobre o preço dos produtos que vendem.
Os liberais representam os interesses difusos, da maioria sem voz, dos consumidores em geral. Por isso sua abordagem é um pacote completo de liberalismo, não medidas pontuais que proteção aqui e privilégio acolá. Sabem que isso não funciona, pois o aparato estatal será capturado pelos grupos de interesses organizados. Protecionismo comercial é condenável, para todos. Subsídios estatais devem ser abolidos, para todos. Preços controlados pelo governo devem ser rejeitados, para todos.
Liberalismo é o oposto de privilégios, ou privi leges, leis privadas, feitas sob medida para beneficiar determinados grupos influentes. O liberal vai sempre atrair para si a fúria daqueles que perderiam com a ampla liberdade. É ou não é uma luta inglória?
Rodrigo Constantino

OTAVIO LEITE- YANKEES SÃO BEM-VINDOS

Como se não bastasse a enorme quantidade de tributos que pesam nos ombros do brasileiro (cerca de 37% do PIB ), o governo Dilma anunciou — em tempo de alta temporada turística — a elevação de 0,38% para 6,38% do IOF para cartões de crédito utilizados por brasileiros no exterior.
Irá arrecadar novos R$ 550 milhões neste ano eleitoral. Mas, no fundo, os artífices da política econômica acreditam que esta providência inibirá o fluxo de viagens internacionais. Trata-se de uma típica medida fiscalista (prima do famoso depósito compulsório dos idos da ditadura) e que passa ao largo do enfrentamento do real problema: o gigantesco déficit do turismo em nossas contas externas.
Considerando tudo que entrou e saiu do país em 2013, projeta-se um déficit em transações correntes na casa dos US$ 80 bilhões. O que revela a precariedade de nossas contas externas. Deste total, US$ 18 bilhões derivam dos US$ 24 bilhões que os brasileiros deixaram no exterior, em face dos US$ 6 bilhões que os estrangeiros gastaram por aqui.
Ocorre que este não é um problema novo, tal prejuízo cresce de forma galopante desde 2009. Alertas não faltaram ao governo e ao próprio ministro da Fazenda, Guido Mantega, em audiência na Câmara dos Deputados. Mas, ao acordar tardiamente para o drama, a reação foi aumentar tributos. Quando o melhor caminho para enfrentar a questão é outro: trabalhar para trazer mais turistas, que consumirão bens e serviços, gerando trabalho e renda por aqui.
Neste sentido, há importantes mercados a serem trabalhados, sobretudo nos países mais próximos. Mas, em especial, o grande emissor de turistas no mundo, os Estados Unidos. Por ano, cerca de 55 milhões de americanos viajam ao exterior. Mas, lamentavelmente, apenas 1% deles vem ao Brasil. Em contrapartida, no ano passado, simplesmente 1,7 milhão de brasileiros visitou os Estados Unidos.
O governo dos EUA ampliou funcionários e repartições para melhorar a emissão de vistos. Mas o americano que deseja vir ao Brasil tem que percorrer uma via-crúcis, junto aos poucos consulados brasileiros. O que, para os operadores turísticos, constitui-se em sério fator de desestímulo. Ainda mais tendo que concorrer com Caribe e Europa, onde o visto sequer é exigido.
Não se trata de extinguir a exigência recíproca de visto entre EUA e Brasil, isso é pauta distante. Contudo, é inadmissível que mecanismos modernos e facilitadores não possam ser experimentados. Neste campo, a Câmara já aprovou a alteração da Lei para permitir que o visto possa ser concedido por meio eletrônico. O projeto será apreciado pelo Senado. Além do mais, é fundamental a inclusão do tema nas conversações bilaterais.
Por outro lado, vale lembrar que o Ministério do Turismo, em termos de promoção no exterior do “Produto Brasil”, tem uma execução orçamentária pífia. E o resultado é esse que apontamos no início: o déficit brutal na conta turismo em nossa balança comercial.
A inércia do governo não pode prosseguir, e o turismo receptivo internacional merece ser tratado como prioridade. Afinal, turismo é emprego.

Otavio Leite é deputado federal (PSDB-RJ)

O GLOBO- Parreira critica organização da Copa do Mundo: 'Foi um descaso total'

RIO - Em entrevista ao programa CBN Esportes, o coordenador técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira, fez duras críticas à organização do Barsil para a Copa do Mundo de 2014. Parreira disse que houve descaso total com o evento esportivo. Ele lembrou dos aeroportos que só serão licitados em março, às vésperas da Copa do Mundo.

- A gente queria tudo para a Copa, mas para a Copa foi um descaso total. Vejo que os aeroportos vão ser licitados a partir de março, três meses antes. É uma brincadeira, fomos indicados há sete anos e só agora vão licitar os aeroportos? - disse Parreira.

Além disso, Parreira citou obras que deveriam ser um legado após o mundial de futebol e que só ficarão prontas a partir de 2016, lamentando o fato de que muitas obras projetadas para a competição sairão do papel anos depois de o país ter sediado o Mundial.

Ele ressaltou que o torcedor não vive só de estádio e precisa de infraestrutura:

- Perdemos a oportunidade de dar conforto e mostrar um Brasil diferente - afirmou.

Sobre o desempenho da seleção, Parreira disse que o Brasil tem que ser campeão e que não existe um plano B para a comissão técnica.

Sobre manifestações previstas para o período da Copa, ele disse que o grupo de jogadores não deve ser afetado.

- De certo modo, eles estão blindados, sabem que não podem misturar. Se começar a se preocupar, dividir o foco, vai ser difícil. Vamos pensar em ganhar a Copa, e fora do campo é problema das autoridades. Mas ninguém ali é alienado - disse Parreira, campeão do mundo como técnico em 1994 e que esteve com a seleção, como preparador, ainda na conquista da Copa de 70.



Seguidores

Arquivo do blog

LIBERDADE COMO NOSSO DOM MAIOR

Ser livre para ir e vir!Pela liberdade de expressão.Pela humanidade contra os pregadores da escuridão que assolam nosso mundo moderno.Democracia verdadeira sempre,não aquela de fachada que persegue quem não compartilha de suas idéias.