sábado, 1 de fevereiro de 2014

“Antes ser um vivo fora de moda que um defunto elegante.” (Mim)

Acordar na segunda-feira com um cobrador na porta. Não tem preço.

Janer Cristaldo-VOI CHE ENTRATE...

O mundo televisivo em nada em atrai. Para começar, exceção feita do Globo News, não assisto televisão nacional. A TV paga tampouco atrai muito. Me resumo a filmes e mesmo assim a vida não é fácil. Se em cada cem filmes exibidos você encontra cinco ou seis que valham a pena ser vistos, dê-se por contente.

A bem da verdade, já curti a mediocridade audiovisual. Em certa época, dediquei alguns minutos na madrugada para assistir às pregações dos pastores. Mas logo cansei. Não que pretendesse ouvir suas baboseiras. O que me fascinava era ver aqueles templos imensos lotados, com quatro mil, cinco mil ou mais pessoas, sem que se veja uma só cadeira vazia, todos fanatizados por um discurso estúpido e obviamente desonesto. Gosto de ver quando a câmera foca rostos. Pessoas de boa aparência, com traços até mesmo inteligentes, hipnotizadas pela lábia precária do pastor.

É meu modo de entender melhor o mundo. Vivo em um pequeno universo rarefeito, de poucos amigos, todos cultos e inteligentes. Corro o risco de achar que o mundo é mais ou menos assim. A televisão então me mostra, sem que eu precise sair de casa, a verdadeira face dessa pobre humanidade. Os pastores, sem nenhum pudor, ensinam como preencher cheques e boletos bancários.

Os tais de pastores evangélicos, que há muito deviam estar na cadeia, controlam, isto sim, cadeias de televisão. Não administram religiões, mas caça-níqueis. Isso sem falar no exercício ilegal da medicina. Em cada emissão televisiva, os milagres superam de longe o número de milagres que Cristo realizou em toda sua vida. Ocorrem em cadeia industrial, ao ritmo de dois ou três por minuto. O pastor até parece entediar-se com a freqüência dos mesmos e descarta rapidamente o miraculado que tem nos braços para abraçar o seguinte.

Ultimamente, em função de minhas auxiliares, tenho a televisão como música de fundo. Para elas, o silêncio é tortura. Como não posso pensar em torturar quem me serve, libero a mediocridade. De qualquer forma, as notícias que tenho da televisão, eu as leio em jornal.

Desde há muito as novelas ocuparam, para o brasileiro médio – e nem tão médio assim – o lugar antes destinado à literatura. A novela mostra o personagem como ele é, coisa que no livro só se deduz. A ação, cinematográfica, é mais rápida e dispensa palavras. Melhor ainda, a novela dispensa esse terrível esforço mental, o ato de ler. Neste sentido, é até espantoso que no Brasil ainda se leiam livros.

Assim sendo, foi pelos jornais que tomei conhecimento deste fato insólito – e certamente de grande significado histórico – o beijo gay culminando o final de uma novela. Pelo que se lê, é um marco na história da cultura nacional e seria algo inevitável na evolução do gênero. Milhões de basbaques se plantaram frente à tela para ver dois barbados trançando os bigodes. Haja apreço pela vulgaridade neste país nosso.

Nada tenho contra homossexualismo, quem me acompanha sabe muito bem disso. Sempre defendi toda e qualquer opção sexual, desde que não implique violência. Assim sendo, os barbados que se beijem à vontade. O que me espanta é ver um país todo esperando pela cena. 

Ainda há pouco, falando das badernas que a imprensa houve por bem chamar de rolezinhos, eu dizia não ver futuro brilhante neste país nosso. Uma boa amiga tentava me dar um pouco de esperança: “talvez com outras gerações, daqui a uns trinta anos...”

Ora, pelo andar da carroça, não vejo esperança nem daqui a um século. A ignorância, em vez de recuar, se multiplica. A Veja da semana passada, com o pretexto de uma reportagem sobre a periferia, faz uma extensa ode ao funk. Que o funk seja o hino de quatorze milhões de brasileiros, como afirma a pesquisa, isto até se entende. Em uma cultura que vive pregada à televisão, aos BBBs da vida e demais programas de auditório, não espanta. O que causa espécie é ver uma revista que se pretende séria dando um enfoque simpático à indigência nacional. Isso sem falar em rock e futebol.

Pelas circunstâncias que vivo, andei vendo trechos da programação da Globo aos domingos. Meu Deus – nestas horas viro místico! – nunca imaginei que a estupidez e a ausência de qualquer pingo de inteligência fossem tamanhas. Que esperar de uma nação que senta e baba diante de tais programas?

Comentei há pouco um filme de meus dias de juventude, Les Amants, de Louis Malle. O filme é de 1958, é obra das mais castas, mas causou repulsa no país todo, por uma cena na qual Jean-Marc Bory, no papel de Bernard, desce os lábios pelo corpo de Jeanne Moureau, a musa da época. 

A cena é tão sutil que, nos dias de hoje, ninguém pensaria em sexo oral. A única sugestão do gesto nefando é a cabeça de Bory que some da tela, enquanto a mão de La Moureau faz um leve gesto, que poderia significar tanto desconforto quanto prazer. Mas o público viu bem mais longe.

A cena terminava aí. Ao ser exibido em Porto Alegre, já nos anos 60, um grupo de espectadores criou a Turma do Apito. No momento da cena, a turma apitava em protesto ao gesto abominável. Isso que a câmera não descia nem mesmo até os seios! A Turma do Apito, talvez intuindo o próprio ridículo, se manteve sempre no anonimato. Hoje, meio século depois, quando sexo oral é praticamente obrigatório em qualquer filme que trate de relações homem/mulher, é difícil conceber que haja quem espere como novidade dois marmanjos se beijando. É difícil conceber, mas eles existem aos milhões. 

Que se pode esperar desta miséria humana?

A redenção da bicha má (e da TV Globo também)

Um espanto! Essa foi minha reação diante da reação de muita gente ao último capítulo da novela “Amor à vida” ontem, especialmente com o beijo gay entre Félix e Niko.
Antes de tecer meus comentários, porém, é preciso ressaltar que só devo ter visto uns 15 capítulos da novela toda, ainda assim pela metade e jogando sueca no iPad. Logo, não sou profundo conhecedor da causa.
Comecemos pelo óbvio: poucas vezes se viu um show de imoralidades como nessa novela. Parece que cada personagem que merecia nosso repúdio era tratado como herói. Deixo o melhor para o final. Vamos ao que me lembro.
A mãe da Valdirene, Márcia, é uma ótima pessoa, cheia de boas intenções, com um coração enorme, que só quer o melhor para a filha. E isso significa passar a novela toda insistindo para que ela desse o golpe da barriga e fisgasse um cara rico. Uma mãe e tanto! Quanto amor, quanta nobreza de caráter.
O Thales é um escritor romântico, mas que é apaixonado por uma víbora que só pensa em dinheiro e não mede esforços para obtê-lo, jogando o namorado no colo das belas ruivas ricas em busca do vil metal. Thales acaba se casando com uma delas, dois pombinhos apaixonados, e cheios de dignidade. O amor salva, sempre.
O quarteto formado por Michel, Patrícia, Sílvia e Guto passa a novela toda pensando apenas em sexo, se traindo, voltando, traindo mais um pouco, e todos mui amigos no final, dando alfinetadas maliciosas por pura brincadeira. Promiscuidade é pouco para descrever o joguinho cansativo da turma.
Rafael é um ótimo rapaz que se apaixonou por uma autista (que não se comporta como uma de forma alguma). Em vez de ser visto como um pervertido que abusa de uma incapaz, é a melhor pessoa do mundo. Advogado supostamente inteligente, não consegue trocar 5 frases direito com a namorada, mas quem liga? O amor é lindo.
Pérsio flertava com o terrorismo islâmico, mas se encanta com uma judia, e novamente o amor salva tudo. Se os pais dela ficam com o pé atrás, não aprovam o namoro ou se mostram incomodados com o passado do rapaz, isso só pode ser preconceito, claro. Ora, quem nunca quis jogar umas bombinhas nos outros porque são de religiões diferentes?
E por aí vai. Não vou me alongar, por falta de memória ou para não ficar cansativo. Adiantamos o filme até chegar na família rica e mais desestruturada da história das novelas. César é um canalha completo e Pilar, que parecia legal, planejou um atentado para matar uma rival (tudo sempre com a justificativa de que sentia muito ciúmes). Aquela casa parecia um hospício!
Félix… ah, o Félix! A bicha má caiu nas graças do público, e o autor teve de criar sua redenção. Um sujeito que nunca quis saber do próprio filho, que jogou a própria sobrinha recém-nascida em uma caçamba para morrer abandonada, que tentou matar uma pessoa pois ela havia descoberto suas falcatruas, esse mesmo Félix virou a melhor pessoa do mundo e descobriu a pureza na vida simples e pobre! Viva Rousseau!
Se até o Félix tem jeito, e não apenas de se arrepender dos pecados, mas de se tornar a mais nobre alma do planeta (ao menos da novela), então tudo sem salvação! Fernandinho Beira-Mar pode ser até o próximo papa! Marcola pode ser canonizado um dia! Lula pode ser o presidente da República! Ops…
Sei o que alguns vão dizer: é só ficção. Concordo. Mas tem um detalhe: a própria novela assim não se vê. Fosse o caso, não cederia a tanta pressão politicamente correta e não faria maçantes discursos “educativos” o tempo todo. Logo, o autor sabe do papel não-ficcional e “pedagógico” que novelas da Globo tem no Brasil, país com muitos ignorantes e analfabetos. Só que usa isso para mensagens bem questionáveis, para dizer o mínimo.
O único casal correto da novela, Bruno e Paloma, era também o mais chato de todos. E, lógico, politicamente correto: a rica empresária que assumiu o comando do hospital não liga para o lucro, e só pensa em fazer caridade (detalhe: sem lucro, o hospital não poderia sobreviver, inclusive para fazer caridades). Fica assim: se é decente, tem que ser pentelho.
Chegamos, finalmente, ao tão falado beijo gay. Sério que precisa causar tanta comoção assim? Soube que um deputado afetado deu pulinhos de alegria. Menos. Não vou negar que representa uma conquista sob o ponto de vista do movimento gay (longe de ser, então, uma conquista dos brasileiros). Mas para que tanta euforia?
Duas coisas chamam a minha atenção: a turma esquerdista do relativismo moral assiste novela da Globo! Apesar de a Rede Globo ser vista como o demônio por eles, na hora em que tasca um beijinho de gays na tela, a mesma galerinha vai ao delírio e passa a nutrir profunda paixão pela Globo “progressista”. Curioso, não? A Globo é reacionária ou avançadinha? É PIG ou JEG?
Segundo: os “tolerantes” querem impor, de qualquer jeito, suas preferências aos demais, sem tolerar de fato o que pensam ou sentem. Por que digo isso? Porque algumas pessoas podem, simplesmente, sentir aversão natural à imagem de dois homens barbados se beijando. É um direito deles.
Ninguém deve ser obrigado a achar “lindo” um beijo entre dois homens. Não são pela “diversidade”? Então que aceitem a verdadeira diversidade, inclusive com pessoas que não apreciam esteticamente um beijo entre machos. Ou não? Ou vão tirar a máscara e admitir que são autoritários, intolerantes, e querem um mundo onde todos pensem como vocês?
Dito isso, esse pessoal é tão militante que coloca essa questão como prioritária. E eis que o beijo entre Félix e Niko passa a ser a coisa mais importante do mundo, e dane-se quem era o Félix. Como liberal, que aprendeu com o discurso de Martin Luther King Jr. algumas coisas, prefiro julgar o caráter das pessoas, não a cor da pele ou a preferência sexual.
Jamais teria como herói alguém que tentou matar um bebezinho (que era sua própria sobrinha, para adicionar insulto à injúria). Qualquer pessoa razoável, creio eu, torceria para alguém assim acabar atrás das grades na vida real. Mas muito brasileiro é sentimental demais, romântico, e adora uma reviravolta incrível como a da bicha má. Confundem ter simpatia pelo personagem engraçado com precisar admirar sua pessoa.
Aliás, Félix era engraçado porque era mau, porque não ligava para os freios politicamente corretos que essa turma adora. Com aquelas suas tiradas hereges e hilárias, do tipo “será que eu toquei bumbo no Sermão da Montanha para merecer isso?”, ou “devo ter dançado pagode com a Rainha de Sabá para merecer isso”, o personagem virou a sensação no país.
Se a novela continuasse após o “fim”, como seria o “novo” Félix, agora totalmente reformado, bonzinho, perdoado até pelo “papi soberano”? Seria um chato de galochas, ora! Seria, afinal, mais um ícone perfeito do politicamente correto, que mede cada palavra para não ofender ninguém. Imagino até que se tornaria um ecochato comedor de granola e tofu orgânico, e ficaria abraçando árvores e aplaudindo o pôr do sol…
Em geral, essa é a visão que fiquei da novela de Walcyr Carrasco. A redenção da bicha má é exagerada, soa falsa, impossível e até ultrajante. Pau que  ”nasce” tão torto nunca se endireita. Mas os militantes do movimento gay não querem saber disso. Passaram a amar o Félix, só porque protagonizou um beijo gay na novela. O problema de todo coletivista é esse: coloca seu único critério de julgamento como o relevante, e tudo o mais que vá para o inferno!
PS: Mateus Solano deixou sua marca como um dos melhores atores que o Brasil já teve. Fica aqui meus parabéns por sua atuação impecável. Carregou nas costas a audiência da novela, e merece esse reconhecimento por seu talento fora de série.
Rodrigo Constantino

Num país com tantos analfabetos, como não ter alguns no governo?

Demissão de Pirro

O ex-ministro Franklin Martins celebrou a demissão da ministra Helena Chagas (Comunicação), quinta à noite, no bar Expand, em Brasília. Deve ter sido uma luta: ele parece ter envelhecido uns vinte anos.
CH

‘COMANDANTE’ DILMA SE DIVERTE ALTERANDO ROTAS

Habituados aos desvios de rota determinados pela presidenta Dilma nas viagens ao exterior, o Itamaraty e a Força Aérea Brasileira (FAB) agora elaboram planos de voo detalhando apenas a ida, e deixando a volta ao Brasil em aberto, a cargo da chefa. Diplomatas são obrigados a ficar de plantão, aguardando decisão de madame, para providenciar de última hora a estrutura e autorizações de sobrevôo nos países.O pernoite de Dilma em Portugal, no hotel Ritz, embora previsto e o governo português ciente, só foi confirmado por ela dois dias antes.
Cláudio Humeberto

No Acre, Marina prefere a velha política mesmo e vai de PT. Não me digam!

Que pitoresco!
O PSB anda meio irritado com Marina Silva, a chefa da Rede. No Acre, ela não abre mão do apoio à reeleição de Tião Viana, do PT, fiel escudeiro, junto com o irmão, Jorge, de Dilma Rousseff. Ora, ora, ora… Não me digam! Marina é poder no estado. Há 15 anos, a sua turma está aboletada no poder. E, segundo as primeiras pesquisas, a grei ficará ao menos 20 anos. Se alguém quer saber como seria o Brasil de Marina, basta ver como é o Acre dos Vianas.
No seu próprio estado, então, Marina não se importa se Eduardo Campos, provável candidato do PSB à Presidência, ficar sem palanque — ainda que, claro!, ela própria possa ir lá fazer uma campanha ou outra.
O Acre não tem, assim, tantos eleitores, é verdade. Mas convenham: se há um simbolismo importante nessa luta da Rede em favor da identidade, que seja no estado natal da Todo-Poderosa do partido, né? Nem que fosse para fingir. Passadas as eleições, os marineiros se agarrariam de novo a seus cargos.
Se bem que não sei se seria muito prudente. Em 2010, santo de casa não fez milagre do Acre. O tucano José Serra venceu a eleição no estado, com 52,13% dos votos; em segundo lugar, ficou Dilma, com 23,92%. Marina obteve apenas a terceira colocação: 23,45%.
Marina é a favor da “nova política”, mas demonstra que essa férrea convicção para na porteira do Acre. Ali, ela prefere o velho mesmo.
Por Reinaldo Azevedo

CELSO MING- O principal

CELSO MING - O Estado de S.Paulo
Na estratégia do biquíni, que mostra tudo, mas esconde o principal, o governo vai seguir dizendo que apresentou excelentes resultados na administração das contas públicas de 2013: um superávit primário (sobra de arrecadação para pagamento da dívida) de 1,9% do PIB, lição de casa que poucos países vêm entregando. Essa avaliação oficial não deixa de ter sua parcela de verdade.
O governo entregou um superávit primário de apenas 1,9% do PIB. A promessa feita no início do ano foi de cumprir 3,1% do PIB. Depois, revisou a meta para baixo, a 2,3% do PIB, mas o final de jogo foi mais baixo.
Outro modo de ver as coisas é o de que esses resultados estão baixando ano a ano, com a agravante de que, no ano passado, contou com arrecadações excepcionais, que não se repetirão. Como está no gráfico ao lado, quando se incluem as despesas com juros o resultado não é mais o primário; é o nominal e não há saldo positivo; há rombo, de 3,3% do PIB. E esse rombo tende a crescer não só porque os juros da dívida aumentaram em relação aos que eram praticados nos anos anteriores, mas, também, porque seguirão aumentando.
O governo diz que faz tudo o que pode. A questão mais importante é que o sacrifício desse novilho aos deuses pode não ser suficiente para evitar a fúria dos elementos. O momento é delicado nas duas frentes: interna e externa. A política econômica não passa confiança, o crescimento econômico medíocre compromete a arrecadação, as despesas públicas seguem crescendo mais que as receitas, a inflação está alta demais e o País dá sinais de desarranjo também nas contas externas, que são liquidadas em dólares.
Enquanto a economia mundial desfrutou de abundância nunca vista de moeda e de disponibilidade de crédito, as grandes distorções da economia brasileira passaram despercebidas. Mas o jogo está virando, os tempos prometem escassez de recursos e a dose dos ajustes empregados pela política econômica do governo brasileiro mostra-se insuficiente para enfrentar as turbulências anunciadas nas telas de radar. O discurso oficial recorrente, de que a economia brasileira é altamente resistente a tormentas assim, não bate com a insistência com que o governo culpa a crise externa pelas mazelas que nos afligem.
Desde abril do ano passado, o Banco Central passou a restringir a oferta interna de moeda (alta dos juros) para combater a inflação. Mas falta mais disciplina nas contas públicas para melhorar a qualidade do ajuste da economia.
Na semana passada, a presidente Dilma deu a entender que reforçará os cortes orçamentários para melhorar as contas públicas e, assim, não deixar todo o serviço a cargo do Banco Central. É um passo que contraria os interesses imediatos dos políticos que em anos normais adoram gastar, mas que, em anos de eleições, querem gastar compulsivamente. A presidente Dilma deve estar agora avaliando qual a resposta de maior custo político: a da leniência com as contas públicas ou a austeridade fiscal.
Não basta prometer um superávit primário mais alto; é preciso acompanhar a promissória com garantias reais que afastem o risco de não cumprimento.

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