terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Quando você quer alguma coisa, todo o universo conspira para que você realize o seu desejo!- Vá dizer isso para os meus credores.

“O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade. O otimista vê oportunidade em cada dificuldade porque é míope.” (Pafúncio)

O fato é que todos nós queremos ser especiais na vida de alguém...- “Sou especial para gerentes de alguns bancos.”

“O estado é o grande vilão. Chupim de quem labuta, não arrisca nada, apenas sorve o fruto do trabalho alheio.” (Limão)

“Nada temo além da maldade humana.” (Filosofeno)

“Na vida você pode escolher caminhar olhando para o chão em busca de moedas ou olhar para o céu onde o universo é o limite.” (Filosofeno)

DO BLOG DO AUGUSTO NUNES- ROGER RESPONDE A ANDRÉ VARGAS


André Vargas leva o troco de Roger, vocalista da banda Ultraje a Rigor

Roger Moreira, vocalista da banda de rock Ultraje a Rigor, no Twitter:
“Deixa que eu respondo essa, Barbosa!”
roger-ultraje

Líder do DEM leva cubana do Mais Médicos para morar em gabinete

O deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO), um dos principais opositores ao programa Mais Médicos, levou uma médica cubana ao plenário da Câmara nesta terça-feira para denunciar uma possível perseguição da Polícia Federal à estrangeira. O DEM deve pedir ao governo brasileiro a concessão de asilo político. Enquanto isso, a médica vai morar no gabinete da liderança - a PF não tem autorização para entrar no Congresso caso haja algum pedido de prisão. 
A cubana Ramona Matos Rodriguez, de 51 anos, afirmou ter “se sentido enganada” após ter tomado conhecimento de que recebia menos que os colegas de outras nações, o que a motivou a fugir de Pacajá, no Pará, onde trabalhava desde outubro. A médica diz ter deixado a cidade no último sábado. Ela não explicou, porém, como chegou a Brasília nem como fez contato com o deputado goiano, que promete abrigo. “Comuniquei ao presidente da Câmara que ela está aqui e exigimos segurança. Vamos ceder o espaço físico do gabinete a quantos cubanos quiserem vir”, disse Caiado. A cubana, que diz ter medo de ser presa e enviada de volta ao regime ditatorial de Cuba, afirma que estava sendo monitorada pela Polícia Federal brasileira e que teve o telefone grampeado.
O Mais Médicos, programa do governo federal de 'importação' de profissionais para dar atendimento nos rincões do Brasil, estabelece uma bolsa de 10.000 reais para os participantes – estrangeiros ou não. Apenas os cubanos têm salário diferenciado, já que parte da remuneração é injetada no regime dos irmãos Castro. A médica disse receber 400 dólares mensais, enquanto outros 600 dólares seriam depositados em uma conta em Cuba, recurso que poderia ser retirado ao retornar ao país. Dessa forma, pelo menos 7.000 reais estariam com o destino indefinido. 
Caiado apresentou o contrato da cubana firmado pela Sociedade Mercantil Cubana Comercializadora de Serviços Cubanos – o governo brasileiro anunciou contratação via Organização Pan-americana da Saúde (Opas), vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS). O deputado pede esclarecimentos sobre o formato usado para os cubanos chegarem ao Brasil.
VEJA

PSDB ACIONA CORREGEDORIA CONTRA DEBOCHE DE VARGAS

A brincadeira de mau gosto do vice-presidente da Câmara dos Deputados ameaça a quebra de decoro do mandato dele por desrespeito. O líder do PSDB na Câmara dos Deputados, o deputado Antônio federal Imbassahy (BA) vai fazer uma representação nesta tarde (4) na Corregedoria da Casa a investigar as provocações do vice-presidente André Vargas (PT) durante a cerimônia de retorno às atividades parlamentares ontem  (3). Em desrespeito ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, Vargas empunhou o braço no mesmo gesto feito pelos mensaleiros presos. Vargas também causou polêmica ao ser flagrado numa mensagem de texto de celular em que prometia dar uma “cotovelada” no ministro.
Crítico do mensalão, Vargas admitiu ontem aos jornalistas ter provocado Barbosa. “Muitos cumprimentam com positivo, sinal de vitória. No PT, é tradicional cumprimentar com L do Lula e a gente tem se cumprimentado assim (punho erguido). Foi o símbolo de reação dos nossos companheiros que foram injustamente condenado. O ministro está na nossa Casa. Na verdade, ele é um visitante, tem nosso respeito, mas estamos bastante à vontade para cumprimentar do jeito que a gente achar que deve”, disse ontem aos jornalistas.
Com informações de Ana Paula Leitão. 

PETISTAS QUEREM MANTEGA FORA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA

Diário do Poder
O PT tem pressionado a presidenta Dilma Rousseff a tirar o cargo do ministro Guido Mantega (Fazenda). Segundo algumas lideranças do partido ouvidos pelo jornal O Globo, Mantega não tem mais credibilidade junto ao mercado financeiro. O partido quer o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles em seu lugar, nome preferido até pelo ex-presidente Lula para substituir Mantega, mas que não teria o aval de Dilma. O tema foi discutido em reunião nesta segunda-feira (3), no apartamento do deputado Carlos Zarattini (PT-SP), em Brasília. O encontro contou com a presença de 20 parlamentares do partidas e todos demonstraram preocupação com a influência do atual estado da economia na campanha de reeleição da presidenta. Além de Meirelles, petistas apontam o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, como um bom nome para assumir a Fazenda.

'Brasil saiu dos trilhos', diz Campos ao lançar plano de governo

Ao lançar nessa terça-feira o plano de governo do PSB-Rede, o governador de Pernambuco e pré-candidato à Presidência Eduardo Campos dedicou parte dos 35 minutos de discurso para fazer duras críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff. Campos afirmou que o país “saiu dos trilhos” e atacou a estagnação econômica um dia após a presidente ter enviado mensagem aos Congresso Nacional pedindo socorro aos parlamentares para conter o desequilíbrio fiscal. 
“É possível, necessário e imperativo melhorar o país e fazer com que ele não saia dos trilhos, que é essa a percepção brasileira. Onde vamos temos a clara percepção de que o Brasil parou, de que saiu dos trilhos, que estava avançando no sentido de acumular conquistas e mais do que de repente teve a sensação de freada e de desencontro”, disse Campos em auditório na Câmara dos Deputados. Antes, o PPS recebeu as diretrizes do partido e reafirmou o apoio nas eleições deste ano. 
Campos passou a subir o tom com o governo no início do ano, após texto divulgado na página do PT no Facebook tê-lo chamado de 'playboy' e afirmar que o governador de Pernambuco não tem programas claros de governo. Nesta manhã, o presidenciável voltou a dizer que não vai entrar no jogo de quem quer baixar o nível do debate político, mas não poupou críticas: “Não há nenhum canto nesse país onde passamos e alguém ache que mais quatro anos do que está aí vai fazer bem ao povo brasileiro. Até os que estão lá hoje contam a hora de estarem aqui conosco, essa é a verdade que vai se revelar”. 
Durante o evento, a ex-senadora Marina Silva voltou a colocar Campos como o cabeça da chapa. Uma das condições para Marina aceitar entrar na disputa na vice-presidência foi o veto do PSB ao apoio ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), uma exigência feita durante a aliança PSB-Rede. “Eduardo tem vantagens em relação a mim: não tem a metade dos preconceitos que muitas vezes eu tenho de enfrentar. Eu não sou muito boa para ganhar votos para mim mesma, mas sou muito boa para pedir voto para outras pessoas”, disse, ao colocar as mãos sobre o ombro do pernambucano. "Vice é o candidato quem define, e o candidato é ele [Campos]. Vocês têm ainda alguma dúvida disso?"
Também estiveram na mira dos presidenciáveis o inchaço da máquina pública – o governo Dilma atingiu número recorde de ministérios, com 39 pastas – e as estratégias utilizadas para acomodar partidos políticos em troca de tempo de televisão. “O Estado não pode ser apropriado pela estrutura, pelos partidos políticos. Não adianta vir com o currículo de um incompetente debaixo do braço para servir ao povo porque é amigo. Esse padrão está esgotado”, afirmou Campos. Marina Silva concluiu: “É por isso que a educação figura como um dos maiores problemas do país. E mesmo com o diagnóstico de que temos graves problemas em educação, as reformas ministeriais não são feitas para resolvê-los. São feitas para acomodar aliados pensando nas eleições”.
 Dilma iniciou na semana passada as trocas ministeriais. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, foi alçado à Casa Civil para melhorar a articulação política do governo. 
Programa - A educação está entre os principais eixos da campanha da parceria PSB-Rede. Nas diretrizes para a elaboração de programa de governo, está a proposta de ensino integral e o compromisso com o fim do analfabetismo. O programa sugere um método de atuação “radicalmente novo” e com base no diálogo permanente com a sociedade. 
Após ver a criação do Rede Sustentabilidade, partido em construção de Marina Silva, barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em setembro do ano passado, o programa da parceira entre socialistas e sustentáveis traz a possibilidade de candidaturas avulsas, extinguindo a exigência de filiação partidária. Também como parte de uma reforma política, a cartilha sugere a revisão do financiamento eleitoral para baratear as campanhas e “diminuir a influência do poder econômico”.
A apresentação do programa foi intercalada por performances artísticas. Os principais pontos foram explicados no formato de poesia. Em seguida, um músico tocou no pandeiro o som do frevo pernambucano. 

Alma do negócio

Dora Kramer - O Estado de S.Paulo
Carlos Alberto Parreira, o coordenador técnico da seleção brasileira de futebol, até onde a vista alcança não é um agente a serviço do negativismo oposicionista.
É um profissional respeitado, um homem de modos e temperamento comedidos, de experiência incontestável. De onde há que se prestar atenção ao que ele diz sobre a Copa do Mundo de 2014, sem imputar-lhe outra intenção que não a da constatação pura e simples de uma realidade cristalina.
Parreira falou dia desses à rádio CBN sobre o que qualificou como "descaso total" em relação às obras de infraestrutura para o Mundial. Criticou o menosprezo ao planejamento, aos prazos, lembrou que o Brasil teve tempo suficiente para se preparar (desde 2007) e não o fez e, por fim, concluiu: "Perdemos a oportunidade de mostrar um Brasil diferente".
Não falava só de estádios. Aliás, nem abordava em detalhes esse assunto. Não entrava no mérito de quantos estariam prontos e testados a tempo, não discutia gastos nem fazia comparações de quanto dinheiro poderia ser investido nisso ou naquilo.
Referia-se ao mínimo: "Precisamos de aeroportos, de segurança, de conforto". Em condições razoáveis isso aqui não há. Nem para os locais nem para os que virão assistir aos jogos. Nada indica que até junho - daqui a cinco meses - haverá nas cidades tudo o que até agora não houve.
A rigor, não precisaria Carlos Alberto Parreira dizer, pois nesse cenário todos convivemos. Mas, é sempre bom quando uma voz moderada (e abalizada) aponta o óbvio a fim de que não acabemos convencidos de que nossos temores sejam fruto de um alistamento ao exército de soldados da guerra psicológica travada por trás de qualquer crítica.
Ninguém está dizendo que não haverá Copa muito menos torcendo para que seja tudo um fiasco. Apenas, nesse momento em que o governo se prepara para lançar uma megacampanha publicitária para fazer frente aos questionamentos sobre gastos e atrasos nos preparativos, é de se perguntar se a propaganda seria a arma mais eficaz.
É a ferramenta predileta do Planalto, sem dúvida. Em junho do ano passado, por exemplo, assim que os protestos encorparam, a presidente Dilma Rousseff foi para São Paulo se reunir com o antecessor Lula da Silva e com o jornalista João Santana para discutir uma estratégia de reação.
Lula é bamba na política e Santana um ás no marketing. Como se vê agora pela preocupação com os sinais da volta das manifestações, tais atributos não deram conta do recado.
Claro, pois faltou ouvir o que estavam dizendo as pessoas. Não queriam política habilidosa nem propaganda maravilhosa, mas serviços eficientes. Receberam meia dúzia de promessas desconexas e ficou tudo por isso mesmo.
De novo o Planalto recorre ao estratagema publicitário. A comunicação é de suma importância. Indispensável para seu êxito, no entanto, é a qualidade do produto.
Trazer a Copa e as Olimpíadas para o Brasil proporcionou uma alta exposição positiva ao governo Lula. Os dois lances se incorporaram ao patrimônio que ajudou a eleger Dilma em 2010.
Mesmo o governo não tendo se mexido para a Copa desde a escolha do Brasil até então, o eleitorado não reclamou. Antes, confiou. O governo é que não deveria ter atuado na base do "na hora tudo se ajeita". Está feito.
A Copa sairá de qualquer maneira. Mas o governo federal e os governos estaduais (inclusive os comandados por partidos de oposição a Dilma) não poderão espetar eventuais prejuízos na conta dos incidentes. Nem esperar que a campanha publicitária corrija os problemas da realidade.
A melhor propaganda para a Copa de 2014 teria o planejamento correto e a execução dos compromissos assumidos.

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