quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Alexandre Garcia- Cara e caráter

ALEXANDRE GARCIA

Aqui na Capital do País, a população está acuada pelo crime. Mata-se uma dúzia de pessoas por fim-de-semana. Isso equivale ao número de homicídios em Roma num ano inteiro. Uma sucessão de governadores que não deram a devida importância à segurança dos cidadãos é uma das causas de tantos assassinatos, assaltos e sequestros. O que se passa na capital é um resumo do que aflige o país inteiro, nas grandes e pequenas cidades, no meio urbano e no meio rural. São 140 assassinatos de brasileiros por dia, em média, mais que na guerra civil na Síria.

O estado fez campanha para desarmar os cidadãos e não desarmou os bandidos; aconselha as vítimas a não reagirem, facilitando o trabalho dos ladrões. Além disso, trata de desvalorizar a polícia; policiais são intimidados por ameaças de autoridades dos três poderes. OAB e ONGs querem saber se os bandidos não sofreram excessos. Bandidos têm atenção especial; as vítimas e suas famílias, não. Os legisladores criaram leis para estimular o crime: condenados até 7 anos têm liberdade para sair da prisão; a polícia se queixa que em oito meses o bandido está de volta, assaltando de novo. Uma lei para proteger crianças criou uma casta de criminosos, os inimputáveis com menos de 18 anos.

Se isso faz parte de um plano para entregar o país aos bandidos, o plano está tendo êxito. Quando alguém critica o estado por omissão ante o crime, a autoridade alega que “o mundo é assim, perigoso”. É a mais deslavada mentira. Agora que os brasileiros estão cada vez mais passando férias no exterior - porque por aqui tudo está muito caro -, milhões de turistas constatam como é tranquilo passear, tirar dinheiro de caixa eletrônico, andar à noite, inclusive em becos escuros - fora do Brasil. Será que na volta à pátria percebem que estão sendo enganados?

Talvez a situação seja efeito de algum complexo de culpa. Temos um país imenso, belíssimo, com sol, solo, águas, riquezas minerais, sem vulcões, terremotos, furacões e, julgando que não merecemos tanto, será que tratamos de estragar tudo? Porque, sem dúvida, temos parte nisso, com o nosso voto, a nossa passividade, até a nossa falta de cidadania, de urbanidade, de senso de ordem. No fundo, somos cúmplices e partícipes da bagunça, sem nos darmos conta de que o país somos nós e o país é sempre a nossa cara e o nosso caráter.


Lua de fel

Dora Kramer - O Estado de S.Paulo
No fim, pode ser que fique tudo na mesma e a história se repita como acontece desde 2002. Dilma Rousseff ganhe a eleição, o PT continue na Presidência e Luiz Inácio da Silva se prepare para lutar pela permanência do poder em 2018.
Mas, uma coisa é certa: as eleições de 2014, pelo menos no tocante às campanhas, notadamente ao tom do embate entre governo e oposição, não serão iguais àquelas que passaram.
Pela primeira vez desde que o PT assumiu o Palácio do Planalto, os adversários da candidatura governista dão sinais inequívocos de contundência.
Já foram muito mais tímidos. Lá no início, em 2002, em parte porque não acreditavam que poderiam perder para o PT, em parte porque o então presidente Fernando Henrique Cardoso não considerou de todo desagradável capitanear uma missão civilizatória na transição de governo muito fidalga ao mitológico operário Lula. Isso até ouvir a referência à "herança maldita" já no primeiro discurso do sucessor.
Nas campanhas seguintes a oposição perdeu-se em brigas internas, traições explícitas com alianças implícitas ao governismo, atos patéticos e discursos acanhados. Era quase como se pedissem desculpas ao País por se opor a Lula e ao PT.
Agora se desenha outro cenário. Os adversários estão dizendo que são contra tudo "isso que está aí". O senador Aécio Neves, contrariamente à sua atuação no Senado nos últimos anos, vem subindo o tom das críticas a fim de firmar posição junto ao eleitorado.
De parlamentar praticamente omisso, o tucano passou à condição de comentarista cáustico de quaisquer atos e declarações com origem no governo.
Quanto a Eduardo Campos, se alguma dúvida havia em relação à forma como vai se posicionar na campanha, ele tratou de dirimir todas elas ontem no lançamento das diretrizes do programa de governo da aliança firmada com a ex-senadora Marina Silva.
Foi aos pontos de maneira direta e sem titubeios. Nas palavras dele os governistas se agarram desesperadamente aos cargos, falta liderança no Brasil, a política social distributivista sem o crescimento do grau de qualificação das pessoas é mero exercício de enxugamento de gelo, o governo é pródigo em promessas e ineficaz na resolução dos problemas.
O governador de Pernambuco ainda atribuiu a saída do PSB da base governista à percepção de que o País havia sido tomado pela paralisia. Em miúdos: atacou a capacidade de gestão da presidente, o atributo mais festejado pelos construtores da imagem de Dilma.
As pontes se incendiaram. Por elas já não passam Campos, o aliado militante; nem Aécio Neves, o oposicionista simpatizante.
Apropriação. Teria sido apenas um ato pueril (no sentido da tolice), não fosse a justificativa do vice-presidente da Câmara, André Vargas, para o braço erguido e o punho cerrado ao lado do presidente do Supremo Tribunal Federal durante a cerimônia de reabertura do Congresso.
"No PT a gente tem se cumprimentado assim. Foi o símbolo de reação dos nossos companheiros injustamente condenados. O ministro (Joaquim Barbosa) está na nossa casa, tem nosso respeito, mas estamos bastante à vontade para cumprimentar do jeito que a gente achar que deve", disse o petista.
Equivocado no seguinte ponto: a Câmara dos Deputados não é a "casa" desse ou daquele partido. É uma das Casas do Poder Legislativo. Instituição da República. O PT está no poder, mas continua sendo uma entidade privada de direito público como qualquer outra agremiação partidária.

A ROTA DO FUJÃO


Passadinha em Barcelona
Passadinha em Barcelona
O Ministério da Justiça já tem em mãos pelo menos parte do roteiro de Henrique Pizzolato até ser preso em Maranello, hoje à tarde.
Depois de fugir do Brasil, em novembro, Pizzolato passou por Argentina, Espanha (Barcelona) e, claro, Itália. O Ministério da Justiça ainda não tem o detalhamento das cidades argentinas e italianas onde o mensaleiro aportou.
Por Lauro Jardim

MENSALEIRO EM CANA -FORAGIDO, PIZZOLATO É PRESO NA ITÁLIA COM PASSAPORTE FALSO

Diário do Poder
A polícia italiana prendeu o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, que estava foragido desde novembro do ano passado, após receber a condenação do mensalão. Pizzolato fugiu para a Itália por ter dupla cidadania, o que impede a sua extradição.
No entanto, imaginava-se que Pizzolato teria conseguido seu passaporte italiano, mas as informações são de que ele usaria o passaporte que pertencia ao irmão Celso, já falecido. A prisão teria ocorrido na cidade de Maranello, na região da Emília-Romanha, ao norte da Itália.
Pasppo
Passaporte era de Celso, irmão falecido de Pizzolato
A Polícia Federal ainda não comentou o caso. Condenado a 12 anos e sete meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Pizzolato foi o único dos mensaleiros a fugir.
Esta é a chance de a Itália se vingar do processo que enfrentou com o Brasil ao pedir a extradição de Cesare Battisti, que apesar de condenado por terrorismo pela Itália em 1987, ganhou direito de viver tranquilamente no Brasil.
Battisti fugiu para o Brasil para evitar ser extraditado da França, onde morava. Em 2007 o governo da Itália apresentou o pedido de extradição, seguindo-se a prisão preventiva de Battisti. Em 2009, o Supremo Tribunal Federal autorizou a extradição, mas como extradição é feita mediante decreto, a decisão final é do presidente da República. Battisti permaneceu preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília até dezembro de 2010.
Em 31 de dezembro, mediante nota divulgada pelo Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que decidira não conceder a extradição do ex-militante italiano.10 A decisão teve grande destaque nos meios de comunicação italianos, e foi duramente criticada pela imprensa e pelo governo do país, que anunciou a convocação do seu embaixador em Brasília. Em 8 de junho de 2011, o Supremo Tribunal Federal finalmente decidiu, por 6 votos a 3, pela libertação de Battisti.

PEDRO LUIZ RODRIGUES- EM VEZ DE NEGAR O APAGÃO, O GOVERNO DEVERIA ENFRENTÁ-LO

A interrupção no fornecimento de energia elétrica ocorrida ontem em algumas regiões do País não foi apagão, não foi apaguinho, foi apenas uma “falha”, na linguagem cautelosa, cheia de dedos, do Operador Nacional do Sistema Elétrico (NOS).
Tomado de surpresa pelo acontecimento, o governo apressou-se a declarar que é de zero o risco de racionamento de eletricidade por conta da falta de chuvas e da queda do nível dos reservatórios das hidrelétricas.
Mas como cumprir tal promessa, se o cronograma de construção de usinas hidrelétricas está todo atrasado, muitos dos ambiciosos projetos não tendo mesmo saído do papel?
A resposta, na ponta da língua: botar as termelétricas para funcionar a todo vapor. Excelente!  Só que essa decisão tem um preço: o aumento dos aportes do Tesouro para a Conta a de Desenvolvimento Energético (CDE). Estamos falando de 10 bilhões de reais por mês, ou mais.
O professor Nivalde Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da UFRJ acha que sendo 2014 um ano eleitoral, o governo vai fazer o possível para absorver o forte impacto tarifário decorrente do maior acionamento das termelétricas, como aliás já fez em 2013.
O problema é que se uma “explosão” tarifária teria impacto na inflação, o subsídio em patamar descomunal afetará igualmente o equilíbrio das finanças públicas.
Na Petrobras, asfixiada por rígida e prolongada política de controle de preços dos combustíveis, não se sabe mais o que se fazer. Com a produção interna de petróleo em queda e o consumo em alta, a empresa deverá ampliar significativamente a importação de gás, gasolina e outros derivados.
Para atender à demanda acrescida das termelétricas a empresa já está trabalhando para assegurar o necessário fornecimento de gás. Entendimentos já estão em curso com a Bolívia para reforçar o contrato de fornecimento. O Presidente Evo Morales está disposto a atender o pedido, mas já tornou pública sua insatisfação com o atraso no pagamento de dívidas (as mais antigas, datadas de 2008).
Do jeito que as coisas seguem, com muito calor e pouca chuva no Sudeste e no Centro-Oeste, recomendável seria que o governo  convocasse reunião de alto nível para desde logo tentar montar uma estratégia preventiva para minorar os efeitos  de uma eventual crise nacional no fornecimento e distribuição de energia elétrica nos próximos meses.
Não é preciso partir do zero. Em algum arquivo na Esplanada dos Ministérios talvez possam ainda ser encontrados os planos preparados para enfrentar a dura estiagem de 2001-2002. Naquele período as chuvas foram escassas, deixando vazias muitas represas, reduzindo a geração de energia.
Em vez de negar os fatos – apesar do período pré-eleitoral que então se vivia – o governo àquela época preferiu enfrentá-los. Com isso, por ter aplicado uma política de estímulos e punições, amparada por uma campanha de racionamento voluntário de energia, pôde-se evitar o desastre.
Paradoxalmente, em termos de consumo energético foi para o governo uma benesse a estagnação industrial do Brasil desde 2011.  O setor cresceu apenas 1,2% em 2013, não conseguindo compensar a retração de 2,5% (em 2012) e o inexpressivo aumento de 0,4% de 2011.
A geração hidrelétrica responde por 77% da energia elétrica produzida e consumida no país. Se os cronogramas tivessem sido cumpridos estaríamos com novas usinas hidrelétricas em pleno funcionamento.  Mas a realidade mostra situação bem diferente. Todos os grandes projetos estão muito atrasados em seus cronogramas. Para 2014 talvez só consigam ser postas em funcionamento usinas menores, como as de Teles Pires , Batalha e Santo Antonio do Jari.
Quanto aos empreendimentos maiores, a situação é a seguinte:
- Usina de Belo Monte, Pará, 11,3 MW. Deveria entrar em operação em 2015, o que não deverá ocorrer, pois até agora somente 45% das obras foram concluídas.
- Usina de São Luís do Tapajós (PA), 8,3 MW. Esta,entra ano sai ano, continua no papel, não consegue sair da fase de projeto.
- Usina de Jirau (RO), 3,3 MW. Começou a ser construída em 2008 e já deveria ter começado a funcionar plenamente em março de 2012. Mas já estamos em 2014 e apenas ridículos 75MW (o equivalente a uma turbina) estão sendo gerados.
- Usina de Santo Antonio (RO), 3,2 MW. Começou  a ser construída em 2008 e deveria ter entrado em operação plena em 2012. Mas até agora apenas 12 de suas 44 turbinas estão operacionais.  A expectativa era a de que 1.400MW já estariam sendo gerados,  mas até agora não se conseguiu ir além de 502MW.
- Usina de Jatobá (PA), 2,3 MW. Outra que não conseguiu ainda sair da fase de projeto,
Atendendo a pedidos, reapresento trechos de  artigo que publiquei nesta coluna em janeiro de 2013:
São 38 as grandes usinas hidrelétricas brasileiras, com capacidade somada de 66 mil MW. Sua capacidade, portanto, equivale a mais da metade da capacidade global de geração de energia do Brasil.
Algumas dessas usinas maiores datam dos anos 50 e nos primeiros anos da década de 60:
- Jupiá (iniciada em 1960, concluída em 1974).
- Furnas(1958-1963).
- Cachoeira Dourada (1956-1959).
- Mascarenhas de Morais (década de 1950).
31 outras tiveram suas obras iniciadas e concluídas no período que vai de 1964 a 2002, ou seja, nos governos militares, e dos presidentes José Sarney, Fernando Collor, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso.
Nas administrações do PT, de 2003 para cá, encontramos apenas os seguintes dados de inauguração de usinas:
- Estreito, no rio Tocantins, 1.087 MW. Período de construção: 2007-2012.
- Campos Novos, Rio Canoas, 880 MW, 2001-2006.
- Foz do Chapecó., Rio Uruguai, 855MW, 2007-2010.
Se tudo correr bem,  este ano poderão entrar em funcionamento as primeiras turbanas das usinas de  Teles Pires (MT) , Batalha e Santo Antonio do Jari.
Não vou fazer comentários porque meu objetivo não é irritar os petistas, mas apenas apresentar dados.
Abaixo, a relação das grandes usinas hidrelétricas brasileiras, com a respectiva capacidade de geração e o período de construção.
Agradeceria receber comentários e eventuais correções de dados:
Usina Hidrelétrica de Itaipu, Rio Paraná (Binacional)- 14.000 MW.
Período de construção:1975 a 1982.
Usina de Tucuruí, Rio Tocantins (PA) – 8.370 MW.
Período de construção: 1974 a 1984.
Ilha Solteira, Rio Paraná (SP-MS) – 3.444 MW.
Período de construção: 1965-1978.
Xingó, Rio São Francisco (AL-SE) – 3.162 MW.
Período de construção: 1987-1997.
Paulo Afonso IV, Rio São Francisco (BA) – 2.462 MW.
Período de construção: 1973-1979.
Itumbiara, Rio Paranaíba (GO-MG)- 2.082 MW.
Período de construção: 1974-1980.
São Simão, Rio Paranaíba (GO-MG) – 1.710 MW.
Período de construção: -1978.
Foz do Areia, Rio Iguaçu (PR) – 1.676 MW.
Período de construção: anos 1990.
Jupiá, Rio Paraná (MS-SP) – 1.551 MW.
Período de construção: 1960-1974.
Itaparica, Rio São Francisco (BA) – 1.500 MW.
Período de construção: 1979-1985.
Itá, Rio Uruguai (SC-RS) – 1.460 MW.
Período de construção: 1994-2000.
Marimbondo, Rio Grande (MG-SP)– 1.440 MW.
Período de construção: 1971-1977.
Porto Primavera, Rio Paraná (SP-MS) – 1.430 MW.
Período de construção: 1980-1988.
Salto Santiago, Rio Iguaçu (PR) – 1.420 MW.
Período de construção: 1972 -1982.
Água Vermelha, Rio Grande (SP) – 1.396 MW.
Período de construção: 1973-1979.
Serra da Mesa, Rio das Almas (GO) – 1.275 MW.
Período de construção: -1998.
Segredo, Rio Iguaçu (PR)– 1.260 MW.
Período de construção: 1987-1991.
Salto Caxias, Rio Iguaçu (PR) – 1.240 MW.
Período de construção: -1999.
Furnas, Rio Grande (MG) – 1.216 MW.
Período de construção: 1958-1963
Emborcação, Rio Paranaíba (MG) – 1.192 NW.
Período de construção: 1975-1983
Machadinho, Rio Pelotas (SC-MS) – 1.140 MW.
Período de construção: -2002.
Estreito, Rio Tocantins (TO) – 1.087 MW.
Período de construção: 2007-2012
Salto Osório, Rio Iguaçu (PR) – 1.078 MW.
Período de construção: – 1975
Luís Carlos Barreto, Rio Grande (SP-MG) – 1.050 MW.
Período de construção: 1963-1969.
Sobradinho, Rio São Francisco (BA) – 1.050 MW.
Período de construção: 1973-1979.
Luiz Eduardo Magalhães, Rio Tocantins (TO) – 902,5 MW.
Período de construção: 1998-2002
Campos Novos, Rio Canoas (SC) – 880 MW
Período de construção: 2001-2006.
Foz do Chapecó, Rio Uruguai (RS-SC) – 855 MW
Período de construção: 2007-2010.
Três Irmãos, Rio Tietê (SP) – 807,5 MW
Período de construção: 1993-1999.
Barra Grande, Rio Pelotas (SC-RS) – 708 MW
Período de construção: 1999 -2005.
Capivara, Rio Paranapanema (PR-SP) – 619 MW
Período de construção: 1970- 1978.
Cachoeira Dourada,Rio Paranaíba(MG-GO)- 600 MW
Período de construção: 1956-1959.
Taquaruçu, Rio Paranapanema (SP-PR) – 526 MW
Período de construção: 1980-1989.
Nova Ponte, Rio Araguari (MG)- 510 MW
Período de construção: 1987 -1994.
Itaúba, Rio Jacuí (RS) – 500,00 MW
Período de construção: -1978.
Mascarenhas de Moraes, Rio Grande (MG) – 458 MW
Período de construção: década de 1950.
Cana Brava, Rio Tocantins (GO) – 456 MW
Período de construção: 1999 -2002.
Itapebi, Rio Jequitinhonha(MG-BA) – 450 MW
Período de construção: -2003.

TELHADO DE VIDRO

Petistas se preocuparam tanto com a foto do ministro Joaquim Barbosa com um foragido da Justiça, Antonio Mahfuz, que começou a circular na internet uma foto de Dilma ao lado do traficante William da Rocinha.
CH

COLUNA DO CLÁUDIO HUMBERTO-DILMA ATORMENTA EMBAIXADAS CORTANDO RECURSOS

  • A presidenta Dilma, que jamais escondeu sua aversão ao Itamaraty, agora atormenta representações diplomáticas no exterior cortando-lhes recursos para manutenção. Todas estão a pão e água, e algumas nem isso: a embaixada do Brasil em Londres já recebeu aviso de corte de água. Ao Itamaraty não resta alternativa senão aguardar, mas o governo garantiu que até sexta-feira (7) vai “regularizar a situação”.
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  • Várias embaixadas e consulados, principalmente as maiores, ficaram sem recursos para contas essenciais como água, luz e aquecimento.
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  • A manutenção tem sido rateada pelos servidores. No duro inverno do hemisfério norte, impossível trabalhar (e até viver) sem aquecimento.
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