quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Os inimigos da democracia e o despertar (tardio) da imprensa

Foi preciso um mártir da própria imprensa para que esta despertasse de sua sonolência habitual dos últimos anos. Há honrosas exceções, claro, de quem já vinha fazendo alertas antes. Mas o tom geral mudou somente agora. A chapa esquentou, e a falta de controle ficou visível. A crescente anomia salta aos olhos. O editorial do GLOBO de hoje toca na ferida sem titubear:
Criou-se um ambiente tal de hostilidade que repórteres viraram alvo de marginais travestidos de manifestantes, até chegarmos ao assassinato de Santiago. É óbvio que a punição tem de ser exemplar, para sinalizar os limites que têm de existir num país democrático em qualquer manifestação popular.
Também são de praxe as declarações de pesar feitas por políticos, inclusive Freixo, já encontrado no passado em atos típicos de quem deseja mais “acirrar contradições” do que trabalhar pelo apaziguamento em conflitos sociais e políticos.
Agora, é preciso ir muito além do declaratório. Tem-se de repudiar estes grupos e agir para que eles, garantidos todos os direitos estabelecidos em lei, sejam de fato contidos e punidos. Partidos, organizações sociais, sindicatos têm de, às claras, mostrar de que lado estão: da violência justificada pelos fins ou a favor do estado de direito democrático, no seu sentido mais amplo.
A hora de separar o joio do trigo é essa. Não dá mais para bancar o “neutro” o tempo todo. Há um grupo de marginais mascarados que pretende “destruir o sistema”, agredir policiais, depredar bens públicos e privados. Estes devem ser contidos, reprimidos, coibidos pela força da lei. 
O estado democrático de direito precisa prevalecer. A violência “revolucionária” não deve ser justificada. Eis o momento de cada um assumir de qual lado está. Coragem, minha gente!
Rodrigo Constantino

Tico Santa Cruz é black bloc e Detonautas a democracia!

Eis a questão: o cantor da banda Detonautas, o engajado Tico Santa Cruz, pretende mandar uma carta de pêsames para a família do cinegrafista da Band? É que Tico, na esteira de Caetano Veloso, também se assumiu um black bloc. Vejam:
Nas redes sociais, conforme reportado pelo Extra: “Vamos para as ruas! Mas vamos conscientes! 7 de setembro – meu ALVO É O CONGRESSO NACIONAL! Democracia não se faz com ratos de terno e gravata e sim com gente trabalhando pelo povo! BLACK BLOCK LIVRES”
Meu vizinho Felipe Moura Brasil já fez uma ótima lista dos artistas, “intelectuais”, jornalistas e políticos que endossaram as práticas dos vândalos mascarados. Escolho aqui o Tico de forma totalmente aleatória (risos). O homem já demonstrou ter fãs bem pacíficos quando “debatemos” recentemente.
O exemplo vem de cima: o próprio chegou a ameaçar de morte o responsável pela produção de um show, chamando-o de covarde por não enfrentar Tico… e mais 10 mil fãs ali presentes, prontos para acabarem com sua vida.
São os ícones de nossa esquerda caviar. Aplaudem tudo aquilo que não presta. Ficam do lado errado da história com uma consistência incrível.
E agora, Tico? Vai dizer que o cinegrafista morto foi “apenas” um acidente de percursos, um ovo quebrado para se fazer uma linda omelete? Vai continuar fazendo apologia aos black blocs? Ainda acha que Raposo e Caio, os mascarados que jogaram o rojão assassino, estavam trabalhando pelo povo? É esta sua ideia de justiça social?
Por fim, não posso deixar de perguntar: o que o Teco acha disso?
Rodrigo Constantino

Invasão de terra: um ótimo negócio. Ou: MST S/A

Qual a sua visão, estimado leitor, dos assentamentos do MST? Dependendo da inclinação ideológica ou do apreço pelos fatos, a visão oscilará entre verdadeiras “favelas rurais” abandonadas, incapazes de manter sequer a autossuficiência e dependentes dos subsídios estatais, e lindas comunidades felizes com escolas para crianças e verduras fresquinhas para o consumo local.
O que o leitor provavelmentenão terá como visão é um grupo de camponeses fazendo especulação imobiliária e amealhando boas quantias com a venda de “suas” terras, não é mesmo? Pois é exatamente o que tem acontecido. O encarecimento das terras tem mexido com a ganância dos revolucionários socialistas, que têm vendido por até R$ 500 mil lotes para empresários do agronegócio, demonizado pelo MST:
No assentamento Primavera, em Andradina, interior paulista, berço do MST em São Paulo e o único do País em que o governo federal entregou a totalidade dos títulos de propriedade definitiva, o processo de transferência ganhou ritmo preocupante.
“Metade dos assentados já vendeu os lotes”, diz o geógrafo Eduardo Girardi, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), estudioso da questão agrária.
Resultado de uma invasão ocorrida no início dos anos de 1980, o caso de Primavera é emblemático. Com 3.676 hectares, divididas em 210 lotes – onde vivem cerca de 870 pessoas que dependem da agricultura – o assentamento está sendo afetado pelas leis de mercado.
Pois é: malditas leis de mercado! Quando se dá a liberdade de escolha e deixa o indivíduo decidir, ele acaba optando pelo que é melhor para ele. E certamente as leis de mercado funcionam para alocar os recursos escassos nas mãos mais produtivas, pois conseguem obter resultados mais rentáveis.
Isso só é terrível na cabeça de quem não entende como o mercado funciona, ou de quem deseja manter o status quo ineficiente porque dele se beneficia. O dirigente do MST teme tais vendas, pois elas desmoralizam o movimento, não porque prejudicam essas famílias vendedoras.
O MST está disposto a sacrificar tais famílias para manter sua “reforma agrária” fracassada. E está disposto a berrar, gritar e “invadir” Brasília com 20 mil militantes para ter o que é seu por imposição. Quem não chora não mama.
O MST adora mamar nas tetas estatais. Produção que é bom? Isso deixam com o agronegócio mesmo, o “demônio capitalista” responsável por mais de R$ 100 bilhões de exportações para o país.
Rodrigo Constantino

E O CARVALHO?

Ricardo Setti

CASO CELSO DANIEL: Estamos esperando, ansiosos, que Gilberto Carvalho processe o delegado Tuma na Justiça pelas revelações feitas em seu livro e repetidas de viva voz, publicamente. O ministro prometeu processá-lo há 66 dias… e nada!

Secretário-geral da Presidência Gilberto Carvalho e advogado e ex-secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Jr. (Fotos: Antonio Cruz / ABr :: VEJA.com)
O secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e o ex-secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Jr.: Tuma diz que Gilberto admitiu levar dinheiro ilícito, produto de corrupção, diretamente para as mãos do então chefe da Casa Civil, José Dirceu. E a promessa do ministro de processar o delegado, até agora, ficou por isso mesmo (Fotos: Antonio Cruz / ABr :: VEJA.com)
O ministro Gilberto Carvalho teria admitido a seu então colega de governo Romeu Tuma Junior, secretário Nacional de Justiça, que, quando trabalhava com o prefeito petista de Santo André, Celso Daniel — assassinado em janeiro de 2002 –, levava dinheiro ilegal proveniente de propinas de empresários pessoalmente ao então chefe da Casa Civil de Lula, José Dirceu, para fazer frente a despesas eleitorais do PT.
Romeu Tuma Junior conta o episódio eu seu livro best-sellerAssassinato de Reputações — Um Crime de Estado.
Pois bem, mal lançado o livro, o atual secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, anunciou que iria processar criminalmente o delegado, atualmente aposentado da Polícia Civil de São Paulo e sócio de um escritório de advocacia.
O anúncio foi feito pelo ministro no dia 9 DE DEZEMBRO DE 2013.
Já faz, portanto, 66 DIAS que anunciou o processo.
O delegado Tuma já declarou, publicamente — inclusive em recente participação no programa Roda Viva, da TV Cultura –, que se dispõe a fazer a “exceção da verdade” (ou seja, provar o que diz) em juízo, ou fazer acareação com quem quer que seja.
Por que será que o ministro Gilberto Carvalho tem tanta calma em defender sua honra?

RISCO INSTITUCIONAL

Cartaz com a frase “Abaixo a Constituição e o Judiciário assassino”, exibido ontem em Brasília por um manifestante do MST, mostra que é gente dessa laia que tem usado a Democracia para atentar contra ela.
CH

Peguntar não é ofensa: O PT recebeu votos ou a escritura definitiva do país?

Ponte Democrata Carlos Marighela?

CARLOS ANDREAZZA
Publicado: 11/02/14 - 0h00

Neste país, decerto como consequência do bem-sucedido projeto brasileiro de deseducação, só se pensa e age em manada, em bando, em patrulha, de modo que não há jeito — a menor chance — de se reconhecer e valorizar, por exemplo, um mérito pontual do regime militar de 1964 sem ser logo chamado de ditador, quando não de torturador.

Trinta anos passados, três décadas de proscrição, de degredo, de petrificação dos malditos, tempo em que o simples referir-se aos militares — que não nos piores termos — significou adesão imediata e incondicional ao que ocorria nos porões. Reconhecer a importância da infraestrutura — a única que temos ainda hoje, diga-se — erigida naquele período? Ora, experimente… Comente, com base nos fatos, que o Brasil depende hoje de obras públicas — de portos, de estradas etc. — construídas pelo regime militar e torne-se de súbito partidário e defensor, signatário do AI-5; um golpista!

Se é que a teve um dia, este país terá de todo perdido a mão para o que seja reflexão, equilíbrio e ponderação; mas não sem estender a outra, ato contínuo, ao ridículo.

Ah, o ridículo!

Outro dia mesmo, enquanto atravessava a Rio-Niterói, peguei-me a perguntar: quanto faltará até que um desses lavadeiros da verdade proponha mudar o nome oficial, Presidente Costa e Silva, da ponte? Era questão de tempo — sempre soube. Intuía, contudo, que a hora se acelerava, pois a tinturaria da história tivera gestão mais eficiente nos últimos anos; ademais, acercávamo-nos dos 50 anos do golpe. Era questão de pouco tempo. E, batata!, tinha poucas dúvidas de que a iniciativa partiria de um dos copidesques do Ministério Público, desocupado progressivamente desde o fim da ditadura e finalmente inútil — tornado sem propósito — com a assunção redentora do povo oprimido ao poder, instante em que, no Brasil, como sabido, nada mais houve a ser investigado, denunciado, enfrentado.

Afinal, bicheiros, traficantes, mensaleiros, milicianos e assassinos de mais de 50 mil brasileiros por ano — tudo isso é passado, vencido, superado, miragens que só possuem materialidade na percepção histérica da classe média manipulada, claro, pela mídia golpista. O perigo — apontam os diligentes revisores do Ministério Público — está nos monumentos, nas placas das ruas, avenidas e estradas, nas fachadas de escolas do interior, em qualquer poste que leve o nome de um militar de 1964, de um ditador daquele período proibido.

Mas, atenção!, só daquele — apenas daquele intervalo desgraçado entre 1964 e 1985. No Brasil, também se é seletivo com tiranos. Porque há, tão fofos, os nossos ditadores de estimação. (E não falo nem do amor pátrio por assassinos estrangeiros — e em atividade — como Fidel Castro). Ou não teremos aí o nosso querido Getúlio Vargas, brasileiríssimo, o “pai dos pobres”, homem cruel, vil, perseguidor, golpista, torturador, no entanto a nomear de goleiro a fundação, passando por uma das mais importantes vias urbanas do país?

Eis que, então, aos 50 anos redondos do golpe militar somam-se os 40 de uma das obras públicas mais importantes não só daquele período como, sem dúvida, da história do país. Palco perfeito — cenário iluminado, holofotes todos direcionados — para os justiceiros que não perdem oportunidade de aparecer. E como são bons, generosos na construção do passado que melhor lhes convém.

Ponte Presidente Costa e Silva? Não! Nem pensar! Não se pode deixar uma placa velha, escondida, enferrujada e ignorada sob uma fundação carcomida qualquer — que efeito, que impacto negativo terá sobre as crianças, sobre as novas gerações? (Decerto muito pior que o do crack, cujo consumo por menores, como sabido, já foi perfeitamente controlado). Não pode. Não mesmo. Um absurdo! Uma afronta! Tem de mudar. Alude ao golpe, afinal, ao arbítrio, à tortura; perpetua um passado que se quer apagar, que se fez interdito, e de que não se pode tratar senão com o implacável esfregão seletivo.

A esses revisores da história — tapados pela mistificação, obstruídos pela doutrina do justiçamento da memória, cegos aos fatos — não ocorre examinar, portanto, que sem este homem, sem Artur da Costa e Silva, não haveria a ponte, tão simples quanto isso, não como a conhecemos hoje, e que ali, pois, não se homenageia a ditadura, o arbítrio, a tortura, mas um indivíduo que, apesar de muitos e tantos erros, acertou, não fossem várias as vezes, ao menos uma.

Acertou em bancar, em viabilizar, em sustentar a construção de uma obra que, embora sonhada e ansiada por mais de século, imperador, ditador ou democrata nenhum antes lograra encarar — obra que se tornaria elemento decisivo à integração física não só do Rio, mas do Brasil, marco incontornável da engenharia nacional; obra que ele próprio não veria pronta, morto bem antes; obra, a Ponte Rio-Niterói, que sequer é conhecida pelo nome oficial, mas que o homenageia porque simplesmente não poderia ser de outra maneira.

Celebremos e fortaleçamos a democracia, mas sem jamais nos esquecermos de que o autoritarismo não é exclusividade das ditaduras. E que, portanto, ao apoiar este processo de apagamento seletivo da história, de aniquilamento dos bons feitos alheios, os fernandohenriques da vida não se pensem livres do mesmo destino. Também é questão de tempo.
Fonte: http://clubemilitar.com.br/ponte-democrata-carlos-marighella/


CORREIO DA PIZZA DE CALABRESA COM MARIMBONDOS MARANHENSES- Suspeita contra Sarney em caso do Banco Santos deve chegar ao Supremo

Procuradoria pede que Corte avalie prática de delito de senador, que resgatou R$ 2 milhões um dia antes da intervenção no banco. Sarney e o banqueiro Edemar Cid Ferreira são amigos há décadas.

Qual é a justiça que serve para estes comunas corruptos? Para eles o julgamento de Cesare Battisti foi político na Itália e o de Pizzolato no Brasil também. Boa talvez seja a justiça da Correia do Norte?

DIÁRIO DO VATICANO- O Papa após ouvir as declarações da mulher de Pizzolato sobre o inocente decide encaminhar sua canonização

DENÚNCIA MUITO SÉRIA- Advogado da dupla que matou Santiago Andrade diz que partidos e outros grupos financiam jovens para criar “terrorismo social” e cobra que imprensa e Polícia investiguem vereadores, deputados estaduais e diretórios regionais de partidos

advogado Jonas Tadeu Nunes
Na manhã desta quarta, Jonas Tadeu Nunes, advogado de Fábio Raposo e Caio Silva de Souza, que acenderam o morteiro que matou o cinegrafista Santiago Andrade, concedeu uma entrevista à rádio Jovem Pan. Participei da equipe que conversou com ele. Nunes faz uma acusação muito grave: segundo diz, jovens, a exemplo de seus clientes, estão sendo financiados “por grupos” — recebendo dinheiro mesmo! — para promover a baderna país afora. Nas suas palavras:“Eles recebem até uma espécie de ajuda financeira, de mesada, para participar dessas manifestações, com o intuito de terrorismo social”.
Segundo o advogado, tanto a imprensa como a polícia devem investigar a atuação de diretório de partidos políticos. A denúncia é muito grave. Segundo o advogado, ao chegar às manifestações, os jovens são municiados com máscaras de gás, explosivos etc. Nunes sugere que a vida de seus clientes está correndo risco. Para ouvir a íntegra da entrevista, clique aqui.
 Abaixo, transcrevo trechos da entrevista.
Ajuda financeira para o “terrorismo social”
“Esses jovens… Esse Caio, por exemplo, é miserável. Esses jovens são aliciados por grupos. Eles recebem até uma espécie de ajuda financeira, de mesada, para participar dessas manifestações, com o intuito de terrorismo social”.
Jovens com medo de represálias
“Antes de chegar ao Caio, eu estive com outros jovens, que fazem parte desses movimentos (…) Mas são jovens que são aliciados. Uns três ou quatro jovens foram categóricos ao afirmar, e eles não querem que divulguem o nome porque eles têm medo, muito medo, de represálias…”
Pobre aliciados
“São jovens de preferência revoltados, que têm uma certa ideologia, pobres, são aliciados para participar das manifestações. São jovens que não têm dinheiro para comprar máscaras, não tem dinheiro para comprar fogos…”
Por trás, vereadores e deputados estaduais
“Isso cabe a vocês da imprensa [apurar]. Vocês, da imprensa, são os olhos e os ouvidos da sociedade. A prisão desse rapaz não deveria encerrar essa desgraça que houve com a família do Santiago, a desgraça que está havendo com a família desses dois jovens. Vocês deveriam investigar isso: investigar vereadores em Câmaras Municipais, investigar deputados estaduais…
Diretórios de partidos
“Sim, são agrupamentos, movimentos… Tem até diretórios [de partidos políticos], segundo informações que eu tenho… Eu não posso divulgar porque tenho que preservar vidas… É papel da imprensa, da Polícia Federal, investigar diretórios regionais de partidos, investigar esses movimentos sociais, que aliciam esses jovens, que patrocinam, que fomentam financeiramente essas manifestações.
Vai apresentar as provas desse aliciamento em juízo?
“Vou conversar com os meus clientes, vou ver se eles permitem, vou conversar também no Conselho Regional da OAB (…). Vocês da imprensa estão satisfeitos com a prisão deles. Tem de investigar quem municiou esses jovens. Esses jovens chegam às manifestações e são municiados com fogos de artifício, são fomentados financeiramente.”
A imprensa
“Essas informações que eu tenho, não sou só eu, não. Tem muitos colegas de vocês que têm essas informações. Tem muita gente da imprensa que sabe quem está por trás disso.”
Rolezinho
“Esse mesmo engendramento iria partir depois para os rolezinhos… Qualquer pessoa pode entrar e sair de shoppings. Então vamos criar os rolezinhos para desestabilizar a sociedade”.
Marcelo Freixo
“Confirmo com toda a veemência [que a militante Sininho diz ter falado em nome do deputado estadual Marcelo Freixo, do PSOL-RJ]. Eu ouvi isso dela. Eu ouvi [de Sininho] que os dois rapazes eram conhecidos de Marcelo Freixo. Ela me disse que estava ligando a mando do deputado Marcelo Freixo, oferecendo assistência jurídica”.
Encerro
É isso aí. Sem dúvida, o jornalismo tem uma grande desafio pela frente — afinal, sua tarefa é informar o que está acontecendo. E a Polícia Federal tem aí algumas dicas, não é? Sua tarefa é reprimir o crime. Que investigue.
Por Reinaldo Azevedo

SOMOS ELE AMANHÃ?

Cinismo perigoso na nota oficial da ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos) sobre a morte do jornalista. Lamenta, mas ressalva “direcionamento não intencional”. Sugere brecha para alvos específicos.
CH
*Vindo dela, esperar o quê? Para essa torpe só existe dor se a vítima for esquerdista.

FARRA DE DIÁRIAS NÃO EVITA NOSSO FIASCO ESPACIAL

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) pagou 1.213 diárias no exterior a cinco servidores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) para participar do desenvolvimento do primeiro satélite brasileiro em conjunto com o governo chinês. Os mais de R$ 660 mil gastos, sem contar os salários, não foram suficientes para evitar o fiasco e o foguete que levava o satélite caiu no mar antes mesmo de atingir a estratosfera.Com 243 diárias, em média, os servidores garantiram um ano inteiro de viagem pelo mundo na conta do contribuinte, que ficou aqui ralando.De acordo com o Portal da Transparência, os integrantes da “banda” passaram por várias cidades turísticas como Amsterdã, Dubai e Beijing.
Cláudio Humberto

Vantagem nenhuma- Dora Kramer

O governo trata as críticas do empresariado com desdém. Aqueles que não são qualificados como pessimistas, são incluídos na lista dos politicamente engajados em candidaturas presidenciais da oposição.

Fica faltando, porém, uma justificativa para as reiteradas recusas de empresários simpáticos ao Planalto em assumir a pasta do Desenvolvimento no lugar de Fernando Pimentel. Dois exemplos mais recentes, Josué Gomes da Silva e Abílio Diniz.

O último empresário de grande porte a participar do governo, Jorge Gerdau, ficou falando sozinho quando apontou a impossibilidade de se administrar o País com 39 ministérios.

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LIBERDADE COMO NOSSO DOM MAIOR

Ser livre para ir e vir!Pela liberdade de expressão.Pela humanidade contra os pregadores da escuridão que assolam nosso mundo moderno.Democracia verdadeira sempre,não aquela de fachada que persegue quem não compartilha de suas idéias.