quarta-feira, 26 de março de 2014

“O álcool só é amigo dele mesmo.” (Filosofeno)

Existem lavanderias no Brasil que lavam e passam notas?

“Está aberta a temporada de caça aos leões. Preciso ficar atento e cuidar do meu pelo. Por certo viverei grandes emoções. Só espero não ir para o empalhamento.” (Leão Bob)

“Estou criando barriga e papo. Tenho comido muitos javalis, preciso urgentemente fazer uma dieta de gazelas.” (Leão Bob)

“Ninguém consegue fugir para sempre da própria verdade. Um dia, qualquer dia, ela espera seu dono na cama.” (Filosofeno)

“Quando estou me sentindo um pouco triste mando arrancar um dente sem anestesia que a tristeza passa.” (Chico Melancia)

“Apesar de eu existir minha mãe ainda sorri.” (Climério)

DO BLOG DO PAULINHO- Governo do PT no Rio Grande do Sul vai bancar conta que deveria ser paga pelo Internacional

O Governador Tarso Genro (PT) conseguiu aprovar mais uma imoralidade em seu triste reinado no Rio Grande do Sul.
As estruturas temporárias do estádio do Internacional, que deveriam ser bancadas pelo clube, como previa acordo assinado anteriormente, seria pagas pelo dinheiro público.
Sob disfarce, óbvio, de isenção de impostos a empresas que embarcarem na ideia.
Ou seja, quem construir o que resta da obra, além de ter propaganda gratuita com a divulgação de sua marca nos principais órgãos de imprensa, pode ainda ter lucro, dependendo de como for executado e auditado o sistema de devolução dos recursos.
Mais um capítulo da imoralidade que prejudica a população, beneficiando entidades privadas e políticos engajados em eleições e reeleições.

Presunção de culpa

Dora Kramer - O Estado de S.Paulo


Na tentativa de afrouxar o nó em que se enroscou ao dizer que, quando ministra da Casa Civil, aprovara um negócio milionário na Petrobrás com base em relatório incompleto, a presidente Dilma Rousseff complica a cada dia a narrativa do Palácio do Planalto.

É a tal história dos equívocos em série cometidos para tentar corrigir o erro de origem. A explicação dada por Dilma na semana passada se contrapôs à versão oferecida anteriormente pela presidente e pelo ex-presidente da Petrobrás para a compra da refinaria de Pasadena. Os dois disseram que o negócio foi feito porque na época pareceu bom.

Depois, a presidente resolveu pedir o afastamento de Nestor Cerveró da diretoria da BR Distribuidora. Não ficou claro o motivo. Ele foi o responsável pelo aludido relatório, cujas falhas a presidente disse ter tomado conhecimento em 2008. Levou seis anos para ser punido antes de ter sido promovido.

Ainda assim, fica a dúvida: foi demitido por que, se o negócio era bom segundo Graça Foster, Sérgio Gabrielli e vários integrantes do Conselho de Administração que aprovaram a compra e já se pronunciaram? Ficou parecendo que o Palácio do Planalto precisava arrumar um culpado e uma demissão para dar verossimilhança à sua versão.

Agora, a fim de evitar a criação de uma CPI para investigar a Petrobrás e desestimular a convocação de Graça, Gabrielli, Cerveró e mais o ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, acusado e preso por suspeita de corrupção, o governo tenta criar uma atmosfera de intimidação geral disseminando versões segundo as quais congressistas teriam muito a perder se insistirem em mexer nesse vespeiro.

A manobra obedece à dinâmica de sempre: circulam histórias de que alguém ouviu dos ex-diretores que estão prestes a explodir ao molde de homens-bomba, dispostos a contar o que sabem e, com isso, envolver e constranger boa parte da República. Será verdade?

Em relação a Paulo Roberto Costa não há como conferir, pois ele está em poder da Polícia Federal. Corre na capital que seu poder e trânsito eram "gigantes" entre parlamentares de partidos governistas. Um tanto vago, mas o suficiente para amedrontar quem tem a temer.

Quanto a Nestor Cerveró, sua volta ao Brasil (está em férias na Europa) é aguardada para a semana que vem. Segundo um amigo parlamentar que conversou com ele, está absolutamente tranquilo, não dá o menor sinal de que pretenda explodir. Afastado da diretoria da BR, continua funcionário de carreira da Petrobrás e nessa condição voltará, conversará na empresa para tomar pé da situação e, se convocado pelo Congresso, irá prestar esclarecimentos.

Para repetir o que já disseram Sérgio Gabrielli e Graça Foster: que a compra da refinaria foi baseada em estudos técnicos bem fundamentados. Ou seja, vai desmentir a presidente da República, já devidamente desmentida pelo silêncio da atual e pelo pronunciamento do ex-presidente da Petrobrás.

A tentativa de impedir a criação da CPI pela via da intimidação não parece ser a estratégia mais inteligente para ninguém. Joga tanto o Legislativo quanto o Executivo na vala comum da suspeição geral. Parte do pressuposto de que todos são culpados até prova em contrário.

O governo, porque usa desse instrumento de chantagem para impedir a abertura de uma investigação no Parlamento. E o Congresso, pela ideia de que esse tipo de ameaça seja eficaz mesmo quando dirigida a deputados e senadores da oposição.

Pode dar certo, mas pode dar muito errado. Vai depender da disposição do Legislativo de aceitar ou não a regra do jogo em que é posto, a princípio, na condição de devedor com a faca no pescoço e convidado a compartilhar da lei da Omertá.

O governo tem maioria para impedir a CPI, com suavidade. Mas, pode acabar em minoria se insistir em atuar com brutalidade.

O PT é o que você vê e também o que você não vê. O pior fica entre quatro paredes.

Corregedoria abre investigação contra juiz que tentou coibir regalias de mensaleiros

A Corregedoria do Tribunal de Justiça do Distrito Federal abriu procedimento investigativo preliminar para apurar as condutas do juiz Bruno Silva Ribeiro, responsável pela execução das penas dos condenados do mensalão e um dos principais magistrados a tentar coibir as regalias recebidas pelos mensaleiros. A abertura da investigação ocorreu após o governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz ter respondido a um questionamento do próprio juiz sobre privilégios ofertados a mensaleiros, principalmente aos petistas José Dirceu e Delúbio Soares.
Em documento enviado à Vara de Execuções Penais (VEP) do DF no último dia 7, o governador do Distrito Federal afirmou que o sistema penitenciário tem “plenas condições” de garantir que detentos sejam tratados com igualdade e disse que “não há ingerência política” nos presídios da capital. Na resposta enviada pelo governador à VEP, porém, Queiroz disse que respondia apenas “por liberalidade” e que poderia comunicar a presidência do tribunal sobre os questionamentos. Para o petista, ele não seria juridicamente obrigado a esclarecer as perguntas sobre regalias aos mensaleiros porque o Tribunal de Justiça do DF e a VEP não exercem jurisdição sobre o governador do DF.
O fato de o juiz Bruno Ribeiro ter enviado diretamente os questionamentos a Agnelo é um dos pontos a ser investigados pela Corregedoria do TJ. Enquanto o caso não for concluído, o juiz da VEP se declarou impedido de decidir questões relativas à execução das penas de mensaleiros, como possíveis benefícios ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e ao ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP).
“Declaro-me suspeito por motivo de foro íntimo relativamente às execuções penais envolvendo os sentenciados da ação penal 470 [mensalão] pelo menos até a manifestação conclusiva sobre a suposta infração disciplinar consistente em solicitar informações ao Augusto Chefe do Poder Executivo local”, informou o juiz em despacho desta terça-feira.
O embate entre o juiz Bruno Ribeiro e o governador Agnelo Queiroz ocorre após o MP ter pedido que o petista desse fim aos privilégios aos condenados no julgamento do mensalão. Caso as regalias não fossem extintas, promotores informaram que pretendem solicitar a transferência dos condenados para penitenciárias federais.
Na última semana, o site de VEJA mostrou que cinco senadores do partido articularam, em uma reunião secreta no subsolo do Senado, uma manobra para evitar que a cúpula petista condenada no mensalão seja transferida para presídios federais. Emissário de Dirceu e amigo próximo do ex-tesoureiro petista Delúbio Soares, o advogado Luiz Egami relatou aos parlamentares que os condenados pelo mensalão temem ser realocados nas unidades federais de Mossoró (RN), Catanduvas (PR), Campo Grande (MS) e Porto Velho (RO), locais que abrigam criminosos perigosos, e pediu que a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa da Casa, comandada pela senadora Ana Rita (PT-ES), articulasse uma visita ao Complexo Penitenciário da Papuda para negar publicamente a existência de privilégios ou benefícios aos mensaleiros.

Caio Blinder- A lógica da radicalização

Tiranos, ditadores, autocratas e caudilhos demonizam os adversários. Eles são comunistas, fascistas, terroristas e radicais. E, de fato, muitos são. Eles nem sempre precisam da provocação, do arbítrio e da selvageria de um regime para serem o que são e fazerem o que fazem. No entanto, apenas para ficar em nomes quentes do noticiário, Vladimir Putin, Bashar Assad, Nicolás Maduro e Abdel Fattah el-Sisi fazem a sua parte para multiplicar os inimigos e radicalizá-los.
Putin precisa multiplicar os fascistas ucranianos na sua agitprop para justificar a intervenção russa no país vizinho e remover a legitimidade da revolução em Kiev, em parte estimulada pelo expansionismo russo e em parte pela brutalidade policial do deposto governo pró-russo de Viktor Yanukovich. Em uma situação combustível, por que não acirrar ainda mais as rivalidades étnicas e o hipernacionalismo? Assim funciona Putin.
Assad não precisa do jihadismo para justificar e exercer a sua barbárie, mas ele o ajuda a intensificar seus crimes contra a  humanidade. Ódios étnicos e religiosos foram por muito tempo cruelmente abafados pela ditadura Assad (pai e filho), mas a repressão descomunal contra protestos pacíficos há três anos, inclusive de crianças e adolescentes, levou a uma espiral de violência dantesca. É ponto de honra desta coluna martelar que o grande responsável pela tragédia é o ditador.
Como Assad, mas em escala muito menor, Maduro tem sua milícias chavistas que atiram em estudantes e mulheres grávidas. Representantes eleitos (prefeitos e congressistas) são caçados e cassados, caso da deputada antichavista Maria Corina Machado. A repressão se aprofunda na Venezuela, a situação se deteriora, Maduro denuncia conspirações variadas (de militares e dos EUA) e no desespero setores da oposição partem para a ignorância, tudo isto diante da cumplicidade latino-americana com o chavismo. O Brasil pede uma solução negociada na Ucrânia, sem condenar Putin, e não negocia sua posição na Venezuela. Está fechado com o regime chavista.
No Egito, não chega a ser conivência ocidental com o ditador Sisi, mas uma postura flácida de aceitação do status quo. A diplomacia americana foi tão incompetente nos últimos anos no Egito que ela é desprezada pelos militares golpistas que derrubaram Mohamed Morsi, pela Irmandade Muçulmana e pelos quixotescos bolsões liberais. Esta semana foi marcada por dois julgamentos em massa de mais de mil pessoas acusadas de integrarem a Irmandade Muçulmana, uma farsa judicial que deixaria Stálin orgulhoso. Como é possível condenar à morte, em primeira instância, 529 pessoas pela morte de um policia durante um protesto? Simples: são terroristas e radicais (quase todos os réus foram condenados à revelia e 17 absolvidos no primeiro julgamento).
Os cenários nos quatro países são diferentes e muitos adversários de tiranos, ditadores, autocratas e caudilhos não merecem nossa simpatia (apenas solidariedade judicial, como no Egito). No entanto, nos quatro casos temos polarização e radicalização ou estamos a caminho da paz de cemitério.

Pode isso, TSE?


Em campanha
Em campanha
Alexandre Padilha não tem nada a ver com o programa Minha Casa, Minha Vida. Mas em tempos de campanha, isso é o de menos para Dilma Rousseff.
Padilha esteve com Dilma na cerimônia de assinatura da ordem de serviço para a construção de casas em São José dos Campos, hoje de manhã. Nada de cadeira na plateia ou escondido atrás de representantes de segundo escalão.
Padilha acompanhou os discursos sentado no palco. Até Dilma se confundiu – como sempre – ao falar de seu candidato:
- Queria cumprimentar também meu ministro, aliás, meu e ex-ministro da Saúde, o médico Alexandre Padilha, que é um dos responsáveis pelo programa Mais Médicos.
Se isso não é discurso de campanha…
Por Lauro Jardim

Gabrielli, presidente da Petrobras à época da refinaria de Pasadena, nomeou o próprio primo para digir estatal brasileira nos EUA

Por Andreza Matais e Murilo Rodrigues Alves, no Estadão:
Presidente da Petrobrás na época da compra da refinaria de Pasadena, José Sérgio Gabrielli nomeou o primo para cuidar da estatal nos EUA, a Petrobrás América, quando a petroleira e a empresa belga Astra Oil estavam em litígio em torno do negócio. José Orlando Azevedo foi o responsável por conduzir a disputa judicial que culminou com uma vitória dos belgas e numa conta de US$ 820,5 milhões a mais para a estatal brasileira pagar. Azevedo presidiu a Petrobrás América entre outubro de 2008 ao final de 2012. A nomeação do primo foi aprovada pelo Conselho de Administração da Petrobrás, na época presidido pela presidente Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil do governo Luiz Inácio Lula da Silva.
 O Brasil acabou pagando US$ 1,2 bilhão pela refinaria de Pasadena após o litígio, concluído em 2012. O litígio ajudou a encarecer o negócio. Em 2005, a belga havia comprado a planta de Pasadena por US$ 42,5 milhões. Gabrielli informou a nomeação do primo à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e à Security Exchange Commission (SEC). No comunicado, a Petrobrás diz aos órgãos reguladores que “o engenheiro de equipamentos sênior José Orlando Melo de Azevedo é primo em primeiro grau do então presidente da companhia, José Sérgio Gabrielli de Azevedo.”
(…)

Por Reinaldo Azevedo

O outro mico da Petrobrás

O Estado de S.Paulo


O ruinoso negócio da compra da refinaria de Pasadena em 2006, que sangrou a Petrobrás em mais de US$ 1,18 bilhão, surgiu, ao que tudo indica, de uma aposta errada - a suposição, varrida pela crise de 2008, de que o mercado mundial de derivados de petróleo continuaria a jorrar lucros espessos para seus fornecedores. A isso se juntou, como ficou escancarado na última semana, a precipitação da então presidente do Conselho de Administração da estatal, Dilma Rousseff, ao dar o sinal verde para a transação. Ela o fez, conforme sua confissão de próprio punho, apenas com base em um "resumo executivo" de três páginas incompletas.



O parecer não fazia referência a cláusulas cruciais do contrato da petroleira com a empresa belga Astra Oil, da qual adquiriu 50% da instalação, e que a obrigariam, ao cabo de uma batalha judicial nos Estados Unidos, a ficar com a outra metade, arcando ainda com os formidáveis custos do processo. Dilma afirma que só veio a conhecer os termos completos da parceria dois anos depois de aprová-la. Por fim, mas não menos importante, é possível, se não provável, que o valor exorbitante desembolsado pela Petrobrás para ficar com metade da destilaria - 8,5 vezes mais do que os belgas pagaram por ela toda um ano antes - tenha servido para acobertar crimes de superfaturamento e evasão de divisas. Daí as apurações em curso no Tribunal de Contas da União, na Polícia Federal e no Ministério Público.

Faz-se esse retrospecto para sustentar que o escândalo de Pasadena tem um concorrente de vulto em território nacional - a sociedade entre a Petrobrás e a Petróleos de Venezuela (PDVSA) para a construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, cuja pedra fundamental foi lançada em dezembro de 2005 pelo então presidente Lula e o caudilho de Caracas Hugo Chávez. Pelo "acordo de camaradas", como a joint venture é ironicamente chamada na estatal, ela ficaria com 60% do empreendimento, e a venezuelana, com os restantes 40%. Nesse negócio não houve o erro estratégico que levou ao prejuízo de Pasadena, as autoridades brasileiras não ficaram no escuro em relação a cláusulas eventualmente lesivas à Petrobrás nem tampouco teriam sido cometidos crimes contra o seu acionista majoritário: o Estado.

Foi pior. A parceria com a PDVSA, em termos desvantajosos para o País, é o fruto podre das afinidades ideológicas de Lula com o "socialismo do século 21" do autocrata Chávez, de um lado, e, de outro, da néscia intenção de mostrar altivez perante os Estados Unidos. A política bolivariana do governo petista se inscrevia, por sua vez, na anacrônica diplomacia terceiro-mundista adotada por seu titular, que nada trouxe ao País, salvo desmoralização.

Uma das facilidades concedidas à Venezuela foi a de onerar a Petrobrás com as parcelas que Caracas deveria desembolsar para tocar a obra, se assim preferisse. Mais adiante - depois da assinatura do contrato definitivo com a PDVSA - a dívida seria paga com os juros e encargos, podendo a empresa brasileira recebê-la em ações da associada, a preços de mercado. Só que - assombrosamente - esse contrato nunca foi assinado.

A PDVSA nem precisou refutar a sua condição de devedora. Em documento oficial, saiu-se com uma variante do "devo, não nego…". Os valores, afirmou, "deveriam ser contabilizados na data da assinatura do acordo de acionistas" - que ficou para as calendas. Em outubro do ano passado, revelou ontem o Estado, a Petrobrás se resignou ao calote chavista. A essa altura, a estatal já tinha investido na planta US$ 18 bilhões, ou sete vezes mais do que a estimativa inicial. Serão oito vezes quando, como parece certo, o valor definitivo bater nos US$ 20 bilhões. A verdade é que Chávez enrolou Lula com a história de que a Venezuela precisava de infraestrutura para refinar o seu óleo a ser vendido na América do Sul, mas não tinha como construí-la com seus próprios meios. A parceria com a Petrobrás seria boa também para a economia e o prestígio brasileiros. Depois, Chávez enrolou Dilma. Em dezembro de 2011, prometeu-lhe resolver de vez o problema. Claro que não pretendia resolver coisa alguma - e a Petrobrás de novo ficou com o mico.

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