sexta-feira, 28 de março de 2014

PF descobre fraude nos cartões corporativos do Ministério do Trabalho

A Polícia Federal (PF) realizou nesta sexta-feira uma operação de combate a fraudes e desvio de dinheiro público no uso do cartão corporativo por servidores do Ministério do Trabalho e Emprego em Rondônia. A superintendente regional da pasta no Estado, Ludma de Oliveira Correa Lima, foi presa. Ela é filiada ao PDT, partido que acumula escândalos à frente do ministério.
A Operação Trama teve objetivo de prender temporariamente seis pessoas e suspender seis funcionários do serviço público, além de conduzir nove pessoas para depoimento e cumprir dez mandados de busca e apreensão. Há empresários e particulares entre os alvos da PF, além dos servidores e gestores do ministério.
A investigação da PF aponta que os gastos da superintendência do pasta em Rondônia com o cartão corporativo, em 2013, foram cinco vezes superiores à média nacional – os valores ainda não foram divulgados. A PF diz que os servidores apresentavam notas de compras com valores redondos e acima do limite permitido. O dinheiro foi gasto em estabelecimentos comerciais “desconhecidos e de localização duvidosa” e que tinham atividade econômica diferente dos bens e serviços contratados.
Os investigadores também afirmam que os servidores simularam viagens a trabalho para que houvesse o pagamento de diárias. Até os relatórios de trabalho das viagens foram forjados. Eles chegavam a inserir de forma “fraudulenta” os dados dos viajantes no Sistema de Concessão de Diárias E Passagens (SCDP) do governo federal. Os policiais federais descobriram a fraude porque os servidores, que supostamente estariam viajando, ficavam no local de trabalho fixo, participavam de reuniões oficiais e assinavam documentos.
A PF também apura suspeita de fraude a licitações na Superintendência Regional de Trabalho em Rondônia.
VEJA

PÂNICO NO PLANALTO

A pesquisa CNI/Ibope, mostrando queda vertiginosa de 7 pontos na avaliação de Dilma, representou uma ducha de água gelada. Além de nervosos, os petistas ficaram tão borocoxôs, ontem, que nem sequer tentaram convencer parlamentares a retirar apoio à CPI da Petrobras.
CH

CERVERÓ, O HOMEM-BOMBA, AVISA QUE QUER FALAR

Acusado pelo Palácio do Planalto de redigir um “parecer falho” que teria “induzido a erro” a presidenta Dilma Rousseff, no caso da compra superfaturada da velha refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, o ex-diretor Internacional da Petrobras Nestor Ceveró adicionou mais um elemento ao clima de pânico no governo: ele fez chegar a políticos de oposição que tem “todo interesse” de falar aos deputados federais.
CH

Se eu não fosse ateu diria que o PT é uma obra dos diabos.Arre!

LEMBRANDO: A FIFA é um antro de gente não recomendada,certo. Mas quem se meteu de fresco para trazer a Copa foi Lula, Pelé & Cia.

YOANI SÁNCHEZ-Um dia sem os trabalhadores por conta própria

  O sonho da razão produz monstros.                                                                                                                   Francisco de Goya
O dia começou com certa atmosfera de pesadelo. O cafezinho da manhã faltou porque o vendedor com a garrafa térmica e os copinhos de papelão não estava na esquina. Arrastando os pés caminhou então até a parada de ônibus enquanto prestava atenção se chegava algum táxi coletivo. Nada. Nem um velho Chevrolet vinha pela avenida, nem as engenhosas caminhonetes que têm capacidade para até doze passageiros eram vistas no lugar. Após uma hora de espera conseguiu subir ao ônibus irritado pela falta de um cartucho de amendoim para aplacar “o cão” que ladrava em seu estômago.
Não fez quase nada em sua jornada de trabalho. A diretora não conseguiu chegar por que a mulher que cuidava de sua menina se ausentou. Outro tanto aconteceu com o administrador que teve um pneu do Lada estourado e, para cúmulo,  a borracharia do seu bairro amanheceu fechada. No intervalo do almoço as bandejas de comida tinham apenas o próprio peso de tão vazias. O carroceiro que oferecia os vegetais e os alimentos com que se incrementa o almoço não havia passado. O chefe de relações públicas tinha um ataque de nervos, pois não pôde imprimir as fotos que precisava para um visto. Na porta do estúdio mais próximo um cartaz de “não abrimos hoje” tinha arruinado seus planos de viagem.
Decidiu regressar a pé até em casa para evitar a espera. O filho lhe perguntou por algo para merendar, porém o padeiro não havia aparecido com seu pregão estridente. Tampouco o quiosque de pizzas funcionava e uma incursão pelo mercado agrícola lhe retornou apenas prateleiras vazias. Cozinhou o pouco que encontrou e para esfregar usou um pedaço de camisa velha devido à ausência dos comerciantes que vendiam escovas. Para cúmulo o ventilador não quis ligar e o consertador de eletrodomésticos não havia aparecido na oficina.
Encostou-se num charco de suor e desconforto, desejando que ao despertar estivessem de volta estas figuras que sustentavam sua vida: os trabalhadores por conta própria, sem os quais seus dias são uma sequencia de privações e desgostos.
Traduzido por Humberto Sisley

YOANI SÁNCHEZ- Cosita


Cosita


Foto: Silvia Corbelle
Saiu de Banes numa manhã quente e poeirenta. Com uma roupa de baixo e o endereço de seus parentes em Havana na bolsa. Quando o trem chegou à Estação Central Cosita respirou fundo e encheu os pulmões desse cheiro de petróleo queimado típico da capital. “Estou na placa*” disse a si mesma com sensação de vitória. Passariam seis meses e voltaria aquele lugar com uma advertência policial e uma peça de máquina de lavar roupas para embarcar com ela no trem.
Cosita instalou-se na sala da prima e começou a catar garrafas plásticas e pedaços de nylon nos latões de lixo mais próximos. Fazia flores artificiais com eles os quais vendia para comer e “dar algum” aos parentes de Havana. Fez uma pesquisa no bairro procurando homens solteiros – mesmo que fossem mais velhos – aos que se oferecia como “uma mulher limpa, que faz de tudo numa casa” porém não conseguiu nenhum compromisso. Sabia que tinha os dias contados até que a polícia a detivesse na rua e descobrisse que ela era uma ilegal. Uma “palestina” a mais, como muitos residentes da capital denominam as pessoas do oriente do país.
Capturaram-na numa tarde chuvosa e cinzenta quando vendia suas flores nas cercanias de um mercado agrícola. Impuseram-lhe uma multa por atividade econômica ilícita e lhe advertiram que tinha 72 horas para abandonar a capital. Todavia Cosita não podia ir. Havia conseguido que a presenteassem com a metade de uma lavadora Aurika e não tinha transporte para levá-la. Um vizinho também lhe deu um velho armário para meninos, sem portas nem gavetas. Eram todas as propriedades materiais conseguidas durante sua aventura em Havana e não iria deixá-las para trás.
Os caminhoneiros pediam muito para transportar seus “tesouros” até Banes. Já não podia vender seus adornos de nylon e os parentes que a haviam acolhido temiam uma nova multa por ter uma ilegal em casa. Cosita partiu numa noite fria de dezembro com seu pedaço de lavadora e o bolso tão vazio como quando chegou. O armário ficou abandonado no corredor e alguém usou suas tábuas para tapar uma janela por onde a chuva entrava. A madeira do cabide substituiu o da escova quebrada e os pregos foram reutilizados numa cadeira.
Cosita, em Banes, sonha em regressar a Havana. Conta aos amigos sobre seus dias na “capital de todos os cubanos” e sublima aquele “móvel para meninos de boa madeira” que conseguirá trazer algum dia – como troféu – até seu povoado.
*Placa: uma das formas populares de se referir a Havana
Tradução por Humberto Sisley

Reynaldo-BH: ‘Os ditadores de hoje são meras cópias repaginadas do que foram seus algozes do passado’

Tudo que é podre se desmancha no ar. A América Latina vive sob a “ideologia” do bolivarianismo. Fruto do delírio de um ditador que hoje apodrece em uma urna de vidro – quando não se transforma em passarinho.
Faz 50 anos que vivemos uma época negra de ditaduras no Cone Sul. Generais que mais pareciam bonecos de filmes de terror, sem cultura, sem decência e sem limites inventaram um nacionalismo que lembrava o comunismo, no centralismo decisório e no aparelhamento do estado. Nas ditaduras, nada restava a todos nós. Somente a indignação e a luta.
Hoje, vivemos um cenário de protoditadores que também acreditam possuir o estado e até nosso futuro. Não são diferentes. Somente chegaram ao poder por outras vias. E lá pretendem se manter.
São covardes, pois ameaçam – até fisicamente – quem deles discorda. São megalomaníacos, pois se julgam pais da pátria como os caudilhos do passado. Mentem. Envergonham a nação frente ao mundo. São piadas que se transformaram em pesadelos.
Seja em uma Venezuela abertamente ditatorial – com um poder judiciário dominado, um Congresso que lembra uma reunião escolar de radicais e agressões de grupos paramilitares apoiados pelo estado – ou no Brasil, onde roubos e corrupções são escondidas sob o tapete do Planalto.
Sem falar na eterna Cuba, que mudando de métodos continua como um parasita em um mundo produtivo, usando de escravos para receber divisas. Não se nega que foi um avanço: se antes prostitutas frequentavam os hotéis de luxo (continuam…..), hoje médicos são prostituídos em nome da “revolução”.
O que enoja é o apoio de um país que relembra hoje os 50 anos dos golpe militar. Um país que não aprendeu, que não reconhece que ditaduras são iguais.
Comemorar o quê em 2014? Os 50 anos de caminhada em que desaprendemos o que é LUTA? Dignidade? Estado de Direito? Ética?
É pedir muito que meio século tenha servido a algo? Ou – como vemos – serviu somente para ensinar a América Latina a ter um novo tipo de regime que nunca se soube o que é e o que deseja?
De 1964 a 2014. Cinco décadas durante as quais o POVO brasileiro aprendeu a dor da falta de liberdade. E nas quais eles aprenderam com os algozes a ser uma mera cópia repaginada.

Acionistas minoritários estrrangeiros da Petrobrás querem Jorge Gerdau fora do Conselho de Administração

Políbio Braga
Os acionistas estrangeiros da Petrobrás correm lista para exigir que o industrial gaúcho Jorge Gerdau seja imediatamente afastado do Conselho de Administração da Petrobrás.

. Dr. Jorge ocupa a cadeira de representante dos donos de ações preferenciais.

. A alegação é de que ele nada fez para garantir o repasse dos custos dos combustíveis aos consumidores e também proteger a correta governança corporativa.

. A repórter Samanta Lima, da Folha, hoje, que foi quem revelou as informações que circulam deste ontem no mercado financeiro internacional, onde o industrial gaúcho é conhecidíssimo, disse que os acionistas estrangeiros já têm até candidato para o cargo, no caso o economista paulista José Monforte.

. Entre os estrangeiros estão a gestora de recursos escocesa Aberdeen Asset, o fundo de pensão americano California State Teacher’s e a gestora inglesa  F& C.

. No Brasil, outro sócio minoritário relevante, o Bradesco Asset Management, disse hoje que continua apostando no brasileiro.

-  Jorge Gerdau ocupa a cadeira há 13 anos. Ele é visto no mercado como homem alinhadíssimo com Lula e Dilma, ocupando várias posições importantes no governo, entre as quais a de conselheiro da Petrobrás, membro do Conselhão e assessor direto de Dilma no Palácio do Planalto. Os problemas de Gerdau podem estar apenas começando, porque nos EUA o tipo de atuação que ele teve na Petrobrás poderá custar-lhe até mesmo impedimentos para o exercício de funções diretivas em empresas. O grupo Gerdau possui empresas nos EUA. 

Tarso, Fortunati e Inter enganaram deputados: ZH prova que responsabilidade era do Inter e Fifa.

Do blog do Políbio Braga

Cláusula 31 diz que Fifa pode bancar as obras temporárias e depois cobrar do Inter.



A reportagem a seguir dos repórteres Pedro Moreira e Rodrigo Müzell, do jornal Zero Hora, comprova que a maioria dos deputados foi enganada pelo governador Tarso Genro, pelo prefeito José Fortunati e pelo presidente do Inter, Giovani Luigi, porque todos sabiam que era responsabilidade do clube e da Fifa o pagamento pelas chamadas estruturas temporárias no novo estádio.

. Nenhum deputado teve acesso ao Contrato. Todos os 55 deputados votaram no escuro, baseados no projeto de Tarso e nas pressões de Fortunati e Luigi, que sonegaram as informações. Só hoje o MPE conseguiu uma cópia. 

Leia a reportagem dos jornalistas:

Assinado pelo então presidente do Inter, Vitorio Píffero, e pelo secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, o aditivo ao contrato para sediar a Copa do Mundo no Beira-Rio prevê que o clube se responsabilize por toda a operação dos jogos e pela instalação dasestruturas temporárias.
Porém, prevê uma saída para que o evento seja realizado mesmo que a busca por empresas interessadas em bancar os custos, estimados em R$ 25 milhões, não dê em nada: a Fifa poderia instalar os equipamentos e depois cobrar do Inter.

A cláusula 31 do aditivo inclui, no Contrato Para Sediar original, a determinação de que, se a "Stadium Authority" — o Inter — deixar de cumprir obrigações do contrato, a Fifa ou o COL podem realizar essas tarefas e, depois, o clube reembolsar a entidade.O assunto chegou a ser discutido durante as negociações para a resolução do problema das estruturas temporárias, mas foi descartado pela Fifa.

- Em São Paulo, Valcke, Fifa, ambém nesta quinta, mostrou confiança, principalmente na Odebrecht, responsável pela construção do estádio e que vai montar também as estruturas temporárias. Sem revelar detalhes, ele deixou a entender que o Corinthians irá acertar a questão financeira com a empreiteira.

O NOVO JOÃO SORRISÃO

Zico erra ao se transformar em novo “João Sorrisão” da Copa

by Paulinho
zico copa
Existem coisas na vida difíceis de serem explicadas, ainda mais quando envolvem pessoas de histórico de vida positivo.
Zico é um mito do futebol mundial, portanto, além de ter imagem a zelar, não precisa se expor em situações que possam, de alguma maneira, desmerecê-la.
A Copa do Mundo do Brasil está marcada, fora dos gramados, como símbolo da corrupção, do superfaturamento, da utilização por políticos de baixa estatura moral, entre outros feitos deploráveis.
Hoje, o Galinho foi apresentado, ao lado de Jerome Valcke, que dispensa apresentações, como o mais novo "João Sorrisão" do Mundial.
Vai se juntar a Bebeto e Ronaldo no ofício de enganar a população brasileira, mesmo sabedor do que se passa nos bastidores do evento.
Difícil é saber qual o fator motivador de ato tão sem sentido.
Dinheiro não é.
Tudo indica, desejo de holofotes ou de se sentir homenageado, coisas que, por sinal, não precisa, mas, aparentemente, parece estar sentindo falta.
Melhor seria ter procurado um psicanalista, resolvido as frustrações, do que fazer parte de um grupo marcado pela imoralidade de comportamento.

Tiroteio nos pés

Dora Kramer - O Estado de S.Paulo


Notícia ruim não anda só. Caminha em bando, como bem pode atestar a presidente Dilma Rousseff de seu gabinete no Palácio do Planalto com vista para a Praça dos Três Poderes, onde bem ao centro localiza-se o Congresso Nacional.



Ali é que terá, nessa altura, maior repercussão a pesquisa CNI/Ibope que registrou a queda de sete pontos porcentuais no índice de avaliação positiva, agora em 36%. A população ainda não está eleitoralmente mobilizada, mas para os partidos e os políticos a hora de armar o jogo é agora. Muitos à espreita de Dilma na esquina. E aqui falamos dos ditos governistas.

De acordo com os pesos e medidas usados por especialistas no tema, um governante candidato à reeleição é considerado competitivo quando tem pelo menos 40% das indicações nos quesitos ótimo e bom.

Por essa régua, no momento a presidente Dilma estaria fora da zona de razoável conforto. Longe da faixa entre 45% a 50% em que o candidato é tido como franco favorito e mais distante ainda dos 50%, patamar acima do qual dificilmente alguém é derrotado.

Na semana passada se ouviu cantar esse galo, mas como ninguém sabia direito onde, correu a boataria de que uma pesquisa do Ibope registraria a queda das intenções de voto da presidente. Divulgados, os números desmentiram os boatos: ela continuava com os mesmos 43% da consulta anterior, feita em novembro.

Ontem apareceu o fundamento do falatório. A queda referia-se à avaliação do governo, comumente traduzida como popularidade da presidente. Esse era um ativo que Dilma ainda mantinha para lidar com uma base parlamentar tão ampla quanto insatisfeita, embora sem ter para onde correr, com resquícios de reverência decorrentes do favoritismo numérico diante de pretendentes da oposição.

Esse capital dá sinais concretos de erosão que os políticos captam no ar e transformam rapidamente em ação. Para começo de conversa, se reduz o receio do confronto com o governo. Quando eclodiu a última crise com o Parlamento liderada pelo PMDB, a versão do departamento de propaganda do Planalto é que a briga seria excelente para a presidente, pois ela ficaria com os dividendos da intransigência e os políticos, com os prejuízos da má imagem junto à opinião pública.

Como se viu pelo resultado da pesquisa, não se observou ganho algum junto à população. A ideia de se aproveitar do desgaste dos políticos evidentemente não cai bem entre eles, o que resulta em má vontade, principalmente entre deputados, no empenho pela reeleição da presidente. Ora, quando a isso se soma uma queda acentuada na popularidade, a insatisfação se manifesta mais abertamente e cada vez com menos cerimônia.

Tal ambiente não foi criado por obra da oposição. Tanto não foi que os dois candidatos, Aécio Neves e Eduardo Campos, ainda não têm o grau de conhecimento da presidente e continuam com índices baixos de intenção de votos. Todos os problemas que o governo enfrenta foram confeccionados internamente e são do conhecimento geral.

Condução errática da economia, insuficiência de desempenho na saúde, educação, segurança, ausência de diálogo com setores importantes da sociedade, menosprezo às críticas, manipulação da realidade, submissão dos interesses de Estado a conveniências partidárias, predominância eleitoral sobre todas as coisas, a presunção de que ao PT tudo é permitido e quem discordar é ingrato ou golpista.

A presidente não mede consequências. Não mediu no confronto com sua base aliada, não mediu quando acreditou que sua palavra bastava para encerrar um assunto relativo à Petrobrás e prosseguiu sem medir ao entrar na base da força bruta para impedir a CPI para investigar negócios da estatal. Foi ela quem colocou a empresa na berlinda.

A oposição não tinha número, mas tanto o governo ameaçou fazer e acontecer que as assinaturas apareceram em reação. O esforço para a retirada proporcionará cenas do arco da velha. Para quem pedir e para quem aceitar voltar atrás. Um prato para a oposição.

Seguidores

Arquivo do blog

LIBERDADE COMO NOSSO DOM MAIOR

Ser livre para ir e vir!Pela liberdade de expressão.Pela humanidade contra os pregadores da escuridão que assolam nosso mundo moderno.Democracia verdadeira sempre,não aquela de fachada que persegue quem não compartilha de suas idéias.