terça-feira, 1 de abril de 2014

TUCANOS QUEREM EXPLICAÇÃO SOBRE INGRESSO DA F-1 PARA GENRO DE DILMA

O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), apresentou nesta terça-feira (01) um pedido de explicações ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, sobre a concessão de ingressos VIP no camarote da Petrobras no GP de Fórmula 1 realizado em novembro passado. O jornal O Estado de S.Paulo revelou na semana passada que a estatal beneficiou o genro da presidente Dilma Rousseff, Rafael Covolo, dois filhos do ministro da Fazenda, Guido Mantega, a irmã, o cunhado e a sobrinha da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, além de parlamentares da base aliada e seus familiares.
Esse tipo de ingresso, segundo a reportagem, é dado originalmente pela Petrobras para “relacionamento com grandes clientes corporativos”. A lista, mantida em segredo pela gerência executiva de Comunicação Institucional da estatal, foi obtida por meio da Lei de Acesso à Informação. O requerimento de informações tem de ser aprovado pela Mesa Diretora do Senado.
Para o líder do PSDB, é preciso apurar se a distribuição dos convites feriu os padrões de comportamento estabelecidos pelo Código de Conduta da Administração Federal. “Este caso precisa ser devidamente investigado. Não podemos admitir que servidores públicos possam ter usado dinheiro do contribuinte em benefício próprio”, afirmou, em nota.
Aloysio Nunes quer que Lobão diga qual foi o custo de cada convite para a estatal e quais critérios foram adotados para a seleção dos convidados. Na segunda, a Comissão de Ética Pública da Presidência decidiu pedir esclarecimentos a Mantega, Miriam e a ex-ministra de Relações Institucionais Ideli Salvatti sobre a inclusão de parentes na lista VIP para assistir à corrida.

“Não saio de casa sem máscara. Os inseticidas estão em toda parte. Putz!” (Lurdes Pulga)

“Muito mal eu vou. Estou pegando senha até para beijar mulher feia.” (Climério)

“Quem mais deve pensar na morte é dono de funerária. Morte dos outros, é claro!” (Pócrates, o filósofo dos pés sujos)

“Quando o assunto é besteira, robusta e incomparável besteira, devemos prestar reverência a grande campeã de falsas promessas e afirmações exageradas, a religião!” (George Carlin)

“Não posso dizer se a morte é uma coisa boa ou ruim. Eu até hoje nunca morri.” (Pócrates)

REUNIÃO DO PC

 O que é uma troca de opiniões em uma reunião do Partido Comunista?


 “Eu participo do encontro com minhas opiniões e saio com a sua.”

O PLANO DO KIM PARA CHEGAR AO SOL

“Qual é que o plano dos norte-coreanos para pousar homens no sol?”

 “Eles vão à noite.”

“Não crio limo, estou sempre pulando de cachorro em cachorro. Já morei com um gato, mas o abandonei quando ele começou a usar inseticida. Vida insegura.” (Pulga Lurdes)

Corte chavista confirma cassação de deputada de oposição, que agora pode ser presa; Maria Corina visita o Brasil nesta quarta

A América Latina já foi um celeiro de ditaduras militares, incluindo o Brasil. Os golpes eram dados com tanques, como sabemos. Hoje em dia, as esquerdas recorrem a eleições e ao aparato legal para golpear a democracia. Comentei aqui há dias a decisão absurda de Diosdado Cabello, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, de cassar, sem processo, direito de defesa ou votação na Casa, o mandato da deputada oposicionista Maria Corina Machado. Evocando três artigos da Constituição — o 149, o 191 e o 197 —, ele declarou que Maria Corina não era mais deputada. O Artigo 149 veta que funcionários públicos ou membros da Assembleia atuem a serviço a serviço de outro país sem prévia autorização de seus pares. Os outros dois proíbem deputados de exercer alguma outra função, com algumas exceções, como atividade acadêmica, por exemplo.
Aí cabe a pergunta: Maria Corina fez isso? É claro que não! Proibida de falar na OEA (Organização dos Estados Americanos) — e o Brasil, desgraçadamente, colaborou para isso —, a deputada venezuelana ocupou, por alguns minutos, a cadeira que cabe à representação do Panamá. Para quê? Para tratar dos assuntos desse país? É claro que não! Foi a forma que ela encontrou de denunciar os crimes cotidianamente cometidos por Nicolás Maduro, presidente da Venezuela. Desde 12 de fevereiro, 37 pessoas já morreram nos protestos. Há quase 200 presos, incluindo o líder oposicionista Leopoldo Lopez e dois prefeitos.
Pois bem! Ela recorreu ao Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela — o STF deles — contra a cassação. O TSJ está coalhado de bolivarianos. Adivinhem o resultado! A decisão de Cabello foi mantida. A Corte confirmou a decisão do líder chavista. Agora Maria Corina perdeu a imunidade parlamentar e, nas palavras do ministro do Interior da Venezuela, Miguel Rodríguez, já pode ser presa. A turma de Nicolás Maduro a acusa de ser uma das líderes de uma tentativa de golpe.
É uma vergonha! Maria Corina disse que deve visitar o Congresso Brasileiro nesta quarta. O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Ricardo Ferraço (PMDB-ES), negocia uma audiência pública em que a deputada será ouvida. Vamos ficar atentos ao comportamento dos congressistas de esquerda. Vamos ver se também ela será alvo da estupidez e da ignorância que colheram, por exemplo, a cubana Yoani Sánchez quando em visita ao nosso país.
A Corte chavista confirma a cassação de Maria Corina no momento em que uma comissão da Unasul busca um suposto diálogo entre os oposicionistas e  Maduro. Ou por outra: o presidente negocia com seus adversários metendo-os na cadeia e lhes cassando os respectivos mandatos. E a Unasul finge que está mesmo em curso uma possibilidade de diálogo.
Já que ainda estamos no clima dos 50 anos do golpe no Brasil, cumpre lembrar a Operação Condor, que foi a troca de informações e a ajuda mútua havidas entre vários regimes ditatoriais da América do Sul. Pois bem! Hoje, está em curso uma “Operação Condor” de sinal trocado. Maduro só avança rumo à ditadura sem adjetivos porque tem o respaldo dos governos de esquerda da América do Sul, muito especialmente o Brasil.
Do ponto de vista ideológico, ele faz lá o que os nossos esquerdistas gostariam de fazer aqui. E por que não fazem? Porque ainda não dá. Se um dia for possível, não tenham dúvida, eles farão.
Por Reinaldo Azevedo

Anistia Internacional alerta para espiral de violência

A Anistia Internacional (AI) advertiu nesta terça-feira sobre "uma espiral de violência" na Venezuela, que está vivendo há quase dois meses uma onda de protestos, e pediu ao governo de Nicolás Maduro e à oposição que respeitem os direitos humanos. "Ou os direitos humanos são colocados no topo da agenda política na Venezuela, ou o país corre o risco de entrar em uma espiral de violência", afirmou Esteban Beltrán, diretor da unidade espanhola da AI.
Se a tendência não for revertida, o país enfrentará um "maior número de abusos e violações dos direitos humanos", sob a forma de violência civil e policial, perseguição a jornalistas ou detenções arbitrárias, afirma o relatório. "Não documentamos grupos armados organizados pela oposição, e sim casos de abusos dos direitos humanos cometidos por manifestantes da oposição", explicou Beltrán.

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Um dos fatores mais preocupantes para a AI é que a violência na Venezuela não tem sido utilizada apenas pelas forças de segurança, mas também por "grupos e milícias pró-governo, manifestantes e indivíduos não identificados", conclui a instituição. Nuria García, investigadora da AI, denunciou a existência de diferentes milícias armadas pró-governo que atuam à margem da lei e "usam a violência para atacar manifestantes durante os protestos, muitas vezes diante da presença das forças de segurança, sem que estas atuem". O documento relata, entre outros, o caso da estudante Génesis Carmona, de 22 anos, morta em 18 de fevereiro, supostamente baleada por um membro de uma dessas milícias.

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Desde o dia 12 de fevereiro, a Venezuela tem tipo protestos diários contra o governo. As manifestações já deixaram 39 mortos e mais de 450 feridos. Os manifestantes protestam contra a inflação, o desabastecimento, a violência e por maior liberdade de expressão. Maduro considera que os protestos são um golpe de Estado orquestrado pela oposição em aliança com os Estados Unidos e a Colômbia.

(Com agência France-Presse)

Falou e disse Abel



Abel

31/03/2014 às 20:02


Se não fosse a Revolução de 1964, mesmo sob ditadura,… seríamos tão somente uma atrasada Cuba, sob uma mesma espécie retrógrada ditadura comunista cubana, tão cruel, tal como ela é hoje, com território geográfico maior! em vez de parédon… teríamos quartéron … Estaríamos ainda a plantar café, já que toda industrialização foi impulsionada por empresas dozimperalismo capitalista! Nossos carros, ônibus seriam a sucata cubana…Seria o fim da Volks, Mercedes, Phillips, Ford, Chevrolet, Thyssen, GE, etc…. seria o fim do sistema bancário privado… Nossa agricultura estaria entregue aos plantadores de discurso contra o latifúndio… nosso desenvolvimento tecnológico seria um desastre absoluto como está Cuba até agora… nossas comunicações seria a base de manivela… nossos portos e aeroportos não existiriam como está… nosso setor elétrico não teria as usinas que temos… talvez também exportássemos escravos do Estado como Cuba, … cada um viveria com 20 dólares… não haveria bossa nova, rock brasileiro, jovem guarda, etc: tudo produto dozimperialistas zianques… não haveria Festivais…nem então João Gilberto, os GilCaeGalBethania Mutantes Tom Zé Tropicália, Chico Alaíde Costa Odete Lara Vinicius João Donato Edu Lobo Nara Menescal Lyra Vandré Boscoli Maysa Marcos Valle, Kid Lulu Santos Paralamas Legião Ultraje, Milton Clube de Esquina, Roberto Carlos Jovem Guarda Celly Incríveis, etc … iríamos cantar rumbas e boleros cubanos, canciones porcarias de Milanez…
não haveria o humor inteligente Ziraldo Jaguar Henfil Angeli Glauco… Arena TBC Cacilda Becker… Glauber Cinema Novo Macunaíma… nem a poesia de Torquato… a obra de C Lispector… nem R. Freire Cleo e Daniel… nem Bem Amado, Saramandaia, etc, etc… não haveria vivos muitos dos jornalistas, economistas, articulistas, sociologos, historiadores, artistas, que hoje estão vendidos ao petralhismo… não haveria Correio, JB, Estadão, Folha, etc …seríamos um lixo em cultura… íamos viver de ler e comer gramma…


Comentarista no Blog do Augusto Nunes

Reynaldo-BH: ‘O pesadelo parece estar chegando ao fim’

REYNALDO ROCHA
Será que o pesadelo está chegando ao fim? Que a anestesia está perdendo o efeito? Quando se vê o PMDB abandonando o navio, é porque algo grave está acontecendo. Com o navio.
O PMDB tem instinto da sobrevivência. Criou o jogo – e, por isso, ninguém como ele sabe jogar os dados. O PT está conhecendo cada dia mais o parceiro que o manteve no poder por tantos anos.
Acreditou com empáfia que era o escolhido pelos deuses da política, mas nada mais era do que o emissário de quem efetivamente mandava no Brasil. O PT tentou usar as cartas do PMDB sem saber distinguir os naipes. Animou-se com a corrupção desenfreada e tentou fazer de todo o Brasil um imenso curral eleitoral aos moldes dos que existem nos sertões. Não deu certo.
Dilma nunca foi nem será Lula. Não aprendeu a pensar por si, não entendeu que a exaltação da figura de mãe do PAC foi inventada para justificar um poste apagado. Dilma é um poço profundo de ignorância do pior tipo: a que pensa ser genial. É somente uma histérica figura que obedece sem pestanejar ao real dono da voz. A máscara está caindo. Será o início do fim tão esperado?
Não é necessário notas da Standard & Poor’s para determinar o grau de confiança da população na política econômica de Dilma e do PT, que insiste em destruir o que conseguiu o Plano Real. Basta ir à quitanda do Seu Manuel e conferir os preços de cada dia.
Não basta colocar médicos escravos importados de Cuba sem estetoscópios para resolver a saúde no Brasil. Foram 11 anos e NADA se fez para evitar apagões e crises energéticas. Só restou a conta para que todos paguem. A ficha caiu?
Não sei. A eleição ainda está distante. Mas é interessante ver reuniões de franklinsmartins e santanas para tentar entender a queda na aprovação governamental. Parafraseando um marqueteiro americano, dá para dizer: “É Dilma, imbecil!”.

Futuro ao bem pertence

Dora Kramer - O Estado de S.Paulo


Sobre os 50 anos da quartelada que, com apoio civil, instituiu o regime militar e jogou o Brasil num retrocesso institucional ainda não recuperado, impossível oferecer ao leitor abordagem original que não tenha sido feita nos últimos meses sobre data tão mexida e remexida.

Vamos em frente, portanto. Sem, contudo, desviar a atenção do retrovisor - que é para a memória servir de obstáculo a que a História um dia volte a fazer uma falseta.

Hoje estamos razoavelmente imunes a riscos desse tipo. O tranco foi forte demais. O recurso a golpes caiu em desuso. Se ainda frequentam alguns discursos para intimidar adversários políticos, é justamente porque a democracia brasileira ainda está cheia de defeitos praticamente às vésperas de completar 30 anos do início de sua reconstrução.

Paralelamente às análises sobre os acontecimentos que levaram à derrubada do governo de João Goulart e posteriormente a um regime de opressão e perseguição, daqui em diante teremos de nos dedicar ao exame da trajetória do Brasil de 1985 para cá.

O mais longo período ininterrupto de democracia durante o qual o País avançou. Não tanto quanto poderia ou deveria, mas avançou em diversos aspectos, isso levando em conta governo e sociedade. Na política, porém, ficou parado no tempo do onça.

O Brasil é politicamente "démodé". Não inova, recorre aos mesmos métodos há décadas e deles não desgruda por mais que o esgotamento seja uma evidência. É quase como se o País tivesse reconquistado a democracia mas não soubesse direito o que fazer com ela.

Há o comportamento errático dos políticos. Mas, eles não seriam um reflexo do comportamento da sociedade? Os eleitores mais informados gostam de se mostrar indiferentes, acima dos políticos, a quem se referem como "essa gente de Brasília". Gente esta que, quanto mais deixada de lado for, mais livre fica para agir como bem entender.

Os menos assistidos ainda olham aos políticos como fontes de benefícios e com eles estabelecem uma relação de compra e venda semelhante à que o Legislativo mantém com o Executivo e à qual se dá o nome de governo de coalizão.

Guardadas as proporções, na essência governos continuam cometendo os mesmos erros. Os militares não reconhecem o mal que fizeram ao Brasil, mas os governos civis, de Fernando Collor a Dilma Rousseff, tampouco reconhecem os respectivos danos causados ao País. Onde carece a autocrítica, viceja a repetição, quando não o esquecimento.

Os militares interditaram o direito ao voto. Os civis liberaram, mas o mantêm obrigatório sob o argumento de que o eleitorado não está "preparado" para escolher se vai ou não às urnas. Semelhança tutelar que não se coaduna com a plenitude democrática.

Conviria, para o bem do aperfeiçoamento do sistema, que os políticos e partidos da atualidade se distanciassem das velhas práticas. Indispensável, porém, que a sociedade reveja seu olhar sobre a política.

Se continuar achando que é com as mãos sujas que se faz, assim será. Se não, o jeito é ir à luta para mudar. Se no passado deu certo para o mal, o futuro ao bem pertence.

Careca de saber. Chega a ser inacreditável que a Câmara dos Deputados considere necessário fazer uma campanha publicitária para melhorar a imagem da instituição e mais: precedida de uma pesquisa para detectar qual a avaliação do público sobre a atuação do Parlamento, suas qualidades e defeitos.

A brincadeira vai custar R$ 10 milhões, mas poderia custar um tostão. Todo mundo, suas excelências inclusive, sabe qual é o problema e onde está a solução. Basta o Poder Legislativo cumprir sua função de instância representativa dos interesses da população, andar na linha, não cometer abusos, não se valer de privilégios e cumprir à risca a Constituição.

Nesse caso o exercício do mandato pode não ser atividade tão atrativa, mas no que tange à preocupação com a imagem estaria tudo resolvido.

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