sábado, 19 de abril de 2014

Caio Blinder- Trocentas e trolhentas colunas ucranianas



Um mapa da crise
Um mapa da crise: onde fica a Ucrânia?
Um leitor aqui na coluna, João de Oliveira, comentou sobre as “trocentas e trolhentas” colunas publicadas sobre a Ucrânia. De fato, é isto mesmo. Quando um assunto desta magnitude abala o mundo, o Instituto Blinder & Blainder sofre tremores sísmicos. Será que ele precisa ampliar seus quadros e contratar algum Blinderukovich para assessorá-lo? A coluna tem suas obsessões e mergulha no seu mundo interior. Ela já passou temporadas na Primavera Árabe e nos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi.
Eu dei uma checada nos arquivos e constatei que antes da crise que explodiu em Kiev no final do ano passado, a Ucrânia fora simplesmente ignorada na coluna, exceto por um texto leve, de geopolítica futebolística em julho de 2012. Não escrevo este comentário para pedir desculpas pela obsessão. Pelo contrário, o objetivo é reforçá-la com convicção. Acho ótimo que exista um espaço como este na imprensa brasileira fanaticamente devotado à política internacional (e fico feliz em ter comparsas como o meu amigo Guga Chacra na mesma área, obcecado com o Clube Sírio-Libanês), onde a missão é explorar os temas e cuidar de alguns de forma extenuante.
O tratamento claro que nem sempre é o samba de uma nota só (do árabe doido, do americano doido, do russo doido, do ucraniano doido), mas nada errado em ficar grudado em um assunto por uns tempos, especialmente quando ele é game changer no tabuleiro global, como é o caso da Ucrânia. Muitos colunas são flagrantemente editorializadas (falo isto sem vergonha, pois Vladimir Putin me envergonha) e outras são mais realistas (resignação com o rumo dos acontecimentos).
Não pode faltar um compromisso com o debate. Por este motivo, trago pontos de vista divergentes e, ao contrário de outros espaços, não existe filtro ideológico para os leitores interessados em comentar ou fazer a sua agitprop. Nos últimos dias, foram críticas de alguns leitores com a obsessão ucraniana (samba do colunista doido).
E, finalmente, existe o já lendário “com fins educacionais”, não apenas como alerta ao leitor que atravessa as linhas vermelhas da coluna, mas pela mera obrigação (e com prazer) de oferecer subsídios aos profundamente interessados no tema desconhecido ou aos desejosos em aprofundar seu conhecimento a respeito. Serviço de utilidade pública. E de pensar que apenas 1 em seis americanos identifica a Ucrânia no mapa.
Rastreando informações sobre a Ucrânia, encontrei um site que é uma mina de informaç ões sobre tudo o que você não queria saber sobre o país e sua crise. É uma compilação de informações feita pela George Washington University, a Johnson’s Russia List. Ali tem assunto para trocentas e trolhentas colunas ucranianas.

Bota na conta

Líder do fogo-amigo
Conta salgada paga com verba da Câmara
Que André Vargas e o doleiro Alberto Youssef viviam ao celular combinando falcatruas, não é segredo para ninguém. Mas de onde sai o dinheiro para quitar a conta de telefone do petista?
É paga com a verba indenizatória da Câmara.
A fatura de celular de Vargas em março, período em que o lobby no Ministério da Saúde estava a todo vapor, bateu 2 800 reais. Em setembro de 2013, quando a dupla falava em “independência financeira”, a brincadeira chegou a 3 300 reais.
Por Lauro Jardim

‘Vou atuar’, por Roberto Pompeu de Toledo

Publicado na edição impressa de VEJA
ROBERTO POMPEU DE TOLEDO
Quando o amigo doleiro Alberto Youssef desabafou, exasperado e súplice, “Tô no limite. Preciso captar”, segundo diálogos registrados pela Polícia Federal e revelados pela última VEJA, o deputado André Vargas respondeu, resoluto: “Vou atuar”. André Vargas, do PT do Paraná, até a semana passada vice-presidente da Câmara dos Deputados, já se celebrizara pelo gesto de levantar o braço, como provocação ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, sentado a seu lado. Ao gesto agora acrescentava uma divisa, na forma de uma sentença tão curta quanto prenhe de pesporrência (bela palavra; o colunista agradece ao deputado a oportunidade de usá-la): “Vou atuar”.
André Vargas é exemplo acabado da mutação genética do espécime chamado “petista”. Ele nasceu em Assaí, perto de Londrina, no Paraná, um mês antes do golpe de 1964. Tem 50 anos, portanto, e entrou no PT aos 26, em 1990. Gloriosos tempos esses. O PT era a estrela que apontava para uma sociedade mais justa e costumes renovados na política brasileira. Quando se tornou poderoso, o PT passou a qualificar de “udenistas” os adversários que o atacam com a arma da moral e dos bons costumes. Naquele tempo a UDN ressurreta era o PT. Seu empenho foi decisivo para a derrubada do presidente Collor, em 1992. Nada mais atraente para um jovem idealista do que um partido como esse. (Suponhamos que André Vargas tenha sido um idealista; é o que de melhor podemos fazer por ele.) Sua ascensão foi rápida. Em 1991, já era membro do diretório municipal de Londrina. Em 1997, deixou-o para instalar-se em Brasília, como chefe de gabinete do deputado Nedson Micheleti.
Quando se dá a mutação de um jovem idealista para um “Vou atuar”? Os fenômenos da evolução são infelizmente infensos a respostas com o grau desejável de precisão. No caso, Brasília talvez tenha contado. Com certeza poder e dinheiro contam. Em 1998, Vargas trabalhou na campanha dos candidatos Paulo Bernardo, do PT, a deputado federal, e Antônio Carlos Belinati, do PSB, a esta­dual. Era uma estranha dobradinha. O parceiro de Paulo Bernardo, o atual ministro das Comunicações, era filho de Antônio Belinati, três vezes prefeito de Londrina, o qual em tantas se meteu que teve o mandato cassado, em 2000, e chegou a ser preso. Na campanha envolveu-se o agora famoso Youssef, e foi nessa ocasião, segundo o jornal O Globo, que Vargas o conheceu. A campanha resultou em escândalo; para alimentar a do filho, segundo investigações, papai Belinati desviou dinheiro da prefeitura.
O dinheiro começava a passar por perto do nosso suposto jovem idealista. Não por acaso, era uma época em que o PT começava a acumular poder. Em 2000 ganhou a prefeitura de São Paulo, com Marta Suplicy, e a de Londrina, com Nedson Micheleti, o deputado do qual Vargas fora chefe de gabinete. No ABC paulista, o mais antigo feudo petista, Celso Daniel foi eleito pela terceira vez. O caldo de cultura que transforma o idealismo em “Vou atuar” estava formado. Celso Daniel foi morto dois anos depois. Nedson Micheleti, ao fim de dois mandatos de prefeito, seria condenado por improbidade administrativa. André Vargas, enquanto isso, empreendia a irresistível ascensão que o levou de vereador em Londrina a deputado estadual e, em 2006, a federal. Distinguiu-se, nessa qualidade, pelas posições ultrapetistas de defesa dos mensaleiros e do controle da imprensa. Essa era sua face pública. Nos bastidores, atuava. As entranhas de seu mundo começaram a vir a público no fatídico dia em que Youssef lhe forneceu um jatinho para viajar com a família para João Pessoa.
Que quer dizer “vou atuar”? O diálogo em questão sugere que seja em favor de gestão junto ao Ministério da Saúde para a conclusão de falcatrua envolvendo um laboratório de propriedade do doleiro. É razoável supor que essa seja uma de muitas atuações. E André Vargas não está sozinho. O caso Petrobras, como último e culminante de uma série, revela quantos outros atuam. O espécime petista, tal qual conformado pela mutação sofrida, em simbiose com uma base aliada que no geral nem precisou mudar ─ já nasceu assim ─, fez do Estado brasileiro um mar nunca dantes visto de atuações. Pobre Dilma. Seu governo está bichado. A corrupção generalizou-se a ponto de ser parte sem a qual o sistema não sobrevive. E ainda tem a economia. E ainda tem a incompetência. Seu governo faliu.

Yoani Sánchez-Lei de Inversão Estrangeira. Pular além da própria sombra ?

Um senhor barbado e com a camisa surrada lê o jornal numa entrada da Rua Reina. “Este pessoal está reinventando a roda…” escuta-se ele dizer. No diário que tem nas mãos está incluído um encarte com a nova Lei de Inversão Estrangeira recém votada pela Assembléia Nacional. Aprovada por unanimidade, a controversa legislação chega num momento em que a economia cubana precisa urgentemente de capital de fora.
A necessidade de obter inversões não provocou, contudo, maior flexibilidade em temas como a contratação de pessoal. A lei recém aprovada manterá o monopólio estatal sobre a empresa empregadora. Somente através desta entidade o empresário estrangeiro poderá contratar seus trabalhadores. As pessoas confiáveis para o governo continuarão mais valorizadas na hora de conseguir um lugar.
O governo de Raúl Castro garante desse modo que a mão de obra para os investidores estrangeiros seja confiável para o governo. Se entendermos a autonomia econômica como requisito indispensável para conseguir a autonomia política, o General Presidente sabe bem o que faz ao assegurar que os melhores salários parem em bolsos de fidelidade comprovada. Dessa maneira mantém a compra de lealdades a partir de privilégios que tanto caracteriza o modelo cubano.
Contudo, a fidelidade ideológica e a capacidade laborativa nem sempre andam lado a lado. As novas empresas de capital estrangeiro verão seu desempenho atrasado – entre outras razões – por não poder aceder ao melhor capital humano disponível. Nesse ponto de vista fica claro que a Lei de Inversões Estrangeiras não pode pular além da própria sombra. Continua marcada pelo medo que os indivíduos consigam independência salarial e política do estado.
Tradução por Humberto Sisley

VOLTA LULA

O ATOR MARCELO MADUREIRA PUBLICOU O QUE SE SEGUE SOBRE O LULA
1
"Muita gente" está pedindo: VOLTA LULA! (?)
VOLTA LULA! E traga de volta as DUAS REFINARIAS que VOCÊ DOOU para a BOLIVIA!
VOLTA LULA! E traga de volta os 1,2 BILHÕES DE DÓLARES que VOCÊ "EMPRESTOU" para HUGO CHAVEZ!
VOLTA LULA! e traga de volta os BILHÕES DE DÓLARES que VOCÊ MANDOU para CUBA, HAITI E OUTROS, QUE AQUI TAMBÉM TEM CRIANÇAS MORRENDO DE ANEMIA;
VOLTA LULA! E traga de volta os 10,6 BILHÕES DE REAIS que VOCÊ EMPRESTOU para o EIKE BATISTA (SEU TESTA DE FERRO) E QUE AGORA ESTÁ EM SITUAÇÃO PRÉ-FALIMENTAR!
VOLTA LULA! E traga de volta os 25 MILHÕES DE EUROS que VOCÊ LEVOU com a ROSE para PORTUGAL;
Volta Lula, e explica o MENSALÃO, que você planejou e que tinha o "Quartel General" ao lado da sua sala...
Volta Lula, e explica o fenômeno "ROSE";
Volta Lula, e explica os 6.000 médicos cubanos;
Volta Lula, e explica a falência do SUS;
Volta Lula e explica onde foi parar a reabilitação da indústria naval brasileira;
Volta Lula e explica os 4,8 bilhões gastos na transposição do Rio São Francisco onde hoje está tudo abandonado...
Volta Lula, e explica os 0,20 centavos mais caros do planeta;
Finalizando
Volta Lula e explica os 39 ministérios;
Volta Lula, e explica a falência da Petrobras;
Volta Lula e explica os 20% de inadimplência do programa eleitoral "minha casa minha vida", que os brasileiros que trabalham terão que pagar. Observe também que a taxa de inadimplência de 16% gerou a crise imobiliária de 2007 dos Estados Unidos.
Volta Lula e explica o que aconteceu com o óleo de mamona que ia ser a independência energética do Brasil;
Volta Lula, e explica o PRE-SAL;
Volta Lula, e explica essa sua criação, o poste "DILMA" que você plantou em Brasília
Volta Lula e explica porque o ministro do supremo Roberto Barroso passou a semana passada (16 a 21/9/2013) tentando explicar o contrato milionário que o governo por meio da Eletronorte, concedeu recentemente sem licitação, a seu escritório de advocacia do Rio de Janeiro.
Milhões de Brasileiros estão decepcionados: O LULA ESTÁ MUDO!
Todos sabem que, se o Lula se explicar, O PT E OS ALIADOS SERÃO TRANCAFIADOS!
VOLTA LOGO E VÁ PRA CADEIA TAMBÉM!!!
Finalizando
2
Chega de Mentiras, de Corruptos e Corruptores
Se Liga São Paulo
Acorda Brasil
Sp-19/04/2014
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