segunda-feira, 21 de abril de 2014

PAPA PEDE A DEUS O FIM DAS GUERRAS

Janer Cristaldo
Suponho tenha pedido ao deus da Bíblia, como é de supor-se. Logo a quem foi pedir. Quer privar o bom Jeová de um de seus prazeres diletos, o de matar. Pediu ao deus errado. Me vejo obrigado a repetir uma pequena e incompleta compilação que fiz há alguns anos. Este é o deus a quem Francisco pede o fim das guerras.

Êxodo 23:23 - Porque o meu anjo irá adiante de ti, e te introduzirá na terra dos amorreus, dos heteus, dos perizeus, dos cananeus, dos heveus e dos jebuseus; e eu os aniquilarei. (...) Enviarei o meu terror adiante de ti, pondo em confusão todo povo em cujas terras entrares, e farei que todos os teus inimigos te voltem as costas. Também enviarei na tua frente vespas, que expulsarão de diante de ti os heveus, os cananeus e os heteus.

Êxodo 34:12 - Guarda-te de fazeres pacto com os habitantes da terra em que hás de entrar, para que isso não seja por laço no meio de ti. Mas os seus altares derrubareis, e as suas colunas quebrareis, e os seus aserins cortareis (porque não adorarás a nenhum outro deus; pois o Senhor, cujo nome é Zeloso, é Deus zeloso). 

Números 33:51 - Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: quando houverdes passado o Jordão para a terra de Canaã, lançareis fora todos os habitantes da terra de diante de vós, e destruíreis todas as suas pedras em que há figuras; também destruíreis todas as suas imagens de fundição, e desfareis todos os seus altos.

Levítico, 26:29 - E comereis a carne de vossos filhos e a carne de vossas filhas. Destruirei os vossos altos lugares, derrubarei as vossas imagens do sol, e lançarei os vossos cadáveres sobre os destroços dos vossos ídolos; e a minha alma vos abominará. Reduzirei as vossas cidades a deserto, e assolarei os vossos santuários, e não cheirarei o vosso cheiro suave. Assolarei a terra, e sobre ela pasmarão os vossos inimigos que nela habitam. Espalhar-vos-ei por entre as nações e, desembainhando a espada, vos perseguirei; a vossa terra será assolada, e as vossas cidades se tornarão em deserto.

Números 31:7 - E pelejaram contra Midiã, como o senhor ordenara a Moisés; e mataram a todos os homens. Com eles mataram também os reis de Midiã, a saber, Evi, Requem, Zur, Hur e Reba, cinco reis de Midiã; igualmente mataram à espada a Balaão, filho de Beor. Também os filhos de Israel levaram presas as mulheres dos midianitas e os seus pequeninos; e despojaram-nos de todo o seu gado, e de todos os seus rebanhos, enfim, de todos os seus bens; queimaram a fogo todas as cidades em que eles habitavam e todos os seus acampamentos; tomaram todo o despojo e toda a presa, tanto de homens como de animais; e trouxeram os cativos e a presa e o despojo a Moisés, a Eleazar, o sacerdote, e à congregação dos filhos de Israel, ao arraial, nas planícies de Moabe, que estão junto do Jordão, na altura de Jericó. Saíram, pois, Moisés e Eleazar, o sacerdote, e todos os príncipes da congregação, ao encontro deles fora do arraial. E indignou-se Moisés contra os oficiais do exército, chefes dos milhares e chefes das centenas, que vinham do serviço da guerra, e lhes disse: Deixastes viver todas as mulheres? Eis que estas foram as que, por conselho de Balaão, fizeram que os filhos de Israel pecassem contra o Senhor no caso de Peor, pelo que houve a praga entre a congregação do Senhor. Agora, pois, matai todos os meninos entre as crianças, e todas as mulheres que conheceram homem, deitando-se com ele. Mas todas as meninas, que não conheceram homem, deitando-se com ele, deixai-as viver para vós. 

Números 31:25 - Disse mais o Senhor a Moisés: Faze a soma da presa que foi tomada, tanto de homens como de animais, tu e Eleazar, o sacerdote, e os cabeças das casas paternas da congregação; e divide-a em duas partes iguais, entre os que, hábeis na guerra, saíram à peleja, e toda a congregação. E tomarás para o Senhor um tributo dos homens de guerra, que saíram à peleja; um em quinhentos, assim dos homens, como dos bois, dos jumentos e dos rebanhos; da sua metade o tomareis, e o dareis a Eleazar, o sacerdote, para a oferta alçada do Senhor. Mas da metade que pertence aos filhos de Israel tomarás um de cada cinqüenta, tanto dos homens, como dos bois, dos jumentos, dos rebanhos, enfim, de todos os animais, e os darás aos levitas, que estão encarregados do serviço do tabernáculo do Senhor. Fizeram, pois, Moisés e Eleazar, o sacerdote, como o Senhor ordenara a Moisés. Ora, a presa, o restante do despojo que os homens de guerra tomaram, foi de seiscentas e setenta e cinco mil ovelhas, setenta e dois mil bois, e sessenta e um mil jumentos; e trinta e duas mil pessoas, ao todo, do sexo feminino, que ainda se conservavam virgens.

Deuteronômio 7:5 - Mas assim lhes fareis: Derrubareis os seus altares, quebrareis as suas colunas, cortareis os seus aserins, e queimareis a fogo as suas imagens esculpidas. Porque tu és povo santo ao Senhor teu Deus; o Senhor teu Deus te escolheu, a fim de lhe seres o seu próprio povo, acima de todos os povos que há sobre a terra.

Deuteronômio 12:1 - São estes os estatutos e os preceitos que tereis cuidado em observar na terra que o Senhor Deus de vossos pais vos deu para a possuirdes por todos os dias que viverdes sobre a terra. Certamente destruíreis todos os lugares em que as nações que haveis de subjugar serviram aos seus deuses, sobre as altas montanhas, sobre os outeiros, e debaixo de toda árvore frondosa; e derrubareis os seus altares, quebrareis as suas colunas, queimareis a fogo os seus aserins, abatereis as imagens esculpidas dos seus deuses e apagareis o seu nome daquele lugar. 

Deuteronômio 32:19 - Vendo isto, o Senhor os desprezou, por causa da provocação que lhe fizeram seus filhos e suas filhas;(...) Males amontoarei sobre eles, esgotarei contra eles as minhas setas. Consumidos serão de fome, devorados de raios e de amarga destruição; e contra eles enviarei dentes de feras, juntamente com o veneno dos que se arrastam no pó. Por fora devastará a espada, e por dentro o pavor, tanto ao mancebo como à virgem, assim à criança de peito como ao homem encanecido. 

Josué 6:20 - Gritou, pois, o povo, e os sacerdotes tocaram as trombetas; ouvindo o povo o sonido da trombeta, deu um grande brado, e o muro caiu rente com o chão, e o povo subiu à cidade, cada qual para o lugar que lhe ficava defronte, e tomaram a cidade. E destruíram totalmente, ao fio da espada, tudo quanto havia na cidade, homem e mulher, menino e velho, bois, ovelhas e jumentos. 

Juízes 21:10 - Pelo que a congregação enviou para lá doze mil homens dos mais valorosos e lhes ordenou, dizendo: Ide, e passai ao fio da espada os habitantes de Jabes-Gileade, juntamente com as mulheres e os pequeninos. Mas isto é o que haveis de fazer: A todo homem e a toda mulher que tiver conhecido homem, totalmente destruireis. E acharam entre os moradores de Jabes-Gileade quatrocentas moças virgens, que não tinham conhecido homem, e as trouxeram ao arraial em Siló, que está na terra de Canaã.

I Reis 18:22 - Então disse Elias ao povo: Só eu fiquei dos profetas do Senhor; mas os profetas de Baal são quatrocentos e cinqüenta homens. (...) Disse-lhes Elias: Agarrai os profetas de Baal! que nenhum deles escape: Agarraram-nos; e Elias os fez descer ao ribeiro de Quisom, onde os matou.

II Crônicas 14:12 - E o Senhor desbaratou os etíopes diante de Asa e diante de Judá; e os etíopes fugiram. Asa e o povo que estava com ele os perseguiram até Gerar; e caíram tantos dos etíopes que já não havia neles resistência alguma; porque foram quebrantados diante do Senhor, e diante do seu exército. Os homens de Judá levaram dali mui grande despojo. Feriram todas as cidades nos arredores de Gerar, porque veio sobre elas o terror da parte do Senhor; e saquearam todas as cidades, pois havia nelas muito despojo. Também feriram as malhadas do gado, e levaram ovelhas em abundância, e camelos, e voltaram para Jerusalém.

Esdras 9:1 - Ora, logo que essas coisas foram terminadas, vieram ter comigo os príncipes, dizendo: O povo de Israel, e os sacerdotes, e os levitas, não se têm separado dos povos destas terras, das abominações dos cananeus, dos heteus, dos perizeus, dos jebuseus, dos amonitas, dos moabitas, dos epípcios e dos amorreus; pois tomaram das suas filhas para si e para seus filhos; de maneira que a raça santa se tem misturado com os povos de outras terras; e até os oficiais e magistrados foram os primeiros nesta transgressão.

Ezequiel 6:4 - E serão assolados os vossos altares, e quebrados os vossos altares de incenso; e arrojarei os vossos mortos diante dos vossos ídolos. E porei os cadáveres dos filhos de Israel diante dos seus ídolos, e espalharei os vossos ossos em redor dos vossos altares. (...) Em todos os vossos lugares habitáveis as cidades serão destruídas, e os altos assolados; para que os vossos altares sejam destruídos e assolados, e os vossos ídolos se quebrem e sejam destruídos, e os altares de incenso sejam cortados, e desfeitas as vossas obras.

Ezequiel 6:13 - Então sabereis que eu sou o Senhor, quando os seus mortos estiverem estendidos no meio dos seus ídolos, em redor dos seus altares, em todo outeiro alto, em todos os cumes dos montes, e debaixo de toda árvore verde, e debaixo de todo carvalho frondoso, lugares onde ofereciam suave cheiro a todos os seus ídolos. E estenderei a minha mão sobre eles, e farei a terra desolada e erma, em todas as suas habitações; desde o deserto até Dibla; e saberão que eu sou o Senhor.

Ezequiel 9:4 - E disse-lhe o Senhor: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal as testas dos homens que suspiram e que gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela. E aos outros disse ele, ouvindo eu: Passai pela cidade após ele, e feri; não poupe o vosso olho, nem vos compadeçais. Matai velhos, mancebos e virgens, criancinhas e mulheres, até exterminá-los; mas não vos chegueis a qualquer sobre quem estiver o sinal; e começai pelo meu santuário. Então começaram pelos anciãos que estavam diante da casa. E disse-lhes: Profanai a casa, e enchei os átrios de mortos; saí. E saíram, e feriram na cidade. 

Ezequiel, 30:13 - Também destruirei os ídolos, e farei cessar de Mênfis as imagens; e não mais haverá um príncipe na terra do Egito; e porei o temor na terra do Egito. E assolarei a Patros, e porei fogo a Zoã, e executarei juízos em Tebas; e derramarei o meu furor sobre Pelúsio, a fortaleza do Egito, e exterminarei a multidão de Tebas; também atearei um fogo no Egito; Pelúsio terá angústia, Tebas será destruída, e Mênfis terá adversários em pleno dia. Os mancebos de Om e Pi-Besete cairão à espada, e estas cidades irão ao cativeiro. E em Tapanes se escurecerá o dia, quando eu quebrar ali os jugos do Egito, e nela cessar a soberba do seu poder; quanto a ela, uma nuvem a cobrirá, e suas filhas irão ao cativeiro. Assim executarei juízos no Egito, e saberão que eu sou o Senhor. 

Salmos, 137:8 - Ah! filha de Babilônia, devastadora; feliz aquele que te retribuir consoante nos fizeste a nós; feliz aquele que pegar em teus pequeninos e der com eles nas pedras.

"A casa não pode cair", por J.R. Guzzo

Veja

Todo brasileiro de olhos abertos para o que está acontecendo no país em geral, e na sua própria vida em particular, sabe muito bem que a coisa está preta.

Há mil e uma razões para isso, como se pode verificar todos os dias pelo noticiário; seria pretencioso, além de inútil, tentar fazer uma lista de todas.

Basta dizer, para encurtar o assunto, que, segundo as últimas pesquisas de opinião, mais de 70% da população acha que assim não vai, e quer mudanças na ação do governo como um todo.

Será que os brasileiros, finalmente, se convenceram de que estão sendo dirigidos por um dos governos mais incompetentes que já tiveram de aguentar – ou, possivelmente, o mais incompetente de todos?

Mais interessante ainda: a propaganda descomunal que o poder público soca todos os dias em cima da população e o uso sistemático da mentira talvez já não estejam dando os resultados que costumam dar.

A presidente Dilma Rousseff, por exemplo, ameaça combater a corrupção na Petrobras, mas diz que os `inimigos da empresa` são os que sugeriram mudar seu nome para ´Petrobrax`, cerca de quinze anos atrás, com a intenção secreta de liquidá-la – e, ao mesmo tempo, faz tudo para impedir que se investigue a roubalheira pública de hoje.

Quanta gente acredita num desvario desses? Tudo bem. O Brasil está em petição de miséria, e o presente já é um caso perdido. A pergunta, agora, é a seguinte:

As coisas vão mudar para melhor depois da eleição presidencial de outubro ou vão ficar piores ainda?

Vão ficar piores com certeza, se o Brasil não sair da armadilha que o governo, o PT, e o ex-presidente Lula montaram: eles têm de ganhar todas, pois não podem mais admitir a alternância de poder.

Se admitirem, a casa cai, e a casa não pode cair – pois os que mandam no país não consegue mais viver fora do governo. Manter-se no poder todo mundo quer, nas melhores democracias do mundo.

O problema atual do Brasil é que o PT não apenas quer continuar: precisa continuar, pois, se sair, o mundo de privilégios que construiu para si próprio nos últimos onze anos vai direto para o espaço.

É essa ansiedade, e nada mais, que acaba de trazer Lula para dentro da campanha eleitoral – se Dilma continuar caindo nas pesquisas, é pouco provável que ele próprio e seu partido digam ´que pena`, e fiquem só olhando o desastre acontecer na sua frente.

Aí, para não perderem a situação de proprietários privados do Brasil que conseguiram obter de 2003 para cá, tudo passa a valer:

A presidente pode ser desembarcada sem maior cerimônia de seu posto de candidata à reeleição, e Lula entraria na disputa para salvar a pele de todos.

Como explicar essa deposição de Dilma para o público?

Inventa-se uma história qualquer – esse tipo de coisa jamais foi problema para Lula, um artista em escapar das situações mais sinistras sem explicar nada.

A companheirada, por sua vez, dirá que lamenta – mas que a volta de Lula é essencial para salvar o ´projeto do PT`, caso ele esteja ameaçado de ´destruição` pela ´direita`, pela ´grande mídia`, pelos que ´não se conformam` com a vitória da classe operária etc.

Se a oposição ganhar, dizem, será ´volta da ditadura` - e não é possível permitir tal crime.

´Projeto do PT`? Que diabo seria isso? Nada mais simples: O projeto do PT é não ter projeto nenhum.

Em vez de trabalhar para construir um Brasil mais justo, confortável e promissor para os brasileiros, todo o esforço do partido se concentra em não largar o osso do governo.

Não se trata de desejo: é necessidade.

O que muda, se saírem, não é nada que tenha a ver com ideias, princípios ou valores; o que muda, no duro, é a sua vida material.

Vão embora os 20 mil altos empregos que têm no governo federal. Vão embora as oportunidade ilimitadas de negócios com o poder público. Vão-se embora as Pasadenas, os mensalões, a compra de certas empresas de videogames por empreiteiras de obras, na base dos 10 milhões de reais.

Ficam as fortunas criadas nos porões da Petrobras. Ficam as rosemarys, os youssefs e milhares de outros como eles.

Ficam o caviar de Roseana Sarney, os jatinhos, os planos médicos milionários. Ficam as diárias de hotel a 8 000 euros. Fica um STF obediente.

Mais do que tudo, fica garantida a impunidade.

O PT, como observou há pouco o ex-deputado Fernando Gabeira, é um partido que se baseia totalmente na obediência; não valem nada, ali, mérito, talento ou competição sadia.

A única maneira de subir na vida é obedecendo a Lula – e, para isso, é indispensável que Lula, ou algum dos seus postes esteja no governo.

Ao dar US$ 1 bi para o comunista Mujica, Dilma beneficiará novo superporto de Rocha em prejuízo de Rio Grande

Políbio Braga

Para ajudar seu amigo comunista do Uruguai, o governo do PT não vacilará nem mesmo diante do dado de que prejudicará interesses diretos do RS.



A Odebrecht, queridinha dos governos do PT, responsável pelas obras bilionárias do porto de Mariel, Cuba, levará de novo a melhor com o governo Dilma, porque caberá a ela construir o superporto no Uruguai, que poderá roubar cargas dos terminais brasileiros, sobretudo do porto de Rio Grande, RS. O governador Tarso Genro, ministros gaúchos e a própria Dilma, são coniventes com a operação de ajuda ao governo esquerdista de Mujica, mesmo sabendo que o superporto de Rocha roubará cargas de Rio Grande.  Há duas semanas, o jornalista Danilo Ucha, JC, denunciou o negócio, que tem sido mantido em absoluto0 sigilo.  O apoio brasileiro, repetindo um financiamento a Cuba, deve ser forte: cerca de US$ 1 bilhão do BNDES, recursos do Orçamento, via Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul (Focem), e conhecimento técnico, segundo fontes que acompanham a negociação. Leia esta reportagem de O Globo de hoje:

 As conversas entre Brasil e Uruguai para a construção de um porto de águas profundas estão a pleno valor. Maior oferta de frequências marítimas, fretes mais baratos, tempo de deslocamento menor e, principalmente, possibilidade de alcance do mercado asiático pelo Estreito de Magalhães (na extremo sul do continente), em condições de concorrência com o Canal do Panamá, atraem o Brasil. Operadores portuários brasileiros, no entanto, temem uma concorrência com um porto mais moderno, mais capacitado e menos burocrático (e caro) que os nacionais, principalmente no Sul do Brasil.

. O empreendimento será construído em Rocha, cidade a 288 quilômetros de Rio Grande (RS), onde está um dos mais importantes portos brasileiros. O projeto uruguaio, segundo os estudos atuais, é ousado: calado (profundidade) de 20 metros, que permite a atracação de navios com capacidade para até 180 mil toneladas. Os portos do Sul do Brasil têm, no máximo, 14 metros de calado e recebem navios com capacidade de até 78 mil toneladas. O porto uruguaio pode sugar cargas da região, afetando Sul e Centro-Oeste do Brasil, Paraguai, Bolívia e Norte e Centro da Argentina.

. Caso o empreendimento de fato saia do papel, poderá contar não só com recursos do BNDES e do Focem, como do Programa de Financiamento às Exportações (Proex), que prevê, por exemplo, subsídios para tornar a taxa de juros compatível com as do mercado internacional.
Do tamanho de Paranaguá e Rio Grande juntos.

. Como os navios no mundo são cada vez maiores,

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SOB A INÉRCIA DAS AUTORIDADES, NOVA INVASÃO DE TERRENO EM FLORIANÓPOLIS É REPELIDA PELA PRÓPRIA POPULAÇÃO DO BAIRRO QUE EXPULSOU OS INVASORES


Dois momento da invasão: a chegada da polícia dialogando com os invasores. Acima o momento em que os cidadãos da comunidade do Rio Vermelho decidiram expulsar os invasores e queimaram a bandeira comunista vermelha . (Fotos do site da RBS/Diário Catarinense/Hora)
Um bando do PT invadiu em dezembro do ano passado um terreno em Florianópolis, num flagrante esbulho possessório. Sob a patrulha da ideologia politicamente o que deveria ser feito imediatamente, ou seja a reintegração de posse, não ocorreu. O bando se intitula "ocupação Amarildo" em alusão a um elemento de favela do Rio de Janeiro, suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas, que desapareceu recentemente e foi o mote, inclusive, para diversos ataques de vandalismo no Rio de Janeiro e São Paulo.

Depois de muitas delongas e "negociações", decidiu abandonar o terreno recentemente, não sem antes ter promovido passeatas e badernas semelhantes nas adjacência da movimentada rodovia SC-405, que liga o centro de Florianópolis às praias do Norte da Ilha. Florianópolis fica em sua maior parte sobre a Ilha de Santa Catarina.

Pois bem. O mesmo bando resolveu voltar a Florianópolis e decidiu neste domingo de Páscoa invadir um terreno na praia do Rio Vermelho, também no Norte da Ilha. Por obra e graça do jornalismo esquerdista que domina as redações dos veículos, os invasores que agem em Florianópolis já são denominados "amarildos" e o cabeça do bando é seguidamente entrevistado pelas televisões, rádios e jornais catarinenses.

Como ocorreu na primeira invasão, a polícia chegou e decidiu (ou decidiram seus superiores) não fazer nada, o que acabou levando a própria população desse bairro de Florianópolis a agir por conta própria, ou seja, fazer justiça com as próprias mãos, fato que degenerou em confusão e obrigou os invasores a abandonar o local.

E notem que os cidadãos que expulsaram os invasores não eram os donos do terreno, que pertence à União. Todavia, fazer justiça com as próprias mãos é algo intolerável num Estado de Direito Democrático.

Entretanto o episódio serve como um alerta. A maioria dos cidadãos de Florianópolis, como de resto do Brasil inteiro, é constituída de gente que trabalha, que rala no dia a dia, que paga impostos. Muitos conseguiram a duras penas adquirir um imóvel.

A reação desta segunda-feira feriado de Tiradentes, ocorrida no Rio Vermelho, é um aviso claro e evidente. As pessoas de bem não irão tolerar invasão de propriedades privadas de jeito nenhum. Muitas pessoas que reagiram aos invasores sequer possuem propriedades, a mostrar que é apenas uma minoria de gente ligada ao MST, o braço armado do PT, que está sendo acionada dentro do esquema comunista do Foro de São Paulo de promover a agitação e comoção social para abrir o caminho ao que chamam de 'reforma política'. Tal reforma proposta pelo PT, que já noticiei e analisei aqui no blog, prevê a convocação de uma Assembléia Nacional Constituinte destinada a rasgar a Carta Magna de 1988 e no seu lugar erigir uma nova Constituição de forma a transformar o Brasil numa ditadura comunista que inclui a abolição da propriedade privada. Esta é a verdade!

Repito que fazer justiça com as próprias mãos é inaceitável, mas não tem como esconder uma realidade: a leniênica das autoridades constituídas que se submetem, num ato volitivo tolerante e contrário à Lei, aos ditames da ideologia do pensamento politicamente correto, que constitui o principal estratagema utilizado pelo comunismo do século XXI para subverter os valores em que estão ancoradas a lei e a ordem. Grosseiramente isso é denominado "marxismo cultural" e vem sendo aplicado pelo PT e seus acólitos principalmente nas escolas, universidades e por meio da grande mídia.

Episódios de justiça feita com as próprias mãos têm ocorrido em diversas partes do Brasil recentemente, sendo que o caso emblemático diz respeito ao um ladrão que foi amarrado em um poste no Rio de Janeiro. 

Insisto mais uma vez: justiça pelas próprias mãos é intolerável. Porém, esse fenômeno raro (as invasões) em anos atrás começou a se tornar frequente à medida em que a impunidade foi aumentando depois que o PT chegou ao poder. E mais ainda depois que os Direitos Humanos passaram a ser invocados em favor dos bandidos!

Está na hora das autoridades agirem. Sobretudo as polícias, que têm o dever de defender os cidadãos no que respeita ao direito de propriedade e à segurança sob todos os aspectos. 

O que acaba de ocorrer em Florianópolis é um alerta claro e inequívoco: os cidadãos de bem exigem o respeito à lei e à ordem e deploram a anarquia.

CONFIRAM o que noticiou a imprensa de Florianópolis clicando AQUI,  AQUI e AQUI 
Blog do Aluizio Amorim

Caio Blinder-De Moscou, para Paris ou para a Sibéria



Guriev (com o microfone), ao lado de Medvedev, nos tempos em que dava conselhos
Guriev (com o microfone), ao lado de Medvedev, nos tempos em que dava conselhos
Há um ano, Sergei Guriev, um dos mais respeitados economistas russos, renunciou ao cargo de diretor da Nova Escola de Economia, em Moscou, e fugiu para o exílio parisiense. Hoje, ele é professor do prestigiado Institut d’Études Politiques de Paris. Filosofou para um amigo que “Paris era melhor do que Krasnokamensk”, local de uma famosa prisão russa na Sibéria.
A vida teria sido tolerável para Guriev em Moscou se ele falasse apenas o que o imperador queria escutar. Conselheiro frequente de Vladimir Putin, no entanto, Guriev passou a dizer coisas desagradáveis, como a necessidade de reformas profundas no sistema econômico, baseado em exportações de petróleo e gás natural, além de benesses para os oligarcas amigos do rei. Desligaram o microfone do homem.
Por uns tempos, Guriev foi integrante do quixotesco setor liberal dentro do regime Putin, mas foi se distanciando do establishment. Ele apoiou protestos antigovernamentais em 2011/2012, quando Putin voltou à presidência após a farsa de Dmitry Medvedev na chefia, falou a favor do ex-oligarca Mikhail Khodorkovsky (libertado no final do ano passado após quase uma década na prisão, em Krasnokamensk) e endossou a cruzada anticorrupção do blogueiro Alexei Navalny, hoje em prisão domiciliar.
Nenhuma surpresa que com este espírito, primeiro independente e depois dissidente, Guriev passasse a ser submetido a interrogatórios, mandados de busca e intimidação na Rússia que faz a transição de autoritarismo para estado totalitário. Guriev se tornou um inconfidente russo. Então, é apropriado falar dele no Dia de Tiradentes. A perda para a Rússia de alguém como Guriev é priceless, mas um preço tolerável para o aparato de poder de Putin (o texto aqui dá o contexto do que aconteceu com Guriev e como a Rússia é reincidente na estupidez).
Guriev agora alerta sobre o esgotamento do modelo Putin baseado em exportações de commodities, corrupção, renacionalização e falta de transparência. Conselhos de cabeças sofisticadas e independentes como Guriev são fora de ordem no Kremlin. Para ele, a ocupação da Crimeia, as manobras de desestabilização na leste da Ucrânia e o hipernacionalismo são parte de diversionismo, que a curto prazo deve funcionar. Basta ver o salto da taxa de aprovação de Putin, hoje na faixa dos 80%. A longo prazo, porém, os lances deverão terminar em um beco sem saída ou no abismo.
Além da história pessoal de Guriev, tudo o que esta escrito acima não é uma novidade para quem acompanha a melancólica saga russo-ucraniana. No entanto, o que realmente me chamou a atenção nesta entrevista de Guriev à revista New Yorker, foi a tipologia abaixo.
Guriev diz que para os menos sofisticados, Putin recorre à lavagem cerebral. Para os mais sofisticados, mas menos honestos, são os subornos. Para as pessoas honestas e sofisticadas, é o uso da repressão. O melhor da Rússia vai acabar em Paris ou em Krasnokamensk.
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PEDRO VALLS FEU ROSA- PRECISAMOS DE MENOS JUÍZES

Há algum tempo tive a oportunidade de ler um interessante estudo realizado pelo Centro de Estudos da Justiça das Américas sobre a relação entre a morosidade do Poder Judiciário e o número de juízes. Apurou-se que no Chile, entre 1982 e 1992, se quadruplicaram os tribunais civis em Santiago, elevando-se sensivelmente o número de juízes. A morosidade, no entanto, aumentou: a duração média de um processo passou de 806 dias para 1.009. A conclusão da pesquisa é curiosa: mais da mesma coisa não adianta!
O Brasil, apesar de todos os indicadores de que o sistema judiciário atual é impraticável, segue firme investindo na política de ampliar sua estrutura e os quadros de pessoal – nunca se gastou tanto dinheiro com a instalação de novos juizados, com a construção de novos prédios e com a nomeação de mais juízes e servidores. Diante desta realidade, a pergunta que modestamente faço é: está resolvendo? Claramente não. A lentidão continua a infelicitar e macular nossa Justiça, sem sequer dar sinais de que será reduzida.
Muito se fala, também, na reforma das leis. Por conta disso, os juízes já tem dificuldades em saber o que está ou não em vigor, tantas são as mudanças. Nos últimos 20 anos, o Brasil ganhou 3,6 milhões de normas editadas (766 normas por dia útil), e até 253.900 normas tributárias (o que dá algo em torno de duas normas por hora). Isto sem falar nos 9.240 decretos federais. E a morosidade segue firme, inabalável.
Assim, talvez seja este o momento de, com serenidade, nos perguntarmos sobre o que esperamos do Poder Judiciário. Sim, talvez seja a hora de nos indagarmos sobre o que deve ser o trabalho de um juiz.
Consideremos, por exemplo, o caso de uma pessoa que aluga uma casa e, após algum tempo, para de pagar os aluguéis. Se isto estiver acontecendo nos Estados Unidos da América, o dono do imóvel escreverá uma aviso comunicando o atraso e dando algum tempo para que o inquilino pague ou desocupe o imóvel. Este aviso deverá ser colado na porta do imóvel. Esgotado o prazo fixado, bastará ao dono do imóvel ir à Polícia, que tomará as devidas providências.
No Brasil é diferente. Aqui, lá vai o proprietário bater às portas da Justiça, suportando com paciência uma inevitável lentidão. Enquanto isso o tempo vai passando e o inquilino lá continua, morando de graça no que não é dele. Calculemos, agora, quantos milhões de processos assim entopem nossos Juizados e Tribunais, e começaremos a ter uma idéia de como estamos resolvendo problemas da forma mais complicada, cara e lenta possível.
Lembro-me de que há algum tempo o STJ julgou o caso de quatro réus cujo crime foi furtar quatro minhocas, que seriam utilizadas em uma pescaria. Aqui em Vitória, no Tribunal de Justiça, já se reuniu toda uma Câmara para julgar uma tentativa de furto de um desodorante em um supermercado. Este tipo de julgamento seria até pitoresco, se não estivesse acontecendo às custas de atrasar as vidas de milhões de pessoas que realmente precisam de justiça.
Na China, há uns bons 1.400 anos, um sábio imperador de nome Hang Hsi ensinou que se os juízes quiserem cuidar de tudo acabarão não cuidando de nada, pois “os litígios ocorrerão em número infinito e a metade da população será insuficiente para julgar os litígios da outra metade da população”. É por conta disso que precisamos de menos juízes e de mais lógica.
Diário do Poder

É assédio moral intolerável o que o Itamaraty está fazendo com o diplomata que ajudou senador perseguido a fugir da Bolívia

Ricardo Setti
É um escândalo e uma vergonha e um caso clássico de assédio moral o que o Itamaraty, com seus punhos e renda e tudo, está fazendo com o diplomata Eduardo Saboia, ex-encarregado de negócios da Embaixada brasileira em La Paz, na Bolívia. Foi ele quem propiciou  a fuga para o exílio no Brasil do ex-senador Roger Molina, adversário do governo bolivariano de Evo Morales que sobrevivia, em condições precárias, a 455 dias de abrigo na sede diplomática do país.
Molina denunciou o envolvimento de personalidades do governo de Morales com o tráfico de drogas e se dizia ameaçado de morte, por isso buscou asilo na embaixada.
O governo de Morales, porém, recusou-se sistematicamente a conceder salvo-conduto ao político para que ele pudesse deixar fisicamente a embaixada rumo a um aeroporto e embarcar para o Brasil. Passivo e “compreensivo” com o bolivariano Morales — Lula passou a mão na cabeça do colega boliviano quando ele mandou tropas do Exército ocupar instalações da Petrobras, que em seguida desapropriou –, o governo da presidente Dilma não exerceu a menor pressão para que a Bolívia cedesse.
Indignado ao ver o instituto de asilo transformada em degradação — o ex-senador vivia como se numa prisão, sem sequer direito a banho de sol, morando num cubículo e sofrendo de depressão –, Saboia, então embaixador interino em La Paz, resolveu trazê-lo por conta própria ao Brasil.
Sim, cometeu, em nome dos direitos humanos e do que considerava ser a dignidade do país que representava, uma indisciplina, sujeita, portanto, a punições.
Ocorre, porém, que o Itamaraty está há oito meses empurrando o caso com a barriga, virando de cabeça para baixo a vida de um diplomata de carreira, com 23 anos de serviços prestados que lhe valeram uma condecoração presidencial. Oito meses para uma comissão de investigação decidir o que fazer com Saboia, agora prorrogados por mais 30 dias.
Para o governo, ele parece ser um pária, a ser perseguido de forma cruel — deixando seu trabalho e sua vida em suspenso.
Para os brasileiros de bem, provavelmente ele é um herói.
Leiam a reportagem excelente sobre o caso feita por Marcela Mattos, do site de VEJA em Brasília:
OITO MESES DEPOIS DE COMANDAR FUGA DE MOLINA, DIPLOMATA AMARGA O OSTRACISMO
Protagonista de uma história com roteiro cinematográfico, com direito a fuga e ameaças, o diplomata Eduardo Saboia vive em um limbo desde que trouxe ao Brasil o senador boliviano Roger Pinto Molina.
O ex-parlamentar de oposição era perseguido pelo governo de Evo Morales e ficou asilado, com o aval do governo brasileiro, por 455 dias na Embaixada do Brasil na Bolívia.
Servidor de carreira, Saboia é ministro-conselheiro do Ministério das Relações Exteriores. Após a epopeia com a fuga de Molina para o Brasil, ele se tornou alvo de processo disciplinar que se arrasta há oito meses na comissão de sindicância do Itamaraty – e não tem prazo para ser concluído.
Na última quarta-feira, o colegiado voltou a empurrar a decisão se ele deve ou não ser punido pelo episódio: prorrogou os trabalhos por mais 30 dias, como vem ocorrendo sucessivamente desde outubro. Enquanto aguarda uma deliberação sobre o caso, Saboia foi deixado na geladeira e lotado em uma função administrativa. Constrangido, ele pediu licença do cargo no dia 8.
“Ele fica sentado em uma cadeira sem fazer nada”
Ex-encarregado de Negócios na Embaixada brasileira, Saboia tem 46 anos, metade deles vividos no Itamaraty. A atuação do diplomata era considerada impecável pelo Ministério das Relações Exteriores e lhe rendeu, inclusive, uma condecoração pelo ex-presidente Lula com a medalha da Ordem do Rio Branco.
No entanto, a carreira foi interrompida após, diante da inoperância do governo brasileiro, ajudar o senador a escapar das ameaças da tropa comandada por Morales. Molina denunciou o envolvimento de autoridades bolivianas com o tráfico de drogas.
Logo ao chegar ao Brasil, no final de agosto, Saboia foi afastado de suas funções e tornou-se objeto de investigações de uma sindicância interna do órgão. Um relatório final, que deve ser elaborado por uma comissão, decidirá se o diplomata deve ou não ser punido. As medidas disciplinares aplicáveis vão desde uma advertência à demissão do cargo.
Com o futuro incerto, o diplomata foi realocado no cargo secundário de assessor no departamento de Assuntos Financeiros e de Serviços do Itamaraty – uma função administrativa, sem status de chefia nem gratificações que tinha como ministro. “Isso é um assédio moral do ponto de vista de não conceder qualquer atividade na altura do que ele possa exercer. Hoje ele está sentado em uma cadeira sem fazer nada”, afirma a defesa de Saboia, o advogado Ophir Cavalcante.

Blog do Setti- Post do Leitor: “Lendo o que os investidores estão escrevendo sobre o Brasil lá fora, a gente fica roxo de vergonha”

Post do leitor e amigo do blog Moacir 1
POST DO LEITORNeste país continental e de tantas e tão profundas diferenças, concordam gregos, troianos, petistas e oposicionistas numa questão: o Brasil precisa de investimentos!
Os road-shows do nosso Mantega Adivinho, o megaotimista – e com direito a escala lusitana! – discurso da Dona Dilma em Davos, a ida de Lula em fevereiro à Big Apple e as tentativas mais recentes do Temer de convencer os investidores estrangeiros de que a economia de Banãnia vai muito bem, obrigado, evidenciam tal necessidade.
O problema é que nossos desgovernantes, mesmo desesperados para fazer o país caminhar, mesmo precisando que a presidenta diga na campanha “o que é que vai fazer na economia”, ao fazer tudo que não deveriam parecem delirar por seus malfeitos não estarem sendo vistos, lidos e compreendidos por aqueles que detêm o tão vital capital no planeta azulzinho. Petistas, estou quase convencido, são suicidas a longo prazo.
Petistas fazem uma espécie de leitura seletiva: só leem determinados blogueiros e publicações, e por aí vai. E só acreditam nos aplausos das Bolsas Brasil e dos militontos que já passaram pela lavagem cerebral.
Investidor, porém, prefere leitura mais diversificada e especializada. “Be aware the man of one book!” (Cuidado com o homem de um só livro). Grande Aquino.
E lendo o que os investidores estão escrevendo sobre o coitado do “Brazil”, ultimamente, a gente fica roxo de vergonha de ser brasileiro. Aliás, este é um dado científico. Em recente pesquisa, o assombroso percentual de 75% de brasileiros verbalizaram vergonha de sê-lo. Pudera!
Graça Foster e Dilma: as presidentas do macacão laranja (Foto: Agência Petrobras)
No dia 27 de março, The Economist já tinha explicado ao mundo alienado sobre a presença petista nas páginas policiais tupiniquins. Lava-jato, you know! Apresentaram ao mundo o ex-vice-presidente da Câmara dos Deputados, André Vargas, e o ex-diretor da Petrossauro Paulo Roberto Costa Preso da Silva, apesar de ser afilhado de Renan Calheiros, o poderosíssimo presidente do Senado brasileiro.
Graças a Deus os britânicos ainda não sabiam do doleiro, do Labogem e da fracassada tentativa de vender o princípio ativo do Viagra para o Ministério da Saúde escravo do candidato petista ao governo de São Paulo, Mr. Padilha.
A mensagem de The Economist foi clara: Hello Earth! A fama da gerentona já era! She has blown it, folks!
Ontem, foi a vez do The New York Times – aquele para quem o Lula é articulista desde que foi alfabetizado em ingrêis. A reportagem capitalista golpista começa lembrando ao vasto mundo que, em 2006, todo lambuzado de petróleo e com as mãos sujas do ouro negro, o então presidente prometeu-nos uma Petrobras maior até mesmo que a Apple, além da nossa independência energética. Viva o pré-sal!
Em vez disso – diz o jornal, e não a oposição – a produção estagnou, a Petrossauro encontra-se mergulhada em investigações de corrupção, a incompetência gerencial tornou-se dona da maior dívida empresarial do mundo e totalmente dependente de fundos de investimento estrangeiros para financiar seus ambiciosos planos de investimento: situação em que quer queira, quer não queira, tem que comparecer com 30%, mesmo para perder dinheiro.
A reportagem nos mostra fotos de uma Dilma vociferante, discursando na refinaria de Abreu e Lima: ”eles querem acabar com a Petrobras”, e esquecendo, no entanto, de explicar por que Abreu e Lima, cujo custo estimado por petistas foi de R$ 2,5 bilhões, já nos custou R$ 18,5 bilhões.» Clique para continuar lendo 

Amigo de Vargas levanta o braço

Amigo de André Vargas
Vargas, José Guimarães, Vicentinho e Benedita
Vicentinho anda repetindo por aí que seu correligionário André Vargas deve largar o mandato e desaparecer da Câmara. Agora é mole. No dia em que tomou posse como líder do PT, Vicentinho posava todo contente com Vargas. Não só isso.
Ao se sentar na mesa onde estavam o colega, Benedita da Silva e José Guimarães, todo risonho, Vicentinho fez questão de esticar o braço com o punho cerrado, repetindo o gesto de José Dirceu e José Genoino, antes de serem presos, e pelo próprio Vargas, estupidamente, no clássico episódio com Joaquim Barbosa, na Câmara.
Por Lauro Jardim

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