quinta-feira, 24 de abril de 2014

Polícia Federal envolve diretamente ex-ministro Padilha, PT, no escândalo do doleiro Labogen

Políbio Braga
Subordinada ao ministro José Eduardo Cardozo, a Polícia Federal produziu relatório que aponta que o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, hoje pré-candidato a governador de São Paulo pelo PT, indicou o principal executivo do laboratório Labogen, de propriedade do doleiro Alberto Youssef.

. O laboratório fechou contrato milionário com o ministério da Saúde. 

. O ministro é candidato ao governo de SP. A denúncia da Polícia Federal introduz um elemento escandaloso na sua campanha, que fica desestabilizada. Ele passou a ser investigado diretamente no esquema de corrupção. 

. O executivo Marcus Cezar Ferreira de Moura trabalhou com Padilha na coordenação de eventos no Ministério da Saúde.

. A PF cita também que o doleiro tinha relações com outros dois deputados petistas: Cândido Vaccarezza e Vicente Cândido.

Lei para o crime

Alexandre Garcia
PALERMO, Sicília – Aqui na Itália nasceu a máfia, mas as últimas estatísticas mostram que o país inteiro teve 594 homicídios em um ano. No Brasil, foram 52 mil. Menos de dois por dia na Itália; 143 por dia no Brasil. Pudera! As leis brasileiras são boazinhas com os criminosos; a investigação é antiquada; a Justiça é lenta e tudo é burocrático. Há poucos dias, um italiano foi condenado a ficar na prisão até a morte por ter matado a amante brasileira. E nem foi uma morte intencional. O casal brigava, ela caiu e bateu a cabeça no chão. Pois o italiano foi condenado à prisão perpétua. Lembro que o doleiro Alberto Youssef, um dos notáveis da operação lava-jato, já fora condenado pelos mesmos crimes em que agora foi enquadrado pela Polícia Federal. A condenação é de 2004, a sete anos de prisão. Melhor dizer, foi condenado a sete anos de liberdade, porque ganhou regime semi-aberto. E continuou praticando os mesmos crimes, ligado a políticos, e aumentando seu imenso patrimônio. Os que fazem as leis, deputados e senadores nossos representantes, devem estar alienados em relação à vontade do povo. E a consequência é que o povo está fazendo justiça pelas próprias mãos, como se percebe pelo frequente espancamento de ladrões flagrados nas ruas.  Leis penais e julgamentos que não têm lógica. A dona do Banco Rural, por exemplo, professora de dança clássica que assumiu o banco com a morte do pai, está em regime fechado na prisão, cumprindo pena de quase 17 anos, porque o banco deu apoio às movimentações de dinheiro do mensalão. O que foi apontado como chefão do esquema pegou menos da metade daquela pena e no semi-aberto. Os que mataram, no Rio Grande do Sul, o menino Bernardo, de 11 anos, com injeção letal, não terão a condenação que merecem. No Brasil, a pena máxima é de 30 anos.  A brasileira morta na Itália é de Uberlândia. Se ele a tivesse matado em Minas Gerais, quem sabe estaria em liberdade, aguardando anos pelo julgamento. Na Itália, ele foi condenado sete meses depois do crime. No Brasil, pelas estatísticas, teria nove entre 10 chances de não acabar na cadeia. Dos assassinatos no Brasil, menos de 10% dos criminosos são punidos. Na Itália, a polícia, as leis e a Justiça são diferentes. Só quem não acredita na justiça italiana é o governo brasileiro. Coerente com a tolerância pró-crime, abriga o italiano Cesare Battisti, condenado por assassinar três e mandar um menino para a cadeira de rodas. Impune no Brasil, ele até ganhou uma cadeira na CUT. 

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"Mais fácil um jeque ir á lua que um petista reconhecer seus erros." (Mim)

O novo plano de Maduro para destravar a produção na Venezuela

Por que faltam produtos nas prateleiras em países socialistas? Ora, porque os donos de supermercados são capitalistas insensíveis e egoístas que só querem lucrar, claro! Parece piada, eu sei. Em pleno século 21 alguém defender algo tão estúpido seria mesmo chocante. Mas é exatamente o que fazem os bolivarianosliderados por Maduro:
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, lançou ações para incrementar a produção e combater o desabastecimento, baseadas no aumento da fiscalização sobre estabelecimentos como frigoríficos e supermercados.
A Venezuela tem atualmente a maior inflação da América Latina (cerca de 57% no ano passado) e sofre com a escassez de produtos básicos, o que, junto com os altos índices de violência, levou à realização de protestos que já deixaram 41 mortos desde fevereiro deste ano.
A ação econômica se iniciaria ontem com a inspeção em locais de comércio de alimentos. As primeiras empresas a serem fiscalizadas seriam a processadora de carnes Fitca, no Estado de Aragua, e o supermercado Central Madeirense, em Miranda, segundo informou a agência de notícias AVN.
Na noite de anteontem, Maduro disse que a operação é “uma nova ofensiva econômica para produzir mais, para produzir melhor e para destravar todos os mecanismos que impedem a produção no país”.
Ele acrescentou que os pilares da medida são “o abastecimento pleno em todos os níveis” e o “estabelecimento de preços justos”.
Não é incrível? Quem fiscaliza a produção e o comércio nos Estados Unidos? Será que o presidente Obama tem um exército de fiscais para garantir o nível de produção local? Será que a Wal-Mart conta com um fiscal do estado em cada loja para garantir o abastecimento dos produtos? Será que os empresários venezuelanos são mais gananciosos do que os capitalistas ianques?
É uma mistura de constrangimento com tristeza e comicidade ver o socialismo mergulhando nos mesmíssimos equívocos do passado. Não aprenderam nada com a história! A Gosplan calculava o “preço justo” de milhares de produtos, os bolcheviques inspecionavam os estabelecimentos, e o resultado era a escassez até de papel higiênico nas prateleiras e um enorme mercado paralelo. Por que será que nos países capitalistas e mais liberais nada disso ocorre?
O mais trágico de tudo, pela ótica de um brasileiro, é o fato de termos, aqui em nosso país, uma legião de sacripantas que deseja copiar exatamente o modelo socialista bolivariano. E apenas para adicionar gravidade à tragédia, tais pulhas estão no poder!
Rodrigo Constantino

A aprovação da devassa nas catacumbas da Petrobras impôs à seita lulopetista a terceira noite de insônia. E vem aí o mais cruel dos dias para quem tem culpa no cartório

Augusto Nunes
Na segunda-feira, André Vargas renunciou à renúncia. Para desconsolo dos Altos Companheiros, o despachante de doleiro gostou da ideia de agonizar na Câmara dos Deputados. E se lhe bater a vontade de afundar atirando?
Na terça, os promotores italianos não viram nada de errado no julgamento do mensalão e recomendaram que Henrique Pizzolato seja extraditado para o Brasil. Para aflição dos sacerdotes da seita lulopetista, o bandido fujão não está feliz com o tratamento que lhe dispensaram o PT e o Planalto. E se contar o que sabe sobre o Banco do Brasil?
Nesta quarta-feira, a ministra Rosa Weber decidiu-se pela instauração de uma CPI destinada a investigar exclusivamente as patifarias que jorram na Petrobras. Para desespero dos inventores do patriotismo em barris, vai começar a devassa das catacumbas que ocultam o colossal acervo de maracutaias. A insônia de Dilma Rousseff começou faz tempo. E Lula vai perder a voz de novo.
Ainda faltam quinta e sexta. Fora o sábado, que por aqui é o mais cruel dos dias para quem tem culpa no cartório. O que vem por aí vai convencer muita gente de que, neste ano, agosto chegou em abril.

DIÁRIO DE UM ENROLÃO- Venezuela lança plano econômico para combater o desabastecimento no País

O traste venezuelano não sabe o que fazer,pois é uma múmia sem cérebro. E sem o estado de direito funcionando ninguém irá arriscar o pelo na Venezuela do bocó comunista. Ganhará alguma sobrevida graças a ajuda de governantes alinhados com o 'pensamento bolivariano',como nossa intelectual presidente, líder mundial do movimento QPS, ou seja, QUERO PENSAR,MAS NÃO SEI.

BUENO!

PRATELEIRAS VENEZUELANAS: Produtos usando a capa da invisibilidade

fOTO :Blog do Políbio Braga

Perguntar não ofende: que competências tem Ideli Salvatti para ser ministra do Tribunal de Contas?

Ricardo Setti
Ela foi professora da rede estadual de Santa Catarina durante pouco mais de dez anos.
Ela militou em comunidades eclesiais de base, na Pastoral Operária e em associações de moradores.
Ela ajudou a fundar o PT na cidade em que vivia em Santa Catarina.
Ela foi sindicalista em diferentes organizações, desde a associação de professores até o sindicato dos “trabalhadores em educação”.
Foi fundadora da CUT em Santa Catarina, e depois tesoureira do órgão.
Foi duas vezes deputada estadual, uma vez senadora e, quando tentou ser governadora do Estado, terminou a disputa em terceiro lugar.
Foi ministra da Aquicultura e Pesca, seja lá o que isso signifique.
Foi ministra das Relações Institucionais, mas como na prática ficou sem função, segurando a pastinha do verdadeiro articulador político do governo Dilma, o chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, acabou ganhando a Secretaria dos Direitos Humanos.
A presidente Dilma, mesmo depois do fracasso estrondoso que foi a tentativa de indicar um senador atolado em processos para o Tribunal de Contas da União (ideia de Renan Calheiros, presidente do Senado, que a presidente encampou), pensa em apoiá-la para o cargo.
Vocês já sabem: trata-se da ministra Ideli Salvatti.
Ela ficaria onde está até que haja uma nova vaga no TCU, o que ocorrerá em novembro, quando o ministro José Jorge atingirá a idade-limite de 70 anos. Pela Constituição, que prevê que 6 dos 9 ministros do TCU sejam escolhidos pelo Congresso, esta vaga será teoricamente preenchida pelo Congresso (no caso, pela Câmara dos Deputados), porque José Jorge, ex-senador, havia sido indicado pelo Legislativo.
E nós sabemos que o governo Dilma tem maioria com sua chamada “base de sustentação” no Congresso e, portanto, teoricamente aprova o nome que quiser. No caso, o de Ideli.
Agora, pergunto — já que perguntar não ofende: em tudo o que vocês leram acima sobre as atividades da ministra, em que, exatamente, ela se qualifica para ser ministra do Tribunal de Contas?
Vejam o que a Constituição, em seu artigo 72, inciso III, coloca como exigências para integrar o tribunal, além dos requisitos normais referentes à idade, idoneidade etc:
“III – notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública;
IV – mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior.”
Qual sua competência técnica? Ondo estão os “notórios conhecimentos”, sobretudo jurídicos (ela se formou em Física), contábeis, econômicos e financeiros?
Onde estão os “mais de dez anos de exercício ou de efetiva atividade profissional” que exija tais conhecimentos? Nos sindicatos de professores? Nas salas de aula? Na CUT?
Quanto ela conhece de contabilidade, matemática financeira, Direito Constitucional, Direito Administrativo e mais centenas de habilidades necessárias para ser um ministro minimamente competente do TCU?
Digo e repito: perguntar não ofende.

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Ser livre para ir e vir!Pela liberdade de expressão.Pela humanidade contra os pregadores da escuridão que assolam nosso mundo moderno.Democracia verdadeira sempre,não aquela de fachada que persegue quem não compartilha de suas idéias.