quinta-feira, 15 de maio de 2014

O BOLHA-Governador de SC declara apoio à reeleição de Dilma- Arre governador paspalho, atrelado aos comunistas que estão dizimando o meu país, tem preço. Quem pensa e vive do seu trabalho com certeza não votará neste terneirão que trocou de partido.

Janer Cristaldo- MACHADO PARA ANALFABETOS

O Brasil está cheio de escritores que escreveram mais de 50 ou 100 livros, dos quais não conhecemos nem os títulos. São o que chamo de escritores de Estado. Amigos do Rei e do MinC, têm suas “obras” distribuídas a bibliotecas e impostas às escolas como leitura obrigatória pela indústria nefasta da dita literatura infanto-juvenil. Leitor mesmo – falo de quem lê por prazer e iniciativa própria - não têm nenhum.

Este parece ser o caso de Patrícia Secco, autora de mais de 250 livros, dos quais duvido que os leitores tenham ouvido falar. Nas últimas semanas, a prolífica escritora saiu do anonimato, após ter captado dinheiro graças à infame lei Rouanet, para adaptar a uma linguagem mais simplificada O Alienista, de Machado, e A Pata da Gazela, de José de Alencar, que devem sair mês que vem.

"Entendo por que os jovens não gostam de Machado de Assis", diz a escritora. "Os livros dele têm cinco ou seis palavras que não entendem por frase. As construções são muito longas. Eu simplifico isso." 

Pessoalmente, não tenho maior apreço por Machado e quem me lê sabe disso. E não é por seu vocabulário. Em um universo em que existem Cervantes, Swift, Dostoievski,Kuprin, Orwell, Koestler, Huxley, Machado faz feia figura. Entende-se que tenha sido lido em sua época: poucos escreviam no Brasil no século XIX e Machado supria uma lacuna no panorama literário nacional. Como cronista da época, passa. Como autor que tenha algo a dizer ao leitor contemporâneo, é paupérrimo.

Enquanto Dostoievski, mais ou menos na mesma época, remexia os subterrâneos da alma humana, discutia Deus, terror, crime, castigo e sentido da vida, o carioquinha construía o grande drama nacional, se Capitu traiu ou não Bentinho. O Alienista é uma das poucas obras de Machado que me dizem algo. Mas é bom lembrar que a história já está em Swift, com a diferença de que o irlandês situava sua história em um hospital para doenças físicas, e não mentais.

Leio na Folha de São Paulo que a equipe que "descomplica" o texto é formada "por um monte de gente", entre eles a própria autora e dois jornalistas amigos. A tiragem, de 600 mil exemplares, será distribuída de graça pelo Instituto Brasil Leitor. O lançamento será em junho, e terá direito a um túnel construído com 60 mil livros no vale do Anhangabaú, centro da cidade. 

Por que Machado ainda é lido e publicado? Graças ao affonsocelsismo da intelectuália tupiniquim, que precisa encontrar algo nacional para cultuar. Não fosse a imposição da leitura de seus livros através das escolas, vestibulares e universidades, morreria à míngua o editor que o publicasse.

Imagine se, para comer em um restaurante, você fosse obrigado a consumir vinho nacional. Claro que qualquer cidadão, em nome do elementar direito a beber o que bem entendesse, estrilaria. Curiosamente, quem pretende entrar na universidade é coagido a ler autores obsoletos, só porque são nacionais. Na hora de comprar um carro, beber uísque ou vinho, o consumidor prefere os importados. Na hora da literatura, os jovens recebem goela abaixo essa excrescência, o autor nacional.

Sê como o Machado que perfuma o vândalo que o fere – parafraseou alguém. Se perfuma quem o fere, imagine o que faz a quem o incensa. Machado vale ouro. Cultuar Machado é ter passe livre na academia. Não adorá-lo é exílio perpétuo. Mas vamos ao cerne da questão: adaptá-lo ou não adaptá-lo?

A adaptação seria feita para alunos, isto é, para adolescentes. Ora, Machado, adaptado ou não, não é leitura para adolescentes, mas para adultos. Por outro lado, pelo que diz a celebérrima escritora, adaptar seria simplificar sua linguagem. Ora, um escritor é fundamentalmente sua linguagem. Se trocarmos Machado em miúdos, Machado não é mais Machado.

Esse crime já foi cometido contra autores bem mais importantes, como Cervantes, Shakespeare, Swift e vários outros. As Viagens de Gulliver, o mais virulento libelo já escrito contra o ser humano, foram transformadas em conto de fadas. Conheço muita gente que deixou de ler uma obra de gênio por julgá-la ser um livro infantil. Não li o Quixote adaptado. Mas pode-se imaginar como fica uma história recheada de palavras que designam objetos que não mais existem, transposta para um vocabulário contemporâneo. Como será traduzido o elmo de Mambrino? O capacete de Mambrino? E adarga em riste? Cacete apoiado no peito? Escudeiro será o quê? Secretário?

Por outro lado, a adaptação redutora proposta pela conhecidíssima escritora, rouba aos alunos uma das funções da leitura, o enriquecimento do vocabulário. Em meus dias de Folha de São Paulo, tive colegas que falavam duas ou três línguas mas desconheciam palavras banais do português, como obus ou preito. E palavra que jornalista de um grande jornal não conhece, é palavra que não existe. 

O jornalista considera então que o leitor é tão inculto quanto ele e evita a palavra que desconhece. Não é inusual encontrar na Folha, como aposto à palavra marxismo: doutrina criada pelo pensador alemão Karl Marx. Hoje, com um mísero vocabulário de 500 (ou 600 palavras, vá lá!) você entende qualquer jornal. Quando fujo por um segundo desse feijão-com-arroz, não falta leitor que proteste. Uma amiga reclamou certa vez que, para ler minhas crônicas, precisava de um dicionário ao lado. Era aeromoça, dominava inglês e espanhol, tinha longa quilometragem em vôos para todos os cantos do mundo e nem sempre conseguia entender-me.

Os educadores – e a brilhante escritora – parece ter esquecido de um livrinho que deve acompanhar toda pessoa que lê, o dicionário. Me considero pessoa razoavelmente culta, mas ao lado de meu computador repousa eternamente um dicionário, que mais não seja para diriir dúvidas. Na prateleira ao lado, tenho mais de quarenta. De vocabulário, de línguas, de história e da Bíblia. Desta, tenho três. E acho muito difícil ler o Livro sem um bom dicionário ao lado.

Em minhas aulas de sueco, fiz um desafeto, um de meus professores. Segundo ele, a forma correta de dizer “deste modo” era på det sätt. Insisti que poderia dizer på detta sätt. Para ele, era erro. Puxei então Selma Lagerlöf. Lá estava på detta sätt. Ele ficou sem graça diante dos demais alunos e fechou-se em copas comigo. Eu lia os clássicos suecos. Ele não. Provavelmente, nas versões contemporâneas, Lagerlöf já foi devidamente adaptada.

O mesmo ocorreu em Madri. Em uma das aulas de literaatura espanhola, uma aluna perguntou à professora o que queria dizer “vale”. É expressão usada para manifestar acordo, adesão, seja a uma idéia, seja a um convite. Segundo a professora, era criação da gíria contemporânea dos jovens. Parece que naquele dia o bom Deus dos ateus velava por mim: para fugir das bobagens que dizia a professora, eu relia o Quixote. E lá estava, encerrando o prólogo:

“Panza, su escudero, en qien, a mi parecer, te doy cifradas todas las gracias escuderiles que en la caterva de los livros varios de caballerias etán esparcidas. Y con esto, Diós te dé salud y a mi no me olvide. Vale”. Eu lia o Quixote. Ela provavelmente não. E considerava ser gíria dos anos 80 uma palavra usada já há quatro séculos. Li a passagem para a professora. Um anjo pareceu ter descido na sala e um silêncio constrangedor tomou conta de todos. Menos de mim, que intimamente ria às gargalhadas.

Independentemente da excelência ou não de Machado, traduzi-lo para a pobreza vocabular contemporânea é empobrecê-lo. E empobrecer Machado é empobrecer seus leitores. No que não vai nada de original. A função da escola contemporânea parece ser manter seus alunos na inciência dos infantes. 

Vale?

Polícia abre inquérito por homicídio no caso do empresário Henry Maksoud

Texto publicado no Blog do Claudio Tognolli
O Ministério Público de São Paulo encaminhou ao Departamento de Homicídios de Proteção à Pessoa (DHPP) representação de notícia-crime, dando conta de que o empresário Henry Maksoud foi vítima de homicídio doloso (com intenção de matar).
Dono do hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, Henry Maksoud morreu na quinta-feira, 17/4, aos 85 anos, em decorrência de um câncer.
Dois dias antes de sua morte, e com exclusividade, este blog informou que o Ministério Público vinha investigando a manutenção de Maksoud em cárcere privado, em sua mansão de 1,5 mil metros quadrados, na Chácara Flora, zona sul de São Paulo.
No penúltimo domingo o programa Fantástico, da Rede Globo, fez reportagem de longos minutos sobre o tema.
A ex-manicure do hotel, Georgina Célia Bizerra Maksoud, que se casou com o patriarca Henry Maksoud, era quem cuidava de sua saúde. Ela é a principal investigada sobre as denúncias de supostos maus-tratos.
O caso está sob segredo de Justiça. Mas este blog apurou que:
- Quem mandou que as investigações de homicídio fossem encaminhadas à polícia foi o promotor Anual Martins (a ocupar o cargo de promotor-secretário do Terceiro Tribunal do Júri de Santo Amaro).
- O caso é investigado, em segredo de Justiça, pela delegada-chefe do departamento de homicídios, Elisabeth Sato (a mesma que investigou a morte do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel).
- O corpo de Henry Maksoud vai ser exumado nos próximos 15 dias.
- Há depoimentos dando conta de que Henry Maksoud era obrigado a tomar, misturados a chás e sucos, os medicamentos Rivotril e Lexapro (em doses cavalares incompatíveis com um idoso doente).
- Há depoimentos dando conta de que Maksoud, mesmo doente, tentou fugir três vezes de sua casa.

CAIO BLINDER- Rabiscos estratégicos (Rússia & China)

Vladimir Putin tem um novo contrato social com o povo russo (e aqui falo das fronteiras formais do país e não da nação difusa que ele quer presidir na Eurásia). O triunfo nacionalista que se seguiu à anexação da Crimeia tem o previsível efeito mobilizador e fortalece a posição do Kremlin (a aprovação de Putin disparou para 90%) quando a economia enfraquece. Perde o gás a “nação de consumidores” fundada com o boom energético e que ocupou o lugar do caos e tempos enxutos dos anos 90, mas triunfa a “nação de patriotas”. A compensação é a sensação de que a Rússia será novamente uma grande potência global.
Arautos do putinismo apregoam que por este novo contrato social, os russos deram o consentimento para: criação de uma União Eurasiana (em contraponto à decadente União Europeia), a formulação de uma nova ideologia estatal corporativista (que nas minhas palavras fede a fascismo), a rejeição de reformas políticas e econômicas, crescentes gastos militares, maior distanciamento do Ocidente e uma virada para a China em um esforço para formar um eixo contra o Ocidente.
Claro que falta combinar com os chineses, prestes a superarem os EUA como a maior economia do mundo já em 2014, de acordo com alguns critérios contábeis. Sem dúvida que existem convergências econômicas entre os dois países e Putin estará em Pequim ainda neste mês para conversar com o presidente Xi Jinping. O foco do diálogo entre a ex-superpotência e a superpotência emergente será energia. Os europeus compram 75% do gás russo e querem diversificar devido à crise ucraniana. Moscou precisa cortejar novos compradores e também está em busca de capital devido à fuga de US$ 50 bilhões apenas no primeiro trimestre de 2014.
No entanto, meu bom guru, o alemão Josef Joffe (não confundir com a musa da coluna Julia Ioffe), alerta que o modelo chinês está esgotado. O pico de crescimento foi há 30 anos (15%). Caiu agora pela metade. Parte do problema é a desaceleração mundial, mas existem as razões estruturais. É um modelo que, em inglês, Joffe rotula de modernitarianism, ou modernização autoritária. Ele bateu no teto dos seus limites embutidos como aconteceu com a velha União Soviética.
Industrialização frenética sob o tacão do partido é fácil por uns tempos (o preço político é penoso, obviamente), mas a economia do conhecimento pega suas dicas do mercado e não do estado autoritário. Joffe lembra que a palavra chave é liberdade, para empreendedores, capital, ideias e inovação, além do mero exercício da cidadania.
Pactos sociais putinistas, eixos em torno de ideologia estatal corporativista e modernização autoritária não são promissores na Eurasia a longo prazo. A curto, são estas tensões na frente ucraniana e nas disputas no oceano Pacífico.

‘Começando a fazer o diabo’, editorial do Estadão

O Estado de S.Paulo
Costumam dar em nada os protestos e as ações da oposição junto à Justiça Eleitoral contra as manifestações públicas da presidente Dilma Rousseff que mal disfarçam sua condição de peças de campanha pelo segundo mandato. A mais recente e explícita delas foi a da véspera do Primeiro de Maio, quando a candidata declarada anunciou em rede nacional um aumento de 10% nos valores do Bolsa Família e correção de 4,5% da Tabela do Imposto de Renda. Além disso, prometeu manter a política de valorização do salário mínimo, só faltando acrescentar "se for reeleita".
Mas, apesar da transgressão impune das regras que demarcam o campo da propaganda a cada ciclo eleitoral e da resignação de muitos diante dessas recorrentes violações, não pode passar como "mais do mesmo" o que ocorreu na segunda-feira no município baiano de São Francisco do Conde, a 60 quilômetros de Salvador, em um evento do governo Dilma - a inauguração oficial do câmpus da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), uma instituição federal, em funcionamento desde fevereiro do ano passado.
Tanto que o Planalto estava representado pelos ministros da Educação, Henrique Paim, e da Igualdade Racial, Luiza Barros. Ao seu lado, como convidado com direito a discurso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Até aqui, tudo bem. Ninguém lhe fará a injustiça de ignorar o seu empenho pela melhoria da qualidade de vida da população negra e a valorização dos vínculos históricos e culturais entre o Brasil e a África. Com a loquacidade que lhe é peculiar, ele poderia açambarcar a festividade inteira e mais o resto do dia falando disso.
Mas Lula preferia assegurar para a sua causa o apoio dos cerca de mil presentes - em meio aos quais se destacavam embandeirados militantes petistas e funcionários paramentados de vermelho. Mais ainda, queria as atenções do número incomparavelmente maior de cidadãos aos quais a mídia eletrônica e os jornais levariam as suas palavras. Daí, com um descaramento que desafia até mesmo os seus afamados padrões, ser toda outra a causa a que dedicaria o seu verbo - a reeleição de Dilma. Certa vez ela disse, como deve ter aprendido com o mentor, que "podemos fazer o diabo quando é hora de eleição". E nisso ele tornou a provar que ninguém o supera.
Quem o ouvisse, sem saber das circunstâncias de sua fala, poderia achar que já começara a temporada de sagração dos candidatos às eleições de outubro e que ele discursava na convenção do PT que homologaria o nome da presidente em busca de mais quatro anos de poder - formalizando dessa vez o que Lula mandou o partido fazer, primeiro em fevereiro de 2013, depois na semana atrasada, para calar os companheiros que sonhavam com a sua volta. O desavisado ouvinte também podia imaginar que a campanha já tinha começado e Lula estava no seu lugar preferido, entregue ao que mais o gratifica: um palanque e um comício.
"Nunca vi", arengou, recorrendo ao seu advérbio de estimação, "baterem tanto na presidente Dilma como estão batendo agora." Fundindo a disputa de 2010 com a deste ano, disparou que "batem na Dilma porque acham que não é possível este país eleger esta mulher e ainda mais reeleger esta mulher, para desgraça deles". Foi de caso pensado: o eleitorado feminino, à parte quaisquer outros fatores, tende a ser menos dilmista; daí a esperteza de apresentar os projetos políticos de sua afilhada como símbolo da ascensão da mulher no Brasil. Mas ele não perdeu tempo para assumir a paternidade de suas aspirações.
"A Dilma, além de ser uma mulher inteligente e competente", derramou-se, "é uma de nós." Caso alguém não tenha entendido o que isso significa, traduziu: "Ela está lá porque nós quisemos e vai ficar lá porque nós queremos". O plural majestático não foi uma figura de retórica. Além de reiterar a sua ascendência sobre a candidata, foi um aviso a aliados e adversários de que virá com tudo para reelegê-la. Fazer campanha em ato oficial será café-pequeno, como mostram suas declarações ao jornal A Tarde: "Tenho às vezes impressão de que tem gente querendo fazer caixa 2 fazendo denúncia contra a Petrobrás".

Yoani Sánchez confirma lançamento de jornal digital em Cuba

A blogueira opositora cubana Yoani Sánchez, anunciou nesta quinta-feira, 15, que seu jornal digital 14 y medio será lançado no dia 21. Segundo ela, será o primeiro jornal independente em Cuba em meio século.
"O site estará operativo em 21 de maio. Queríamos que ficasse pronto antes, mas tenho de reconhecer que a tecnologia é bastante caprichosa", escreveu Yoani em seu blog Generación Y.
Yoani, que desde o fim da restrição a saída de dissidentes de Cuba, no ano passado, tem visitado vários países, lançou o projeto no mês passado em Miami, reduto do anticastrismo nos EUA. Segundo ela, o jornal eletrônico será distribuído também para celulares, Pen drives, Cds e DVDs.

"Será um caminho difícil porque a propaganda oficial tentará nos satanizar", disse a blogueira. "Já recebemos as primeiras advertências dos serviços de inteligência do Estado." / EFE

POLÍBIO BRAGA- TSE proíbe que PT use Dilma para fazer propaganda antecipada. Pedido foi do PSDB.

A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Laurita Vaz concedeu a liminar proposta pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) em que pedia a suspensão de uma suposta propaganda eleitoral antecipada do Partido dos Trabalhadores em inserções nacionais veiculadas na televisão, no dia 6 de maio de 2014.
Em sua decisão, Laurita determinou a suspensão imediata da veiculação "na data de hoje ou em quaisquer outras, até um novo pronunciamento do TSE". A ministra disse ainda que fica a cargo do partido substituir as peças publicitárias e que o conteúdo esteja de acordo com a Lei dos Partidos Políticos (9.096/95).
Na representação, o PSDB disse que houve "evidente propaganda eleitoral antecipada em benefício da Representada [Dilma]". Segundo o partido a intenção da publicidade foi de levar ao "conhecimento geral a ação política que pretendem desenvolver, bem como as razões para induzir que a Sra. Dilma Vana Rousseff é mais apta a continuar na função pública de Presidente da República".
Para a ministra Laurita "constata-se que as peças impugnadas põem em relevo características da atual chefia do Executivo Federal, com alusão ao período de administração da segunda representada [Dilma Rouseff] e de seu antecessor [Lula], o que, por si só, não induz à exclusiva promoção pessoal, em afronta às prescrições legais".
A ministra, no entanto, considera que houve uma "associação explicita às imagens do ex-presidente Lula e da atual titular do cargo, a segunda representada, a sugerir a ideia de continuidade dessas mudanças, a qual é expressamente corroborada nas assertivas da segunda peça, indicativas do mesmo propósito", disse em sua decisão.

CLIQUE AQUI para examinar a fala ilegal de Dilma. 

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LIBERDADE COMO NOSSO DOM MAIOR

Ser livre para ir e vir!Pela liberdade de expressão.Pela humanidade contra os pregadores da escuridão que assolam nosso mundo moderno.Democracia verdadeira sempre,não aquela de fachada que persegue quem não compartilha de suas idéias.