sexta-feira, 16 de maio de 2014

Foco em desigualdade é papo de rico

O socialismo sempre foi defendido por muita gente rica, e quem leu meu livro sobre a esquerda caviar não ficará surpreso com isso. O foco obsessivo na desigualdade é um luxo de quem já deixou a pobreza para trás há muito tempo. Quem é pobre prefere focar no crescimento, na criação de riqueza. Já parte da elite abastada gosta de expiar seus “pecados” com o discurso igualitário.
Esse foi o tema da coluna de Marcos Troyjo hoje na Folha, criticando a nova sensação das esquerdas, o economista francês Thomas Piketty. Troyjo, que tenta fomentar o empreendedorismo nos países emergentes, mais especificamente nos BRICs, condena a bandeira socialista levantada por milionários ou por intelectuais de países ricos. Ele está mais preocupado com a criação de riqueza, enquanto os ricos podem se dar ao luxo de debater apenas sua melhor distribuição. Diz ele:
Decepciona, em Piketty, não ver referência a “empreendedorismo”, “competitividade”, “start-ups”, “papel da inovação”, ou à “destruição criativa” de Schumpeter.
A principal tensão do mundo contemporâneo não advém do conflito distributivo entre capital e trabalho. O cabo de guerra é entre empreendedores e burocratas, seja na forma da grossa camada de gestores cujo intuito é a autopreservação ou nas inúmeras esferas estatais que esclerosam o dinamismo econômico.
Para países como o Brasil, o grande desafio é encontrar seu próprio modelo de capitalismo competitivo que o permita pagar o preço da civilização.
Deixemos para amanhã manuais de instalação de um “Welfare State 2.0″, como o IPS ou o tijolo de Piketty. Concentremo-nos, agora, nas lições de Acemoglu e Robinson em “Por que as Nações Fracassam”.
No alvo! O problema não é o capitalismo, nem mesmo a desigualdade, e sim a burocracia excessiva, as estatais paquidérmicas, a carga tributária absurda, o “capitalismo de estado”. Falta mais empreendedorismo, mais investimento em “start-ups”, em empresas inovadoras e dinâmicas, mais meritocracia, mais liberdade econômica.
Pensar em adotar modelos ainda mais concentradores de poder e recursos no estado, em nome do combate à desigualdade, é dar um tiro no pé de nosso crescimento. É engessar nossa economia a ponto de punir de maneira insensível os mais pobres, que precisam de mais crescimento, não de esmolas estatais.
Só discordo de Troyjo quanto à possibilidade de um welfare state 2.0 funcionar nos países ricos. Nem lá isso funciona! Sim, os ricos podem se dar ao luxo de distribuir riquezas sem uma catástrofe iminente. Vivem de herança, que leva tempo até ser consumida.
Mas um dia acaba, se as galinhas dos ovos de ouro forem mortas. E são, sempre que o estado resolve que seu papel não é garantir as regras do jogo no livre mercado, e sim bancar o deus onisciente que vai distribuir recursos de forma mais “justa” por aí. Ou seja, nem mesmo os ricos suportam por muito tempo o socialismo igualitário, que dura até acabar o dinheiro dos outros, como dizia Thatcher…
Rodrigo Constantino

A atitude do governo Dilma de recuar na proposta de lei dura contra vandalismo é mais uma atitude eleitoreira e pusilânime

Ricardo Setti
Ih, lá vem ele de novo. Parece que tenho implicância pessoal com o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, mas o problema não sou eu — e, sim, o que ele diz e faz.
Justamente agora, em meio a manifestações, várias delas transformadas em baderna, vem Gilbertinho e anuncia que o glorioso governo da presidente Dilma desistiu de propor ao Congresso Nacional projeto de lei que previa punições mais rigorosas contra manifestantes baderneiros, ou seja, aqueles que praticassem atos de vandalismo (que têm sido a tônica geral dos protestos).
“A presidente”, disse o ministro, “chegou à conclusão de que não era prudente a gente (sic) fazer neste momento uma nova lei [quem faz leis não é "a gente", o Planalto, mas o Congresso, não custa lembrar], porque evidentemente soaria como tentativa de criminalizar ou punir as manifestações”.
Ué???? Mas o projeto era justamente para isso — CRIMINALIZAR e PUNIR não as manifestações, porque felizmente vivemos em uma democracia, mas a BADERNA que vem ocorrendo em 90% delas!
E o ministro — quem ainda leva a sério o que ele diz — garantiu: [Atos de violência] Não ficarão impunes”.
OBSERVAÇÃO: eles, todos eles, ESTÃO ficando impunes!
Continua o ministro: “Esse (sic) é um recado claríssimo!”
OBSERVAÇÃO: alguém ouve os recados do Planalto?
Prossegue Gilbertinho: “Não se trata de recuar nem de diminuir o rigor da (sic) aplicação da lei”.
OBSERVAÇÃO: se trata, sim! Se o governo queria um projeto mais duro contra a baderna, e desiste dele, não é um recuo? E que rigor na aplicação da lei que está sendo observado?
Onde? Quando? Contra quem?
Mais uma vez, palavras ao vento. Mais uma vez, o governo deixa de fazer algo importante para a sociedade — propor legislação para melhorar a segurança pública, num momento de desordem generalizada — pensando nas eleições, com medo de perder votos dos “movimentos sociais” e outros setores.
Mais uma atitude eleitoreira e pusilânime.
Felizmente há no Congresso projeto de lei que está sendo relatado pelo aplicado senador Pedro Taques (PDT-MT), que é independente do governo, regulamentando justamente os excessos e a mazorca nas manifestações.
O senador só está em dúvidas sobre incluir ou não no projeto — por questionar a constitucionalidade da medida — a proibição do uso de máscaras em protestos.
Mas, como já fiz antes, pergunto: qual objetivo, senão pessimamente intencionado, tem alguém que vai com o rosto coberto a uma manifestação?
O risco, no caso do projeto relatado pelo senador Pedro Taques, é o Congresso aprovar e a presidente vetar.

INTERNACIONAL-Tribunal suspende acordo entre Argentina e Irã

O governo argentino sofreu um revés na Justiça relacionado ao acordo firmado com o Irã para investigar o atentado realizado em 1994 contra um centro judaico. Um tribunal de apelações de Buenos Aires declarou o acordo inconstitucional, ao considerar que ele “invade a esfera judicial”. O pacto assinado em janeiro do ano passado prevê a criação de uma "comissão da verdade" conjunta, formada por juristas "independentes", que ficaria responsável por revisar as investigações. A explosão de um carro-bomba contra a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia) deixou 85 mortos e mais de 300 feridos.
Duas das principais organizações judaicas argentinas, a Amia e a Daia (Delegação de Associações Israelitas Argentinas), entraram com uma ação para anular o documento, mas o juiz de primeira instância Rodolfo Canicoba decidiu pela improcedência da reclamação. As associações recorreram e conseguiram a suspensão do acordo. Ao menos por enquanto, pois o governo já avisou que vai apelar em todas as instâncias correspondentes, até à Suprema Corte.
Na decisão, os membros da Câmara Federal de Buenos Aires ordenaram ao juiz de primeira instância que solicite à Interpol um aumento nos esforços para descobrir o paradeiro dos iranianos acusados de envolvimento no atentado e “efetivar as capturas”. Também pediram que a Interpol reavalie a solicitação de emissão de alerta vermelho contra o ex-presidente Al Rafsanjani, o ex-chanceler Ali Akbar Velayati e o ex-embaixador em Buenos Aires Hadi Soleimanpour.
Os acusados com pedido de captura, segundo o jornal argentino La Nación, são o ex-ministro de Segurança Ali Fallahijan, o ex-conselheiro cultural da embaixada do Irã Mohsen Rabbani, o ex-terceiro secretário da embaixada Ahmad Ashgari, o ex-chefe da Guarda Revolucionária Mohsen Rezai e o ex-chefe das Forças Quds (a unidade de elite da Guarda Revolucionária) Ahmad Vahidi.
Ao anunciar a posição do governo de brigar para fazer valer o pacto, o ministro da Justiça, Julio Alak, defendeu que “as relações exteriores estão sob responsabilidade do Poder Executivo e do Senado, não aos juízes”.
Os magistrados tiveram entendimento diferente. “Convalidar a ação do Ministério das Relações Exteriores importaria admitir a indevida intromissão do mesmo em questões alheias a sua competência constitucional e, em consequência, aceitar uma violação flagrante da divisão de poderes inserida no sistema republicano de governo”, ressalta a decisão assinada pelos juízes Eduardo Farah e Jorge Ballestero.
A anulação do pacto formaliza uma situação já percebida na prática. Desde a assinatura do memorando não houve muitos avanços efetivos para a formação da tal comissão da verdade, interrogação de acusados ou qualquer medida de revisão das investigações. O acordo foiaprovado no Legislativo argentino em fevereiro do ano passado e, em setembro, Cristina Kirchner chegou a usar seu discurso na Assembleia Geral da ONU para cobrar ações do regime iraniano para colocar em marcha o previsto no documento. O apelo foi em vão

Caio Blinder- O triunfo de Modi

O triunfo de Modi


O fervoroso Narendra Modi é abençoado pela mãe no dia da vitória

A Índia, a maior democracia do mundo, a mais madura entre os grandes países emergentes (China, o superemergente, é uma ditadura infame), acaba de dar um exemplo grandioso de alternância no poder. Após uma maratona eleitoral de seis semanas com a participação de mais de 560 milhões de votantes, cujos resultados foram finalmente anunciados nesta sexta-feira, o Partido Bharatiya Janata (conservador e nacionalista), de Narendra Modi, deu uma lavada histórica no Partido do Congresso, de Rahul Gandhi, cuja linhagem se confunde com a história da Índia moderna, pós-independência de 1947 (o pai, a avó e o bisavô do derrotado chefiaram o governo).

A derrota do Partido do Congresso (clientelista, fisiológico e corrupto, mas que se mostrou capaz de realizar significativas reformas econômicas nas últimas duas décadas) é saudável. O poder não apenas corrompe, mas vicia (exceto por 13 anos, o Partido do Congresso foi poder desde 1947). Em contraste aos privilégios dinásticos de Rahul Gandhi, Modi tem origem humilde. Sua biografia não se cansa de enfatizar que quando era garoto pobre, Modi vendia chá em uma banquinha do pai em um estação de trem. Na campanha, ele fazia questão de lembrar que o rival era um garoto mimado.

No entanto, a herança de Modi é complicada, com a agenda sectária do nacionalismo hindu do seu partido. A questão essencial é se o primeiro-ministro Modi será mais devotado a implantar esta agenda ou a implantar as promessas de campanha como erradicar a pobreza endêmica da Índia, combater a corrupção enraizada, ceifar a burocracia governamental, dar espaço a empreendedores, retomar o crescimento econômico e abrir oportunidades para uma classe média cansada de um estado paternalista.

Agenda sectária por si é um terreno minado, especialmente num país forjado pelo secular Partido do Congresso (parabéns por este feito), com uma minoria de 175 milhões de muçulmanos (tudo é grandioso na Índia) e que tem como vizinho o muçulmano Paquistão, igualmente com armas nucleares.

Existem alguns paralelos entre o vigor de Modi e o do primeiro-ministro japonês Shinzo Abe. Ambos podem ser definidos como reacionários e reformistas. Abe colocou em prática um plano de ressurgimento econômico, cujo desfecho ainda é incerto. Mas, ele também reforçou o nacionalismo (e o revisionismo histórico), exacerbando os conflitos com a China. Chauvinismo e sectarismo na Ásia são maus presságios (aliás, em qualquer lugar do mundo).

Modi agitou o país. Isto é bom e ruim na Índia com seu potencial, problemas e perigos.

Protestos contra a Copa são inexpressivos e violentos; o risco maior para Dilma não é a violência, mas a apatia

Os protestos contra a Copa do Mundo se misturaram, em algumas capitais, notadamente São Paulo e Rio, a manifestações de categorias profissionais em greve. País afora, com boa vontade, devem ter reunido umas 20 mil pessoas— 15 mil delas em São Paulo, entre professores da rede municipal em greve, sem-teto e a turma do protesto propriamente. Pois é… Só na pequena Macapá, 20 mil pessoas foram ao Marco Zero do Equador para receber a taça do mundial, que já percorreu, desde 2013, 150 mil quilômetros, em 90 países. Em junho, chega a São Paulo. Assim, a capital do Amapá pode ter reunido mais gente para ver a taça do que o Brasil inteiro para se opor a isso ou àquilo.
Nesse estrito sentido, é claro que o tal “dia internacional de protesto contra a Copa” foi um fiasco. Houve manifestações violentas no Rio e em São Paulo, onde agências bancárias foram depredadas, e uma revendedora de automóveis, inclusive os veículos, foi depredada. O repúdio à violência — ou o medo mesmo — impede a adesão de cidadãos comuns. Gente decente não acha que se deve sair quebrando tudo por aí.
O movimento contra a Copa, portanto, deu com os burros n’água. Ocorre que, desde junho, não é preciso juntar milhares de pessoas para parar uma avenida: bastam algumas dezenas. Como a Polícia Militar só age em último caso, as cidades vão ficando reféns de minorais extremistas. Em São Paulo, por exemplo, 20 black blocs foram detidos, acusados de portar coquetéis molotov e martelos. Logo serão soltos — se é que já não foram. Não há lei que possa mantê-los presos, por incrível que pareça. Ou melhor: até há, mas não será aplicada.
O Planalto comemorou as manifestações magras; tomou-as como um sinal de refluxo do movimento contra a Copa, mas está ainda ressabiado porque não está certo de que ele não possa renascer com força. Então é melhor ser discreto. A bem da verdade, nas jornadas de junho, poucos foram os protestos realmente grandes. O que incomoda desde sempre e faz o Poder Público bater cabeça é a violência. As autoridades brasileiras ainda não encontraram a resposta adequada para ela.
Clima de baixo-astralOs maquiavéis de segunda linha do governo, saibam, nunca viram com maus olhos a violência dos extremistas. Ao contrário: em certa medida, devem considerá-la útil porque isso tira das ruas os militantes que não são profissionais. O problema do governo, no entanto, é outro. Estamos a 28 dias do início da Copa do Mundo, e não há entusiasmo nas ruas. Ao contrário: muita gente que não põe pano preto na cara nem porta coquetéis molotov está com o saco cheio dessa história e acha mesmo que, em vez de se dar a tal desperdício, o Brasil deveria é cuidar melhor de saúde e educação — o tal “padrão Fifa”.
Assim, a dificuldade maior da Soberana (na verdade, o seu temor) nem é a minoria extremista. Nessas horas, o risco é sempre a maioria silenciosa, ou, ao menos, a expressiva massa de silenciosos que pode concordar com os postulados que animam os incendiários, sem, no entanto, aderir às suas práticas. Na imaginação lulo-petista, a esta altura, os brasileiros estariam exultantes, orgulhosos, matando de inveja o Brasil de Garrastazu Médici. E, no entanto, isso não está acontecendo nem vai acontecer. É claro que todo mundo vai torcer para que no Brasil seja campeão. Mas isso nada tem a ver com o governo. E só por isso Dilma não vai discursar no jogo inaugural.
Texto publicado originalmente às 4h
Por Reinaldo Azevedo

Coluna do Cláudio Humberto

  • Destinada a regulamentar o Inovar-Auto, programa de desenvolvimento tecnológico automotivo, a Medida Provisória 638 foi enxertada com dez “contrabandos” na comissão mista do Congresso, presidida pelo senador Gim Argello (PTB-DF). A comissão acolheu emendas sem qualquer pertinência com o tema original da MP, como a mistura de álcool à gasolina e a reabertura do Refis para devedores do fisco.
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  • Apenas um artigo da Medida Provisória 638 trata do programa Inovar-Auto, outros 12 artigos tratam de assuntos estranhos ao texto original.
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  • Um “contrabando” da MP “regulariza” terrenos ocupados irregularmente por entidades religiosas no DF, onde Gim Argello disputará reeleição.
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  • Outro artigo inserido na MP após a sua edição libera o aumento da proporção de álcool etílico na gasolina de 25% para 27,5%.
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  • A MP 638 retira a necessidade de concessão ou permissão pública para empresas de transporte terrestre interestadual ou internacional.
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  • Dono da fábrica da Hyundai-Tucson e maior revendedor Ford da América Latina, Carlos Alberto Oliveira Andrade, conhecido pelas iniciais Caoa, foi condenado por falsificação de documento bancário. É que no processo de falência do banco Santos, ele alegou à Justiça que já tinha pago a dívida de R$ 181,3 milhões e apresentou documentos, mas eram falsos. Corrigida, a dívida chega hoje a R$ 800 milhões.
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  • O juiz Fernando Cúnico, da 12ª Vara Cível de São Paulo, considerou que Caoa e sua mulher promoveram litigância de má fé e os condenou.
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  • Além de ordenar que paguem o que devem à Massa Falida Banco Santos, o juiz mandou abrir inquérito policial contra o casal Caoa.
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  • Um enxerto na lei originada na MP 627 livrou a Caoa-Hyundai de pagar R$ 1 bilhão em impostos por ano até 2020. Já não pagam desde 2005.
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  • Ao visitar o vice-presidente Michel Temer, o chanceler William Hague contou que seu governo também enfrentou protestos, nas ruas, pelos investimentos nas Olimpíadas de Londres, capital da rica Inglaterra.
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  • Nove em cada dez manifestações “contra a Copa”, ontem, foram organizados por entidades cujos líderes são candidatos em outubro ou apoiam candidaturas. Foi o caso da Força Sindical, que tucanou.
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  • A Justiça Eleitoral autorizou o pré-candidato do PMDB ao governo de São Paulo, Paulo Skaf, a aparecer em comerciais de TV da Fiesp, que ele preside, por não considerar isso propaganda eleitoral antecipada.
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  • A sempre lamentada Câmara Legislativa do DF deve sofrer renovação radical em outubro. Em pesquisa do Instituto Dados, 70% dos eleitores não mencionam a intenção de votar em qualquer dos atuais deputados.
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  • Para marcar distanciamento do tucano Aécio Neves, o presidenciável Eduardo Campos (PSB) cogita lançar Júlio Delgado ao governo de MG. O ambientalista Apolo Heringer, da Rede, insiste em sair candidato.
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  • Uma ação popular no Ministério Público Federal questiona a legalidade da Agência Nacional de Aviação Civil ao substituir civis por pilotos militares em exames e fiscalização de voos, inclusive no exterior.
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  • O deputado Renan Filho (PMDB) comunicou oficialmente ao colegas da Câmara, ontem, sua pré-candidatura ao governo de Alagoas, em outubro. Foi encorajado pelos deputados.
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  • O vice-procurador-geral Eleitoral, Eugênio Aragão, considerou ilegais as provas usadas pelo TRE-PA para pedir a cassação do deputado Cláudio Puty (PT) por compra de votos e pediu revisão da decisão.
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  • Após a propaganda “boi da cara preta” do PT advertir que “não podemos voltar atrás” (sic), a oposição vai sugerir “voltar à frente”?
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COPA- O que está feito está feito. O negócio agora é curtir ou não curtir os eventos da Copa e votar contra o PT nas próximas eleições. É isso aí!

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LIBERDADE COMO NOSSO DOM MAIOR

Ser livre para ir e vir!Pela liberdade de expressão.Pela humanidade contra os pregadores da escuridão que assolam nosso mundo moderno.Democracia verdadeira sempre,não aquela de fachada que persegue quem não compartilha de suas idéias.