sábado, 17 de maio de 2014

SÓ NA MOLEIRA- Marcelo Aiquel desafia Luiz Fernando Veríssimo: "Seja coerente e viva como prega"

Do blog do Políbio Braga

O advogado Marcelo Aiquel é um dos leitores do jornal Zero Hora que demonstra contrariedade sempre que lê o o jornalista Luiz Fernando Veríssimo defender o governo Dilma e o PT. Isto o incomoda, porque nada que cheire vanguarda do atraso o incomoda. Leia a carta que ele mandou para LFV:

Senhor jornalista

Mesmo não gostando do seu "estilinho manjado" de saudar as esquerdas e o comunismo (tudo bem que o senhor tenha esta preferência, respeito, MAS - ao menos - faça da sua vida um exemplo socialista e não seja apenas mais um esquerda caviar), hoje o senhor se superou ao escrever sua coluna para o jornal ZH.
Talvez, imaginando que seus leitores sejam todos companheiros trabalhadores que só aceitem como verdade o que os chefes supremos determinam, o senhor - unicamente para atacar a figura do Nelson Rockfeller e festejar a opção comunista do grande Candido Portinari - comete uma estupenda injustiça com um dos expoentes da pintura basca, o artista plástico José Maria Sert, adjetivando-o com "um tal fulano....".
Ora, ora, senhor aculturado escritor, não zombe do conhecimento dos seus leitores. O senhor não escreveu no jornalzinho do partido, que é lido somente pelos abnegados e cegos correligionários.
O senhor sabe, e eu tenho certeza disso, que o pintor José Maria Sert jamais pode ser considerado - especialmente por alguém dotado de razoável cultura, como o senhor - como um "tal artista", demonstrando incontestável desprezo ao brilhante trabalho do pintor basco, só pelo fato dele não ser um seguidor do comunismo.
O senhor - que aliás adora passear no centro mundial do capitalismo, mesmo sendo um defensor ferrenho das lições de Karl Marx - com certeza já se hospedou (ou esteve visitando) o famoso Hotel Waldorf Astoria (lá mesmo onde foram gravadas cenas do belo filme Perfume de mulher....no salão onde o coronel vivido por Al Pacino dança o tango "Por una cabeza"). Sabia que o mural que lá está exposto TAMBÉM foi obra do "tal" Sert?
Por favor, seja irônico e faça propaganda subliminar (entre linhas e piadinhas) do seu PT, do seu comunismo, do seu socialismo.
Mas, não zombe da inteligência dos leitores do jornal que lhe remunera (bem ao estilo capitalista) para escrever.
E, finalmente, assuma a sua opção ideológica também no seu modo de vida. Senão, senhor Veríssimo, o senhor continuará a ser uma contradição ambulante.
Marcelo Aiquel - advogado  

O GRANDE BABACA ESTÁ SOLTO POR AÍ


COMENTÁRIO
Babaquice de Lula, por Ricardo Noblat

De Lula, hoje:

- Nós nunca tivemos problemas em andar a pé. Vai a pé, vai descalço, vai de bicicleta, vai de jumento, vai de qualquer coisa. Mas o que a gente está preocupado é que tem que ter metrô, tem que ir até dentro do estádio? Que babaquice é essa? Tem que dar garantia para essa gente assistir ao jogo, tem que ter o melhor da comida brasileira, tem que tratar bem as pessoas nos hotéis.

Desde quando é babaquice chegar de metrô dentro ou próximo de estádios? É assim que acontece até em alguns países de economia menor do que a nossa.

Chegar a pé, descalço, de bicicleta ou de jumento é desumano. Além de humilhante.

Que declaração babaca, essa de Lula.

Hello! Palco não é palanque!

Lobão
Na semana passada foi a vez do Roger. A patrulha ideológica, com sua percepção assimétrica e distorcida da realidade, promoveu mais um episódio lamentável de atentado a reputações. Para quem não ouviu falar do caso, o Roger Moreira, do Ultraje a Rigor, foi perseguido na internet por militantes do PT (os MAVs, militantes em ambiente virtual) por estar “ganhando dinheiro” de um governo que ele critica. Ele participou de um show em São Paulo organizado pelo Ministério da Cultura e pelo Banco do Brasil.
Isso também ocorreu comigo no ano passado, por ocasião da Virada Cultural de São Paulo. Tive de fazer um esforço inaudito, auxiliado por uma campanha nas redes sociais, para furar o bloqueio ao meu nome — e conseguir intimidar com o clamor popular os curadores da Secretaria de Cultura municipal, que só assim me incluí­ram no evento. Logo em seguida, começaram a pipocar na rede as mesmas críticas vindas desse mesmo grupo, que dizia ser uma contradição um oposicionista ferrenho como eu aceitar tocar em um show promovido pela prefeitura do PT.
Pois então vamos acabar com essa palhaçada de uma vez por todas: os órgãos públicos que porventura sejam patrocinadores de eventos culturais não podem coibir, filtrar nem excluir vertente alguma de expressão artística, credo ou pensamento político discordantes ou mesmo contrários aos da administração vigente, pois dessa forma estarão lidando com a coisa pública como se fosse privativa de um partido, o que é inconstitucional. Simples assim.
Os palcos dos festivais financiados com o dinheiro do contribuinte estão abertos a todos, são espaços públicos — eventualmente sob a administração desse ou daquele partido político.
O fato de o PT não entender isso não deve ser tolerado pela população que paga seus impostos. Ela tem o direito de exigir acesso a qualquer tipo de manifestação cultural e artística, inclusive as de que o PT não gosta. E o governo não pode substituir a pluralidade cultural pelo seu monopólio ideológico.
Antes de o partido chegar ao poder, alguém se lembra de ver patrulha linchar artista porque ele tocava na gestão Maluf? Ou Jânio? Ou Serra?
Mas o ideário petista, assim como a mentira, tem pernas curtas e, por mais truculenta que seja a atitude desses militantes que forçam a barra numa tentativa de fazer terrorismo ideológico, essa presepada não prevalecerá. Assim como não prevalecerão a cantilena ideológica de terceira ca­tegoria, o ódio plantado entre as classes e esse déficit intelectual de proporções politibúricas que exala das universidades e dos órgãos dominados por essa gente dodói. Primeiro porque a população não vai deixar e depois porque esses carinhas não possuem a força que pensam ter.
Imaginem que surreal seria termos os holofotes e as atenções voltados exclusivamente para artistas filiados ao PT, que sobem no palanque do partido e recebem uma grana preta para fazer campanha publicitária dos órgãos públicos em TVs, rádios, outdoors, jornais e revistas. Como seria se a gente só pudesse assistir a filmes, peças teatrais e minisséries com temas “customizados”, destinados a favorecer a imagem do governo? E que tal se fôssemos obrigados a engolir só o que passa pelo filtro ideológico do PT? Teríamos uma cultura monomaníaca, cinza e medíocre, feita por puxa-sacos de alma coloidal que transformariam em caricatura a cultura nacional, travestindo a história com mentiras canastronas e mamando descaradamente no Erário. Escrevo no condicional porque esse jogo não está ganho. Vamos virá-lo, como já estamos fazendo.
Então, para concluir: palco não é palanque, público não é privado, ideia não é ideologia e nem traseiro de pinto é escovinha, como dizia o meu pai.   

Construtoras cancelam R$ 1,4 bilhão em vendas de imóveis no trimestre

Circe Bonatelli e Naiana Oscar - O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - O mercado imobiliário tem um novo desafio nos próximos meses: reduzir a quantidade de vendas canceladas. Esse problema, que já vinha aparecendo no balanço das incorporadoras em 2013, ficou ainda mais evidente neste início de ano: o volume de imóveis devolvidos - que vão parar nos estoques das incorporadoras - chegou a R$ 1,4 bilhão.
A cifra supera em 30% o valor dos cancelamentos feitos no primeiro trimestre do ano passado. O levantamento considera os números de nove empresas de capital aberto que divulgam esse tipo de informação. De modo geral, as companhias alegam que, desta vez, o problema não é com elas, mas com os bancos, que estão mais rigorosos na concessão de financiamento desde o fim de 2013. "De fato, as condições de crédito nos últimos meses ficaram menos favoráveis", diz o economista Wermeson França, da LCA Consultores.
Quando uma obra é entregue, o cliente da incorporadora é repassado para o financiamento bancário - momento em que as empresas recebem a maior parte do pagamento pela unidade vendida na planta. Mas muitos desses compradores foram vetados pelos bancos por não terem condições de assumir o empréstimo. "Há alguns anos, as rescisões de contratos ocorriam por problemas operacionais das empresas; agora, o fator é externo. Mas também preocupa", diz o analista da Coinvalores, Felipe Silveira.
A mineira MRV teve o maior volume de vendas canceladas no começo do ano. A companhia mineira reportou R$ 327,9 milhões em "distratos" no primeiro trimestre. "Desde outubro, Caixa e Banco do Brasil passaram a restringir os financiamentos", diz Rafael Menin, presidente da MRV. No primeiro trimestre, o volume de unidades canceladas pela companhia chegou a 20% das vendas contratadas no período. A meta de Menin é reduzir esse porcentual para menos de um dígito, mas ele diz que isso só será possível a partir do ano que vem.
Para alcançar esse patamar, a empresa vem reduzindo o prazo entre a compra e o repasse para o banco (que no caso dela, o repasse é feito ainda no período de obra). O prazo que já foi de 12 meses caiu pela metade. "E queremos chegar a 90 dias apenas", diz Menin.
A rescisão de vendas também foi maior em empresas como Direcional, PDG, Tenda, Gafisa, Rossi e Brookfield. Além do maior rigor por parte dos bancos, as companhias dizem que o aumento dos cancelamentos se deve a um maior volume de entregas no período e a um esforço para melhorar a carteira de clientes: quem não tem condições de assumir o financiamento bancário tem o contrato rescindido antes mesmo do repasse. Os analistas do setor de construção acreditam que a tendência é que os distratos sigam altos neste ano, pois as entregas de obras continuarão em ritmo forte. 

Rosemary Noronha fez chantagem contra o governo Dilma

A discrição nunca foi uma característica da personalidade da ex­-chefe do gabinete da Presidência da República em São Paulo Rosemary Noronha. Quando servia ao ex-presidente Lula em Brasília, ela era temida. Em nome da intimidade com o “chefe”, como às vezes também se referia a ele, Rose fazia valer suas vontades mesmo que isso significasse afrontar superiores ou humilhar subordinados. Nos eventos palacianos, a assessora dos cabelos vermelhos e dos vestidos e óculos sempre exuberantes colecionou tantos inimigos — a primeira-da­ma não a suportava — que acabou sendo transferida para São Paulo. Mas caiu para cima. Encarregada de comandar o gabinete de Lula de 2009 a 2012, Rose viveu dias de soberana e reinou até ser apanhada pela Polícia Federal ajudando uma quadrilha que vendia facilidades no governo. Ela usava a intimidade que tinha com Lula para abrir as portas de gabinetes restritos na Esplanada. Em troca, recebia pequenos agrados, inclusive em dinheiro. Foi demitida, banida do serviço público e indiciada por crimes de formação de quadrilha e corrupção. Um ano e meio após esse turbilhão de desgraças, no entanto, a fase ruim parece ter ficado no passado. Para que isso acontecesse, porém, Rosemary chegou ao extremo de ameaçar envolver o governo no escândalo.
Em 2013, no auge das investigações, quando ainda lutava para provar sua inocência, a ex-se­cretária Rosemary procurou ajuda entre os antigos companheiros do PT — inclusive Lula, o mais íntimo deles. Desempregada, precisando de dinheiro para pagar bons advogados e com medo da prisão, ela desconfiou que seria abandonada. Lula não atendia suas ligações. O ex-ministro José Dirceu, às vésperas da fase final do julgamento do mensalão, estava empenhado em salvar a própria pele e disse que não podia fazer nada. No Palácio do Planalto, a ordem era aprofundar as investigações. Em busca de amparo, Rose concluiu que a única maneira de chamar a atenção dos antigos parceiros era ameaçar envolver figuras importantes do governo no escândalo. Mensagens de celular trocadas pela ex-secretária com pessoas próximas mostram como foi tramada a reação. Magoada com o PT por ter permitido que a Casa Civil aprofundasse as investigações sobre suas traficâncias, Rose destila ódio contra a então ministra Gleisi Hoffmann. Em uma conversa com um amigo, em abril do ano passado, desabafa: “Tão chamando a ministra da Casa Civil de Judas!!! Ela bem que merece!!!”. O interlocutor assente: “Ela vazou a porcaria toda. Vamos em frente”. Rose acreditava que o próprio Palácio do Planalto estava por trás das revelações sobre o desfecho da sindicância — “a porcaria toda” — que apontava, entre outras irregularidades, o seu enriquecimento ilícito no cargo.
Com o fundo do poço cada vez mais próximo, Rosemary decidiu arrastar para dentro do escândalo figuras centrais do Planalto e, se possível, a própria presidente Dilma Rousseff. A estratégia consistia em constranger os antigos colegas de governo pressionando-os a depor no processo que tramitava na Controladoria-Geral da União. “Quero colocar o Beto e a Erenice Guerra”, diz Rose em uma mensagem. “Você quer estremecer o chão deles?”, questiona o interlocutor. “Sim”, confirma Rose. “Porque vai bombar. Gilberto Carvalho também?”, indaga. “O.k.”, devolve ela. As autoridades que deveriam “estremecer” não foram escolhidas por acaso. Atual chefe de gabinete da presidente Dilma Rousseff, Beto Vasconcelos era na ocasião o número 2 da Casa Civil. Ao lado da ex-ministra Erenice Guerra, ele servira a Dilma no Planalto durante anos. Rose os conhecia como a palma da mão e sabia que eles tinham plena consciência do seu temperamento explosivo. A conclusão da conversa no celular, resumida pelo interlocutor, revela as reais intenções da ex-secretária: “Vai rolar muito stress... Vão bater na porta da Dilma. Vão ficar assustados”.
O plano embutia um segundo objetivo. Rosemary também queria se reaproximar de um ex-amigo em especial. Ao tentar “estremecer” o chão de Gilberto Carvalho, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência e homem de confiança de Lula, Rose tinha um propósito bem específico. Ela queria restabelecer as suas ligações com “Deus”, como a ex-sec­retária­­ costuma se referir ao ex-presidente Lula. Em outra troca de mensagens de celular, um interlocutor diz a Rose que, com a indicação das testemunhas — Gilberto Carvalho, Beto Vasconcelos e Erenice Guerra — no processo da CGU, “o momento é oportuno para aproximação com Deus...”. Mas a ex-pro­tegida de Lula se mostra cética e insatisfeita. “Vai ser difícil. Ele está com muitas viagens. Não posso depender dele”, diz Rose. Não se sabe exatamente o que aconteceu a partir daí, mas a estratégia funcionou. Um dos homens mais próximos a “Deus”, Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, cuidou pessoalmente de algumas necessidades mais imediatas da família de Rosemary durante o processo. Além de conseguir ajuda para bancar um exército de quase quarenta juristas das melhores e mais caras bancas de advocacia do país, a ex-se­cretária reformou a cobertura onde mora em São Paulo e conseguiu concretizar o antigo projeto de ingressar no mundo dos negócios.
Rosemary comprou uma franquia da rede de escolas de inglês Red Balloon. Para evitar problemas com a ficha na polícia, o negócio foi colocado no nome das filhas Meline e Mirelle e do ex-marido José Cláudio Noronha. A estratégia para despistar as autoridades daria certo não fosse por um fato. A polícia já havia apreen­dido em 2012, na casa de Rose, todo o planejamento para aquisição da franquia. Os documentos mostravam que o investimento ficaria a cargo da quadrilha que vendia influência no governo. Na época, a instalação da escola foi orçada em 690 000 reais — padrão semelhante aos valores praticados atualmente no mercado —, dinheiro que Rosemary e seus familiares não possuíam. Como, então, a família que informava ter um patrimônio modesto conseguiu reunir os recursos? Procurada por VEJA, Meline Torres, responsável pela administração da escola, informou que todos os investimentos foram realizados a partir de “economias”. “Eu trabalhei muito durante a minha vida (Meline tem 29 anos). Trabalho desde os 18 anos com registro em carteira e tenho poupança. Meu pai também está me ajudando com recursos dele, aliás, do trabalho de uma vida”, explicou. Rosemary não quis se pronunciar.   
VEJA

Templo de Salomão – suprema representação da imoralidade humana – será inaugurado com a presença de Dilma Rousseff


by Paulinho
salomão
No próximo dia 31 de julho, o Brasil presenciará um dos maiores escárnios de toda a sua história, a representação suprema da imoralidade humana, símbolo absoluto da falta de cultura popular e exploração, estelionatária, da fé dos desprovidos, com a inauguração do autodenominado "Templo de Salomão", de propriedade da IURD e seu dono, o ex-macumbeiro Edir Macedo.
Local que servirá de referência para novos golpes em nome de "Deus".
Pior do que a impunidade absoluta dessa gente, que faz fortuna a margem da Lei, porém sem ser, como deveria, por ela "incomodada", será a presença da presidente Dilma Rousseff (PT), prestigiando o evento.
Ou seja, a Chefe suprema do país chancelando a indecência, certamente, cercada por diversos políticos e celebridades, ávidos pela exposição, mesmo sabedores de que, indiretamente, contribuirão para fomentar a presença futura no espaço de novas vítimas.
No mínimo, R$ 500 milhões (sem contar as nebulosas aquisições de terrenos e imóveis - alguns por três vezes o valor real de compra) foram gastos para levantar a "igreja", tratada por alguns, mais esclarecidos, como "Bingo" do Macedo.
Já passou da hora de um Governo sério - o que não é o caso do atual - tributar a prática desses comércios em nome de "Deus", que tomam dinheiro de tantos para enriquecer - muito - tão poucos.
Embora, na verdade, com um pouco mais de coragem, o correto seria fechar tudo, prender os enganadores, tomar-lhes o dinheiro - que não é pouco - e investir o montante na educação e cultura da população, minimizando, por consequencia, a possibilidade de um númro maior de vítimas no futuro.
Blog do Paulinho

Seguidores

Arquivo do blog

LIBERDADE COMO NOSSO DOM MAIOR

Ser livre para ir e vir!Pela liberdade de expressão.Pela humanidade contra os pregadores da escuridão que assolam nosso mundo moderno.Democracia verdadeira sempre,não aquela de fachada que persegue quem não compartilha de suas idéias.