terça-feira, 27 de maio de 2014

Ricardo Setti- Blog expõe a espantosa “bolha Imobiliária” brasileira comparando nossos preços com os de outros países

Publicado originalmente em 12 de novembro de 2013
“Tem algo errado ou estamos ricos??”
campeões de audiência 02A rotunda pergunta, feita com dois pontos de interrogação, é o cartão de boas-vindas do blog Estamos Ricos, cujo editor assina apenas como Walter.
Garimpando sites de imobiliárias casas e apartamentos no Brasil e no exterior – e disponibilizando os links para as fontes -, ele compara os nossos preços de venda com os encontrados em países como Estados Unidos, México, Alemanha e Chile.
Os resultados obtidos são espantosos. Se alguém procura bons exemplos de que vivemos algo parecido a uma “bolha imobiliária”, trata-se de um prato cheio.
Abaixo, listo algumas das duplinhas comparativas separadas peloEstamos Ricos (não deixem de conferir as outras).
- SEATTLE (EUA) x DIADEMA-SP - vejam o que se compra com R$ 850 mil na metrópole americana, sede da Microsoft e da Boeing, e na cidade da zona metropolitana de São Paulo:
Seattle
Seattle 1

Seattle 3

Seattle 2
Diadema
Diadema 1

Diadema 2
Diadema 4

FRANKFURT (ALEMANHA) x SANTOS-SP – a quantia em euros referente a R$ 300 mil vale um apartamento de 151 metros quadrados em Frankfurt, a capital financeira da Alemanha, cidade que recuperou magnificamente sua área histórica destruída durante a II Guerra Mundial e ergueu, também, um moderníssimo centro de negócios — ou um beeem mais apertado e em pior estado em Santos, no congestionado litoral sul paulista:
Frankfurt
Frankfurt1
Frankfurt2
Frankfurt3
Santos
Santos3
Santos2
Santos1

- SAINT PÔTAN (FRANÇA) x CAÇAPAVA-SP – tudo indica que um casarão reformado charmoso na Bretanha, noroeste da França — algo que, no Brasil, equivaleria a um palácio de milionário –, está saindo os mesmos R$ 492 mil que uma casa em pacato município do interior de São Paulo:
Saint Pôtan
St Potan 1
St Potan 2
Caçapava
Caçapava 1
Caçapava 2

SANTIAGO (CHILE) x FEIRA DE SANTANA-BA x NOVA IGUAÇU-RJ – e para quem já estava achando que falávamos só da bolha paulista, aqui vai um exemplo duplo. Uma bela e nova em folha residência nos arredores de Santiago, capital do país mais rico da América do Sul, é até mais barata do que construções que há décadas não vêm uma gota de tinta em uma região pouco glamorosa da Bahia e na complicada e insegura Baixada Fluminense, pelas quais se pede a bagatela de R$ 630 mil.
Santiago
Chile1
Chile2
Feira de Santana
Feira de Santana
Nova Iguaçu
Nova Iguaçu
LEIAM TAMBÉM:

“Pedro, estes filhos da puta lá na terra arrecadam fortunas em meu nome, mas disso tudo não vejo um só tostão.”(Deus)

“Inquisição? Nada sei, era com o povo de Deus, eu não estava lá.” (Satanás Ferreira)

QUADRINHAS INFAMES

Mulher de amigo é homem 
Muito sério ele jurava 
Mas quando o dito saía 
Era o primeiro que chegava.



Já dizia a vovó

Sentada num pinico 
Como é fácil de amar 
Um feio podre de rico.

• A vaca quando vai para o brejo leva o touro junto?

• A melhor empregada é aquela que dorme no emprego?

• A princesa Isabel queria ver o preto no branco?

• Por suportar por horas o discurso enfadonho da família Castro dá aos cubanos o título de “maiores sacos do mundo”.

• *Em muitos casos o dinheiro acalma políticos incendiários.

• *Quem segue um líder cegamente sem deixar para si o direito da dúvida não passa de um tolo.

• *Quanto mais o dinheiro some mais o pinto amolece.

• Cabral descobriu o Brasil no ano de 1500 e até hoje estamos com a bunda no vento.

Caio Blinder- Putin maneja a instabilidade na Ucrânia

Uma Ucrânia estável é um péssimo negócio para a Rússia. O país não pode ser plenamente funcional e precisa estar vulnerável às investidas russas. Interessa para Vladimir Putin manejar uma espécie de instabilidômetro, aumentando ou diminuindo as provocações.
Em um momento, existem os acenos mais realistas para a Ucrânia, de que o país tem agora um presidente eleito com mandato indiscutível e legítimo, o oligarca Petro Poroshenko. Não dá mais para bombardear com a agitprop sobre uma junta fascista e ilegítima que governa em Kiev. Em outros momentos, o lance é alimentar a guerra civil de baixa intensidade no leste ucraniano.
Com cara de pau, Putin e seu ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, pedem que os ucranianos sustem sua ofensiva contra os separatistas pró-russos, que foram acossados em Donetsk (Moscou, claro, insiste que os separatistas estão separados do governo russo e agem de forma autônoma). Imagine, na lógica de Putin, manter a ofensiva contra bandoleiros separatistas não ajuda a pacificar a Ucrânia. O presidente eleito Porashenko está correto ao comparar estes bandoleiros separatistas a piratas da Somália. Ele está consciente sobre o risco de “somalização” do seu país.
Por que Putin não faz o mesmo pedido de pacificação a seu afilhado o ditador Bashar Assad, empenhado em uma selvagem ofensiva contra rebeldes e civis na guerra civil síria? Os russos, aliás, não moderaram a sua brutal ofensiva contra os rebeldes na Chechênia. E, aliás de novo, autoridades ucranianas e separatistas confirmam que gente com passaporte da região da Chechênia, ou seja, veteranos russos de guerra, morreu nos combates no aeroporto de Donetsk na terça-feira.
As indicações são de que as tropas russas de fato recuaram de suas posições na fronteira ucraniana. E daí? Elas podem voltar. Tais sinais de recuo ajudam países ocidentais, especialmente a Europa, a recuar do plano de adotar mais sanções contra Moscou. Não se pode baixar a guarda e ficar desarmado nesta disputa ucraniana. O instável Putin está sempre armando alguma coisa.

Caio Blinder- A tomada do poder e as tomadas de Sisi


Em dois dias de eleições (que terminam nesta terça-feira), os egípcios foram convocados para coroar o marechal-de-campo Abdel Fatah al-Sisi (agora fardado de civil) como presidente. Os militares, que nunca foram embora do poder, agora retornam formalmente para ele.
Ditadores, semiditadores e homens-fortes buscam alguma legitimidade através do voto. Não teremos no Egito uma farsa tão escandalosa e caricatural ao estilo norte-coreano ou sírio (de apoio ao vencedor em uma faixa de 99% a 102% dos votos), mas quando saírem os números finais será bom levar em conta uma pesquisa do sério Instituto Pew, feita em abril, mostrando como o Egito continua polarizado, com uma maioria de 54% assumindo uma visão favorável de Sisi e 45% desfavorável.
Para o dirigente a ser coroado, é vital garantir um alto comparecimento dos egípcios às urnas, algo estimulado pelo culto Sisi e uma imprensa que basicamente se tornou uma máquina de propaganda. Maior comparecimento significa mais legitimidade. As indicações são de diminuição de participação em comparação ao ciclo eleitoral anterior. Resta saber como os números serão embelezados. (atualização: em um sinal de pânico sobre baixo comparecimento e baixa legitimidade, na terça-feira as autoridades estenderam a votação até a quarta-feira).
Desde a queda de Hosni Mubarak em fevereiro de 2011, engendrada por Sisi e seus pares, a vida tem estado tumultuada no Egito. Homem do serviço de inteligência e ex-ministro da Defesa, Sisi também derrubou em julho passado o presidente Mohamed Mursi, da Irmandade Muçulmana, eleito nas primeiras eleições realmente democráticas da história do país. Existe um clamor por estabilidade e a mesma pesquisa Pew revela que a maioria dos egípcios hoje considera estabilidade mais importante do que democracia, algo que Sisi avisou que pode levar “um par de décadas” para florescer no Egito.
No entanto, é ilusão achar que alguém como Sisi seja capaz de proporcionar esta estabilidade ou prosperidade. Talvez ordem, devido à repressão em grande escala e ao sufocamento da sociedade civil. Desde o golpe de julho, que teve apoio popular, morreram mais de mil militantes da Irmandade Muçulmana e dezenas de milhares foram presos (inclusive Mursi). A operação-arrastão se estendeu a setores liberais, alguns dos quais tinham embarcado na salvação de pátria de Sisi, e esquerdistas. Nesta eleição, aliás, existe competição simbólica com a participação do veterano socialista Hamdeen Sabahi, que já havia concorrido no primeiro turno das eleições em 2012 e terminou em terceiro lugar).
Na expressão do jornal The New York Times, Sisi é o Papai Sabe Tudo. Além de tomada de poder, ele entende também de tomadas, pois uma das poucas luzes do seu programa econômico é a insistência para que todos os egípcios usem lâmpadas mais eficientes, que conservem energia. Está de volta o esquema do homem-forte paternalista, ao estilo de Nasser, Sadat e Mubarak.
Sisi trata sua filharada de forma condescendente. Merece o troco: já vimos este filme com estas figuras no poder. A história egípcia anda em círculos, com o país pouco iluminado pelas mesmas lâmpadas maravilhosas.

“Foram anos no convento. Hoje carrego comigo todo o assanhamento do mundo.” (Josefina Prestes)

“Nunca mais me senti sozinho depois que comprei um espelho.” (Al Zen Haimer)

“Se sou feliz? Sou mais feliz que cachorro comendo picanha.” (Mim)

“Dei uma paquerada hoje no PET. Mas preciso ficar esperto senão a minha dona me castra.” (Bilu Cão)

“Beijar a mão do Papa? Never! Prefiro dar um selinho na bunda da Cremilda Massaroca. Esse negócio de beija mão deixo para os católicos e outros bajuladores do boa vida.” (Pócrates)

“Nem a bronha escapa da condenação católica. Hipócritas! Qual menino mentalmente saudável nunca brincou com o pinto?” (Pócrates)

“Ave César e o Brutus de estilingue.” (Mim)

Desmascarando o IBOPE

  1. ADRIANO MAGALHÃES
     - 
    27/05/2014 às 17:35
    Olha a polícia da Paraíba desmascarando o IBOPE…..http://fb.me/1xdQ23phL

Recorde de assassinatos: Brasil teve em 2012 a maior taxa de homicídios desde 1980

O Brasil atingiu, em 2012, a maior taxa de homicídios de que se tem registro desde 1980. Os dados estarão na nova edição do Mapa da Violência, estudo anual que detalha as mortes de causas externas no país. Uma prévia do documento, que deve ser lançado nas próximas três semanas, destaca os 56.337 assassinatos de 2012 e a taxa da 29 ocorrências para cada 100.000 habitantes. Até então, o ano com maior incidência de homicídios na população brasileira havia sido 2003, quando a taxa foi de 28,9.
O Mapa da Violência toma como base o Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde – referência empregada na maior parte do mundo, por ser a mais precisa para especificar quantidade e tipo de óbito. A análise preliminar disponível no site do Mapa é a de que, na década de 2002 a 2012, os homicídios crescem 13,4% – e, descontado o aumento da população, há aumento de 2,1% no universo de casos. A próxima edição, Mapa da Violência 2014 – Os Jovens do Brasil, ressaltará o crescimento significativo de vítimas de acidentes de transportes na década – um aumento de 38,3%, passando de 33.288 registros no país para 46.581.
O crescimento de 2011 para 2012 nos casos de homicídio em todo o território nacional foi de 7%. O aumento mais alarmante se deu em Roraima, com crescimento de 71,3% na taxa. Ceará e Acre, com 36,5% e 22,4% também se destacaram negativamente. Só em cinco unidades da federação foram registradas quedas nas taxas de homicídios, diz a prévia do documento. Houve quedas insignificantes no Espírito Santo e no Rio de Janeiro, e moderadas nos estados de Pernambuco, Paraíba e Alagoas.
A análise preliminar disponível no site do Mapa da Violência destaca três períodos principais de comportamento das taxas de homicídio no Brasil, a partir de 1980. Entre a década de 90 e o anos de 2003, diz o texto, houve “crescimento acelerado das taxas de homicídio, centrado na explosão desenvolvimentista de poucas grandes metrópoles”. O país teve, em 1980, 13.910 homicídios – e taxa de 11,7. Em 1990, a taxa saltou para 22,2 – ano em que foram registrados 31.989 assassinatos. Em 2003, quando a taxa chegou a 28,9, houve 51.043 homicídios no Brasil.
De 2003 a 2007, destaca o estudo, “estratégias de desarmamento e políticas nos Estados mais violentos resultam, primeiro, em quedas, e mais tarde em estabilização nas taxas de homicídio”. O período de 2007 a 2012 é marcado por uma retomada na tendência de crescimento dos homicídios, com aumento de 15,3% no quinquênio.
Por Reinaldo Azevedo

RS- Lasier Martins é traído em plena festa por dois delinquentes juvenis

Políbio Braga
Foi com atos traiçoeiros e cínicos como os da dupla que as putinhas aborteiras começaram suas carreiras de renegadas sociais. 


O jornalista Lasier Martins, pré-candidato do PDT ao Senado no RS, está sob ataque dos adversários que atuam na esgotosfera, disponibilizando informações difamatórias atribuídas ao candidato ao Senado, mas também promovendo armadilhas como as da foto ao lado.

. Neste final de semana, ele postou a seguinte nota sobre a cafajestada que dois delinquentes juvenis aplicaram contra ele. Fingindo-se de seus eleitores, ambos levantaram cartazetes ofensivos sem o conhecimento e autorização do senador. 

"Registro aqui minha repulsa e indignação à ação de dois jovens que usaram de má fé em uma foto, que tiraram comigo durante a Exposol, em Soledade, neste último domingo. Ingenuamente, não percebi que os dois levantaram, em fração de segundos, cartazes maldosos denegrindo a empresa onde trabalhei. O caso chega às raias da delinquência. Essa é a minha posição sobre o fato. Me ajudem a compartilhar, por favor.
Lasier Martins"


. Na Web também rolam perfis falsos de Lasier Martins. CLIQUE AQUI para conhecer um deles, intitulado Lasier Martins em Choque. 

Caixa baixa

Celso Ming - O Estado de S.Paulo
O desempenho insatisfatório da arrecadação em abril é só o início de uma provável fieira de desempenhos igualmente insatisfatórios que se anteveem para 2014.
Como ontem mostrou a Receita Federal, a arrecadação do governo federal teve crescimento real (descontada a inflação) em abril de apenas 0,93%, sobre a arrecadação de março, e de 1,78%, no primeiro quadrimestre do ano sobre igual período de 2013.
É bem menos do que o avanço de 3,0% e 3,5% com que conta o governo para este ano e é fator que coloca em risco a meta do superávit primário de 1,9% do PIB com que está comprometido o governo Dilma.
Esse comportamento é reflexo da atividade econômica fraca nos quatro primeiros meses do ano e da queda do nível de confiança na política econômica do governo Dilma, como demonstram levantamentos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Não se pode desprezar o impacto da atual política de desonerações tributárias, que veio supostamente para melhorar o desempenho da economia, mas que tende a acentuar a quebra de arrecadação num ambiente de paradeira. A Receita Federal admitiu ontem que, só nos quatro primeiros meses do ano, a renúncia fiscal alcançou R$ 35 bilhões, 8,7% da arrecadação do quadrimestre, e R$ 12,6 bilhões mais alta do que no período de janeiro a abril de 2013.
Esse quadro tende a continuar (ou mesmo a piorar) nos próximos meses. A Copa do Mundo deve derrubar ainda mais o movimento do comércio e da produção nos dois próximos meses, como dirigentes do comércio e da indústria vêm advertindo, e esse enfraquecimento aparecerá na arrecadação de tributos.
Em seguida, o País entrará em clima eleitoral, o que deve segurar ainda mais o investimento e induzir os agentes financeiros a posições mais conservadoras, de adiamento das decisões de compra, à espera de eventuais mudanças de rumo na política econômica e na distribuição das contas da economia, hoje adiada.
Também o consumo começa a enfrentar fase de contemporização. Os programas anteriores do governo, de incentivo à aquisição de veículos e de aparelhos domésticos, provocaram a antecipação das compras. É a principal explicação para a queda das vendas que hoje aflige não só esses dois setores, mas outros segmentos do varejo, porque implicou comprometimento do orçamento doméstico com o pagamento de prestações.
Também é consequência disso a desaceleração do crédito que tem a ver com significativa redução da capacidade de endividamento dos consumidores e aumento da inadimplência. Não dá para ignorar, além disso, o estrago sobre o poder aquisitivo e sobre a capacidade de arrecadar do setor público provocado pela inflação, que deverá acusar em junho o estouro do teto da meta de 6,5% ao ano.
Esse quadro deteriora a percepção que o consumidor e o empresário têm da economia e da política econômica, por mais que as autoridades digam o contrário. Falta saber o quanto esse mau astral poderá influenciar as próximas eleições.

DO BLOG DO PAULINHO- Criminalidade protegida por Regina Casé, apresentadora da Plim, Plim


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A parlamentar Cidinha Campos, deputada estadual pelo PDT e colunista do jornal O Dia, publicou, neste jornal e em suas contas nas redes sociais, um artigo com duras críticas à apresentadora Regina Casé e à abordagem, pela TV Globo, do caso da morte do dançarino "DG".
Leia abaixo e manifeste sua opinião a respeito:
Rio – Uma hora e meia de irresponsabilidade: foi o que se viu no programa da Regina Casé na tarde do último domingo. A polícia ainda não disse o que aconteceu no Pavão-Pavãozinho, mas a vítima, o dançarino DG, já foi canonizada como um misto de Rudolf Nureyev e São Francisco de Assis.
Eu lamento a morte desse rapaz, assim como lamento a morte de Edilson dos Santos, o jovem com deficiência mental morto na mesma operação, e todos os PMs assassinados por bandidos nas UPPs e fora delas. Para esses, não se dedicou um programa na TV nem se produziu uma torrente de lágrimas em cadeia nacional.
DG era lindo, alegre, pontual, como disse Regina Casé. Mas o que fazia ele pulando de um prédio para o outro em plena madrugada? A polícia afirma que ele estava com o bandido maior da área, o tal de Pitbull, foragido da cadeia, que naquela noite promovia um churrasco na comunidade, quando o tiroteio começou.
É fato que o dançarino gostava de companhias pouco recomendáveis. No seu Facebook, postou que era “amigo eterno do Cachorrão” (traficante morto na mesma comunidade em janeiro) e chegou a dizer que os moradores iriam descer o morro “cheios de ódio na veia e bico na mão” para vingar a morte do facínora.
No mesmo domingo do programa, um grupo fez uma manifestação na Avenida Atlântica, mãe da vítima à frente tocando um bumbo, gritando “Fora, UPP!”. Certamente, preferem que os traficantes continuem donos das favelas. Uma repórter do jornal O DIA foi agredida na manifestação. Agora virou moda. Não faz muito tempo, jornalistas e qualquer serviço do estado só subiam a favela com autorização do tráfico. Quem tem saudades desta época?
Nunca houve no Brasil um programa de combate ao domínio do tráfico tão determinado e corajoso quanto a UPP. É mentira que a ocupação social não esteja acontecendo. Pode não ser na velocidade que desejamos, mas acontece na velocidade possível. Só quem não mora no Alemão pode ignorar o teleférico, o cinema, as creches, escolas, biblioteca, centro de computação. O mesmo vale para a Rocinha, para o Santa Marta, Chapéu Mangueira e tantas outras comunidades.
À esquerda caviar, que ganha dinheiro mostrando a cultura da favela, mas gosta de passar férias em Angra e Paris, não vai reconhecer nunca o trabalho do governo, a menos que ganhe cachê para isso. As UPPs são a nossa chance de retomar o Rio para os fluminenses. Alimentar o discurso contra elas equivale a voltar para um passado que uma emissora com a responsabilidade da TV Globo não tem o direito de esquecer.
Lembrando
“As Policias Federal e Civil, como também o MP, deve ser do estado (trabalhar para o bem comum), não dos governantes ou legisladores de plantão”
Euclydes Zamperetti Fiori
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Chega de Mentiras, de Corruptos e Corruptores
Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-24/05/2014

Coluna do Cláudio Humberto

  • A propaganda da Petrobras na TV utiliza gráficos desproporcionais para passar a impressão de “grande crescimento” da produção de petróleo desde o início da era Lula. Nos comerciais, um gráfico fora de escala faz parecer que a produção em 2013 foi quase 11 vezes maior que a de 2002, mas, segundo especialistas do setor, cresceu apenas 2,37% ao ano, em média: de 1,64 milhão para 2,12 milhões em 2013.
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  • O gráfico da Petrobras tem eixo X, que mostra a evolução cronológica em anos, mas não eixo Y. Ou seja, não contabiliza a produção de fato.
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  • O crescimento real da produção da Petrobras é de 29,4% em 11 anos; com uma média de 2,37% ao ano.
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  • Se o gráfico divulgado pela Petrobras fosse correto, deveriam ter sido refinados 21 milhões de barris em 2013. Mas foram só 2,12 milhões.
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  • Pode dar com os burros n’água o conselho de Lula para o povo ir de jegue à falta de metrô: em 2010 a China propôs comprar 300 mil asnos.
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  • O PMDB nacional responsabiliza Lula pela desistência do empresário Junior Friboi de disputar o governo de Goiás. Após convencer o PMDB a acolher a filiação do bilionário, Lula passou a estimular a candidatura de Íris Resende. O ricaço se sentiu traído, sobretudo por Íris Rezende, sem perceber que a prioridade de Lula não era ajudar na sua eleição, mas prejudicar o esquema político de um adversário em Goiás.
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  • Junior Friboi caiu como um pato, sem perceber que Lula queria retirá-lo do PSB de Eduardo Campos, ao qual era filiado antes do PMDB.
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  • Lula achava que o bilionário que saiu do comando do Grupo JBS era a principal fonte de financiamento privado de Eduardo Campos.
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  • O Brasil definiu padrões para a plantação, colheita, controle de pragas e armazenamento de batatas. O diabo será controlar o preço na feira.
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  • O deputado Marcos Rogério (PDT-RO) avisou ao Conselho de Ética que já está com parecer pronto para o processo de cassação de Luiz Argôlo, do partido Solidariedade, enrolado com doleiro Alberto Youssef.
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  • Com Dilma ameaçada de vaias, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, poderá anunciar sozinho “declaro aberta a Copa do Mundo”. Até nos anos de chumbo, o ditador Emílio Médici era aplaudido nos estádios.
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  • Agarrado à presidência da Confederação Nacional do Comércio há 33 anos, Antônio Oliveira Santos ameaça substituir advogados recrutados a peso de ouro para sua briga com Orlando Diniz, da Fecomércio-RJ. Já teria gasto mais de R$ 60 milhões com escritórios de advocacia.
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  • O PRP anunciou oficialmente que irá apoiar a candidatura de Eduardo Campos (PSB) a presidente. Não é nada, não é nada, não é nada mesmo: agregará apenas alguns segundos à propaganda do PSB.
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  • Servidores da Valec, estatal de construção de ferrovias, ameaçam rebelião contra o novo chefe de Planejamento e Desenvolvimento, Maurício Pereira Malta, um bacharel em teologia que chegou ao cargo indicado pelo irmão, senador Magno Malta (PR-ES).
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  • Pré-candidata ao Senado, a líder Jandira Feghali (PCdoB-RJ) foi uma das poucas convidadas ao jantar para ministra Marta Suplicy (Cultura), em São Paulo. A dupla trabalhou em sintonia para aprovar vale-cultura.
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  • Um grupo de “investidores”, com fortes ligações ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), comprou um site de notícias em Maceió. Negócio de mais de R$ 1,5 milhão.
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  • A chefe de relações com a mídia do Comitê Olímpico Internacional (COI) na Suíça rechaçou a chance de transferir os jogos 2016 do Rio para Chicago, como se chegou a noticiar. “É boato sem fundamento”.
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  • …o pessimista acha que, igual à África do Sul em 2010, dará tudo certo na Copa; o otimista, que a comparação é atestado de incompetência.
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