quarta-feira, 28 de maio de 2014

Escassez de alimentos no Inferno chavista: pessoas são roubadas ao saírem dos supermercados.

Do blog do Orlando Tambosi

O desabastecimento é geral. Não só delinquentes, mas cidadãos comuns roubam sacolas de alimentos de quem sai de supermercados. Papel higiênico e leite em pó são raridades mais desejadas que relógios carosNos corredores das lojas só não faltam as malditas imagens do tirano Chávez:


A crise na Venezuela e a escassez de produtos básicos são os responsáveis diretos pelo aumento de roubos e furtos, informa nesta quarta-feira o jornal El Universal. Um quilo de farinha de milho, quatro rolos de papel higiênico ou um quilo de leite em pó se tornaram mercadorias tão desejáveis quanto um relógio caro ou um smartphone. Porém, entre os ladrões que roubam os alimentos não estão apenas delinquentes, mas muitos cidadãos comuns.

"Na entrada do Metro Chacaito uma senhora me bateu para roubar dois quilos de leite em pó que eu tinha acabado de comprar", disse Andrea Vilchez, alertando que agora teme ser atacada novamente após fazer compras. O clima de violência que existe na Venezuela, juntamente com a escassez de produtos básicos trouxe para o cenário nacional o aumento de roubos e furtos não somente de alimentos como também de peças de automóveis, baterias, pneus e outros produtos em falta no mercado. De acordo com o jornal, as histórias de vítimas só aumentam, e devido à baixíssima quantidade de pessoas que prestam queixa relatando tais delitos, os pequenos roubos e furtos ficam fora das estatísticas oficiais.

“Se você tem a impunidade para todos os crimes que ocorrem no país, por que seria diferente nesses casos? Observamos que as pessoas estão roubando comida não apenas por causa da fome, mas porque essas mercadorias não são mais encontradas”, disse o criminologista e especialista em segurança Javier Gorriño. O criminologista também disse que parte do problema é a falta de policiais nas ruas. "A polícia não está patrulhando e o agressor vê que não há razão para suspender o ataque”.

Para evitar roubos, muitas pessoas estão escondendo suas compras em bolsas escuras ao sair de supermercados. “Eu já vi isso acontecer, algumas pessoas passam de moto e roubam as compras de outras, especialmente de mulheres mais velhas. Agora eu venho ao supermercado com uma bolsa escura para ninguém ver o que eu comprei”, disse Isabel Rivas. (Continua).

Por que Rabi queria deixar a União Soviética

Rabinovitch, por que o Sr. quer mudar para Israel?

-- Estou cansado das festas.

-- Que festas?

-- Compro salame - é uma festa! Consigo comprar papel higiênico - outra festa!...

http://selin.tripod.com/An-jud.htm

Dilma diz que fará regulamentação econômica da mídia: é censura disfarçada!

A presidente Dilma tem sido elogiada por muitos ao resistir à pressão do próprio PT pelo controle da imprensa, sob o eufemismo de “democratização da mídia”. Ela deu várias declarações indicando que rejeita veementemente qualquer tentativa de censura de conteúdo, e que confia apenas em um controle: o remoto na mão do telespectador.
Mas sabem como é… ano eleitoral, pressão pra todo lado, campanha de “Volta, Lula” e uma ala radical do PT incomodada com a lentidão da presidente em relação ao projeto bolivariano do partido, e eis que a presidente Dilma acabou cedendo a uma parte da pressão.
Segundo a Folha, a presidente vai encampar, num eventual segundo mandato, a proposta de regulação econômica da mídia:
Segundo assessores, Dilma vai apoiar um projeto que regulamente e trate dos artigos 220 e 221 da Constituição.
Eles determinam que os meios de comunicação não podem ser objeto de monopólio ou oligopólio e que a produção e a programação de rádios e TVs devem atender os princípios de produção regional e independente. Trata ainda da definição de como deve ser a publicidade.
Em recente reunião no Palácio da Alvorada, Dilma deixou claro a petistas não ter a intenção de regular conteúdo, mas sinalizou que topava tratar da parte econômica: “Não há quem me faça aceitar discutir controle de conteúdo. Já a regulação econômica não só é possível discutir como desejável”, disse.
[...]
A inclusão do tema no programa petista foi acertada com Dilma, desde que ficasse bem claro que não haveria nenhuma proposta de controle de conteúdo. Historicamente, o PT e setores da esquerda miram o domínio da Rede Globo. Líder de audiência, a emissora abocanha a maior fatia do mercado publicitário do setor.
[...]
Na reunião, estava presente o comando da campanha pela reeleição –além de Dilma, o ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil), o presidente do PT, Rui Falcão, e o ex-ministro Franklin Martins. 
Trata-se do trio trotskista que sonha com o dia em que o Brasil será como a Venezuela, quiçá Cuba. Franlkin Martins é o mais sedento deles pelo controle da mídia, especialmente de seu ex-patrão, o Grupo Globo.
Controlar diretamente o conteúdo é mais complicado, chama mais a atenção, cria mais resistência; mas controlar os veículos de imprensa pela via econômica, sob a alegação de que combate os “monopólios”, ah, isso é muito mais fácil. E foi justamente o que fizeram Venezuela e Argentina.
Hayek já dizia que sem liberdade econômica não há liberdade política. Se o governo controla o fornecimento do papel, então ele controla os jornais, como ficou claro nos países bolivarianos. Há inclusive uma nota na coluna de Ancelmo Gois hoje relatando um caso pitoresco sobre isso:
Chavez
A esquerda e o PT vêm tentando asfixiar economicamente os grandes grupos independentes de imprensa há anos. Tem ligação com essa estratégia as campanhas de proibição de comerciais de cigarros, restrições às propagandas de bebidas e direcionadas ao público infantil. Dessa forma os veículos ficam cada vez mais dependentes das verbas estatais, crescentes, o que tornaria esses grupos reféns do governo.
Quando Dilma afirma que pretende endossar a bandeira de controle econômico da imprensa, proposta por essa turma autoritária que odeia a liberdade de expressão, é para ter calafrios mesmo. Esse é o projeto do PT. E agora temos a presidente Dilma, candidata à reeleição, dizendo com todas as letras que o projeto fará parte de um possível novo mandato.
Difícil é entender como a própria Globo ainda não se deu conta do perigo – ou, se isso aconteceu, ninguém saberia dizer, pela postura do grupo. Será que acredita ser possível domar o leão? Será que pensa ser capaz de impedir o avanço dos bolivarianos dentro do governo? Doce ilusão!
Vale a leitura do artigo publicado no próprio jornal GLOBO hoje, sobre os sete anos sem a RCTV na Venezuela. Foi assim que tudo começou por lá também…
Rodrigo Constantino

Uma pilha de impostos do Oiapoque ao Chuí massacra os mais pobres

Somadas, as 4,7 milhões de regras tributárias baixadas de 1988 até dezembro passado comporiam um livro de 112 milhões de páginas impressas (em papel A4 e com letra Arial 12). Enfileiradas, as páginas cobririam o país em linha reta do Oiapoque, no Amapá, ao Chuí, no Rio Grande do Sul. Quem afirma isso é o jornalista José Casado em suacoluna de hoje no GLOBO.
A teia burocrática avança em velocidade espantosa, com 780 novas normas por dia no último quarto de século. São dados do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação. O governo acaba sendo o maior obstáculo ao avanço dos mais pobres. Ironicamente, tanta parafernália é criada em nome do combate à desigualdade social. Mas o tiro sai pela culatra, e os pobres são os mais prejudicados:
As consequências vão muito além de infernizar a vida das pessoas e empresas. A opção política por manter intocada essa estrutura fiscal e tributária produziu uma perversidade: aumentou a desigualdade social no Brasil nas últimas duas décadas, advertem pesquisadores como o economista José Roberto Afonso, do Ipea.
O sistema atual privilegia tributos indiretos e sobre o consumo. Com ele, até 1996, o Estado se apropriava de 28% da renda mensal das famílias pobres, com até dois salários mínimos (cerca de R$ 1.400). Em 2008 o Estado já tomava 54% do rendimento familiar dos mais pobres. No ritmo atual, prevê-se que no fim da década o peso dessa carga tributária esteja em 60%.
No longo prazo, praticamente anula a expansão dos gastos governamentais com programas sociais destinados às famílias mais pobres, como aconteceu nas últimas duas décadas.
A tributação, em boa parte indireta (PIS/Cofins), recai de forma desproporcional sobre o consumo, e como este tem um peso muito maior no orçamento dos mais pobres, nosso modelo tributário pune as classes baixas e fomenta a desigualdade. Mas nenhum candidato encara o desafio de frente (justiça seja feita, Aécio Neves fala em redução e simplificação de impostos, mas é preciso mostrar como exatamente).
Até quando vamos depositar no próprio estado a esperança para combater a miséria, se vemos que é ele mesmo um dos grandes obstáculos à criação de riqueza? Para financiar tantos programas sociais, o estado arrecada 40% do PIB, de forma complexa, com dezenas de impostos e tributos que punem justamente os mais pobres. Mas os burocratas e políticos vão bem, obrigado.
Casado conclui com a fina ironia de Sérgio Porto, o humorista mais conhecido como Stanislaw Ponte Preta: diante da alta do custo de vida, “a continuar essa carestia, pobre tende a desaparecer”.
Rodrigo Constantino

Política mafiosa: o PT e o crime

Até o editorial da Folha parece assustado, alertando para o risco de o PT “importar” para o Brasil o que há de pior na Itália, uma espécie de Brasil da Europa: a máfia incrustada na política. O jornal cita o caso do deputado Luiz Moura, que teria ligações com o PCC, como já foi mostrado aqui.
A reportagem, no entanto, é incompleta e, para atacar o PT, precisa jogar o PSDB no mesmo saco. O editorial começa equiparando os dois partidos, cada um com seu “mensalão”, ignorando que se tratam de coisas completamente distintas, e depois ainda emenda com o caso da Alston/Siemens. Deixou de fora uma lista infindável de escândalos do PT que lotam as páginas dos jornais nos últimos anos, tudo para dar a impressão de que são todos parecidos.
Mas mesmo assim consegue subir o tom no final e lançar seu alerta vermelho:
O deputado estadual tem relações com o grupo político do secretário municipal de Transportes de São Paulo, Jilmar Tatto, de quem recebeu R$ 200 mil para sua campanha eleitoral. Um irmão, Senival Moura, é vereador paulistano pelo PT e fundador de um sindicato de donos de lotações.
Se é cedo para dizer até onde avançam os tentáculos do crime organizado, o PT não pode esperar para conduzir sua própria investigação, célere e sem subterfúgios, acerca desse episódio.
O partido já perdeu, há quase uma década, a aura de paladino da moralidade pública, mas seria devastador ver-se de alguma forma envolvido com a escória das prisões e com o pioneirismo, por aqui, da contaminação mafiosa que tanto envenenou a política italiana.
Só há um detalhe: o envolvimento do PT com grupos mafiosos ou criminosos não seria novidade alguma para quem é mais atento e acompanhou a trajetória do partido desde o começo. No meu livro Estrela Cadente, de 2005, publicado dois meses antes de estourar o escândalo do mensalão, já consta um capítulo sobre a bandeira ética totalmente falsa do PT. Ligações com bicheiros, máfia do lixo e sindicatos sempre estiveram presentes no partido, mesmo quando era apenas no âmbito regional.
Isso sem falar do elo com a ditadura cubana, da afinidade ideológica e, segundo denúncias, ligações financeiras com os narcoguerrilheiros das Farc, entre outros grupos terroristas ligados ao Foro de São Paulo. Será que com este quadro em mente o caso do deputado com o PCC deveria chocar tanto assim?
Creio que não. O que deveria chocar muito mais, sem dúvida, é o fato de tanta gente ainda cair no conto do vigário e achar que o PT tem ou teve algum respeito pela ética, a decência, as leis e a democracia…
Rodrigo Constantino

A falta de emprego no mundo

Por Bernardo Santoro, publicado no Instituto Liberal
De acordo com a Organização Internacional do Trabalho, está havendo um aumento do desemprego em todo o mundo, com o número de desempregados chegando a 203 milhões em 2014, com um percentual de 6% de desempregados dentro da população economicamente ativa. A taxa de desemprego do Brasil hoje está na média mundial, com 5,8% de desempregados.
A primeira observação relevante acerca da questão do emprego tem a ver com a sua natureza. Empregos são muito importantes porque são um meio do ser humano sustentar a si e a sua família. Mas eles não são um fim em si mesmo. O fim em si é o sustento da família, e trabalho é apenas o meio. Como é o meio mais importante para a maioria absoluta das pessoas no mundo, é extremamente relevante termos um ambiente econômico que gere empregos.
São dois os ambientes econômicos que geram a maior quantidade possível de empregos: o de livre-mercado e o totalmente planificado.
No ambiente de livre-mercado, os empregos são abundantes na medida em que temos baixa incidência de tributos e burocracia, pois ambos aumentam os custos da contratação. Os salários aumentam na medida em que se aumenta a produtividade social e do trabalhador em questão. No livre-mercado, a tendência é que o poder de compra do trabalhador, mesmo o menos produtivo, consiga acesso a bens econômicos em virtude da queda dos seus preços. A eficiência no arranjo produtivo é maximizado, pois os empregos gerados estão vinculados a uma atividade cujo resultado é demandado pela população.
No ambiente totalmente planificado, o Governo planificador garante empregos para todos, mas em atividades que não são demandadas diretamente pela população, mas escolhidas pelo próprio governo. Isso tende a gerar empregos ineficientes e de baixa produtividade, resultando em um ambiente onde todos tem baixos salários e pouquíssimo acesso a bens e serviços.
Já a maioria dos países usa um ambiente misto, com alguma planificação e algum mercado privado com regulação e tributação. Esse ambiente misto gera uma redução no número de empregos, achatamento dos salários e baixa produtividade. No caso europeu, a deterioração do ambiente econômico está intimamente ligado ao Estado de Bem-Estar Social, que se mostra hoje insustentável.
O Brasil, embora adote claramente esse último modelo, ainda tem baixa índice de desemprego por dois motivos: largo mercado informal (20% do PIB, de acordo com a FGV, e 45% de acordo com o IPEA) e programas assistenciais que criam uma geração “nem-nem” (nem trabalha, nem estuda) que não é computada como desempregada. De fato, esse índice de desemprego é absolutamente fajuto. A se considerar as pessoas desalentadas, as que recebem menos de um salário-mínimo e as que vivem de bico, o índice de desemprego no Brasil atingiria o índice de 20% da população economicamente ativa.
É necessária, no Brasil e no mundo, uma reforma urgente para desoneração da folha de trabalho, redução da máquina administrativa, redução da burocracia e estímulo à poupança para investimento em aumento da produtividade do trabalho. Somente assim poderemos vislumbrar uma economia mundial dinâmica e agregadora de mão-de-obra em todos os níveis.

Origem da espécie

Dora Kramer - O Estado de S.Paulo
Não adianta perguntar, provocar nem instigar: Eduardo Campos simplesmente muda o rumo da conversa quando o assunto ameaça resvalar para qualquer crítica ao ex-presidente Luiz Inácio da Silva.
O alvo do candidato do PSB é a presidente Dilma Rousseff e é natural que assim seja, pois é ela a oponente. Natural até certo ponto, uma vez que o ex-governador de Pernambuco aponta vários problemas do governo Dilma que são decorrentes de ações de Lula.
A começar pelo fato de ter sido ele o fiador daquela que, na frase de maior efeito dita pelo pernambucano no programa Roda Viva desta segunda-feira, "de mãe do PAC virou madrinha da inflação".
Ora, quem inventou a expressão "Mãe do PAC" e com ela vendeu a ideia de uma eficaz, austera e esplêndida governante, hoje apontada por Campos como a culpada por todos os males do Brasil? Lula. Quem deu carta branca a Dilma para fazer e acontecer no setor elétrico, agora alvo de pesadas e justificadas críticas do candidato do PSB? Lula. Na gestão de quem tiveram origem todos os problemas cujas consequências hoje a Petrobrás enfrenta? Não sejamos repetitivos.
Os candidatos são donos das próprias estratégias. Mas Eduardo Campos não faz uma homenagem à coerência quando simplesmente ignora a origem das coisas e pinta um quadro irreal, de um presidente que foi sensacional, cuja herança bendita teria sido dizimada em três anos e meio por má obra exclusiva da sucessora.
O fisiologismo, por exemplo. Muito bem abordado por Campos no programa. Disse que se eleito acabaria com metade dos ministérios, extinguiria boa parte dos milhares de cargos em comissão, isolaria as raposas da "velha política" e buscaria transformar a indignação que gera apatia na sociedade em motor da renovação.
Fácil de falar, difícil de fazer, mas não impossível. Ele mesmo citou momentos em que já foi feito no País. Não se pode desistir nem cair na descrença paralisante. Quanto a isso tem razão, mas não é do mesmo modo convincente quando tenta reescrever a história.
Segundo o ex-governador, a presidente Dilma perdeu a oportunidade de mudar a "feira livre" (expressão dele) da política. Sem querer isentá-la, pois aceitou a situação, os ministros que protagonizaram os escândalos do primeiro ano de governo foram todos impostos por Lula.
E se o caso é de oportunidade, quem mais teve a chance de iniciar mudanças no padrão além de Lula?
Não tinha maioria no Congresso, mas contava com apoio da sociedade. Estava com tudo e mais um pouco. O que fez? Não apenas aderiu às práticas viciadas como regrediu em avanços anteriores (aparelhamento das agências reguladoras, por exemplo) e aprofundou as relações com o atraso.
Nada disso é novidade para Eduardo Campos. Não está de forma alguma obrigado a admiti-lo em público se na avaliação dele atritos com o ex-presidente forem prejudiciais aos seus planos de tirar no Norte e no Nordeste a diferença de eventuais desvantagens em relação ao tucano Aécio Neves no Sul e no Sudeste.
É livre a escolha do adversário. Desde que a briga não seja com os fatos passados que distorcem o presente e não ajudam a construção de um bom futuro.
Em compensação. À primeira vista pareceu estranha, porém auspiciosa, a notícia de que o PT decidira pedir ao Tribunal Superior Eleitoral a cassação do mandato de André Vargas por infidelidade partidária.
Mas pode haver uma segunda intenção. Se perder o mandato por discordância partidária e não por quebra de decoro em decorrência do processo que corre na Câmara, o deputado Vargas poderia escapar da inelegibilidade.
Não para concorrer neste ano, porque saiu do PT (em ação combinada?) e está sem partido, mas em 2016 em tese estaria livre para disputar a eleição municipal.

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LIBERDADE COMO NOSSO DOM MAIOR

Ser livre para ir e vir!Pela liberdade de expressão.Pela humanidade contra os pregadores da escuridão que assolam nosso mundo moderno.Democracia verdadeira sempre,não aquela de fachada que persegue quem não compartilha de suas idéias.